Farmabook

Relyon

Cloridrato de Remifentanila

Tarja Preta
Similar
Uso HospitalarCMED: AtivoANVISA: Ativo
Apresentacao

2 mg pó liofilizado para solução injetável intravenoso caixa 5 frasco-ampola vidro transparente

Concentracao
2 mg
Forma Farmaceutica
Pó liofilizado para solução injetável intravenoso
Via de Administracao
intravenosa
Embalagem
5 frasco-ampola vidro transparente

Posologia (resumo)

Desta apresentaçãoResumo por IA

Anestesia Geral - Adultos - Indução

Infusão de 0,5 a 1 µg/kg/min, com ou sem bolus inicial de 1 µg/kg (administrado em no mínimo 30 segundos).

IntravenosaPó liofilizado para solução injetável

Anestesia Geral - Adultos - Manutenção (Pacientes ventilados)

Infusão contínua com velocidade inicial de 0,4 a 1 µg/kg/min, ajustada conforme o agente anestésico concomitante.

IntravenosaPó liofilizado para solução injetável

Anestesia Geral - Adultos - Manutenção (Respiração espontânea)

Infusão contínua com velocidade inicial de 0,04 µg/kg/min, podendo variar de 0,025 a 0,1 µg/kg/min; não se recomenda bolus.

IntravenosaPó liofilizado para solução injetável

Anestesia Geral - Adultos - Pós-operatório (Respiração espontânea)

Infusão inicial de 0,1 µg/kg/min, com ajustes de até 0,025 µg/kg/min a cada 5 minutos; não se recomenda bolus.

IntravenosaPó liofilizado para solução injetável

Anestesia Geral - Crianças (1-12 anos) - Manutenção

Infusão contínua com velocidade inicial de 0,25 a 0,4 µg/kg/min e manutenção de 0,05 a 3 µg/kg/min, dependendo do agente anestésico, com ou sem bolus de 1 µg/kg (mínimo 30 segundos).

IntravenosaPó liofilizado para solução injetável

Anestesia Cardíaca - Adultos - Indução

Infusão inicial de 1 µg/kg/min; não se recomenda bolus.

IntravenosaPó liofilizado para solução injetável

Anestesia Cardíaca - Adultos - Manutenção

Infusão contínua de 0,5 a 1 µg/kg/min, com possibilidade de doses suplementares em bolus.

IntravenosaPó liofilizado para solução injetável

UTI - Adultos - Analgesia e Sedação

Infusão inicial de 0,1 a 0,15 µg/kg/min, ajustada em incrementos de 0,025 µg/kg/min a cada 5 minutos; não se recomenda bolus.

IntravenosaPó liofilizado para solução injetável

UTI - Adultos - Procedimentos estimulantes

Infusão de no mínimo 0,1 µg/kg/min por 5 minutos antes do procedimento, com velocidade média de 0,25 µg/kg/min e máxima de 0,75 µg/kg/min.

IntravenosaPó liofilizado para solução injetável

Resumo da posologia extraído automaticamente por IA da bula oficial registrada na ANVISA, em 12 de jun. de 2026. É um material informativo: consulte a bula completa e siga sempre a orientação do seu médico ou farmacêutico. Não use como única referência de dose.

Informacoes Regulatorias
Laboratorio
ACHÉ LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS S.A
Classe Terapeutica
N1a2 - Anestésicos Gerais Injetáveis
CMED
Ativo
ANVISA
Ativo
Registro ANVISA
1057300420012
EAN (Codigo de Barras)
7896658039737
GGREM
552923040159004
Registro ANVISA
Numero do registro
105730042
Produto ANVISA
RELYON
Empresa
ACHÉ LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS S.A
CNPJ
60659463002992
Principio ativo
CLORIDRATO DE REMIFENTANILA
Classe terapeutica ANVISA
ANALGESICOS NARCOTICOS
Categoria regulatoria
Similar
Data de registro
22 de fev. de 2023
Data de vencimento
10 de fev. de 2033
Ultimo refresh
6 de mar. de 2026, 13:09
Precos

Preco Fabrica (PF)

R$ 291,78

Bula do medicamento

Bula específica desta apresentaçãoTranscrita por IA
Bula desta apresentação (PDF)

PDF oficial ANVISA recortado para esta apresentação (RELYON Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Pó liofilizado para solução injetável 2 mg AAS). A bula original completa segue disponível na seção Registro ANVISA.

Informações ao paciente

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Relyon é um medicamento indicado para produzir ou manter a anestesia durante cirurgias, inclusive a do coração, e para o alívio da dor imediatamente após a operação. Relyon também é indicado para promover alívio da dor e sedação em pacientes mecanicamente ventilados (ou seja, que respiram com ajuda de aparelhos) em unidade de terapia intensiva (UTI).

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Relyon apresenta como substância ativa a remifentanila, que pertence a um grupo de medicamentos chamados de agonistas opioides. Esses medicamentos são capazes de promover anestesia, assim como alívio da dor e sedação, durante as cirurgias. A remifentanila tem início de ação rápido e seu efeito é curto.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

O uso de Relyon não é indicado caso você tenha hipersensibilidade conhecida à remifentanila, a outros compostos semelhantes ou a qualquer componente da formulação (ver seção “Composição”). O médico não deve administrar Relyon por via epidural, um tipo de anestesia em que a injeção é aplicada nas costas e serve principalmente para aliviar as dores do parto. Este medicamento também não pode ser usado por via intratecal (no espaço entre duas membranas que revestem o cérebro, chamado de espaço subaracnoide). A administração de Relyon deve ser feita somente por via intravenosa, ou seja, no interior de uma veia.

Este medicamento é contraindicado para menores de 1 ano de idade.

Gravidez e lactação O médico somente deve utilizar Relyon em mulheres grávidas quando os benefícios potenciais para a mãe superarem os possíveis riscos para o feto. Deve haver cuidado na administração de Relyon a mulheres que estejam amamentando.

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Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e sua atenção podem estar prejudicadas.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se você responder “sim” a qualquer uma das perguntas a seguir, informe seu médico sobre esse assunto antes da operação.

  • Você já teve alguma reação adversa, ou seja, reação indesejável durante uma cirurgia?

  • Você sabe se é alérgico a algum medicamento usado durante uma cirurgia?

  • Você já teve algum problema de respiração?

  • Os batimentos do seu coração são lentos ou irregulares?

  • Você sabe se sua pressão arterial é baixa?

  • Você tomou recentemente outros tipos de medicamento conhecidos como betabloqueadores ou

bloqueadores dos canais de cálcio?

  • Você está grávida ou pretende engravidar em breve?

  • Você está amamentando?

Relyon deve ser administrado somente no hospital, onde há equipamentos para monitorar e manter as funções da respiração, do coração e dos vasos sanguíneos. Apenas o profissional treinado no uso de anestésicos deve administrar Relyon, pois é importante que saiba reconhecer as possíveis reações adversas ao medicamento e agir de forma correta caso uma delas ocorra. Ele também deve ter sido treinado na abertura das vias respiratórias e sua manutenção e na ventilação assistida.

Como todos os outros medicamentos da mesma classe, Relyon não é recomendável como agente único na anestesia geral.

Se você tiver rigidez muscular causada por Relyon, um profissional de saúde capacitado deve tomar as medidas de suporte adequadas para sua condição clínica. Ele pode administrar outros medicamentos para tratar essa reação, se for intensa, ou diminuir a velocidade de uso Relyon e até interrompê-lo (neste caso, a rigidez muscular é resolvida em alguns minutos).

Relyon deve ser administrado somente em locais com equipamentos para monitorar e tratar os possíveis casos de depressão respiratória (comprometimento da respiração). O tratamento deve ser feito por pessoa capacitada e inclui a diminuição da velocidade de infusão ou sua interrupção temporária. É importante que o paciente recupere totalmente a consciência e a respiração espontânea antes de ser liberado da sala de recuperação anestésica.

Pode ocorrer de algum efeito adverso afetar sua pressão arterial e seu coração, como queda de pressão e diminuição da frequência dos batimentos cardíacos. Esses efeitos podem ser controlados pela redução da velocidade da infusão de Relyon ou da dose dos anestésicos utilizados em conjunto ou ainda pela administração intravenosa (na veia) de outros medicamentos apropriados.

Em certos tipos de cirurgia o paciente pode sentir dor após a operação logo que Relyon é suspenso. Nesses casos, é necessário o uso de medicamentos para alívio da dor antes ou logo depois da interrupção de Relyon. O médico deve fazer a escolha adequada do medicamento de acordo com a cirurgia e o nível de cuidados exigidos no período pós-operatório.

A administração de Relyon deve ser feita com equipamento exclusivo para evitar que resíduos do medicamento permaneçam na linha de infusão ou no equipo, se estes forem utilizados para fluidos ou outras drogas, e provoquem reações adversas.

Assim como outros medicamentos da mesma classe, Relyon pode causar dependência. Pacientes com hipersensibilidade conhecida a opioides de diferentes classes podem apresentar reação seguida da administração de Relyon. Recomenda-se cautela antes do uso de remifentanila nesses pacientes (ver item “ 8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”).

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Cuidados e advertências para populações especiais Uso em pacientes com problemas nos rins Não é necessário ajustar a dose de Relyon para esses pacientes.

Uso em pacientes com problemas de fígado Esses pacientes podem ser um pouco mais sensíveis à depressão respiratória causada por Relyon e o médico deve monitorá-los de perto. Deve também ajustar a dose de Relyon de acordo com as necessidades de cada paciente.

Uso em pacientes idosos O médico deve reduzir a dose inicial de Relyon nos idosos e depois ajustá-la cuidadosamente de acordo com as necessidades de cada paciente.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas O paciente só poderá dirigir veículos e operar máquinas algum tempo após o término da administração de Relyon, isto é, quando os efeitos do medicamento forem eliminados. Esta orientação fica a critério médico. Se estiver prevista alta hospitalar antecipada após o uso deste medicamento, o paciente não deve dirigir ou operar máquinas, pois sua habilidade e sua atenção podem estar prejudicadas.

Gravidez e lactação Relyon somente deve ser utilizado em mulheres grávidas quando, a critério do médico, os benefícios potenciais para a mãe superarem os possíveis riscos para o feto. O uso deste medicamento também não é recomendável durante trabalhos de parto nem cesarianas.

Seu médico deve ter cuidado ao administrar Relyon se você estiver amamentando. Categoria B de risco na gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Este medicamento pode causar doping.

Interações medicamentosas Como ocorre com outros medicamentos da mesma classe, o uso de Relyon diminui as quantidades ou doses de anestésicos inalatórios e intravenosos necessários à anestesia.

Os efeitos adversos de Relyon que afetam o coração e a pressão arterial podem agravar-se caso você esteja tomando medicamentos depressores cardíacos, como betabloqueadores ou bloqueadores do canal de cálcio.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE

MEDICAMENTO?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC).

Características físicas e organolépticas: pó branco ou quase branco.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

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Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

MODO DE USAR

Relyon deve ser utilizado somente por via intravenosa, ou seja, no interior de uma veia. O médico não deve administrar Relyon por via epidural, um tipo de anestesia em que a injeção é aplicada nas costas e serve principalmente para aliviar as dores do parto. Também não deve ser usado por via intratecal, isto é, injetado no espaço compreendido entre as membranas que revestem o cérebro, o chamado espaço subaracnoide.

Relyon sempre deve ser utilizado no ambiente hospitalar e por um profissional habilitado, que tenha treinamento adequado para usar o medicamento e controlar os efeitos adversos que podem manifestarse. O médico deve utilizá-lo somente com equipamentos capazes de monitorar e manter as funções do seu organismo, como as respiratórias e as relacionadas ao coração.

INSTRUÇÕES DE USO

Relyon permanece estável por 24 horas, em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), após a reconstituição e a posterior diluição entre 20 e 250 μg/mL (50 μg/mL é a diluição adequada para adultos e 20-25 μg/mL para crianças maiores de 1 ano de idade). Recomenda-se uma das seguintes soluções para administração intravenosa:

  • água estéril para injeção;

  • solução de glicose a 5%;

  • solução glicofisiológica a 5% (solução de glicose a 5% e de cloreto de sódio a 0,9%);

  • solução fisiológica (solução de cloreto de sódio a 0,9%);

  • solução de cloreto de sódio a 0,45%.

Relyon só deve ser administrado com as soluções para infusão indicadas acima.

Relyon demonstrou ser compatível com os seguintes fluidos intravenosos quando administrado em infusão contínua IV concomitante:

  • ringer lactato;

  • ringer lactato com glicose a 5%.

Relyon demonstrou também compatibilidade com o propofol quando ambos são administrados em infusão contínua intravenosa concomitante.

Relyon não deve ser misturado a outros medicamentos antes da administração. As tabelas seguintes fornecem instruções sobre as velocidades de infusão de Relyon.

Tabela 1. Velocidade de infusão de Relyon injetável (mL/kg/h)

Velocidade de Velocidade de distribuição da infusão (mL/Kg/h) em soluções com concentrações distribuição do de:

medicamento 20 µg/mL 25 µg/mL 50 µg/mL 250 µg/mL

(µg/kg/min) 1 mg/50 mL 1 mg/40 mL 1 mg/20 mL 10 mg/40 mL

0.0125 0,038 0,03 0,015 Não recomendável

0,025 0,075 0,06 0,03 Não recomendável

0,05 0,15 0,12 0,06 0,012

0,075 0,23 0,18 0,09 0,018

0,1 0,3 0,24 0,12 0,024

0,15 0,45 0,36 0,18 0,036

0,2 0,6 0,48 0,24 0,048

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0,25 0,75 0,6 0,3 0,06

0,5 1,5 1,2 0,6 0,12

0,75 2,25 1,8 0,9 0,18

1,0 3,0 2,4 1,2 0,24

1,25 3,75 3,0 1,5 0,3

1,5 4,5 3,6 1,8 0,36

1,75 5,25 4,2 2,1 0,42

2,0 6,0 4,8 2,4 0,48

Tabela 2. Velocidade de infusão de Relyon injetável (mL/h) em uma solução de 20 μg/mL

Velocidade Peso do paciente (Kg) de infusão

5 10 20 30 40 50 60

(µg/kg/min)

0.0125 0,188 0,375 0,75 1,125 1,5 1,875 2,25

0,025 0,375 0,75 1,5 2,25 3,0 3,75 4,5

0,05 0,75 1,5 3,0 4,5 6,0 7,5 9,0

0,075 1,125 2,25 4,5 6,75 9,0 11,25 13,5

0,1 1,5 3,0 6,0 9,0 12,0 15,0 18,0

0,15 2,25 4,5 9,0 13,5 18,0 22,5 27,0

0,2 3,0 6,0 12,0 18,0 24,0 30,0 36,0

0,25 3,75 7,5 15,0 22,5 30,0 37,5 45,0

0,3 4,5 9,0 18,0 27,0 36,0 45,0 54,0

0,35 5,25 10,5 21,0 31,5 42,0 52,5 63,0

0,4 6,0 12,0 24,0 36,0 48,0 60,0 72,0

Tabela 3. Velocidade de infusão de Relyon injetável (mL/h) em uma solução de 25 μg/mL

Velocidade Peso do paciente (Kg) de infusão

10 20 30 40 50 60 70 80 90 100

(µg/kg/min)

0.0125 0,3 0,6 0,9 1,2 1,5 1,8 2,1 2,4 2,7 3,0

0,025 0,6 1,2 1,8 2,4 3,0 3,6 4,2 4,8 5,4 6,0

0,05 1,2 2,4 3,6 4,8 6,0 7,2 8,4 9,6 10,8 12,0

0,075 1,8 3,6 5,4 7,2 9,0 10,8 12,6 14,4 16,2 18,0

0,1 2,4 4,8 7,2 9,6 12,0 14,4 16,8 19,2 21,6 24,0

0,15 3,6 7,2 10,8 14,4 18,0 21,6 25,2 28,8 32,4 36,0

0,2 4,8 9,6 14,4 19,2 24,0 28,8 33,6 38,4 43,2 48,0

Tabela 4. Velocidade de infusão de Relyon injetável (mL/h) em uma solução de 50 μg/mL

Velocidade Peso do paciente (Kg) de infusão

30 40 50 60 70 80 90 100

(µg/kg/min)

0,025 0,9 1,2 1,5 1,8 2,1 2,4 2,7 3,0

0,05 1,8 2,4 3,0 3,6 4,2 4,8 5,4 6,0

0,075 2,7 3,6 4,5 5,4 6,3 7,2 8,1 9,0

0,1 3,6 4,8 6,0 7,2 8,4 9,6 10,8 12,0

0,15 5,4 7,2 9,0 10,8 12,6 14,4 16,2 18,0

0,2 7,2 9,6 12,0 14,4 16,8 19,2 21,6 24,0

0,25 9,0 12,0 15,0 18,0 21,0 24,0 27,0 30,0

0,5 18,0 24,0 30,0 36,0 42,0 48,0 54,0 60,0

0,75 27,0 36,0 45,0 54,0 63,0 72,0 81,0 90,0

1,0 36,0 48,0 60,0 72,0 84,0 96,0 108,0 120,0

1,25 45,0 60,0 75,0 90,0 105,0 120,0 135,0 150,0

Relyon_BU02_VP

1,5 54,0 72,0 90,0 108,0 126,0 144,0 162,0 180,0

1,75 63,0 84,0 105,0 126,0 147,0 168,0 189,0 210,0

2,0 72,0 96,0 120,0 144,0 168,0 192,0 216,0 240,0

Tabela 5. Velocidade de infusão de Relyon injetável (mL/h) em uma solução de 250 μg/mL

Velocidade Peso do paciente (Kg) de infusão

30 40 50 60 70 80 90 100

(µg/kg/min)

0,1 0,72 0,96 1,20 1,44 1,68 1,92 2,16 2,40

0,15 1,08 1,44 1,80 2,16 2,52 2,88 3,24 3,60

0,2 1,44 1,92 2,40 2,88 3,36 3,84 4,32 4,80

0,25 1,80 2,40 3,00 3,60 4,20 4,80 5,40 6,00

0,5 3,60 4,80 6,00 7,20 8,40 9,60 10,80 12,00

0,75 5,40 7,20 9,00 10,80 12,60 14,40 16,20 18,00

1,0 7,20 9,60 12,00 14,40 16,80 19,20 21,60 24,00

1,25 9,00 12,00 15,00 18,00 21,00 24,00 27,00 30,00

1,5 10,80 14,40 18,00 21,60 25,20 28,80 32,40 36,00

1,75 12,60 16,80 21,00 25,20 29,40 33,60 37,80 42,00

2,0 14,40 19,20 24,00 28,80 33,60 38,40 43,20 48,00

POSOLOGIA

A dosagem de Relyon depende da cirurgia que será realizada. O médico saberá utilizar a dose adequada.

ANESTESIA GERAL

• Adultos

A tabela seguinte resume a velocidade de infusão inicial e a dosagem.

Orientação de dosagem para adultos

Bolus de infusão de Infusão contínua de cloridrato de Relyon

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE

MEDICAMENTO? Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

As reações adversas mais frequentemente observadas com o uso de Relyon são a continuação dos efeitos farmacológicos característicos dos medicamentos dessa classe.

Essas reações adversas são revertidas minutos após a interrupção ou a diminuição da velocidade de administração de Relyon.

Os eventos adversos abaixo são listados de acordo com a frequência e a classe do sistema órgão (SOC).

As frequências são definidas como:

As frequências são definidas como:

Muito comuns (> 1/10), Comuns > 1/100 e < 1/10), Incomuns > 1/1.000 e < 1/100), Raras (> 1/10.000 e < 1.000), Muito raras (<1/10.000) e Desconhecidas (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis).

Classe de sistema de Reações Adversas Frequência Órgão (SOC)

Distúrbios do sistema Rigidez da musculatura esquelética Muito comum

nervoso Sedação (durante período de recuperação pós-anestesia geral). Rara

Distúrbios cardíacos Bradicardia Comum

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Distúrbios vasculares Hipotensão Muito comum Hipertensão pós-operatória Comum

Distúrbios respiratórios Depressão respiratória aguda e apneia Comum

torácicos e do mediastino Hipóxia Incomum Distúrbios gastrintestinais Náusea e vômito; Muito comum Constipação Incomum Distúrbios dos tecidos cutâneos e subcutâneos Prurido Comum Distúrbios gerais e quadros Tremores no período pós-operatório Comuns clínicos no local de administração Dores no período pós-operatório Incomuns

Dados do período pós-comercialização Os eventos adversos e frequências listadas abaixo foram determinados a partir de notificações recebidas durante a pós-comercialização:

Classe de sistema de Reações Adversas Frequência Órgão (SOC)

Reações alérgicas, incluindo anafilaxia foram relatadas em pacientes recebendo remifentanila em associação a um ou mais Raras Distúrbios do sistema agentes anestésicos imunitário

Choque anafilático Desconhecida

Parada cardíaca/assistolia geralmente precedida de bradicardia foi relatada em

Distúrbios cardíacos pacientes recebendo remifentanila em Raras

associação a um ou mais agentes anestésicos

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A

INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Devido à ação muito curta de Relyon, o potencial de efeitos nocivos no caso de superdosagem está limitado ao período imediatamente posterior à administração do medicamento. Com a interrupção da administração, o retorno à condição normal é rápido (10 minutos). No caso de superdosagem ou suspeita de superdosagem, o médico deve conduzir os procedimentos necessários para o tratamento do caso. Ele deve tomar as seguintes medidas: interromper a administração de Relyon, manter as vias respiratórias desobstruídas, iniciar ventilação assistida ou controlada com oxigênio e manter as funções relacionadas ao coração em níveis adequados. Se houver comprometimento da respiração associado com rigidez dos músculos, o médico poderá aplicar um bloqueador neuromuscular para facilitar a respiração assistida (por uso de aparelhos) ou controlada. Se ocorrer pressão arterial baixa, outros medicamentos e medidas apropriadas podem ser utilizados no tratamento.

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É possível administrar, por via intravenosa (na veia), um medicamento da classe dos antagonistas opioides, como a naloxona, como antídoto específico no controle da depressão respiratória grave e da rigidez dos músculos. O médico saberá indicar o tratamento adequado para cada caso.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Informações técnicas (profissionais de saúde)

Indicação Relyon (µg/kg) (µg/kg/min)

Velocidade inicial Limites Indução da anestesia 1 (aplicar em no em pacientes 0,5 a 1 mínimo 30 segundos) ventilados Manutenção da anestesia em pacientes ventilados

Óxido nitroso (66%) 0,5 a 1 0,4 0,1 a 2

Isoflurano (dose inicial de 0,5 CAM*)

0,5 a 1 0,25 0,05 a 2

Propofol (dose inicial de 100

µg/kg/min) 0,5 a 1 0,25 0,05 a 2

Anestesia com respiração

espontânea Não recomendável 0,04 0,025 a 0,1

Continuação da analgesia no pós-

operatório imediato Não recomendável 0,1 0,025 a 0,2

  • CAM = concentração alveolar mínima.

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O tempo de administração de Relyon em bolus na indução da anestesia não deve ser menor que 30 segundos.

Nas doses recomendadas, a remifentanila reduz significativamente a quantidade de hipnótico necessária para manter a anestesia. Portanto, o médico deve administrar o isoflurano e o propofol como descrito acima para evitar anestesia excessivamente profunda (ver item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Não há dados disponíveis sobre as dosagens recomendáveis para uso simultâneo de outros hipnóticos e de remifentanila.

Indução da anestesia O médico deve administrar Relyon com um agente hipnótico, como propofol, tiopental ou isoflurano, na indução da anestesia. A velocidade de infusão pode ser de 0,5 a 1 μg/kg/min, com ou sem bolus de infusão inicial de 1 μg/kg, por no mínimo 30 segundos. Se o médico previr que a intubação endotraqueal (introdução de tubo na traqueia) vá ultrapassar de 8 e 10 minutos após o início da infusão de Relyon, então a infusão em bolus não será necessária.

Manutenção da anestesia Após a intubação endotraqueal, o médico deve diminuir a velocidade de infusão de Relyon de acordo com a técnica anestésica, como foi indicado na tabela acima. Devido ao início rápido e à curta duração da ação de Relyon, o médico pode ajustar a velocidade de administração durante a anestesia em incrementos de 25% a 100% ou diminuições de 25% a 50%, a cada 2 a 5 minutos, para obter o nível desejável de resposta μ-opioide. Em resposta à anestesia leve, infusões suplementares na forma de bolus podem ser administradas a cada 2 a 5 minutos.

Anestesia de pacientes que respiram sem ajuda de aparelhos e com via aérea protegida (por máscara laríngea, por exemplo) Os pacientes anestesiados que respiram sem ajuda de aparelhos e com via aérea protegida podem ter depressão respiratória. Se isso ocorrer, o médico deve ter cuidado especial para ajustar a dose às necessidades do paciente, e talvez seja preciso auxiliar a respiração por meio de aparelho. A taxa de infusão inicial recomendável para analgesia suplementar de pacientes anestesiados que respiram espontaneamente é de 0,04 μg/kg/min, e o médico deve ajustá-la até obter o efeito desejado. Uma variação de velocidades de infusão de 0,025 a 0,1 μg/kg/min tem sido estudada. Não se recomenda a administração em bolus em pacientes anestesiados que respiram sem ajuda de aparelhos.

Continuação até o período pós-operatório imediato Caso o médico não inicie a analgesia de longa duração antes do final da cirurgia, pode ser necessária a administração de Relyon para mantê-la durante o período pós-operatório imediato até que o analgésico de longa duração atinja o efeito máximo.

Os pacientes ventilados mecanicamente (ou seja, que respiram com ajuda de aparelhos), o médico deve ajustar a velocidade de infusão até atingir o efeito desejado.

Nos pacientes que respiram de forma espontânea, o médico deve diminuir a velocidade de infusão de Relyon, inicialmente, para 0,1 μg/kg/min. A velocidade de infusão pode então ser aumentada ou diminuída, no máximo em 0,025 μg/kg/min, a cada 5 minutos, para ajustar o nível de analgesia ou a frequência respiratória do paciente. Relyon deverá ser administrado apenas em ambientes completamente equipados para monitoramento e suporte das funções respiratórias e cardiovasculares, sob restrita supervisão de profissionais especificamente treinados no reconhecimento e no controle dos efeitos adversos esperados dos opioides potentes. Não se recomenda o uso de injeções em bolus de Relyon para tratar a dor, durante o período pósoperatório, de pacientes que respiram espontaneamente

Medicação simultânea Relyon diminui as quantidades de anestésicos inalatórios, hipnóticos ou benzodiazepínicos necessárias para promover a anestesia (ver, item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”, no subitem “Interações medicamentosas”).

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As doses de alguns agentes utilizados em anestesia, como isoflurano, tiopental, propofol e temazepam, atingiram redução de 75% quando usadas com a remifentanila.

Descontinuação Devido à cessação rápida da ação de Relyon, não haverá nenhuma atividade opiácea residual de 5 a 10 minutos após a sua descontinuação (suspensão). Se você for submetido a procedimentos cirúrgicos nos quais se espera a ocorrência de dor pós-operatória, seu médico deverá administrar-lhe analgésicos antes ou imediatamente após a descontinuação de Relyon. Será preciso esperar o tempo necessário para que os analgésicos de longa duração atinjam o efeito máximo. O médico deve escolher o analgésico de acordo com o procedimento cirúrgico e o nível de cuidados pós-operatórios.

• Crianças (de 1 a 12 anos de idade) Indução da

anestesia Não existem dados suficientes para fazer recomendações de dosagem.

Manutenção da anestesia Orientação de dosagem para manutenção de anestesia em pacientes pediátricos (1-12 anos de idade)

Infusão contínua de Relyon (µg/kg/min) Agente anestésico Bolus de infusão Velocidade de de Relyon Velocidade inicial concomitante manutençao típica (µg/kg)

Óxido nitroso (70%) 1 0,4 0,4 a 3

Halotano (dose inicial

de 0,3 CAM) 1 0,25 0,05 a 1,3

Sevoflurano (dose inicial

de 0,3 CAM) 1 0,25 0,05 a 0,9

Isoflurano (dose inicial

de 0,5 CAM) 1 0,25 0,06 a 0,9

Quando o médico administrar Relyon em bolus, a infusão deve ser, no mínimo, de 30 segundos. Caso não tenha administrado uma dose simultânea em bolus, ele só deve começar a cirurgia pelo menos 5 minutos após o início da infusão de Relyon. Os pacientes pediátricos precisam ser monitorados e a dose ajustada para a profundidade de analgesia apropriada ao procedimento cirúrgico.

Medicação simultânea Nas doses recomendadas acima, a remifentanila reduz significativamente a quantidade de hipnótico necessária para manter a anestesia. Portanto, o médico deve administrar o isoflurano, o halotano e o sevoflurano de acordo com as instruções constantes da tabela acima para evitar anestesia excessivamente profunda. Não há dados disponíveis sobre dosagens recomendáveis para uso simultâneo de outros hipnóticos e da remifentanila (ver o item “6. Como devo usar este medicamento?”, nesta seção).

Descontinuação Após a descontinuação da infusão, a finalização do efeito analgésico de Relyon é rápida e similar à dos pacientes adultos. O médico deve prever a necessidade e efetuar a administração de analgésicos apropriados para o período pós-operatório (ver o item “6. Como devo usar este medicamento?”, nesta seção).

• Neonatos (bebês de até 28 dias) e crianças (menores de 1 ano)

O perfil farmacocinético da remifentanila em neonatos e crianças menores de 1 ano de idade é comparável ao dos pacientes adultos após as correções das diferenças de peso corporal. Entretanto, não existem dados clínicos suficientes para estabelecer dosagens adequadas para essa faixa etária.

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ANESTESIA CARDÍACA

• Adultos

Orientação de dosagem para anestesia cardíaca

Bolus de infusão de Infusão contínua de Relyon(µg/kg/min)

infusão típica

Entubação Não recomendável 1 -

Manutenção da anestesia Isoflurano (dose inicial

de 0,4 CAM) 0,5 a 1 1 0,003 a 4

Propofol (dose inicial

de 50 µg/kg/min) 0,5 a 1 1 0,01 a 4,3

Continuação da analgesia pós-

operatória antes da Não recomendável 1 0a1

extubação

Indução da anestesia Após a administração do hipnótico até o começo da perda da consciência, o médico deve administrar Relyon em velocidade inicial de infusão de 1 μg/kg/min. Não se recomenda a administração em bolus de Relyon durante a indução, em cirurgia cardíaca. A entubação endotraqueal só deve ser feita 5 minutos após o início da infusão.

Manutenção da anestesia Após a entubação endotraqueal, o médico deve ajustar a velocidade de infusão de Relyon de acordo com a condição do paciente. Doses suplementares em bolus também podem ser administradas conforme a necessidade. Para pacientes cardíacos de alto risco, como os que apresentam função ventricular deficiente, dose máxima em bolus é de 0,5 μg/kg. Essas recomendações de dosagem também se aplicam durante a permanência na circulação extracorpórea (máquina que mantém a circulação do sangue enquanto o coração está parado).

Medicação simultânea Nas doses recomendadas acima, a remifentanila reduz significativamente a quantidade de hipnótico necessária para manter a anestesia. Portanto, o médico deve administrar o isoflurano e o propofol conforme instruções constantes da tabela acima para evitar anestesia excessivamente profunda. Não há dados disponíveis sobre dosagens recomendadas para uso simultâneo de outros hipnóticos de remifentanila (ver o item “6. Como devo usar este medicamento?”, nesta seção).

Manutenção da analgesia pós-operatória antes da extubação (retirada do tubo localizado na traqueia e que auxilia a respiração durante a cirurgia). Recomenda-se que a infusão de Relyon se mantenha no nível final intraoperatório durante a transferência do paciente para a área de recuperação pós-anestésica. Quando o paciente chegar a essa área, o médico deve fazer monitoramento cuidadoso do nível de analgesia e de sedação, assim como ajustar a velocidade de infusão às necessidades particulares do paciente.

Descontinuação Antes da descontinuação de Relyon, o médico deve administrar agentes sedativos e analgésicos alternativos com antecedência suficiente. A escolha e a dose do analgésico devem adequar-se ao nível de cuidados pós-operatórios requeridos pelo paciente (ver o item “6. Como devo usar este medicamento?”, nesta seção). Recomenda-se que o médico descontinue a infusão de Relyon reduzindo a velocidade em 25%, a intervalos de pelo menos 10 minutos, até interrupção da infusão. Durante a retirada do ventilador mecânico, o médico não deve aumentar a infusão de Relyon fazendo apenas ajustes de diminuição e suplementando o procedimento com analgésicos alternativos conforme a necessidade.

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Recomenda-se que alterações hemodinâmicas, como hipertensão e taquicardia, sejam tratadas com agentes alternativos apropriados.

• Crianças

Não existem dados suficientes para recomendar o uso de Relyon durante cirurgias cardíacas pediátricas.

USO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

A infusão de Relyon por infusão alvo controlada - IAC (TCI, ou target controlled infusion) não foi estudada em pacientes sob terapia intensiva.

• Adultos

Relyon pode ser usado inicialmente como medicamento único para promover analgesia e sedação em pacientes mecanicamente ventilados (que respiram através de aparelhos) internados em unidade de terapia intensiva (UTI).

Recomenda-se que a administração de Relyon seja iniciada na velocidade de infusão de 0,1 a 0,15 μg/kg/min. Essa velocidade deve ser ajustada em incrementos de 0,025 μg/kg/min até atingir o nível ideal de analgesia e sedação. O médico deve manter um intervalo mínimo de 5 minutos entre os ajustes de dose. O nível de analgesia e sedação deve ser cuidadosamente monitorado e reavaliado com regularidade, ajustando-se adequadamente a velocidade de infusão de Relyon. Se o nível de sedação desejável não for alcançado com a velocidade de infusão de 0,2 μg/kg/min, recomenda-se a administração de um agente sedativo apropriado. O médico deve ajustar a dose do agente sedativo até obter o nível ideal de sedação. Pode-se efetuar aumentos posteriores da velocidade de infusão de Relyon em incrementos de 0,025 μg/kg/min caso seja necessária a analgesia adicional.

Relyon tem sido estudado em pacientes de UTI durante pesquisas clínicas bem controladas por até três dias. Os dados adicionais de estudos clínicos feitos durante períodos mais longos são limitados.

A tabela abaixo resume a velocidade de infusão inicial e a faixa típica de dosagens de analgesia e sedação para cada paciente.

Orientação de dosagem para pacientes sob terapia intensiva

Infusão contínua (µg/kg/min) Velocidade inicial Faixa 0,1 a 0,15 0,006 a 0,74

Não se recomenda a administração de dose de Relyon em bolus nas unidades de terapia intensiva.

O uso de Relyon irá reduzir a necessidade de administração simultânea de qualquer outro agente sedativo. As dosagens iniciais típicas de agentes sedativos, se necessário, são dadas abaixo.

Dosagem inicial recomendada de agentes sedativos (se necessários)

Agente sedativo Bolus (mg/kg) Infusão (mg/kg/h)

Propofol Até 0,5 0,5

Midazolam Até 0,03 0,03

A fim de permitir o ajuste individual dos respectivos agentes, agentes sedativos não devem ser preparados como uma mistura única na mesma bolsa de infusão.

Analgesia adicional de pacientes ventilados submetidos a procedimentos estimulantes Pode ser necessário aumentar a velocidade de infusão preestabelecida de Relyon para controlar a dor de pacientes em ventilação mecânica submetidos a procedimentos estimulantes e/ou dolorosos, como sucção endotraqueal, troca de curativo e fisioterapia. Recomenda-se manter velocidade de infusão de Relyon de no mínimo 0,1 μg/kg/min por pelo menos 5 minutos antes do início do procedimento

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estimulante. O médico deve fazer ajustes de dose posteriores, a cada 2 a 5 minutos e em incrementos de 25% a 50%, em antecipação ou em resposta à necessidade de analgesia adicional. Para fornecer maior anestesia durante os procedimentos estimulantes, tem-se usado a velocidade de infusão média de 0,25 μg/kg/min e máxima de 0,75 μg/kg/min.

Descontinuação Antes da descontinuação de Relyon, o médico deve administrar agentes sedativos e analgésicos alternativos com antecedência suficiente. A escolha do agente apropriado e das doses deve ser feita antecipadamente. Para assegurar um despertar suave após tratamento com Relyon, recomenda-se o ajuste da velocidade de infusão em estágios de 0,1 μg/kg/min, por até 1 hora, antes da extubação. Após a retirada do tubo da traqueia, o médico deve reduzir a velocidade de infusão em decréscimos de 25%, a intervalos de no mínimo 10 minutos, até descontinuar a infusão. Durante a retirada do ventilador mecânico, não se deve aumentar a infusão de Relyon, fazendo-se somente ajustes de diminuição, suplementados com analgésicos alternativos, conforme a necessidade.

• Crianças

Não existem dados disponíveis sobre o uso de Relyon em pacientes pediátricos internados em UTI.

• Pacientes com insuficiência renal

Não é necessário ajustes das doses recomendadas acima em pacientes com insuficiência renal, incluindo aqueles em terapia renal substitutiva, internados em UTI.

Administração por infusão alvo-controlada Não existem estudos específicos para pacientes em UTI.

POPULAÇÕES ESPECIAIS

• Pacientes idosos (acima de 65 anos)

Anestesia geral A dose inicial de remifentanila administrada a pacientes maiores de 65 anos de idade deve conter a metade da recomendada a adultos, sendo depois ajustada às necessidades do paciente, uma vez que há aumento de sensibilidade aos efeitos farmacológicos do medicamento entre os idosos. Esse ajuste de dosagem se aplica a todas as fases da anestesia, inclusive indução, manutenção e analgesia pósoperatória.

Anestesia cardíaca Não é necessária a redução da dose inicial.

Administração por infusão controlada manualmente em unidade de terapia intensiva (UTI) Não é necessária a redução da dose inicial (ver o item “6. Como devo usar este medicamento?”, nesta seção).

• Pacientes obesos

Recomenda-se a redução da dose de Relyon para pacientes obesos com base no peso corporal ideal, pois a depuração (capacidade de eliminação do medicamento pelo organismo) e o volume de distribuição da remifentanila estão mais bem correlacionados com o peso corporal ideal do que com o peso corporal real nessa população.

• Pacientes com insuficiência renal

Não é necessário ajuste de dose para pacientes com insuficiência renal (mau funcionamento do rim), uma vez que o perfil farmacocinético da remifentanila permanece inalterado nessa população.

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• Pacientes com insuficiência hepática

Não é necessário ajuste de dose para pacientes com insuficiência hepática (mau funcionamento do fígado), uma vez que o perfil farmacocinético da remifentanila permanece inalterado nessa população. Entretanto, os pacientes com insuficiência severa podem ser levemente mais sensíveis ao efeito depressor do sistema respiratório provocado pela remifentanila. O médico deve monitorar cuidadosamente esses pacientes, ajustando a dose do medicamento às necessidades deles.

• Pacientes submetidos à neurocirurgia

As experiências clínicas com pacientes submetidos a neurocirurgia, embora limitadas, mostraram que não são necessárias dosagens especiais.

• Pacientes grau ASA III/IV

Anestesia geral Uma vez que se espera que os efeitos hemodinâmicos dos opioides potentes sejam mais pronunciados nos pacientes classificados pelos critérios da Sociedade Americana de Anestesiologistas (ASA, na sigla em inglês) como de grau III (com doença sistêmica grave) ou IV (doença sistêmica grave com constante risco de morte), o médico deve ter cautela na administração de Relyon nessa população. Recomenda-se a redução da dosagem inicial e ajuste de acordo com o efeito.

Anestesia cardíaca Não é necessária a redução da dose inicial (ver o item “6. Como devo usar este medicamento?”, nesta seção). Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

4. CONTRAINDICAÇÕES
  1. POSOLOGIA E MODO DE

USAR

9. REAÇÕES ADVERSAS

10457 – SIMILAR -

Inclusão inicial de Pó liofilizado para

13/12/2023 1418633/23-2 texto de bula – N/A N/A N/A N/A Inclusão Inicial de Texto de Bula VP/VPS solução injetável

publicação no 2 mg bulário – RDC 60/12

Identificação do medicamento

I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

RELYON cloridrato de remifentanila

APRESENTAÇÃO

Pó liófilo a ser reconstituído antes do uso, para injeção intravenosa, na seguinte concentração: Relyon 2 mg – embalagem com 5 frascos-ampola com 3 ml

USO INTRAVENOSO

USO ADULTO E USO PEDIÁTRICO ACIMA DE 1 ANO DE IDADE.

COMPOSIÇÃO

Cada frasco-ampola de 2 mg de Relyon contém:

cloridrato de remifentanila (equivalente a 2 mg de remifentanila)................................................ 2,194 mg Excipientes: glicina, ácido clorídrico e água para injetáveis.

Dizeres legais

III - DIZERES LEGAIS

MS - 1.0573.0042

Farmacêutica Responsável: Gabriela Mallmann - CRF-SP 30.138

Importado por:

Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar São Paulo - SP

CNPJ 60.659.463/0029-92

Indústria Brasileira

Fabricado por:

Laboratório Reig Jofre, SA Barcelona, Espanha.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA COM NOTIFICAÇÃO DE RECEITA “A”.

ATENÇÃO: PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA FÍSICA OU PSÍQUICA.

USO RESTRITO A HOSPITAIS

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Histórico de alteração da bula

Histórico de Alterações da Bula

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações da bula

Data do Nº do Data do Nº do Data de Versões Apresentações

Assunto Assunto Itens da bula

expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas

VP

  1. QUANDO NÃO DEVO USAR

ESTE MEDICAMENTO?

  1. O QUE DEVO SABER ANTES

DE USAR ESTE

MEDICAMENTO?

  1. ONDE, COMO E POR

QUANTO TEMPO POSSO

GUARDAR ESTE

MEDICAMENTO?

  1. COMO DEVO USAR ESTE

10450 – MEDICAMENTO? SIMILAR – 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE

Notificação de MEDICAMENTO PODE ME Pó liofilizado para

21/12/2023 - alteração de Texto N/A N/A N/A N/A CAUSAR? VP/VPS solução injetável

de Bula – 9. O QUE FAZER SE ALGUÉM 2 mg

publicação no USAR UMA QUANTIDADE

bulário RDC 60/12 MAIOR DO QUE A

INDICADA DESTE

MEDICAMENTO?

VPS

  1.    CARACTERÍSTICAS
    

FARMACOLÓGICAS

Transcrição automática da bula oficial registrada na ANVISA, processada em 15 de jun. de 2026. Conteúdo informativo: em caso de divergência, vale o PDF oficial. Este material não substitui orientação médica ou farmacêutica.