Posologia (resumo)
Adultos - Pressão alta
Dose inicial de 50 a 100 mg/dia, em uma só tomada pela manhã ou em doses fracionadas, via oral.
Adultos - Inchaço (Dose inicial)
Dose inicial de 50 a 100 mg, uma ou duas vezes ao dia, via oral, até se obter o peso seco.
Adultos - Inchaço (Dose de manutenção)
Dose de manutenção de 25 a 200 mg por dia ou em dias alternados, via oral.
Lactentes e crianças até 2 anos
Dose diária total de 12,5 a 25 mg, administrada em duas tomadas, via oral.
Crianças de 2 a 12 anos
Dose de 25 a 100 mg, administrada em duas tomadas, via oral.
Crianças (baseado em peso)
Dose diária usual de 2 a 3 mg/kg de peso corporal, dividida em duas tomadas, via oral.
Adultos - Hipertensão
Dose inicial de 50 a 100 mg/dia, em uma só tomada pela manhã ou em doses fracionadas, com ajuste posológico após 1 semana.
Adultos - Edema (Dose inicial)
Dose inicial de 50 a 100 mg, uma ou duas vezes ao dia, até obter o peso seco do paciente.
Adultos - Edema (Dose de manutenção)
Dose de manutenção de 25 a 200 mg por dia ou em dias alternados.
Lactentes e crianças até 2 anos
Dose diária total de 12,5 a 25 mg, administrada em duas tomadas.
Crianças de 2 a 12 anos
Dose de 25 a 100 mg, administrada em duas tomadas.
Crianças (dose baseada em peso)
Dose diária usual de 2 a 3 mg/kg de peso corporal, dividida em duas tomadas.
Resumo da posologia extraído automaticamente por IA da bula oficial registrada na ANVISA, em 12 de jun. de 2026. É um material informativo: consulte a bula completa e siga sempre a orientação do seu médico ou farmacêutico. Não use como única referência de dose.
Bula do medicamento
PDF oficial ANVISA recortado para esta apresentação (hidroclorotiazida LEGRAND PHARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA Comprimido 25 mg e 50 mg). A bula original completa segue disponível na seção Registro ANVISA.
Informações ao paciente
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é destinado ao tratamento da pressão alta, quer isoladamente ou em associação com outros fármacos anti-hipertensivos (medicamentos que tratam a pressão alta). Pode ser ainda utilizado no tratamento dos inchaços associados com insuficiência cardíaca congestiva (condição em que o coração é incapaz de bombear sangue suficiente para satisfazer as necessidades do corpo), cirrose hepática (condição ocasionada por certas doenças crônicas do fígado que destroem suas células) e com a terapia por corticosteroides ou estrógenos (hormônios). Também é eficaz no inchaço relacionado a várias formas de disfunção renal, como síndrome nefrótica (condição caracterizada por presença de proteína na urina), glomerulonefrite aguda (inflamação dos glomérulos dos rins) e insuficiência renal crônica (condição nas quais os rins apresentam atividade abaixo dos níveis normais).
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O princípio ativo hidroclorotiazida pertence à classe de substâncias tiazidas. Esta substância tem uma ação diurética, isto é, aumenta a eliminação de líquidos do organismo através da urina. O início de ação ocorre 2 horas após sua administração, sendo o efeito máximo é alcançado após cerca de 4 horas. A ação da hidroclorotiazida persiste por aproximadamente 6 a 12 horas.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
A hidroclorotiazida é contraindicada para os pacientes com:
-
hipersensibilidade (alergia) à hidroclorotiazida ou a qualquer um dos excipientes
-
com comprometimento grave da função renal (depuração da creatinina abaixo de 30 mL/min)
-
com distúrbio hepático (do fígado) grave
-
icterícia em crianças (cor amarelada da pele e olhos)
-
com distúrbio grave do equilíbrio de eletrólitos (equilíbrio de líquidos no corpo)
-
anúria (ausência de formação de urina)
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicosegalactose.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15°C a 30°C). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspecto do medicamento:
Comprimido de 25 mg na cor branca, circular, biconvexo e monossectado. Comprimido de 50 mg na cor branca, circular, plano e monossectado. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O tratamento deve ser individualizado de acordo com a resposta do paciente. A dose deve ser ajustada para se obter a resposta terapêutica desejada, bem como para determinar a menor dose capaz de manter esta resposta. Você deve tomar os comprimidos com líquido, por via oral.
Uso adulto Pressão alta Dose inicial: 50 a 100 mg/dia, em uma só tomada pela manhã ou em doses fracionadas. Após 1 semana a posologia deve ser ajustada pelo médico até se conseguir a resposta terapêutica desejada sobre a pressão sanguínea. Quando a hidroclorotiazida é usada com outro agente anti-hipertensivo, a dose deste último deve ser reduzida para prevenir a queda excessiva da pressão arterial.
Inchaço Dose inicial: 50 a 100 mg uma ou duas vezes ao dia, até se obter o peso seco. Dose de manutenção: a dose de manutenção varia de 25 a 200 mg por dia ou em dias alternados, de acordo com a sua resposta. Com a terapia intermitente é menor a probabilidade de ocorrência de distúrbios hidroeletrolíticos.
Uso em lactentes (crianças em fase de amamentação) e crianças Até 2 anos de idade: dose diária total de 12,5 a 25 mg administrada em duas tomadas. De 2 a 12 anos de idade: dose de 25 a 100 mg, administrada em duas tomadas. A dose pediátrica diária usual deve ser baseada em 2 a 3 mg/kg de peso corporal, ou a critério médico, dividida em duas tomadas. Não há estudos dos efeitos de hidroclorotiazida administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo médico.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião- dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação com frequência não conhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis).
Classe de sistema de órgãos: neoplasmas (tumores) benignos, malignos e não especificados (incluindo cistos e pólipos) Não conhecida: câncer de pele e labial (câncer de pele não melanoma).
Distúrbios do sangue e do sistema linfático Não conhecida: discrasia sanguínea (distúrbios do sangue e sistema linfático) (por exemplo, leucopenia, trombocitopenia, anemia hemolítica, anemia aplástica, agranulocitose, etc.).
Metabolismo e distúrbios nutricionais Não conhecida: diminuição do apetite, hipocalemia (redução dos níveis de potássio no sangue), hiponatremia (nível baixo de sódio no sangue), hipomagnesemia (nível baixo de magnésio no sangue), alcalose hipoclorêmica, hipercalcemia (aumento nos níveis de cálcio no sangue), hiperglicemia (aumento na taxa de açúcar no sangue) em pacientes diabéticos, hiperuricemia (taxa alta de ácido úrico no sangue), manifestação de diabetes latente.
Distúrbios do sistema nervoso Não conhecida: síncope (desmaio) (aparece em doses elevadas devido à diurese excessiva), dor de cabeça, tontura, estado confusional.
Distúrbios oculares Não conhecida: derrame coroidal (derrame nos olhos), glaucoma agudo de ângulo fechado (aumento da pressão intraocular) e/ou miopia aguda (visão curta).
Distúrbios cardíacos Não conhecida: bradicardia (diminuição da frequência cardíaca).
Distúrbios vasculares Não conhecida: hipotensão postural (queda súbita de pressão arterial quando um indivíduo assume a posição ereta).
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinal Não conhecida: pneumonia intersticial (reação alérgica à hidroclorotiazida confirmada), edema pulmonar (reação alérgica à hidroclorotiazida confirmada), dificuldade respiratória aguda (sinais incluem falta de ar, febre, fraqueza e confusão).
Distúrbios gastrointestinais Não conhecida: náusea, vômito, constipação, diarreia, pancreatite (inflamação no pâncreas). Comum: dor abdominal superior.
Distúrbios hepatobiliares Não conhecida: icterícia (cor amarelada da pele e olhos), colecistite (inflamação da vesícula biliar).
Pele e tecido subcutâneo Não conhecida: reação de fotossensibilidade (sensibilidade exagerada da pele à luz), erupção cutânea.
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo Não conhecida: fraqueza muscular (principalmente redução da ingestão de potássio e/ou aumento da perda de potássio extrarrenal [por exemplo, vômito ou diarreia crônica] pode causar hipocalemia que pode se manifestar, entre outros, por fraqueza muscular, fadiga). Distúrbios renais e urinários Não conhecida: glicosúria (presença de glicose na urina).
Distúrbios gerais e condições no local de administração Não conhecida: sede (aparece em doses elevadas devido à diurese excessiva), fadiga (principalmente redução da ingestão de potássio e/ou aumento da perda de potássio extrarrenal [por exemplo, vômito ou diarreia crônica] pode causar hipocalemia que pode se manifestar, entre outros, por fraqueza muscular, fadiga).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO? A superdose pode causar o aumento dos efeitos colaterais. O tratamento da superdose inclui lavagem gástrica, tratamento de suporte e sintomático com monitorização da função renal e níveis séricos de eletrólitos.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Informações técnicas (profissionais de saúde)
ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
Advertências
Câncer de pele não melanoma Converse com seu médico antes de tomar hidroclorotiazida se você teve câncer de pele ou labial.
Converse com seu médico imediatamente se você apresentar:
-
sensibilidade ao sol ou à luz UV
-
uma lesão de pele inesperada durante o tratamento
O tratamento com hidroclorotiazida, particularmente em uso prolongado com altas doses, pode aumentar o risco de câncer labial e de pele não melanoma. Proteja sua pele de exposição ao sol e aos raios ultravioletas, incluindo bronzeamento dentro de locais fechados, enquanto usa hidroclorotiazida. Foi observado um aumento do risco de câncer de pele e labial não melanoma (carcinoma de células basais (CBC) e carcinoma de células escamosas (CCE)) com aumento acumulativo da dose de exposição à hidroclorotiazida em dois estudos epidemiológicos baseados nos registros de câncer Nacional Dinamarquês. Ações fotossensibilizantes (que aumentam a sensibilidade à luz) da hidroclorotiazida poderiam agir como um possível mecanismo para o câncer de pele e labial não melanoma. Os pacientes em uso de hidroclorotiazida devem ser informados do risco de câncer de pele e labial não melanoma e aconselhados a verificar sua pele regularmente quanto a quaisquer novas lesões e reportar imediatamente quaisquer lesões de pele suspeitas. É recomendada atenção especial para paciente com fatores de risco conhecidos para câncer de pele, como: fototipos de pele I e II (pele branca pálida e clara), histórico familiar de câncer de pele, histórico de dano na pele pela exposição ao sol/irradiação UV e radioterapia, fumantes e em tratamento fotossensibilizante. Devem ser recomendadas aos pacientes possíveis medidas preventivas, como exposição limitada à luz do sol e raios ultravioletas e adequada proteção quando exposto aos raios solares, com o intuito de minimizar o risco de câncer de pele. Lesões suspeitas na pele devem ser prontamente examinadas, potencialmente incluindo exames histológicos de biópsia. O uso de hidroclorotiazida também pode precisar ser reconsiderado em pacientes que tiveram câncer de pele e labial não melanoma previamente (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”).
Distúrbios respiratórios Converse com seu médico antes de tomar hidroclorotiazida se você teve problemas respiratórios ou pulmonares (incluindo inflamação ou líquido nos pulmões) após a ingestão de hidroclorotiazida no passado. Se você desenvolver falta de ar ou dificuldade em respirar após tomar hidroclorotiazida, procure atendimento médico imediatamente.
Insuficiência renal (dos rins) A azotemia pode ocorrer durante a administração de diuréticos tiazídicos em pacientes com insuficiência renal. Se houver progressão da insuficiência renal, o tratamento deve ser completamente revisto pelo seu médico, ou considerar a interrupção da terapia com diuréticos.
Desequilíbrio eletrolítico As tiazidas, incluindo a hidroclorotiazida, podem causar desequilíbrio do volume de fluidos ou eletrólitos (incluindo hipocalemia (redução dos níveis de potássio no sangue), hiponatremia (nível baixo de sódio no sangue) e alcalose hipoclorêmica). Sinais clínicos de alerta de desequilíbrio de fluidos e eletrólitos são boca seca, sede, fraqueza, letargia, sonolência, inquietação, dores ou cãibras musculares, hipotensão, oligúria, taquicardia e distúrbios gastrintestinais, como náuseas ou vômitos (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”). A hipocalemia pode ocorrer quando a hidroclorotiazida for administrada, especialmente em diurese rápida, após terapia prolongada ou em cirrose grave. A hipocalemia pode sensibilizar ou agravar ainda mais a resposta do coração aos efeitos tóxicos da digoxina (por exemplo, aumento da irritabilidade ventricular) (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”). Hipercalcemia (aumento nos níveis de cálcio no sangue) significativa pode ser evidência de hiperparatireoidismo latente. As tiazidas devem ser descontinuadas antes da realização de testes da função da paratireoide. As tiazidas podem diminuir os níveis séricos de iodo ligado à proteína sem sinais de comprometimento da função tireoidiana. As tiazidas podem aumentar a excreção urinária de magnésio, o que pode levar à hipomagnesemia (redução dos níveis de magnésio no sangue).
Insuficiência hepática (do fígado) O risco de hipocalemia é maior em pacientes com cirrose hepática, em pacientes com diurese aumentada e em pacientes que receberam medicação concomitante com corticosteroides ou ACTH (vide “Interações Medicamentosas”).
Os tiazídicos devem ser usados com cuidado caso você apresente insuficiência hepática ou doença hepática progressiva, pois pequenas alterações no balanço hidroeletrolítico podem precipitar o coma hepático.
Metabolismo A terapia com tiazida pode precipitar hiperuricemia (aumento da concentração do ácido úrico no sangue) ou gota (doença reumática caracterizada pelo acúmulo de cristais de ácido úrico junto a articulações e/ou em outros órgãos) em certos pacientes. A terapia tiazídica pode prejudicar a tolerância à glicose. Pode ser necessário ajuste posológico dos agentes antidiabéticos, incluindo insulina (vide “Interações Medicamentosas”). Aumentos nos níveis de colesterol e triglicérides podem estar associados à terapia com diuréticos tiazídicos.
Derrame coroidal (derrame nos olhos), glaucoma secundário agudo de ângulo fechado e/ou miopia aguda A hidroclorotiazida é uma sulfonamida. A sulfonamida e os fármacos derivados da sulfonamida podem causar uma reação idiossincrática, que pode resultar em derrame coroidal (derrame nos olhos) com defeito no campo visual, glaucoma secundário agudo de ângulo fechado (aumento da pressão intraocular) e/ou miopia aguda (visão curta). Os sintomas incluem início agudo de diminuição da acuidade visual ou dor ocular e tipicamente ocorrem dentro de horas a semanas após o início do medicamento. O glaucoma agudo de ângulo fechado não tratado pode levar à perda permanente da visão. O tratamento primário é interromper o uso do medicamento o mais rapidamente possível. Podem ser necessários cuidados médicos ou cirúrgicos imediatos se a pressão intraocular permanecer descontrolada. Os fatores de risco para o desenvolvimento do glaucoma agudo de ângulo fechado podem incluir histórico de alergia à sulfonamida ou à penicilina (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”). Converse com seu médico se você apresentar diminuição da visão ou dor em um ou em ambos os olhos durante o tratamento com hidroclorotiazida. Você deve interromper o tratamento com hidroclorotiazida e procurar atendimento médico imediato, pois podem ser sintomas de acúmulo de fluido no olho (derrame coroidal) ou aumento da pressão no olho (glaucoma), podendo ocorrer dentro de horas e/ou semanas após tomar hidroclorotiazida. Isso pode levar à perda permanente da visão, se não for tratada. Se você já teve alergia a penicilina ou sulfonamida, pode estar em maior risco de desenvolvê-los.
Outros A exacerbação ou ativação do lúpus eritematoso sistêmico (doença que apresenta manifestações na pele, coração, rins, articulações, entre outras) foi relatada com o uso de tiazidas. Reações de fotossensibilidade (sensibilidade exagerada da pele à luz) foram relatadas com o uso de diuréticos tiazídicos. Se reações de fotossensibilidade (sensibilidade exagerada da pele à luz) ocorrerem durante o tratamento com hidroclorotiazida, o tratamento deve ser interrompido. Não é recomendado bebidas alcoólicas durante o tratamento (vide “Interações Medicamentosas”).
Precauções Insuficiência hepática Quando pacientes com insuficiência renal tomam hidroclorotiazida, recomenda-se verificar regularmente a concentração sérica de potássio e creatinina.
Desequilíbrio eletrolítico Como com todos os pacientes submetidos à terapia diurética, é necessário verificar regularmente os eletrólitos séricos em intervalos apropriados. As tiazidas podem diminuir a excreção urinária de cálcio e podem causar uma elevação ligeira e intermitente da concentração sérica de cálcio, sem quaisquer distúrbios perceptíveis no metabolismo do cálcio.
Gravidez e amamentação Gravidez Existe apenas experiência limitada com a hidroclorotiazida durante a gravidez, especialmente durante o primeiro trimestre. Não há um número suficiente de estudos em animais para garantir a segurança durante a gravidez. A hidroclorotiazida passa através da barreira placentária. Em relação ao mecanismo farmacológico de ação da hidroclorotiazida, a sua utilização durante o segundo e terceiro trimestre pode comprometer a
perfusão entre a placenta e o feto e pode causar, por exemplo, icterícia, desequilíbrio eletrolítico e trombocitopenia no feto ou recém-nascido.A hidroclorotiazida não deve ser utilizada no tratamento de edema gestacional, hipertensão gestacional ou pré-eclâmpsia devido ao risco de diminuição do volume plasmático e hipoperfusão placentária, sem efeito benéfico no curso da doença. A hidroclorotiazida não deve ser usada durante a gravidez para tratar a hipertensão essencial exceto em raras situações em que você não possa prescrever um tratamento diferente.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Amamentação A hidroclorotiazida é excretada no leite materno em pequena quantidade. Altas doses de tiazidas causando diurese intensa podem interromper a produção de leite. O uso de hidroclorotiazida durante a amamentação não é recomendado. Se a hidroclorotiazida for usada durante a amamentação, a dose deve ser reduzida à menor possível.
Este medicamento inibe a produção de leite humano. Seu médico deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê. Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas A diminuição da pressão arterial no início do tratamento pode afetar as atividades que exigem maior atenção, coordenação motora e tomada de decisão rápida (por exemplo, dirigir, trabalhar em alturas, etc.). Evite levantar-se rapidamente e dirigir veículos e/ou operar máquinas, principalmente no início do tratamento.
Este medicamento pode causar doping.
Atenção: Contém lactose.
Bulário RDC
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Medicamento-medicamento
álcool, barbitúricos, narcóticos ou antidepressivos Pode ocorrer potenciação da hipotensão ortostática.
Medicamentos antidiabéticos (agentes orais e insulina) O tratamento com tiazidas pode influenciar a tolerância à glicose. Pode ser necessário ajuste posológico do medicamento antidiabético. A metformina deve ser utilizada com precaução devido ao risco de acidose láctica induzida por uma possível insuficiência renal funcional associada à hidroclorotiazida.
Outros medicamentos anti-hipertensivos Efeito aditivo ou potencialização.
Medicamentos afetados por distúrbios do potássio sérico Recomenda-se a monitorização periódica do potássio sérico e um ECG quando a hidroclorotiazida é administrada concomitantemente com medicamentos afetados pelo nível sérico de potássio (por exemplo, glicosídeos digitálicos e antiarrítmicos) e com os seguintes medicamentos indutores de torsades de pointes (incluindo alguns antiarrítmicos):
-
Antiarrítmicos classe Ia (por exemplo, quinidina, hidroquinidina, disopiramida)
-
Antiarrítmicos classe III (por exemplo, amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida)
-
Alguns antipsicóticos (por exemplo, tioridazina, clorpromazina, levomepromazina, trifluoperazina,
ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol)
- Outros (por exemplo, bepridil, cisaprida, difemanila, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina,
pentamidina, terfenadina, vincamina IV) A hipocalemia é fator predisponente à torsade de pointes (tipo de taquicardia ventricular).
Resinas de colestiramina e colestipol A absorção de hidroclorotiazida é prejudicada pela presença de resinas de troca aniônica. Doses únicas de colestiramina ou de resinas de colestipol ligam-se à hidroclorotiazida e reduzem a sua absorção no trato gastrointestinal em até 85% e 43%, respectivamente.
anfotericina B (parenteral), corticosteroides, ACTH ou laxantes estimulantes A hidroclorotiazida pode intensificar o desequilíbrio eletrolítico, particularmente hipocalemia. Aminas pressoras (por exemplo, adrenalina)
Possível diminuição da resposta às aminas pressoras, mas não suficiente para impedir seu uso.
Relaxantes musculares esqueléticos, não despolarizantes (por exemplo, tubocurarina) Possível aumento da capacidade de resposta ao relaxante muscular.
lítio Os agentes diuréticos reduzem a depuração renal do lítio e aumentam o risco de toxicidade pelo lítio. O uso concomitante não é recomendado.
amantadina As tiazidas, incluindo a hidroclorotiazida, podem aumentar o risco de efeitos indesejáveis da amantadina.
Medicamentos utilizados no tratamento da gota (probenecida, sulfinpirazona e alopurinol) Pode ser necessário ajuste posológico de medicamentos uricosúricos, uma vez que a hidroclorotiazida pode elevar o nível de ácido úrico sérico. Aumento na dosagem de probenecida ou sulfinpirazona pode ser necessário. A coadministração de tiazidas pode aumentar a incidência de reações de hipersensibilidade ao alopurinol.
Agentes anticolinérgicos Aumento da biodisponibilidade de diuréticos do tipo tiazídico, diminuindo a motilidade gastrointestinal e a taxa de esvaziamento gástrico.
Agentes citotóxicos (por exemplo, ciclofosfamida, metotrexato) As tiazidas podem reduzir a excreção renal de medicamentos citotóxicos e potenciar os seus efeitos mielossupressores.
Salicilatos, AINEs Em caso de doses elevadas de salicilatos, a hidroclorotiazida pode aumentar o efeito tóxico dos salicilatos no sistema nervoso central. Os AINEs podem diminuir o efeito anti-hipertensivo da hidroclorotiazida.
metildopa Houve relatos isolados de anemia hemolítica ocorrendo com o uso concomitante de hidroclorotiazida e metildopa.
ciclosporina O tratamento concomitante com ciclosporina pode aumentar o risco de hiperuricemia e complicações do tipo gota.
Glicosídeos digitálicos A hipocalemia induzida pelas tiazidas pode aumentar a toxicidade dos glicosídeos digitálicos.
Sais de cálcio Os diuréticos tiazídicos podem aumentar os níveis séricos de cálcio devido à diminuição da excreção. Se os suplementos de cálcio devem ser prescritos, os níveis séricos de cálcio devem ser monitorados e a dosagem de cálcio deve ser ajustada de acordo.
carbamazepina Risco de hiponatremia sintomática. Monitoramento clínico e biológico é necessário.
Anticoagulantes orais As tiazidas podem antagonizar o efeito dos anticoagulantes orais.
Betabloqueadores, diazóxido O uso concomitante de diuréticos tiazídicos, incluindo hidroclorotiazida, com betabloqueadores ou diazóxido, pode aumentar o risco de hiperglicemia.
Meios de contraste iodo Em caso de desidratação induzida por diuréticos, existe um risco aumentado de insuficiência renal aguda, especialmente com altas doses do produto iodo.
Medicamento-exame laboratorial As tiazidas podem diminuir os níveis séricos de iodo conjugado à proteína, sem sinais de distúrbios da tireoide. Deve-se suspender a administração de hidroclorotiazida antes de se realizarem testes de função da paratireoide, o médico irá lhe orientar como proceder nessa situação (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Devido aos seus efeitos sobre o metabolismo do cálcio, as tiazidas podem interferir nos testes da função da paratireoide (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
60/12
- CUIDADOS DE
VPS
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
9. REAÇÕES ADVERSAS
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do N° do Data do N° do Data de Versões Apresentações
expediente expediente Assunto expediente expediente Assunto aprovação Itens de bula (VP/VPS) relacionadas
Comprimido de 25 mg em embalagem contendo 10,
- O QUE DEVO SABER ANTES DE 20, 30, 40, 60 e 500**
USAR ESTE MEDICAMENTO? comprimidos.
- QUAIS OS MALES QUE ESTE Comprimido de 50 mg em
10452 – VP MEDICAMENTO PODE ME embalagem contendo 10, GENÉRICO – CAUSAR? 20, 30, 40, 60 e 500** Notificação de
11/02/2021 0565382/21-7 N/A N/A N/A N/A III DIZERES LEGAIS comprimidos.
Alteração de **Embalagem Hospitalar Texto de Bula – RDC 60/12
- ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
III DIZERES LEGAIS
- QUANDO NÃO DEVO USAR
ESTE MEDICAMENTO? VP
- O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
10452 - 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE Comprimido de 25 mg e
04/07/2022 GENÉRICO – MEDICAMENTO PODE ME 50 mg. Embalagem
4377208/22-5 Notificação de N/A N/A N/A N/A CAUSAR? contendo 10, 20, 30, 40,
Alteração de 60 ou 500* unidades.
Texto de Bula - 5. ADVERTÊNCIAS E VPS *Embalagem hospitalar
publicação no PRECAUÇÕES Bulário RDC 6. INTERAÇÕES
60/12 MEDICAMENTOSAS
10452 GENÉRICO – Comprimido de 25 mg e 50 Notificação de mg. Embalagem
Alteração de 5. ADVERTÊNCIAS E VPS contendo 10, 20, 30, 40, 60
15/06/2023 0609570/23-4 Texto de Bula - N/A N/A N/A N/A PRECAUÇÕES ou 500* unidades.
publicação no *Embalagem hospitalar Bulário RDC 60/12
- O QUE DEVO SABER VP Comprimido de 25 mg e
ANTES DE USAR ESTE 50 mg. Embalagem
10452 - MEDICAMENTO? contendo 10, 20, 30,
GENÉRICO – III – DIZERES LEGAIS 40, 60 ou 500* unidades.
*Embalagem hospitalar Notificação de
20/06/2024 0840623/24-1 Alteração de N/A N/A N/A N/A
Texto de Bula - 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
publicação no III – DIZERES LEGAIS VPS
Bulário RDC 60/12
- QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
- O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
- ONDE, COMO E POR QUANTO
VP
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
10452 MEDICAMENTO? GENÉRICO - Comprimido de 25 mg e
- COMO DEVO USAR ESTE
Notificação de 50 mg. Embalagem MEDICAMENTO?
-
- Alteração de N/A N/A N/A N/A contendo 10, 20, 30,
2. RESULTADOS DE EFICÁCIA
- QUANDO NÃO DEVO USAR Comprimido de 25 mg em
ESTE MEDICAMENTO embalagem contendo 10, 10452 –
- O QUE DEVO SABER ANTES DE 20, 30, 40, 60 e 500**
GENÉRICO – USAR ESTE MEDICAMENTO comprimidos. 0854226/18-1 Notificação
30/08/2018 N/A N/A N/A N/A 5. ADVERTÊNCIAS E VP/VPS Comprimido de 50 mg em
de Alteração PRECAUÇÕES embalagem contendo 10, de Texto de
- QUAIS OS MALES QUE ESTE 20, 30, 40, 60 e 500**
Bula – RDC MEDICAMENTO PODE ME comprimidos. 60/12 CAUSAR **Embalagem Hospitalar
- CARACTERÍSTICAS
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do N° do Data do N° do Data de Versões Apresentações
expediente expediente Assunto expediente expediente Assunto aprovação Itens de bula (VP/VPS) relacionadas
FARMACOLÓGICAS
4. CONTRAINDICAÇÕES
- ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
- INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
publicação no *Embalagem hospitalar
Identificação do medicamento
I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
hidroclorotiazida “Medicamento Genérico, Lei n°. 9.787, de 1999”
APRESENTAÇÕES
Comprimido de 25 mg e 50 mg. Embalagem contendo 10, 20, 30, 40, 60 ou 500* unidades. *Embalagem hospitalar
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de 25 mg contém:
hidroclorotiazida. ................................................................................................................................. 25 mg excipiente* q.s.p ................................................................................................................................... 1 com *lactose monoidratada, amido pré-gelatinizado, celulose microcristalina, estearato de magnésio.
Cada comprimido de 50 mg contém:
hidroclorotiazida. ................................................................................................................................. 50 mg excipiente* q.s.p ................................................................................................................................... 1 com *lactose monoidratada, amido pré-gelatinizado, celulose microcristalina, estearato de magnésio.
Dizeres legais
III - DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0583.0835
Registrado por: GERMED FARMACÊUTICA LTDA Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, KM 08 Bairro Chácara Assay Hortolândia/SP – CEP: 13186-901
CNPJ: 45.992.062/0001-65
INDÚSTRIA BRASILEIRA
Produzido por: EMS S/A Hortolândia/SP
Ou
Produzido por: NOVAMED FABRICAÇÃO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA Manaus/AM
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
SAC: 0800-747 60 00
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 04/12/2024.
bula-pac-328352-GER-v1
10452 – Comprimido de 25 mg em GENÉRICO – embalagem contendo 10, 0995825/18-8 Notificação de
15/10/2018 N/A N/A N/A N/A III – Dizeres legais VP/VPS 20, 30, 40, 60 e 500**
Alteração de comprimidos. Texto de Bula **Embalagem Hospitalar – RDC 60/12
Comprimido de 25 mg em embalagem contendo 10,
- O QUE DEVO SABER ANTES DE 20, 30, 40, 60 e 500**
USAR ESTE MEDICAMENTO? comprimidos.
10452 – 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE Comprimido de 50 mg em
GENÉRICO – MEDICAMENTO PODE ME embalagem contendo 10,
0129569/19-1 Notificação de CAUSAR? 20, 30, 40, 60 e 500**
12/02/2019 N/A N/A N/A N/A VP/VPS
Alteração de comprimidos. Texto de Bula **Embalagem Hospitalar – RDC 60/12 3.CARACTERÍSTICAS
FARMACOLÓGICAS
- ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
Texto de Bula – 40, 60 ou 500* unidades.
Histórico de alteração da bula
Histórico de alteração da bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do N° do Data do N° do Data de Versões Apresentações
expediente expediente Assunto expediente expediente Assunto aprovação Itens de bula (VP/VPS) relacionadas
Comprimido de 25 mg em embalagem contendo 10, 20, 30, 40, 60 e 500** 10459 – Não houve alteração no texto de bula. comprimidos. GENÉRICO
0077131/17-7 Submissão eletrônica apenas para Comprimido de 50 mg em
16/01/2017 – N/A N/A N/A N/A VP/VPS
disponibilização do texto de bula no embalagem contendo 10, Inclusão Bulário eletrônico da ANVISA. 20, 30, 40, 60 e 500** Inicial de comprimidos. Texto de Bula **Embalagem Hospitalar – RDC 60/12
- O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO
Comprimido de 25 mg em embalagem contendo 10,
10452 – 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
20, 30, 40, 60 e 500** GENÉRICO – MEDICAMENTO PODE ME comprimidos.
0538361/17-7 Notificação CAUSAR
04/04/2017 N/A N/A N/A N/A VP/VPS Comprimido de 50 mg em
de Alteração embalagem contendo 10, de Texto de 5. ADVERTÊNCIAS E 20, 30, 40, 60 e 500** Bula – RDC PRECAUÇÕES comprimidos. 60/12 **Embalagem Hospitalar
Transcrição automática da bula oficial registrada na ANVISA, processada em 15 de jun. de 2026. Conteúdo informativo: em caso de divergência, vale o PDF oficial. Este material não substitui orientação médica ou farmacêutica.