Farmabook

Carvedilol

Carvedilol

Tarja Vermelha
Genérico
CMED: AtivoANVISA: Ativo
Apresentacao

12,5 mg comprimido caixa blíster alumínio alumínio x 60

Concentracao
12,5 mg
Forma Farmaceutica
Comprimido
Via de Administracao
oral
Quantidade
60
Embalagem
Blíster alumínio alumínio

Posologia (resumo)

Desta apresentaçãoResumo por IA

Hipertensão essencial - Adultos

Dose inicial de 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, aumentar a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima de 50 mg, em dose única ou dividida em duas doses.

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Hipertensão essencial - Idosos

Dose inicial de 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, aumentar a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima de 50 mg, em dose única ou dividida em duas doses.

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Angina do peito - Adultos

Dose inicial de 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, aumentar a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária de 100 mg, em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

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Angina do peito - Idosos

Dose inicial de 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, aumentar a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária de 50 mg, em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

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Insuficiência cardíaca congestiva (ICC) - Peso inferior a 85 kg

Dose inicial de 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se bem tolerada, aumentar a intervalos mínimos de duas semanas para 6,25 mg, 12,5 mg e 25 mg, duas vezes ao dia. Dose máxima de 25 mg, duas vezes ao dia. Administrar com alimentos.

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Insuficiência cardíaca congestiva (ICC) - Peso superior a 85 kg

Dose inicial de 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se bem tolerada, aumentar a intervalos mínimos de duas semanas para 6,25 mg, 12,5 mg e 25 mg, duas vezes ao dia. Dose máxima de 50 mg, duas vezes ao dia. Administrar com alimentos.

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Resumo da posologia extraído automaticamente por IA da bula oficial registrada na ANVISA, em 12 de jun. de 2026. É um material informativo: consulte a bula completa e siga sempre a orientação do seu médico ou farmacêutico. Não use como única referência de dose.

Informacoes Regulatorias
Laboratorio
LEGRAND PHARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA
Classe Terapeutica
C7a0 - Betabloqueadores Puros
CMED
Ativo
ANVISA
Ativo
Registro ANVISA
1677304790135
EAN (Codigo de Barras)
7894916147958
GGREM
538812070043006

* Tarja inferida com base em outros medicamentos da mesma substancia

Registro ANVISA
Numero do registro
167730479
Produto ANVISA
carvedilol
Empresa
LEGRAND PHARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA
CNPJ
05044984000126
Principio ativo
CARVEDILOL
Classe terapeutica ANVISA
ANTI-HIPERTENSIVOS
Categoria regulatoria
Genérico
Data de registro
12 de dez. de 2016
Data de vencimento
Ultimo refresh
9 de mar. de 2026, 14:15
Precos

Preco Fabrica (PF)

R$ 176,97

Preco Consumidor (PMC)

R$ 243,93

PMC com ICMS

R$ 297,49

Bula do medicamento

Bula específica desta apresentaçãoTranscrita por IA
Bula desta apresentação (PDF)

PDF oficial ANVISA recortado para esta apresentação (carvedilol LEGRAND PHARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA Comprimido 3,125 mg, 6,25 mg, 12,5 mg e 25 mg). A bula original completa segue disponível na seção Registro ANVISA.

Informações ao paciente

II- INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Leia cuidadosamente as informações abaixo. Se tiver dúvidas, informe ao seu médico.

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Este medicamento é destinado ao tratamento de insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito, de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

O carvedilol promove a dilatação dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do sistema chamado reninaangiotensina-aldosterona. Assim, ocorre diminuição da pressão arterial. Em voluntários sadios, a concentração sérica máxima é alcançada em, aproximadamente, uma hora.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você não pode usar este medicamento se apresentar alergia a carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir: insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas (irregularidades do ritmo cardíaco); asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) associada a broncoespasmo (contração dos brônquios); bloqueio atrioventricular (bloqueio dos impulsos nervosos no coração) de 2º ou 3º grau (a menos que tenha um marca-passo permanente); ritmo cardíaco abaixo de 50 batimentos por minuto); síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico (queda acentuada da pressão por problema cardíaco); pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

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4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Geral Insuficiência cardíaca crônica: pode ocorrer piora clínica ou retenção de líquido durante o aumento da dose de carvedilol. Caso isso ocorra, o médico deverá aumentar a dose do diurético, mantendo a dose de carvedilol até atingir novamente a estabilidade clínica. Pode ser necessário reduzir a dose do carvedilol ou, em casos raros, descontinuá-lo temporariamente, o que não impede o sucesso do aumento gradual da dose de carvedilol. Carvedilol deve ser usado com cautela quando associado a digitálicos, pois ambos os fármacos lentificam a condução atrioventricular (condução do estímulo cardíaco), (vide item “Principais interações medicamentosas”). Diabetes mellitus: o uso de carvedilol em diabéticos pode estar relacionado à piora do controle glicêmico ou pode mascarar/reduzir sinais e sintomas de hipoglicemia (baixo açúcar no sangue). Portanto, se você tiver diabetes, seu nível de açúcar no sangue deve ser monitorado regularmente no início ou ajuste do tratamento com carvedilol . A dose do medicamento usado para diabetes também deve ser ajustada (vide itens “Principais interações medicamentosas” e “Uso em populações especiais - Pacientes diabéticos”). Função dos rins na insuficiência cardíaca congestiva: foi observada piora reversível da função dos rins em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e pressão arterial baixa (pressão arterial sistólica < 100 mmHg), cardiopatia isquêmica (diminuição do fornecimento de sangue para o miocárdio), doença vascular difusa e/ou insuficiência dos rins durante o tratamento com carvedilol. A função de seus rins deve ser monitorada pelo seu médico durante o aumento da dose de carvedilol. Doença pulmonar obstrutiva crônica: se você possui doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) com componente broncoespástico (contração dos brônquios) e não está usando medicação oral ou inalatória, seu médico deverá ter cautela ao receitar carvedilol. Avise seu médico se você possui algum problema pulmonar. Lentes de contato: pode ocorrer redução do lacrimejamento com o uso de carvedilol. Descontinuação do tratamento: carvedilol não deve ser descontinuado abruptamente, principalmente se você possui cardiopatia isquêmica (diminuição do fornecimento de sangue para o miocárdio). A retirada de carvedilol nestes casos deve ser gradual (ao longo de 2 semanas). Tireotoxicose: carvedilol, como outros betabloqueadores, pode mascarar sintomas de tireotoxicose (excesso de hormônios produzidos pela glândula tireoide). Reações de hipersensibilidade: em caso de alergia ou terapia de dessensibilização (contra alergia), avise ao seu médico, pois carvedilol pode aumentar a sensibilidade e a gravidade das reações aos alérgenos. Reações adversas cutâneas graves: carvedilol deve ser permanentemente descontinuado em pacientes que apresentarem reações adversas cutâneas graves possivelmente relacionadas com o carvedilol (vide item “8. Quais os males que este medicamento pode me causar? – Experiência pós-comercialização”). Psoríase: se você tem histórico de psoríase (doença de pele que ocorre geralmente perto das articulações), você só deverá tomar este medicamento após seu médico considerar o risco-benefício.

Uso em populações especiais Pacientes com menos de 18 anos de idade: carvedilol não é recomendado a pacientes com menos de 18 anos de idade. Pacientes idosos: nenhum ajuste da dose inicial é exigido para pacientes idosos (vide item “6. Como devo usar este medicamento?”). Pacientes com insuficiência renal: na insuficiência renal moderada a grave, não há necessidade de alterar as recomendações de dosagem de carvedilol. Pacientes com insuficiência hepática: carvedilol é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática clinicamente manifestada (vide item “3. Quando não devo usar este medicamento?”). Pacientes diabéticos: carvedilol pode aumentar a resistência à insulina e mascarar sintomas da hipoglicemia.

Gravidez e amamentação Se você ficar grávida durante ou logo após o tratamento com carvedilol, informe imediatamente ao seu médico. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. Não há experiência clínica adequada com carvedilol em grávidas. Betabloqueadores reduzem a irrigação sanguíneada placenta, podendo causar a morte intrauterina do feto e parto prematuro. Efeitos adversos como hipoglicemia e bradicardia podem ocorrer, bem como complicações cardíacas e pulmonares no feto e no recém-nascido. Carvedilol não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial. Não existem evidências a partir de estudos em animais de laboratório de que carvedilol apresente efeitos teratogênicos. Embora não seja conhecido se carvedilol é excretado no leite humano, a maioria dos betabloqueadores passa para o leite materno. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração de carvedilol.

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Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: sua capacidade para dirigir veículos ou operar máquinas pode estar comprometida devido a tonturas e cansaço, principalmente no início do tratamento e após aumento de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool.

Interações com outros medicamentos Há um número de importantes interações farmacocinéticas e farmacodinâmicas com outras drogas (vide item “Principais interações medicamentosas” para mais detalhes).

Feocromocitoma (tumor na glândula suprarrenal): em pacientes com suspeita de feocromocitoma, devese iniciar um agente alfabloqueador antes do uso de qualquer betabloqueador. Apesar de carvedilol exercer atividades alfa e betabloqueadora, não existe experiência de uso nesses casos.

Angina variante de Prinzmetal: betabloqueadores não seletivos podem provocar dor torácica em pacientes com angina variante de Prinzmetal. Não há experiência clínica com carvedilol nesses pacientes.

Doença vascular periférica e fenômeno de Raynaud: os betabloqueadores podem precipitar ou agravar os sintomas de insuficiência arterial.

Bradicardia: carvedilol pode provocar bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco).

Interações farmacocinéticas Efeitos do carvedilol na farmacocinética de outras drogas O carvedilol interfere na glicoproteína-P, responsável pelo transporte de uma série de fármacos na parede intestinal e em outros órgãos. Por isso, a quantidade de alguns fármacos pode aumentar exageradamente ou a concentração do próprio carvedilol pode ser modificada quando são administrados em conjunto. Digoxina e ciclosporina: o carvedilol pode aumentar a concentração plasmática de digoxina e ciclosporina oral. Recomenda-se monitoração próxima dos níveis de digoxina e ciclosporina para ajuste adequado das doses. Efeitos de outras drogas na farmacocinética de carvedilol Inibidores, bem como indutores de determinadas enzimas do fígado podem modificar o metabolismo de carvedilol, levando a concentrações plasmáticas aumentadas ou diminuídas de R e S-carvedilol. Alguns exemplos observados em pacientes ou em indivíduos saudáveis são apresentados a seguir. Rifampicina: houve diminuição do efeito do carvedilol na pressão sistólica durante o uso concomitante de rifampicina. Cimetidina: a probabilidade de interações clinicamente significativas é mínima. Amiodarona, fluoxetina e paroxetina: a eliminação de carvedilol pode ser inibida por uso concomitante de amiodarona e fluoxetina, porém, sem efeito clínico.

Interações farmacodinâmicas Insulina ou hipoglicemiantes orais: pode haver aumento do efeito hipoglicemiante de insulina e antidiabéticos orais. Sinais de hipoglicemia podem ser mascarados/atenuados (especialmente taquicardia). Deve-se monitorar a glicemia em pacientes recebendo insulina ou antidiabéticos orais juntamente com carvedilol. Agentes depletores de catecolaminas: sinais de hipotensão e/ou bradicardia grave em pacientesem uso de carvedilol e fármacos que possam depletar catecolaminas (por exemplo, reserpina e inibidores de monoaminoxidase). Digoxina: o uso combinado de carvedilol e digoxina pode prolongar o tempo de condução atrioventricular. Bloqueadores do canal de cálcio não di-hidropiridínicos, amiodarona ou outros antiarrítmicos: em combinação com carvedilol, podem aumentar o risco de distúrbios de condução atrioventricular. Se o carvedilol for administrado por via oral com bloqueadores do canal de cálcio não di-hidropiridínicos do tipo verapamil ou diltiazem, amiodarona ou outros antiarrítmicos, recomenda-se o monitoramento do ECG (eletrocardiograma) e da pressão sanguínea. Clonidina: a administração de clonidina associada a carvedilol pode potencializar os efeitos de redução de pressão sanguínea e frequência cardíaca.

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Anti-hipertensivos: carvedilol pode potencializar o efeito de outros fármacos com ação anti-hipertensiva (por exemplo, antagonistas de receptor alfa-1) ou que tenham hipotensão como parte de seu perfil de efeitos adversos. Agentes anestésicos: monitorar cuidadosamente os sinais vitais durante anestesia.

AINEs: o uso concomitante de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) e bloqueadores beta-adrenérgicos pode resultar em aumento de pressão arterial e menor controle da pressão arterial.

Broncodilatadores beta-agonistas: carvedilol age de forma contrária aos medicamentos desta classe.

Este medicamento pode causar doping.

Atenção: Contém o corante óxido de ferro vermelho que pode, eventualmente, causar reações alérgicas (carvedilol de 3,125 mg). Atenção: Contém o corante óxido de ferro amarelo que pode, eventualmente, causar reações alérgicas (carvedilol de 6,25 mg). Atenção: Contém os corantes óxido de ferro vermelho e óxido de ferro amarelo que podem, eventualmente, causar reações alérgicas (carvedilol de 12,50 mg.)

Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose e/ou por pessoas com insuficiência de sacarose-isomaltase. Atenção: Deve ser usado com cautela por portadores de Diabetes. Atenção: Contém lactose e sacarose. Evite levantar-se rapidamente e dirigir veículos e/ou operar máquinas, principalmente no início do tratamento ou ao aumentar a dose.

A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com carvedilol, devido ao dano que ele pode causar à pessoa que receber o sangue.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Armazenar em temperatura ambiente (de 15 °C a 30 °C). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas:

Carvedilol 3,125 mg: comprimidos circulares de cor rosa, biconvexos e lisos em ambos os lados. Carvedilol 6,25 mg: comprimidos circulares de cor amarela, biconvexos e lisos em ambos os lados. Carvedilol 12,5 mg: comprimidos redondos de cor alaranjada, côncavos e lisos em ambos os lados. Carvedilol 25 mg: comprimidos circulares de cor branca e biconvexos.

Descarte de medicamentos não utilizados e/ou com data de validade vencida O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no esgoto e o descarte no lixo doméstico deve ser evitado. Quaisquer medicamentos não utilizados ou resíduos devem ser eliminados de acordo com os requerimentos locais.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Carvedilol deve ser administrado por via oral. Duração do tratamento: o tratamento com carvedilol é normalmente longo. Você não deve parar o tratamento de repente, mas reduzir a dose aos poucos, a cada semana, principalmente se você tiver doença arterial coronária (dos vasos do coração) concomitante.

Hipertensão essencial (sem causa conhecida) Adultos: a dose inicial recomendada é de 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir,

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a dose recomendada é de 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária, ou dividida em duas doses.

Idosos: a dose inicial recomendada é de 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária ou dividida em duas doses. Angina do peito: a dose inicial recomendada é de 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, a dose recomendada é de 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária recomendada de 100 mg administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). A dose diária máxima recomendada para idosos é de 50 mg, administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). Insuficiência cardíaca congestiva (ICC): a dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada durante a fase de ajuste da dose. Se você usa digitálicos, diuréticos e inibidores da ECA, o seu médico deverá ajustar a dose destes medicamentos antes de iniciar o tratamento com carvedilol. A dose inicial recomendada é de 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se esta dose for bem tolerada, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas, para 6,25 mg, duas vezes ao dia, 12,5 mg, duas vezes ao dia e 25 mg, duas vezes ao dia. A dose deverá ser aumentada de acordo com orientação de seu médico até o nível máximo tolerado. A dose máxima recomendada é de 25 mg, duas vezes ao dia para todos os pacientes com ICC leve, moderada ou grave, com peso inferior a 85 kg. Em pacientes com ICC leve ou moderada com peso superior a 85 kg, a dose máxima recomendada é 50 mg, duas vezes ao dia. Antes de cada aumento de dose, deve-se avaliar sintomas de vasodilatação ou piora da insuficiência cardíaca. A piora transitória da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos devem ser tratadas com aumento da dose do diurético. Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar temporariamente o tratamento com carvedilol. A dose de carvedilol não deverá ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou de vasodilatação estejam estabilizados. Se carvedilol for descontinuado por mais de duas semanas, a terapia deverá ser reiniciada com 3,125 mg duas vezes ao dia e a titulação realizada conforme as recomendações do modo de uso do medicamento. Carvedilol não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado). Pacientes com insuficiência renal: não são necessárias alterações nas doses recomendadas de carvedilol em pacientes com insuficiência renal moderada a grave. Pacientes com menos de 18 anos de idade: a segurança e a eficácia do carvedilol em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou. Se por algum motivo se esquecer de tomar o medicamento, espere e tome a dose seguinte da maneira habitual. Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte, pois isso poderá aumentar a chance de você ter um efeito adverso. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

As reações adversas ao medicamento estão listadas de acordo com as classes dos sistemas orgânicos definidos pelo MedDRA e CIOMS (Council for International Organizations of Medical Sciences). As categorias de frequências são: Muito comuns: ≥ 1/10; comuns: ≥ 1/100 e < 1/10; incomuns: ≥ 1/1.000 e < 1/100; raras: ≥ 1/10.000 e < 1/1.000; muito raras: < 1/10.000. Os efeitos indesejáveis descritos a seguir foram reportados com o uso de carvedilol em estudos clínicos pivotais:

Distúrbios do sistema linfático e do sangue: comum: anemia; rara: trombocitopenia; muito rara: leucopenia. Distúrbios cardíacos: muito comum: insuficiência cardíaca; comuns: bradicardia, hipervolemia e sobrecarga hídrica; incomuns: bloqueio atrioventricular e angina pectoris. Distúrbios nos olhos: comuns: alterações visuais, redução do lacrimejamento (secura do olho) e irritação ocular.

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Distúrbios gastrintestinais: comuns: náusea, diarreia, vômito, dispepsia e dor abdominal; incomum: constipação; rara: secura da boca. Distúrbios gerais e das condições do local de administração: muito comum: fadiga; comuns: edema e dor. Distúrbios hepatobiliares: muito raras: aumento da alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST) e gamaglutamiltransferase (GGT). Distúrbios do sistema imune: muito rara: hipersensibilidade (reações alérgicas). Infecções e infestações: comuns: pneumonia, bronquite, infecção do trato respiratório superior e do trato urinário. Distúrbios do metabolismo e nutricionais: comuns: ganho de peso, hipercolesterolemia, e pior controle da glicemia (hiper/hipoglicemia) em pacientes com diabetes preexistente. Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: comum: dor em extremidades. Distúrbios do sistema nervoso: muito comuns: tontura e cefaleia; comuns: síncope e pré-síncope; incomum: parestesia. Distúrbios psiquiátricos: comuns: depressão e humor deprimido; incomum: distúrbios do sono. Distúrbios renais e urinários: comuns: insuficiência renal e anormalidades na função renal em pacientes com doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente; rara: distúrbios miccionais. Distúrbios da mama e sistema reprodutor: incomum: disfunção erétil. Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: comuns: dispneia, edema pulmonar e asma em pacientes predispostos; rara: congestão nasal. Distúrbios de pele e tecidos subcutâneos: incomuns: reações na pele (por exemplo, exantema alérgico, dermatite, urticária, prurido, lesões psoriásicas e do tipo líquen plano). Distúrbios vasculares: muito comum: hipotensão; comuns: hipotensão ortostática, distúrbios da circulação periférica (extremidades frias, doença vascular periférica, exacerbação de claudicação intermitente e fenômeno de Raynaud) e hipertensão.

Descrição das reações adversas selecionadas A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento. Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do carvedilol (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial, cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

Experiência pós-comercialização: os eventos adversos a seguir foram identificados no uso de carvedilol pós-comercialização. Por serem reportados por uma população de tamanho indefinido, nem sempre é possível estimar sua frequência e/ou estabelecer relação causal com a exposição à droga. Distúrbios de metabolismo e nutricionais: devido à ação betabloqueadora, é possível que diabetes mellitus latente se manifeste, diabetes preexistente se agrave e que a contrarregulação da glicose seja inibida. Além disso, também devido à ação betabloqueadora, é possível que a hipercalemia (aumento do nível sanguíneo de potássio) se manifeste no paciente. Distúrbios de pele e tecidos subcutâneos: queda de cabelo. Reações adversas cutâneas graves, como necrólise epidérmica tóxica e síndrome de Stevens-Johnson (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Distúrbios renais e urinários: foram reportados casos isolados de incontinência urinária em mulheres, os quais foram resolvidos com a descontinuação da medicação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA

DESTE MEDICAMENTO? Sintomas e sinais de superdose: pode haver queda importante da pressão arterial, bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco), insuficiência cardíaca (prejuízo da função do coração), choque cardiogênico (queda acentuada da pressão arterial de origem cardíaca) e parada cardíaca. Problemas respiratórios, broncoespasmo (contração dos brônquios), vômitos, alterações da consciência e convulsões generalizadas também podem ocorrer. Tratamento da superdose: monitorar os sinais e sintomas acima e garantir atendimento médico de acordo com prática utilizada para pacientes com superdose de betabloqueadores.

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Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Informações técnicas (profissionais de saúde)

5.ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

60/12 de liberação 7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO

convencional DO MEDICAMENTO III – Dizeres Legais

10452 – GENÉRICO – Notificação de Comprimidos Alteração de Texto 3,125 mg

19/06/2023 0620874/23-6 NA NA NA NA APRESENTAÇÕES VP/VPS

de Bula –publicação 6,25 mg 12,5 mg no bulário - RDC 60/12

VP

  1. O QUE DEVO SABER ANTES DE

USAR ESTE MEDICAMENTO?

10452 – GENÉRICO 5. ONDE, COMO E POR QUANTO

– Notificação de TEMPO POSSO GUARDAR ESTE Comprimidos

Alteração de Texto MEDICAMENTO? 3,125 mg

22/11/2022 4968977/22-1 NA NA NA NA 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE VP/VPS 6,25 mg

de Bula –publicação MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? 12,5 mg

no bulário - RDC VPS 25 mg

60/12 5.ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO

DO MEDICAMENTO

bulário - RDC 60/12 DO MEDICAMENTO

VP

  1. O QUE DEVO SABER ANTES DE

USAR ESTE MEDICAMENTO?

10452 – 5. ONDE, COMO E POR QUANTO

GENÉRICO – TEMPO DEVO USAR ESTE

Comprimidos Notificação de MEDICAMENTO? 3,125 mg VPS

23/02/2021 0724445/21-2 Alteração de Texto NA NA NA NA VP/VPS 6,25 mg

  1.           CARACTERÍSTICAS
    

de Bula – 12,5 mg

FARMACOLÓGICAS

25 mg publicação no 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

DO MEDICAMENTO

medicamento 10146 -

GENÉRICO -

Alteração de local de fabricação do

10452 – 20/11/2017

12/02/2014 0112622/14-9 medicamento de

GENÉRICO – VP Comprimidos Notificação de liberação III – Dizeres Legais VP/VPS 3,125 mg, 6,25 mg;

22/05/2019 0456418/19-9 convencional VPS

Alteração de Texto 12,5 mg e

9.REAÇÕES ADVERSAS

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas

Data do Nº do Data do Nº do Data de Versões Apresentações

Assunto Assunto Itens de bula

expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas

10452 – APRESENTAÇÕES

10452 –

11016 - RDC

GENÉRICO – 73/2016 - VP

Notificação de GENÉRICO - III – Dizeres Legais

Inclusão de local Comprimidos

17/12/2020 4468145/20-3 Alteração de Texto 11/12/2020 4382631/20-8 VPS VP/VPS

de embalagem 3,125 mg de Bula – 9. Reações Adversas primária do III – Dizeres Legais publicação no medicamento bulário - RDC 60/12

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas

Data do Nº do Data do Nº do Data de Versões Apresentações

Assunto Assunto Itens de bula

expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas

10452 – 11016- RDC

GENÉRICO – 73/2016 – Notificação de GENÉRICO – Comprimidos

22/10/2020 Alteração de Texto 25/09/2020 3274656/20-3 Inclusão de Local III.DIZERES LEGAIS VP/VPS

6,25 mg de Bula – de Embalagem publicação no Primária do bulário - RDC 60/12 Medicamento VP 4.O que devo saber antesde usar este 10452 – medicamento? GENÉRICO – 5.Onde, como e por quantotempo posso

Notificação de guardar estemedicamento? Comprimidos

23/07/2019 0643635/19-8 NA NA NA NA VPS VP/VPS 6,25 mg; 12,5 mg e

Alteração de Texto 3.CaracterísticasFarmacológicas 25 mg

de Bula – RDC 5.Advertências e Precauções 60/12 6. InteraçõesMedicamentosas

25 mg

de Bula – RDC 1959 - GENERICO III – Dizeres Legais

01/10/2018 0967132/18-3

60/12 - Solicitação de 21/01/2019

Transferência de Titularidade de Registro (Incorporação de Empresa) 10459 – GENÉRICO - Comprimidos

14/05/2014 0372177/14-9 Inclusão Inicial de NA NA NA NA Inclusão inicial de texto de bula VP/VPS 3,125 mg / 6,25 mg /

Texto de Bula – 12,5 mg / 25 mg

RDC 60/12

6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

bulário - RDC 60/12

Identificação do medicamento

I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

carvedilol Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999

APRESENTAÇÕES

Comprimidos de 3,125 mg: embalagem com 30 comprimidos. Comprimidos de 6,25 mg: embalagem com 30 comprimidos. Comprimidos de 12,5 mg: embalagem com 30 comprimidos. Comprimidos de 25 mg: embalagem com 30 comprimidos.

USO ORAL

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada comprimido de 3,125 mg contém: carvedilol ..............................................................................................................................................3,125 mg Excipientes: sacarose, lactose monoidratada, povidona, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio e óxido de ferro vermelho.

Cada comprimido de 6,25 mg contém: carvedilol ..............................................................................................................................................6,25 mg Excipientes: sacarose, lactose monoidratada, povidona, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio e óxido de ferro amarelo.

Cada comprimido de 12,5 mg contém: carvedilol ..............................................................................................................................................12,5 mg Excipientes: sacarose, lactose monoidratada, celulose microcristalina, povidona, croscarmelose sódica, dióxido de silício, talco, estearato de magnésio, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho.

Cada comprimido de 25 mg contém:

carvedilol ..............................................................................................................................................25 mg Excipientes: sacarose, lactose monoidratada, celulose microcristalina, povidona, croscarmelose sódica, dióxido de silício, talco e estearato de magnésio.

GENÉRICO – VP Comprimidos

Notificação de 3,125 mg

  1. ONDE, COMO E POR QUANTO

12/07/2021 2707223/21-2 Alteração de Texto NA NA NA NA TEMPO DEVO GUARDAR ESTE VP/VPS 6,25 mg

de Bula – MEDICAMENTO? 12,5 mg

VPS 25 mg publicação no

Dizeres legais

III-DIZERES LEGAIS

Registro: 1.0573.0594

Registrado por:

Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar São Paulo - SP

CNPJ 60.659.463/0029-92

Indústria Brasileira

Produzido por:

Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Guarulhos - SP ou Cabo de Santo Agostinho - PE

VENDA SOB PRESCRIÇÃO

carvedilol_BU09a_VP_768

de Bula –publicação de fabricação de 12,5 mg

VPS

no bulário - RDC medicamento 25 mg

Histórico de alteração da bula

Histórico de Alterações da Bula

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas

Data do Nº do Data do Nº do Data de Versões Apresentações

Assunto Assunto Itens de bula

expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas

VP

11022 - RDC 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE

10452 – GENÉRICO 73/2016 - USAR ESTE MEDICAMENTO?

  1. ONDE, COMO E POR QUANTO

– Notificação de GENÉRICO - TEMPO POSSO GUARDAR ESTE

Comprimidos

Alteração de Texto Inclusão de local 3,125 mg

MEDICAMENTO?

12/09/2024 - 21/08/2024 1145459/24-8

Transcrição automática da bula oficial registrada na ANVISA, processada em 15 de jun. de 2026. Conteúdo informativo: em caso de divergência, vale o PDF oficial. Este material não substitui orientação médica ou farmacêutica.