Farmabook

Glicose 5% + Cloreto de Sódio 0,9%

Cloreto de Sódio; Glicose Anidra

Tarja Vermelha
Específico
Uso HospitalarCMED: AtivoANVISA: Nao informado
Apresentacao

9mg/ml + 50 mg/ml solução infusão intravenoso caixa 12 frasco-ampola plástico transparente sistema fechado x 1000 ml

Concentracao
9mg/ml + 50 mg/ml
Forma Farmaceutica
Solução infusão intravenoso
Via de Administracao
intravenosa
Quantidade
1000 ml
Embalagem
12 frasco-ampola plástico transparente sistema fechado
Informacoes Regulatorias
Laboratorio
COPERMED COMERCIAL IMPORTADORA LTDA
Classe Terapeutica
K1b2 - Soluções de Cloreto Sódio com Carbohidrato
CMED
Ativo
ANVISA
Nao informado
Registro ANVISA
1268000040018
EAN (Codigo de Barras)
7898764570081
GGREM
636925090000704
Registro ANVISA
Numero do registro
126800004
Produto ANVISA
GLICOSE 5% + CLORETO DE SÓDIO 0,9%
Empresa
COPERMED COMERCIAL IMPORTADORA LTDA
CNPJ
09.029.404/0001-82
Principio ativo
GLICOSE ANIDRA, CLORETO DE SÓDIO
Categoria regulatoria
REGISTRADO
Data de registro
—
Data de vencimento
1 de mai. de 2035
Ultimo refresh
—
Precos

Preco Fabrica (PF)

R$ 142,35

Bula do medicamento

Bula específica desta apresentaçãoTranscrita por IA
Bula desta apresentação (PDF)

PDF oficial ANVISA recortado para esta apresentação (Bula PACIENTE Glicose 5% + Cloreto de Sódio 0,9% Copermed Comercial Importadora LTDA Solução Glicofisiológica injetável ). A bula original completa segue disponível na seção Registro ANVISA.

Informações ao paciente

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

A solução glicofisiológica é indicada como fonte de energia, água e eletrólitos. A solução também é utilizada como veículo para diluição de medicamentos compatíveis.

Rua Dr. Murilo Carvalho Coutinho, nº 90 - Fátima III - Pouso Alegre/MG - CEP: 37.555-017 - Tel: (35) 3427-2251 copermed.com

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

A glicose é um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lipídios e proteínas como fontes de energia. evitando, assim. acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solução de glicose é útil como fome de água e calorias e é capaz de induzir diurese dependendo das condições clínicas do paciente.

A glicose é usada, distribuída e estocada nos tecidos. Todas as células do corpo são capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular.

O sódio é o principal cátion e o cloreto o principal ânion do fluido extracelular. O sódio é um importante regulador da osmolaridade, do equilíbrio ácido-base. O sódio também desempenha importante papel na neurotransmissão, na eletrofisiologia cardíaca e no metabolismo renal. O excesso de sódio é excretado principalmente pelo rim, pequenas porções pelas fezes e através do suor.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

A solução glicofisiológica é contraindicada nos casos de diabetes, hiperglicemia, hiper-hidratação, acidose, desidratação hipotônica, hipocalemia (baixa concentração de potássio no sangue), hipercloremia (alta concentração de cloro no sangue) e hipernatremia (alta concentração de sódio no sangue). Em pacientes com síndrome de má-absorção de glicose-galactose. Também á contraindicado nas enfermidades cardiorrenais acompanhadas de edemas, hiponatremia ou retenção de fluído.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

A solução glicofisiológica não deve ser administrada com sangue, pois pode haver hemólise. A solução glicofisiológica deve ser usada com grande cuidado em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e pré-eclâmpsia, insuficiência renal grave e em estados clínicos nos quais exista edema com retenção de sódio. Quando administrada intravenosamente, a solução glicofisiológica pode ocasionar sobrecarga de fluido e/ou soluto, resultando em diluição das concentrações eletrolíticas do soro, hidratação excessiva, estados congestivos ou edema pulmonar.

A administração excessiva de soluções de glicose e cloreto de sódio pode resultar em hipopotassemia (baixa concentração de potássio no sangue).

Em pacientes com função renal diminuída a administração da solução glicofisiológica pode causar retenção de sódio.

Avaliações clínicas e determinações laboratoriais periódicas são necessárias para monitorar mudanças no balanço de fluido, concentrações eletrolíticas e balanço ácido-base durante a terapia parenteral prolongada, ou sempre que a condição do paciente demonstrar necessidade de tais avaliações.

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Devem ser tomados cuidados na administração da solução glicofisiológica em pacientes recebendo corticosteroides ou corticotropina ou medicamentos que possam causar retenção de sódio. A solução glicofisiológica deve ser usada com cuidado em pacientes com diabetes mellitus subclínica ou evidente, em pacientes hipertensos

Lactação

Não se sabe se a glicose é excretada no leite materno.

Uso na Gravidez: categoria de risco C

ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES GRÁVIDAS SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA

OU DO CIRURGIÃO DENTISTA

Estudos verificaram que quando administrada durante o trabalho de parto, a carga de glicose da mãe pode conduzir no feto, à hiperglicemia, à hiperinsulinemia, e à acidose fetal, com hipoglicemia neonatal subsequente e icterícia. Outros estudos não encontraram nenhuma evidência de tal efeito, especialmente se o feto é bem oxigenado, e relataram que o número dos pacientes incluídos em tais relatórios foi frequentemente pequeno e os critérios de seleção não homogêneos.

Uso em crianças, idosos e em outros grupos de risco Uso

Uso em crianças

Em estudo placebo-controlado em mulheres saudáveis, que se encontravam em estágio final de gestação, verificou-se que a administração de 100 g de glicose uma hora antes do fim da gestação, não provocou nenhum efeito adverso nos níveis ácido-base do feto. Os fetos com malformação foram excluídos. Entretanto, os autores advertiam que, em concentrações de glicose mais elevadas na mãe (como pode ser encontrado em grávidas diabéticas), mudanças consistentes na acidose metabólica fetal, podem ocorrer, e que o teste da tolerância da glicose pode também ser perigoso aos fetos com retardo do crescimento. O cuidado deve ser exercitado no tratamento dos neonatos, especialmente os neonatos precoces, cuja função renal pode estar imatura e cuja habilidade de excretar cargas do líquido e do soluto pode estar limitada. Uso em idosos No caso da administração de soluções parenterais de grande volume, em pacientes idosos. pode ser necessário reduzir volume e a velocidade de infusão, para evitar a sobrecarga circulatória, especialmente em pacientes com insuficiência cardíaca e renal. Por isso, cuidado deve ser tomado na seleção da dose, e pode ser útil monitorar a função renal.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

O produto deve ser armazenado em temperatura ambiente (15 °C a 30 °C). Prazo de validade: 36 meses após a data de fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos. Solução injetável, límpida, estéril e apirogênica.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

A posologia é determinada de acordo com orientação médica. A dosagem depende da idade, peso e condições clínicas do paciente, bem como de determinações laboratoriais.

Modo de Usar:

A solução somente deve ser administrada por via intravenosa e individualizada. A dosagem deve ser determinada por um médico e é dependente da idade, do peso, das condições clínicas do paciente, do medicamento diluído na solução, se aplicável, e das determinações em laboratório. Antes de serem administradas, as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e/ou quaisquer violações na embalagem Rua Dr. Murilo Carvalho Coutinho, nº 90 - Fátima III - Pouso Alegre/MG - CEP: 37.555-017 - Tel: (35) 3427-2251 copermed.com

primária. A solução glicofisiológica é acondicionada em frascos em SISTEMA FECHADO para administração intravenosa usando equipo estéril. Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em série. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagem seja completada.

NÃO PERFURAR A EMBALAGEM, POIS HÁ COMPROMETIMENTO DA ESTERILIDADE DO PRODUTO E RISCO

DE CONTAMINAÇÃO.

Para abrir:

Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza. Se for observado vazamento de solução, descartar a embalagem, pois a sua esterilidade pode estar comprometida.

Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir antes de preparar a solução para administração.

No preparo e administração das Soluções Parenterais (SP), devem ser seguidas as recomendações da

Comissão de Controle de Infecção em Serviços de Saúde quanto a:

  • desinfecção do ambiente e de superfícies, higienização das mãos, uso de EPIs e

  • desinfecção de ampolas, frascos, pontos de adição dos medicamentos e conexões das linhas de infusão.

1- Remover o protetor de alumínio do tubo de saída da solução no fundo da embalagem; 2- Fazer a assepsia da embalagem primária utilizando álcool 70%; 3- Suspender a embalagem pela alça de sustentação; 4- Conectar o equipo de infusão da solução. Consultar as instruções de uso do equipo; 5- Administrar a solução, por gotejamento contínuo, conforme prescrição médica.

Para adição de medicamentos:

Atenção: verificar se há incompatibilidade entre o medicamento e a solução e, quando for o caso, se há incompatibilidade entre os medicamentos. Apenas as embalagens que possuem dois sítios, um para o equipo e outro para a administração de medicamentos, poderão permitir a adição de medicamentos nas soluções parenterais.

Para adição de medicamentos antes da administração da solução parenteral:

1- Preparar o sítio de injeção fazendo sua assepsia; 2- Utilizar uma seringa com agulha estéril para perfurar o sítio próprio para administração de medicamentos e injetar o medicamento na solução parenteral. Rua Dr. Murilo Carvalho Coutinho, nº 90 - Fátima III - Pouso Alegre/MG - CEP: 37.555-017 - Tel: (35) 3427-2251 copermed.com

3- Misturar o medicamento completamente na solução parenteral. 4- Pós liofilizados devem ser reconstituídos/suspendidos no diluente estéril e apirogênico adequado antes de ser adicionados à solução parenteral.

Para adição de medicamentos durante a administração da solução parenteral:

1- Fechar a pinça do equipo de infusão; 2- Preparar o sítio próprio para administração de medicamentos, fazendo sua assepsia; 3- Utilizar seringa com agulha estéril para perfurar o sítio e adicionar o medicamento na solução parenteral; 4- Misturar o medicamento completamente na solução parenteral; 5- Prosseguir a administração.

Instruções para a manipulação das embalagens em sistema fechado de infusão:

  1. A tampa do frasco possui dois pontos: um ponto que pode ser usado como ponto de aditivação (entrada

da medicação) e outro que pode ser usado como ponto de conexão (entrada do equipo).

2 e 3. Os dois pontos possuem um lacre alumínio que deve ser removido durante a utilização. Estes lacres são independentes, portanto, não há a necessidade de remoção deste em ambos os pontos caso não seja administrada medicação.

  1. Para o ponto de conexão do equipo ou de aditivação, logo após o lacre de alumínio, há o lacre de

bromobutilo, livre de látex. Para utilização desse ponto, basta pressionar a ponta do equipo dentro do ponto de conexão, que o lacre será rompido e o equipo se conectará com a solução sem contato externo e sem qualquer entrada de ar. A conexão resultante deve ser firme e segura.

  1. O ponto de aditivação, logo após o lacre de alumínio há um elastômero, deverá ser perfurado por agulha.

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Para a aditivação, utilizar uma seringa com agulha calibre 19 a 22G (1 a 0,7 mm). Inserir a agulha através do elastômero e injetar o medicamento na solução. Remover a agulha e agitar o frasco adequadamente para promover a homogeneização.

Seguir as instruções do fabricante do equipo para proceder à infusão da solução. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Caso o medicamento não seja utilizado de forma correta, reações adversas podem ocorrer e incluem resposta febril, infecção no ponto de injeção, trombose venosa ou flebite estendida no local de injeção, extravasamento e hipervolemia. Se ocorrer reação adversa, suspender a infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica corretiva apropriada e guardar o restante da solução para posterior investigação, se necessário.

As reações adversas gerais atribuídas ao cloreto de sódio incluem náuseas, vômito, diarreia, cólicas abdominais, redução da lacrimação, taquicardia, hipertensão, falência renal e edema pulmonar. Em pacientes com ingestão inadequada de água a hipernatremia pode causar sintomas respiratórios como edema pulmonar, embolia ou pneumonia. A infusão intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrólitos incluindo a hipocalemia, o hipomagnesemia, e a hipofosfatemia.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE

MEDICAMENTO? A infusão de grandes volumes da solução de glicose 5% e 10% pode causar hipervolemia, resultando em diluições eletrolíticas do soro, estados congestivos e edemas pulmonares. A infusão muito rápida de glicose pode ocasionar distúrbios neurológicos como depressão e coma, devidos aos fenômenos de hiperosmolaridade, principalmente em portadores de nefropatias crônicas. Nestes casos. a infusão deve ser interrompida e a terapia de apoio deve ser instalada. Rua Dr. Murilo Carvalho Coutinho, nº 90 - Fátima III - Pouso Alegre/MG - CEP: 37.555-017 - Tel: (35) 3427-2251 copermed.com

Nas doses usuais indicadas pelo médico não há relatos de superdosagem, exceto em pacientes diabéticos com intolerância a glicose. Num evento de sobrecarga de fluídos ou solutos durante a terapia parenteral, reavalie as condições do paciente e institua o tratamento corretivo apropriado.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Informações técnicas (profissionais de saúde)

Interações medicamentosas

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Deve-se ter cuidado ao administrar a solução glicofisiológica a pacientes que estejam sendo tratados com corticosteroides ou corticotropinas. Há incompatibilidade de soluções de cloreto de sódio com anfotericina B, ocorrendo precipitação desta substância e com o glucagon. Não deverão ser usados aqueles medicamentos sabidamente incompatíveis com as soluções de glicose e/ou cloreto de sódio. Consultar um farmacêutico sempre que possível. A critério médico, quando for aconselhável adicionar algum medicamento à solução de glicofisiológica, usar técnica asséptica e misturar completamente os medicamentos a serem adicionados. As soluções contendo medicamentos devem ser armazenadas em conformidade com sua bula.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.

Atenção: contém 50 mg de glicose/mL.

Este medicamento contém 3,54 mg de sódio/mL. Se você faz dieta de restrição de sal (sódio) ou toma medicamento para controlar a pressão arterial, consulte o médico antes de usar este medicamento.

Identificação do medicamento

APRESENTAÇÃO

Solução injetável SPGV

Solução injetável de glicose 50 mg/mL + cloreto de sódio 9 mg/mL. Caixa com 12 frascos contendo 500 mL cada.

Solução injetável de glicose 50 mg/mL + cloreto de sódio 9 mg/mL. Caixa com 12 frascos contendo 1000 mL cada.

USO INTRAVENOSO E INDIVIDUALIZADO

USO ADULTO E PADIÁTRICO

COMPOSIÇÃO:

Cada mL da solução contém:

glicose................................................................................................................. 50 mg cloreto de sódio ................................................................................................... 9 mg água para injetáveis q.s.p ................................................................................... 1 mL

Conteúdo eletrolítico:

Na+......................................................................................................................................................................................154 mEq/L Cl.......................................................................................................................... 154 mEq/L OSMOLARIDADE .................................................................................................. 560,6 mOsmol/L pH ........................................................................................................................ 3,2 – 6,5

Dizeres legais

DIZERES LEGAIS

Registro: 1.2680.0004

PRODUZIDO POR:

ACULIFE HEALTHCARE PVT. LTD.

Sachana, Gujarat 382150, Índia

REGISTRADO E IMPORTADOR POR:

Copermed Comercial Importadora LTDA Rua Dr. Murilo Carvalho Coutinho, 90 - Fátima III Pouso Alegre/MG - 37555-017

CNPJ: 09.029.404/0001-82

SAC: 0800 000 3556

USO RESTRITO A ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE

USO SOB PRESCRIÇÃO.

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 07/07/2026.

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Histórico de alteração da bula

Histórico de Alterações de Bula

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas

Data do N° do Assunto Data do N° do Assunto Data de Itens de bula Versões Apresentações

expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS)

** ** 10461 - ** ** ** ** Todos VP/VPS

ESPECÍFICO - 9MG/ML + 50

Inclusão Inicial MG/ML SOL de Texto de INFUS IV CX 12 FA Bula – PLAS TRANS SIST publicação no FECH X 500 ML Bulário RDC

60/12 9MG/ML + 50

MG/ML SOL

INFUS IV CX 12 FA

PLAS TRANS SIST

FECH X 1000 ML

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Transcrição automática da bula oficial registrada na ANVISA, processada em 8 de jul. de 2026. Conteúdo informativo: em caso de divergência, vale o PDF oficial. Este material não substitui orientação médica ou farmacêutica.