Posologia (resumo)
Infecções das vias respiratórias (amidalites, sinusites, pneumonias)
500 mg a cada 6 horas, ingerir com um pouco de líquido cerca de 30 minutos a 1 hora antes das refeições.
Infecções do trato gastrintestinal
500 mg a cada 6 horas, ingerir com um pouco de líquido cerca de 30 minutos a 1 hora antes das refeições.
Infecções das vias geniturinárias
500 mg a cada 6 horas, ingerir com um pouco de líquido cerca de 30 minutos a 1 hora antes das refeições.
Blenorragia (gonorreia) em adultos
Dose única de 2,0 g de ampicilina associada a 1,0 g de probenecida, administradas simultaneamente, cerca de 30 minutos a 1 hora antes das refeições.
Adultos - Vias Respiratórias
Adultos com infecções de vias respiratórias: 200 a 500 mg via oral a cada 6 horas, 30 minutos a 1 hora antes das refeições.
Adultos - Trato Gastrintestinal
Adultos com infecções do trato gastrintestinal: 500 mg via oral a cada 6 horas, 30 minutos a 1 hora antes das refeições.
Adultos - Vias Geniturinárias
Adultos com infecções das vias geniturinárias: 500 mg via oral a cada 6 horas, 30 minutos a 1 hora antes das refeições.
Adultos - Meningite Bacteriana
Adultos com meningite bacteriana: 8 a 14 g via oral a cada 24 horas, 30 minutos a 1 hora antes das refeições.
Adultos - Infecção por Neisseria gonorrhoeae
Adultos com infecção por Neisseria gonorrhoeae: dose única de 3,5 g de ampicilina associada a 1,0 g de probenecida via oral, 30 minutos a 1 hora antes das refeições.
Crianças - Vias Respiratórias
Crianças com infecções de vias respiratórias: 25 a 50 mg/kg/dia via oral, divididos em doses iguais a cada 6 ou 8 horas, 30 minutos a 1 hora antes das refeições.
Crianças - Trato Gastrintestinal
Crianças com infecções do trato gastrintestinal: 50 a 100 mg/kg/dia via oral, divididos em doses iguais a cada 6 ou 8 horas, 30 minutos a 1 hora antes das refeições.
Crianças - Vias Geniturinárias
Crianças com infecções das vias geniturinárias: 50 a 100 mg/kg/dia via oral, divididos em doses iguais a cada 6 ou 8 horas, 30 minutos a 1 hora antes das refeições.
Crianças - Meningite Bacteriana
Crianças com meningite bacteriana: 100 a 200 mg/kg/dia via oral, 30 minutos a 1 hora antes das refeições.
Resumo da posologia extraído automaticamente por IA da bula oficial registrada na ANVISA, em 12 de jun. de 2026. É um material informativo: consulte a bula completa e siga sempre a orientação do seu médico ou farmacêutico. Não use como única referência de dose.
Bula do medicamento
PDF oficial ANVISA recortado para esta apresentação (Ampicilina Prati-Donaduzzi Cápsula dura 500 mg Ampicilina_bula_paciente). A bula original completa segue disponível na seção Registro ANVISA.
Informações ao paciente
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
A ampicilina está indicada no tratamento de diversas infecções causadas por microorganismos sensíveis a este medicamento. São elas: Infecções do trato urinário (infecções urinárias); Infecções do trato respiratório (amidalites, sinusites, pneumonias); Infecções do trato digestivo e biliar (infecções intestinais e da vesícula biliar); Infecções localizadas ou sistêmicas (generalizadas), especialmente as causadas por germes do grupo enterococos, Haemophilus, Proteus, Salmonella e E. coli; Infecções bucais, extrações dentárias infectadas e outras intervenções cirúrgicas.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
A ampicilina é um antibiótico derivado das penicilinas que provoca a morte dos microrganismos sensíveis. Sua ação inicia-se minutos após a administração de uma dose, mantendo-se adequada por 6 horas ou mais. A ampicilina está indicada no tratamento de diversas infecções causadas por microrganismos sensíveis a este medicamento.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
A ampicilina é contraindicada para pacientes com história de reações de hipersensibilidade (alergia) às penicilinas (classe de antibióticos onde a ampicilina se enquadra) e/ou demais componentes da formulação. Também não deve ser administrado a pacientes sensíveis às cefalosporinas (outra classe de antibióticos) devido à ocorrência de reação alérgica cruzada.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Recomenda-se a realização de testes antes do início do tratamento com antibióticos, para determinar os microrganismos causadores da infecção (culturas) e provas de sensibilidade destes microrganismos contra o antibiótico, no caso a ampicilina (antibiograma). Deve-se ressaltar que isso pode não ser necessário em todos os casos, pois há critérios médicos que determinam, para cada caso, a indicação destes exames. Reações de hipersensibilidade (alergia) sérias e ocasionalmente fatais foram registradas em pacientes sob tratamento com penicilinas (classe de antibióticos da ampicilina). Ainda que o risco seja maior na terapêutica injetável, há casos relatados na administração oral de penicilinas. Os indivíduos com tendência a desenvolver quadros alérgicos por vários fatores e com maior frequência são mais susceptíveis a estas reações. Histórico de alergias prévias, tanto a medicamentos, como a outros tipos de substâncias deve ser considerado antes do início do tratamento com ampicilina. Caso ocorram reações alérgicas, o paciente deve procurar imediatamente o médico para iniciar o tratamento adequado e a interrupção do uso da ampicilina deve ser considerada. Reações anafiláticas (alérgicas) intensas requerem tratamento de emergência em unidades médicas especializadas. Quando este medicamento for utilizado por tempo prolongado, existe a possibilidade de se desenvolver quadros infecciosos graves por fungos ou mesmo bactérias, portanto estes tratamentos devem ser avaliados criteriosamente. Sugere-se maior espaçamento das doses (a cada 12 ou 16 horas) para o tratamento de infecções sistêmicas
(generalizadas). Nos portadores de insuficiência grave dos rins, pode haver acúmulo de ampicilina. Seu médico deve ser comunicado se você for portador de mau funcionamento dos rins. Exames laboratoriais: Assim como para qualquer fármaco (princípio ativo) potente, avaliações periódicas das funções renal (dos rins), hepática (do fígado) e análises das células sanguíneas podem ser indicadas, especialmente durante tratamentos prolongados. Deve-se ressaltar que isso pode não ser necessário em todos os casos, pois há critérios médicos que determinam, para cada caso, a indicação destes exames. Uso durante a gravidez: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Uso durante a lactação: Pequenas concentrações de ampicilina foram detectadas no leite materno. Os efeitos para o lactente, caso existam, não são conhecidos. A ampicilina deve ser administrada com cautela para mulheres que estão em fase de amamentação. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas: Não há evidências de que a ampicilina diminua a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar este medicamento em temperatura ambiente (de 15°C a 30°C). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspecto físico e características organolépticas
Cápsula cinza e bordô contendo pó branco uniforme.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Posologia A ampicilina atinge níveis no sangue eficazes quando administrada por via oral. Sendo assim, deve-se preferir esta via de administração. Nos casos de impedimento, pode-se utilizar a via injetável e passar para a via oral
assim que possível. A critério médico e de acordo com a maior ou menor gravidade da infecção recomenda-se a seguinte posologia:
-
Vias Respiratórias (amidalites, sinusites, pneumonias): 500 mg a cada 6 horas.
-
Trato Gastrintestinal (infecções intestinais): 500 mg a cada 6 horas.
-
Vias Geniturinárias (infecções urinárias): 500 mg a cada 6 horas.
Não devem ser utilizadas doses menores que as recomendadas na tabela acima. Em infecções graves o tratamento poderá ser prolongado por várias semanas, e doses mais elevadas poderão ser necessárias. Mesmo após cessarem todos os sintomas ou tornarem-se negativas as culturas (exames que pesquisam a presença de bactérias), os pacientes devem continuar o tratamento pelo menos por 48 a 72 horas. As amidalites bacterianas causadas pelos estreptococos hemolíticos (um tipo de bactéria) requerem um
mínimo de 10 dias
de tratamento para evitar manifestações de febre reumática (doença inflamatória que pode afetar coração, articulações e o cérebro) ou glomerulonefrite (inflamação dos glomérulos dos rins, ou seja, das minúsculas estruturas compostas de vasos e fibras nervosas que respondem diretamente pela filtração do sangue). Nas infecções urinárias e gastrintestinais de natureza crônica são necessárias frequentes avaliações médicas onde podem ser indicados exames laboratoriais para a confirmação da cura bacteriológica (e liminação dos microrganismos). Blenorragia (gonorreia): em adultos pode ser tratada com dose única de 2,0 g de ampicilina associada a 1,0 g de probenecida administradas simultaneamente. O seguimento, por meio de culturas bacterianas (4 a 7 dias em homens e de 7 a 14 dias em mulheres após o tratamento), a critério médico, é indicado. O tratamento da gonorreia pode mascarar os sintomas da sífilis. Sendo assim, a possibilidade do paciente possuir ambas as doenças associadas não devem ser descartada.
Administração:
As cápsulas de ampicilina devem ser ingeridas com um pouco de líquido, preferencialmente água, cerca de 30 minutos a 1 hora antes das refeições.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
O esquecimento da administração de ampicilina, resultando em uso com intervalos maiores do que o recomendado entre as doses pode comprometer o resultado do tratamento.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Assim como com outras penicilinas, a maioria das reações adversas estão essencialmente limitadas a reações alérgicas. Estas ocorrem com maior probabilidade em indivíduos que demonstraram reações prévias de alergia a penicilinas, ou naqueles com história de alergia, asma, febre do feno (alergia ao pólen de algumas plantas) ou urticária (coceira).
Podem ser atribuídas ao uso da ampicilina as seguintes reações adversas:
Reações comuns (>1/100 e <1/10): Sistema Nervoso Central: dor de cabeça; Sistema digestivo: estomatite (feridas que podem atingir desde a cavidade oral até o estômago) por Cândida (um tipo de fungo), náusea, vômito, diarreia; Sistema geniturinário: vulvovaginite (inflamação da vulva e vagina) por Cândida. Reações incomuns (>1/1000 e <1/100): Sistema cardiovascular: hipotensão arterial (pressão baixa); Pele: vermelhidão na pele, urticária (coceira), dermatite esfoliativa (descamação da pele); Equilíbrio hidroeletrolítico: inchaço; Sistema respiratório: falta de ar; Sistema digestivo: dor na região do estômago. Reações raras (>1/10000 e < 1/1000):
Sistema circulatório: trombose venosa (oclusão total ou parcial de uma veia), tromboflebite (trombose com inflamação); Sistema digestivo: doença do fígado, aumento das enzimas produzidas pelo fígado, colite pseudomembranosa (inflamação do intestino grosso pela bactéria Clostridium difficile); Sistema geniturinário: nefrite intersticial (inflamação do tecido dos rins), insuficiência renal aguda (mau funcionamento dos rins), cristalúria (formação de cristais na urina); Pele: necrose epidérmica tóxica (doença grave em que a camada superficial da pele se solta), eritema multiforme (inflamação da pele, caracterizada por lesões avermelhadas, vesículas e bolhas), síndrome de Stevens-johnson (forma grave, às vezes fatal, do eritema multiforme); Sistema nervoso central: confusão mental sem outra especificação, convulsões, febre; Equilíbrio hidroeletrolítico: hipopotassemia (baixos níveis de potássio no sangue); Hematológicas e linfáticas (alterações sanguíneas): Anemia e diminuição isolada dos elementos sanguíneos, como plaquetas e glóbulos brancos, têm sido ocasionalmente relatadas durante a terapêutica com penicilinas. Estas reações são usualmente reversíveis com interrupção do tratamento, e acredita-se serem fenômenos alérgicos; Imunológicas: anafilaxia (reação alérgica grave); Osteomuscular: exacerbação da miastenia gravis (doença rara que afeta os músculos);
Informe seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso de medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO? As penicilinas não são muito tóxicas ao homem. Mesmo que em altas doses, é improvável que ocorram efeitos tóxicos graves. Pacientes com doença nos rins são mais propensos a alcançar níveis sanguíneos tóxicos. A ampicilina pode ser removida por hemodiálise. Não havendo antídoto específico, o tratamento, quando necessário, deve ser de suporte. Portanto, deve-se procurar atendimento médico caso ocorra ingestão de altas doses deste medicamento.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.
Informações técnicas (profissionais de saúde)
Interações Medicamentosas:
Alopurinol (medicamento usado para pacientes com aumento do ácido úrico no sangue): Esta associação parece predispor ao desenvolvimento de erupções cutâneas (lesões na pele) induzidas pela ampicilina. Contraceptivos orais (anticoncepcionais): Há casos isolados de irregularidade menstrual e gravidez não planejada em pacientes em uso de contraceptivos orais associados à ampicilina. Probenecida: Diminui a taxa de eliminação das penicilinas, prolongando e aumentando os seus níveis no sangue. Atenção: Contém os corantes vermelho de azorrubina, azul brilhante, dióxido de titânio e óxido de ferro preto, que podem eventualmente, causar reações alérgicas. Interações com alimentos e testes laboratoriais Interação com alimentos: A ingestão de ampicilina com alimentos deve ser evitada, pois estes dificultam a sua absorção. Interações com testes de laboratórios: As penicilinas podem interferir com a medida da glicosúria (açúcar na urina), ocasionando falsos resultados de acréscimo ou diminuição, dependendo do método de análise utilizado. Pacientes idosos: Devem ser seguidas as orientações gerais descritas anteriormente.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. É importante utilizar este medicamento durante todo o tempo prescrito pelo profissional de saúde habilitado, mesmo que os sinais e sintomas da infecção tenham desaparecido, pois isso não significa a cura. A interrupção do tratamento pode contribuir para o aparecimento de infecções mais graves.
Identificação do medicamento
I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
ampicilina “Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999”
APRESENTAÇÃO
Cápsula dura de 500 mg – Embalagem contendo 10 unidades.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada cápsula dura contém:
ampicilina.................................................................................................................................................. 500 mg excipientes q.s.p...............................................................................................................................1 cápsula dura (estearato de magnésio, talco, celulose microcristalina e croscarmelose sódica. Componentes da cápsula: gelatina, vermelho de azorrubina, azul brilhante, dióxido de titânio e óxido de ferro preto).
Dizeres legais
III - DIZERES LEGAIS
Registro: 1.1819.0170
Registrado por:
MULTILAB INDUSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA.
Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, KM 08 Bairro Chácara Assay CEP 13186-901, Hortolândia – SP
CNPJ: 92.265.552/0009-05
Indústria Brasileira
Produzido por:
MULTILAB INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS FARMACEUTICOS LTDA.
Jaguariúna / SP
Ou
MULTILAB INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA.
São Jerônimo / RS
VENDA SOB PRESCRIÇÃO - COM RETENÇÃO DA RECEITA
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 23/05/2017.
SAC 0800 600 0660
bula-pac-725490-MLB-v5
Histórico de alteração da bula
HISTÓRICO DE ALTERAÇÃO DE TEXTO DE BULA
Dados da Submissão eletrônica Dados da petição que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do Nº do Data do Nº do Data de Versões
Assunto Assunto Itens de bula Apresentações
expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS)
10459 – GENÉRICO Dizeres legais de – Inclusão acordo com a bula do 0815169/18- Cápsulas 500
1708/2018 Inicial de N/A N/A N/A N/A medicamento VP/VPS
5 mg Texto de referência Bula – RDC AMPLACILINA. 60/12
10452 – 4. O QUE DEVO
GENÉRICO– SABER ANTES DE Notificação USAR ESTE 0276588/19- Cápsulas 500
27/03/2019 de Alteração N/A N/A N/A N/A MEDICAMENTO? VP/VPS
8 mg de Texto de Remoção de frase de Bula –RDC advertência ao corante 60/12 amarelo de tartrazina. 10452 GENÉRICO
- Notificação
de Alteração 1553902/21- Cápsulas 500
23/04/2021 de Texto de N/A N/A N/A N/A 9 – Reações adversas VPS
4 mg Bula – publicação no Bulário
RDC 60/12
10452 -
GENÉRICO 10506 -
- Notificação GENÉRICO
de Alteração -
5108252/22- 5086179/22- Cápsulas 500
29/12/2022 de Texto de 22/12/2022 Modificação N/A III-Dizeres Legais VP/VPS
6 4 mg Bula – Póspublicação Registro no Bulário CLONE
RDC 60/12
10452 - VP
500 MG CAP
GENÉRICO I - IDENTIFICAÇÃO
DURA CT BL
- Notificação N/A N/A N/A N/A DO MEDICAMENTO VP / VPS
AL PLAS de Alteração 3. QUANDO NÃO OPC X 10 de Texto de DEVO USAR ESTE
Bula – MEDICAMENTO? publicação 4. O QUE DEVO no Bulário SABER ANTES DE
RDC 60/12 USAR ESTE
MEDICAMENTO?
- ONDE, COMO E
POR QUANTO
TEMPO POSSO
GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
- COMO DEVO
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
III - DIZERES
LEGAIS
VPS
I - IDENTIFICAÇÃO
DO MEDICAMENTO
- ADVERTÊNCIAS
E PRECAUÇÕES
- CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO
DO MEDICAMENTO
III - DIZERES
LEGAIS
Transcrição automática da bula oficial registrada na ANVISA, processada em 15 de jun. de 2026. Conteúdo informativo: em caso de divergência, vale o PDF oficial. Este material não substitui orientação médica ou farmacêutica.