Posologia (resumo)
Adultos (dose habitual)
Tomar 250 mg (meio comprimido de 500 mg) a cada 12 horas.
Adultos (infecções graves)
Tomar 500 mg a cada 12 horas.
Adultos (posologia habitual)
250 mg por via oral a cada 12 horas, por 7 a 14 dias.
Adultos (infecções graves)
500 mg por via oral a cada 12 horas, por 7 a 14 dias.
Faringite e tonsilite
250 mg a cada 12 horas, por 10 dias.
Sinusite maxilar aguda
500 mg a cada 12 horas, por 14 dias.
Bronquite crônica com exacerbação bacteriana aguda
250 mg a cada 12 horas, por 7 a 14 dias.
Pneumonia causada por S. pneumoniae
250 mg a cada 12 horas, por 7 a 14 dias.
Pneumonia causada por M. pneumoniae
500 mg a cada 12 horas, por 7 a 14 dias.
Infecções não-complicadas da pele e estruturas cutâneas
250 mg a cada 12 horas, por 7 a 14 dias.
Complexo Mycobacterium avium (MAC) - dose inicial
500 mg a cada 12 horas.
Complexo Mycobacterium avium (MAC) - sem resposta clínica
1.000 mg, duas vezes ao dia.
Erradicação do Helicobacter pylori
500 mg, 3 vezes ao dia, por 14 dias.
Pacientes com depuração de creatinina inferior a 30 mL/min
250 mg uma vez ao dia ou, em infecções graves, 250 mg duas vezes ao dia, por no máximo 14 dias.
Resumo da posologia extraído automaticamente por IA da bula oficial registrada na ANVISA, em 12 de jun. de 2026. É um material informativo: consulte a bula completa e siga sempre a orientação do seu médico ou farmacêutico. Não use como única referência de dose.
Bula do medicamento
PDF oficial ANVISA recortado para esta apresentação (CLABAT® claritromicina EMS S/A Comprimido revestido 500 mg). A bula original completa segue disponível na seção Registro ANVISA.
Informações ao paciente
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é indicado para o tratamento de infecções de vias respiratórias superiores (exemplos: faringite e sinusite) e inferiores (exemplos: bronquite e pneumonia), infecções de pele e tecidos moles (exemplos: foliculite, celulite, erisipela), causadas por todos os microrganismos sensíveis à claritromicina.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
CLABAT® é um antibiótico do tipo macrolídeo e exerce sua ação antibacteriana inibindo a produção de proteínas pelas bactérias. Em alguns casos, os sinais de melhora surgem rapidamente após o início do tratamento; em outros casos é necessário um tempo maior para obter-se efeitos benéficos. Seu médico o orientará.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
CLABAT® é contraindicado para o uso por pacientes com conhecida hipersensibilidade (alergia) aos antibióticos macrolídeos e a qualquer componente da fórmula (vide “COMPOSIÇÃO”). Também está contraindicado se você estiver fazendo uso de um dos seguintes medicamentos: astemizol, cisaprida, pimozida e terfenadina, e se você estiver com hipocalemia (pouca quantidade de potássio no sangue), pois pode causar um prolongamento do intervalo QT (alteração no eletrocardiograma) e arritmias cardíacas incluindo taquicardia ventricular, fibrilação ventricular e Torsades de Pointes (distúrbio no ritmo cardíaco). A administração concomitante de claritromicina com ticagrelor, ivabradina ou ranolazina é contraindicada. O uso deste medicamento com alcaloides de ergot (exemplo: ergotamina ou di-hidroergotamina) é contraindicado, pois pode resultar em toxicidade ao ergot. A coadministração deste medicamento com midazolam oral é contraindicada. Este medicamento não deve ser utilizado por pacientes com histórico de prolongamento do intervalo QT ou arritmia ventricular do coração, incluindo Torsades de Pointes. A administração concomitante de claritromicina e colchicina é contraindicada. Este medicamento não deve ser utilizado por pacientes que sofrem de insuficiência hepática grave em combinação com insuficiência renal. Não use claritromicina se você estiver tomando medicamentos contendo lomitapida devido ao alto risco de aumento das transaminases (enzimas que auxiliam em diversas reações, principalmente no fígado). Não use claritromicina se você estiver tomando medicamento para doenças psiquiátricas, como a lurasidona. Este medicamento não deve ser utilizado em combinação com uma estatina (exemplo: lovastatina ou sinvastatina), pois aumenta o risco do paciente ter miopatia (doença muscular), incluindo rabdomiólise (destruição do músculo esquelético). CLABAT® é contraindicado para o uso por pacientes com alteração importante da função dos rins (depuração de creatinina menor do que 30 mL/min).
Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
O uso prolongado deste medicamento, assim como com outros antibióticos, pode resultar na colonização por bactérias e fungos não sensíveis ao tratamento. Na ocorrência de superinfecção, uma terapia adequada
deve ser estabelecida pelo médico. CLABAT® deve ser descontinuado imediatamente se sinais e sintomas de hepatite ocorrerem como falta de apetite (anorexia), pele amarelada (icterícia), urina escura, coceira ou sensibilidade abdominal.
Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e exames laboratoriais periódicos para controle.
Diarreia associada à Clostridium difficile (bactéria causadora da diarreia) foi relatada com o uso de quase todos os agentes antibacterianos, incluindo claritromicina, podendo sua gravidade variar de diarreia leve a colite fatal. O tratamento com agentes antibacterianos altera a flora normal do intestino, o que pode levar à proliferação de Clostridium difficile, portanto a existência dessa bactéria deve ser considerada pelo médico em todos os pacientes que apresentarem quadro de diarreia após o uso de antibiótico. Um minucioso histórico médico é necessário para o diagnóstico, já que a ocorrência desta bactéria foi relatada ao longo de dois meses após a administração de agentes antibacterianos. Agravamento dos sintomas de miastenia grave (perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias) foi relatado em pacientes recebendo terapia com claritromicina. Este medicamento deve ser administrado com cuidado a pacientes com alteração da função do fígado ou dos rins uma vez que, a claritromicina é eliminada principalmente pelo fígado. Deve ser também administrado com precaução a pacientes com comprometimento moderado a grave da função dos rins. Se a administração concomitante de claritromicina e colchicina for necessária, seu médico deverá monitorar quanto à ocorrência de sintomas clínicos de toxicidade por colchicina. A dose de colchicina deve ser reduzida pelo seu médico. Recomenda-se precaução quanto à administração de claritromicina juntamente com triazolam e midazolam intravenoso (aplicado na veia).
Devido ao risco de prolongamento do intervalo de QT (alteração no eletrocardiograma), CLABAT® deve ser utilizada com precaução em pacientes com doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca grave, distúrbios de condução cardíaca, hipomagnesemia (pouca quantidade de magnésio no sangue), frequência cardíaca baixa (< 50 bpm), ou quando é utilizado junto com outro medicamento associado com tempo de prolongamento do intervalo de QT. CLABAT® não deve ser utilizado em pacientes com prolongamento do intervalo de QT congênito (de nascença) ou documentado, ou história de arritmia ventricular (vide “3. “QUANDO NÃO DEVO UTILIZAR ESTE MEDICAMENTO”).
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser potencialmente fatal (morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita de prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de ritmo cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração, inclusive com risco de morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de magnésio no sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do corpo).
Seu médico deve realizar o teste de sensibilidade quando prescrever claritromicina para pneumonia e infecções de pele e tecidos moles de severidade leve a moderada. Se sua pneumonia foi adquirida em hospitais, a claritromicina deve ser utilizada em combinação com antibióticos adicionais adequados prescritos pelo médico. No caso de reações de hipersensibilidade (alergia) aguda severa, como anafilaxia (reação alérgica aguda), Síndrome de Stevens-Johnson (eritema bolhoso multiforme), necrólise epidérmica tóxica, Síndrome DRESS (erupção cutânea associada ao fármaco com eosinofilia e sintomas sistêmicos) e púrpura de Henoch-Schönlein (forma de púrpura não trombocitopênica), a terapia com claritromicina deve ser descontinuada imediatamente e um tratamento apropriado deve ser urgentemente iniciado. O uso da claritromicina em conjunto com agentes hipoglicêmicos orais (medicamentos que controlam os níveis de açúcar no sangue usados no tratamento de diabetes) tais como: nateglinida, repaglinida e rosiglitazona e/ou uso de insulina, pode causar hipoglicemia (diminuição dos níveis de açúcar no sangue).Seu médico deverá monitorar cuidadosamente o nível de glicose do seu sangue. Quando a claritromicina é utilizada junto com anticoagulantes orais (medicamentos que diminuem ou evitam a formação de coágulos no sangue, p o r exemplo: varfarina) há um risco sério de hemorragia e alteração de exames de controle da coagulação [elevação do tempo de protrombina e no Índice Internacional Normalizado (do inglês International Normalized Ratio – INR)]. Seu médico deverá monitorar tempo de INR e protrombina se você estiver tomando claritromicina junto com
anticoagulantes orais. É contraindicado o uso de claritromicina em conjunto com lovastatina ou sinvastatina, o que aumenta a concentração de claritromicina no sangue e aumenta o risco de miopatia (doença muscular), incluindo a rabdomiólise (necrose ou desintegração no músculo esquelético). Se o tratamento com claritromicina não puder ser evitado, a terapia com lovastatina ou sinvastatina deve ser suspensa durante o curso do tratamento. Em situações em que o uso concomitante da claritromicina não pode ser evitado, é recomendado que seu médico prescreva a menor dose registrada de estatina. Tomar claritromicina ao mesmo tempo que hidroxicloroquina ou cloroquina (usadas para tratar doenças, incluindo artrite reumatoide, ou para tratar ou prevenir a malária) pode aumentar a chance de você ter efeitos colaterais que afetam seu coração, podendo levar à risco à vida.
A claritromicina pode aumentar o efeito dos seguintes medicamentos:
• Varfarina ou qualquer outro anticoagulante, por exemplo. dabigatrana, rivaroxabana, apixabana e
edoxabana (usado para diluir o sangue): O uso concomitante pode aumentar o risco de sangramento e os testes de coagulação do sangue devem ser mais frequentes se a claritromicina for usada ao mesmo tempo.
• Lurasidona: o uso concomitante pode aumentar o nível de lurasidona em seu sangue e pode causar
efeitos colaterais graves.
• lomitapida: a claritromicina pode aumentar a quantidade de lomitapida no sangue; também existe um
alto risco de aumento das transaminases (enzimas que auxiliam em diversas reações, principalmente no fígado) e devido à claritromicina aumentar a quantidade de lomitapida no sangue;
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver tomando corticosteroides administrados por via oral, por injeção ou inalados (utilizados para ajudar a suprimir o sistema imunitário do organismo - isto é útil no tratamento de uma vasta gama de doenças).
Informe o seu médico ou farmacêutico se você/o seu filho estiver tomando, tiver tomado recentemente ou se vier a tomar outros medicamentos.
Gravidez e amamentação A segurança da utilização de claritromicina durante a gravidez e amamentação ainda não foi estabelecida, entretanto sabe-se que a claritromicina é excretada pelo leite materno; assim, esse medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando, a não ser que o médico indique. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Uso em crianças Não se recomenda a utilização de claritromicina, na forma farmacêutica de comprimidos, em crianças com idade inferior a 12 anos.
Uso em pacientes idosos Não há restrições para o uso de claritromicina em idosos, desde que tenham função renal normal. Em idosos com prejuízo da função renal, deve-se seguir as mesmas recomendações feitas para adultos jovens.
Alteraçõess na capacidade de dirigir veículo e operar máquinas Não há informações sobre os efeitos da claritromicina na capacidade de dirigir ou operar máquinas. O potencial para tontura, vertigem, confusão e desorientação, as quais podem ocorrer com o uso do medicamento, devem ser levados em conta antes do paciente dirigir ou operar máquinas.
Uso em pacientes com disfunção do fígado A claritromicina é excretada principalmente pelo fígado, devendo ser administrada com cautela em pacientes com função hepática alterada.
Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e exames laboratoriais periódicos para controle.
A ingestão de alimentos, pouco antes da administração dos comprimidos de claritromicina, pode atrasar ligeiramente o início da absorção da claritromicina; entretanto, não prejudica as suas concentrações no organismo.
Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio e amarelo de TARTRAZINA. Este produto contém amarelo de TARTRAZINA, que pode causar reações alérgicas, como a asma, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.
A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com claritromicina e até 47 horas após o seu término, devido ao dano que ele pode causar à pessoa que receber o sangue.
É importante utilizar este medicamento durante todo o tempo prescrito pelo profissional de saúde habilitado, mesmo que os sinais e sintomas da infecção tenham desaparecido, pois isso não significa a cura. A interrupção do tratamento pode contribuir para o aparecimento de infecções mais graves.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15ºC a 30ºC). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
O comprimido de 500 mg pode ser partido. A parte não utilizada do comprimido deve ser guardada na embalagem original e administrada no prazo máximo de 24 horas. Aspecto do medicamento: Comprimido revestido na cor amarela, oblongo e monossectado.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento deve ser tomado por via oral (boca). A dose habitual de CLABAT® para adultos é de um comprimido de 250 mg (meio comprimido de 500 mg), por via oral, a cada 12 horas. Nas infecções mais graves, a dose pode ser aumentada para 500 mg a cada 12 horas. A dose máxima diária de administração do medicamento é de 1000 mg uma vez ao dia (2 comprimidos de 500 mg cada). Para o tratamento de erradicação do H. pylori em terapia combinada, siga a prescrição do seu médico. Como ocorre com todo tratamento com antibióticos, é importante utilizar CLABAT® durante todo o tempo prescrito pelo médico, mesmo que tenham desaparecido os sinais e sintomas da infecção. Constitui erro grave interromper a tomada do medicamento tão logo desapareçam os sintomas, pois isso não significa cura da infecção e pode contribuir para o aparecimento de microrganismos resistentes ao antibiótico. A claritromicina pode ser tomada junto ou não às refeições, ou com leite.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esquecer de tomar o medicamento, tome uma dose assim que se lembrar e fale com o seu médico. Não dobrar a próxima dose para repor o comprimido que você esqueceu de tomar no horário certo. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas mais comuns e frequentes relacionadas à terapia com claritromicina tanto na população adulta quanto pediátrica são: náuseas, vômito, dor abdominal, diarreia e paladar alterado. Estas reações adversas geralmente são de intensidade leve.
Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
-
Distúrbios psiquiátricos: insônia.
-
Distúrbios de sistema nervoso: disgeusia (alteração do paladar) e dor de cabeça.
-
Distúrbios gastrointestinais: diarreia, vômitos, dispepsia (indigestão), náusea e dor abdominal.
-
Distúrbios hepatobiliares (relacionados ao fígado): teste de função hepática anormal.
-
Distúrbios de pele e tecidos subcutâneos: rash (erupção cutânea) e hiperidrose (suor excessivo).
Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- Infecções e infestações: candidíase, gastroenterite (inflamação da mucosa do estômago e do intestino) e
infecção vaginal.
-
Sistema sanguíneo e linfático: leucopenia (diminuição de leucócitos).
-
Distúrbios do sistema imunológico: hipersensibilidade (alergia).
-
Distúrbios nutricionais e do metabolismo: anorexia e diminuição de apetite.
-
Distúrbios psiquiátricos: ansiedade.
-
Distúrbios de sistema nervoso: tontura, sonolência e tremor.
-
Distúrbios do ouvido e labirinto: vertigem, deficiência auditiva, tinido (zumbido).
-
Distúrbios cardíacos: Prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma e palpitações.
-
Distúrbios do sistema respiratório, torácico e do mediastino: epistaxe (sangramento nasal).
-
Distúrbios gastrintestinais: doença do refluxo gastroesofágico, gastrite, proctalgia (dor no ânus ou no
reto), estomatite (inflamação da boca ou gengivas), glossite (inflamação da língua), constipação (prisão de ventre), boca seca, eructação (arroto), flatulência.
- Distúrbios hepatobiliares (relacionados ao fígado): alanina aminotransferase e aspartato
aminotransferase aumentadas.
-
Distúrbios de pele e tecidos subcutâneos: prurido (coceira) e urticária.
-
Distúrbios musculoesqueléticos e de tecidos conectivos: mialgia (dor muscular).
-
Distúrbios gerais: astenia (fraqueza).
Reações de frequência desconhecida (reações adversas de experiências pós-comercialização, as quais não podem ser estimadas de acordo com os dados disponíveis):
- Infecções e infestações: colite pseudomembranosa (inflamação do intestino grosso), erisipela (infecção
de pele) e eritrasma (infecção das dobras).
- Sistema sanguíneo e linfático: agranulocitose (diminuição de granulócitos) e trombocitopenia
(diminuição de plaquetas).
- Distúrbios do sistema imunológico: reação anafilática (hipersensibilidade aguda), angioedema
(inchaço sob a pele).
-
Distúrbios nutricionais e do metabolismo: hipoglicemia (diminuição de glicose no sangue).
-
Distúrbios psiquiátricos: transtorno psicótico, estado de confusão, despersonalização, depressão,
desorientação, alucinações, sonhos anormais e mania.
- Distúrbios de sistema nervoso: convulsão, ageusia (perda total de gustação), parosmia (alterações no
sistema olfativo), anosmia (perda do olfato) e parestesia (sensação anormal do corpo, tais como, dormência e formigamento).
-
Distúrbios do ouvido e labirinto: surdez.
-
Distúrbios cardíacos: Torsades de Pointes, taquicardia ventricular e fibrilação ventricular.
-
Distúrbios vasculares: hemorragia.
-
Distúrbios gastrintestinais: pancreatite aguda (inflamação aguda do pâncreas), descoloração da língua
e dos dentes.
-
Distúrbios hepatobiliares (relacionados ao fígado): insuficiência hepática e icterícia hepatocelular.
-
Distúrbios de pele e tecidos subcutâneos: síndrome de Stevens-Johnson (eritema bolhoso multiforme),
necrólise epidérmica tóxica, rash (erupção cutânea) com eosinofilia e sintomas sistêmicos (Síndrome DRESS), acne, púrpura de Henoch-Schönlein (forma de púrpura não-trombocitopênica) e pustulose exantemática aguda generalizada (AGEP).
- Distúrbios musculoesqueléticos e de tecidos conectivos: rabdomiólise* (necrose no músculo
esquelético) e miopatia (doença no músculo). *em alguns relatos de rabdomiólise, a claritromicina foi administrada concomitantemente com outros medicamentos conhecidamente associados à rabdomiólise, tais como, as estatinas, fibratos, colchicina e alopurinol
- Distúrbios renais e urinários: insuficiência renal e nefrite intersticial (inflamação e inchaço local do
tecido intersticial dos rins).
Investigacionais:
- Índice Internacional Normalizado aumentado (do inglês International Normalized Ratio – INR), tempo
de protrombina aumentado e cor de urina anormal.
Há relatos pós-comercialização de toxicidade por colchicina quando usada juntamente com claritromicina, especialmente em pacientes idosos e com insuficiência dos rins. Óbitos foram reportados em alguns destes pacientes. É esperado que a frequência, o tipo e a gravidade das reações adversas em crianças sejam iguais nos adultos.
Pacientes imunocomprometidos
Em pacientes com AIDS ou outros pacientes imunocomprometidos tratados com doses mais elevadas de claritromicina durante períodos prolongados para infecções por micobactérias, é frequentemente difícil distinguir os eventos adversos possivelmente associados com a administração de claritromicina dos sinais da doença subjacente ou de uma doença intercorrente. Em pacientes adultos, os eventos adversos relatados por pacientes tratados com doses totais diárias de 1000 mg de claritromicina foram: náuseas e vômitos, alteração do paladar, dor abdominal, diarreia, eritema (vermelhidão), flatulência, dor de cabeça, constipação (prisão de ventre), alterações da audição, elevação das transaminases (enzimas). Eventos adicionais de baixa frequência incluíram: dispneia (falta de ar), insônia e boca seca. Nesses pacientes imunocomprometidos, a avaliação dos exames laboratoriais foi realizada analisando-se os valores muito fora dos níveis normais (isto é, extremamente elevados ou abaixo do limite) para os testes especificados. Com base nesse critério, cerca de 2 a 3% dos pacientes que receberam 1000 mg de claritromicina ao dia apresentaram níveis intensamente anormais de transaminases e contagem anormalmente baixa de plaquetas e leucócitos. Uma porcentagem menor de pacientes também apresentou níveis elevados de ureia nitrogenada sanguínea (BUN).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
- O QUE DEVO FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A
INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
-
Sintomas: a ingestão de grandes quantidades de claritromicina pode produzir sintomas gastrointestinais.
-
Tratamento: eliminação imediata do produto não absorvido e com medidas de suporte. A conduta
preferível para a eliminação é a lavagem gástrica, o mais precocemente possível. Não há evidências de que a claritromicina possa ser eliminada por hemodiálise ou diálise peritoneal.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
9. O QUE DEVO FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
- Sintomas: a ingestão de grandes quantidades de claritromicina pode produzir sintomas gastrointestinais.
- Tratamento: eliminação imediata do produto não absorvido e com medidas de suporte. A conduta preferível para a eliminação é a lavagem gástrica, o mais precocemente possível. Não há evidências de que a claritromicina possa ser eliminada por hemodiálise ou diálise peritoneal.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Identificação do medicamento
I – IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
CLABAT® claritromicina
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA.
APRESENTAÇÕES
Comprimido revestido de 500 mg. Embalagem contendo 10, 14, 20, 28, 30*, 42* unidades. *Embalagem fracionável.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido contém:
claritromicina. .................................................................................................................................... 500 mg excipiente* q.s.p .............................................................................................................................. ..com rev *amido, croscarmelose sódica, dióxido de silício, celulose microcristalina, estearato de magnésio, talco, dióxido de titânio, etilcelulose, hipromelose, macrogol e amarelo de tartrazina laca de alumínio.
Dizeres legais
III - DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0235.1315
Registradoe produzido por: EMS S/A Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, KM 08 Bairro Chácara Assay, Hortolândia/SP - CEP 13186-901
CNPJ: 57.507.378/0003-65
Indústria Brasileira
Ou
Produzido por: NOVAMED FABRICAÇÃO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA Manaus/AM
VENDA SOB PRESCRIÇÃO - COM RETENÇÃO DA RECEITA
SAC: 0800-019 19 14
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 16/12/2025.
bula-pac-333887-EMS-v05
Histórico de alteração da bula
Histórico de alteração para a bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do Data do Nº. Data de Versões Apresentações
Nº. expediente Assunto Assunto Itens de bula
expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas
Comprimidos (10457) -revestidos de
SIMILAR -
Submissão eletrônica para 500 mg:
Inclusão disponibilização do texto de embalagens
01/11/2019 2668047/19-5 Inicial de N/A N/A N/A N/A VP/VPS
bula no Bulário eletrônico da com 10, 14, 20, Texto de
ANVISA. 28, 30, 42
Bula – RDC comprimidos. 60/12
COMPOSIÇÃO (DCB)
- QUANDO NÃO DEVO Comprimidos
USAR ESTE revestidos de MEDICAMENTO? 500 mg. (10450) – VP Embalagem SIMILAR – 8. QUAIS OS MALES QUE contendo 10, Notificação ESTE MEDICAMENTO
3560443211 14, 20, 28,
09/09/2021 de Alteração N/A N/A N/A N/A PODE ME CAUSAR?
30*, 42* de Texto de comprimidos
Bula – RDC COMPOSIÇÃO (DCB) VPS revestidos.
60/12 4. CONTRAINDICAÇÕES *Embalagem
- ADVERTÊNCIAS E fracionável.
PRECAUÇÕES
-
REAÇÕES ADVERSAS
-
QUANDO NÃO DEVO Comprimidos
USAR ESTE revestidos de MEDICAMENTO? 500 mg.
25/10/2022 4863873/22-1 (10450) – VP
- O QUE DEVO SABER Embalagem
SIMILAR – ANTES DE USAR ESTE contendo 10, Notificação MEDICAMENTO? 14, 20, 28,
de Alteração N/A N/A N/A N/A
de Texto de 30*, 42* Bula – RDC comprimidos
60/12 5. ADVERTÊNCIAS E revestidos.
PRECAUÇÕES
VPS *Embalagem
- INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS fracionável
- QUANDO NÃO DEVO
USAR ESTE
MEDICAMENTO? Comprimidos
- O QUE DEVO SABER VP revestidos de
ANTES DE USAR ESTE 500 mg.
(10450) - MEDICAMENTO? Embalagem
SIMILAR - III-DIZERES LEGAIS contendo 10,
Notificação N/A N/A N/A N/A 14, 20, 28, 30*,
02/07/2024 0901309/24-9 Texto de Bula 42*
- CONTRAINDICAÇÕES
RDC 60/12 5. ADVERTÊNCIAS E comprimidos
PRECAUÇÕES revestidos. VPS *Embalagem
- INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS fracionável.
III-DIZERES LEGAIS
- QUANDO NÃO DEVO
USAR ESTE
MEDICAMENTO? Comprimidos
- O QUE DEVO SABER VP revestidos de
ANTES DE USAR ESTE 500 mg.
(10450) - MEDICAMENTO? Embalagem
SIMILAR - 5. ONDE, COMO E POR contendo 10,
14/01/2025 0049080/25-3 Notificação QUANTO TEMPO POSSO 14, 20, 28, 30*,
N/A N/A N/A N/A 42*
Texto de GUARDAR ESTE
Bula RDC MEDICAMENTO? comprimidos
60/12 III - DIZERES LEGAIS revestidos.
*Embalagem
-
CONTRAINDICAÇÕES VPS fracionável.
-
INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
III - DIZERES LEGAIS
Comprimidos
- QUANDO NÃO DEVO revestidos de
USAR ESTE 500 mg. MEDICAMENTO? Embalagem VP
- O QUE DEVO SABER contendo 10,
(10450) - ANTES DE USAR ESTE 14, 20, 28, 30*,
SIMILAR - MEDICAMENTO? 42*
Notificação
23/06/2025 0826463/25-8 N/A N/A N/A N/A comprimidos
Texto de revestidos. Bula RDC *Embalagem 60/12
- ADVERTÊNCIAS E fracionável.
VPS
PRECAUÇÕE
Comprimidos revestidos de 500 mg.
(10450) - 4. O QUE DEVO SABER VP
Embalagem
SIMILAR - ANTES DE USAR ESTE
contendo 10, Notificação MEDICAMENTO?
-
- Texto de
N/A N/A N/A N/A 14, 20, 28, 30*,
42* Bula RDC 5. ADVERTÊNCIAS E comprimidos
60/12 PRECAUÇÕE VPS
revestidos. *Embalagem fracionável.
Transcrição automática da bula oficial registrada na ANVISA, processada em 28 de mai. de 2026. Conteúdo informativo: em caso de divergência, vale o PDF oficial. Este material não substitui orientação médica ou farmacêutica. Bula de referência: CLABAT®.