Posologia (resumo)
Adultos
Administrar 1 enema ao deitar, com limite máximo de 1 enema por dia.
Retocolite ulcerativa - Adultos (Comprimidos)
Tratamento agudo: dose individual de até 4 g ao dia, divididas ao longo do dia. Tratamento de manutenção: 2 g uma vez ao dia ou em doses divididas. Limite máximo: 4 g/dia.
Retocolite ulcerativa - Crianças > 2 anos (Comprimidos)
Tratamento agudo e de manutenção: 20 a 30 mg/kg de peso corpóreo ao dia, em doses divididas. Limite máximo: 4 g/dia.
Doença de Crohn - Adultos (Comprimidos)
Tratamento agudo e de manutenção: dose individual de até 4 g ao dia, em doses divididas. Limite máximo: 4 g/dia.
Doença de Crohn - Crianças > 2 anos (Comprimidos)
Tratamento agudo e de manutenção: 20 a 30 mg/kg de peso corpóreo ao dia, em doses divididas. Limite máximo: 4 g/dia.
Retocolite ulcerativa - Adultos (Sachê)
Tratamento agudo: até 4 g por dia, uma vez ao dia ou em doses divididas duas vezes ao dia. Tratamento de manutenção: 2 g uma vez ao dia. Limite máximo: 4 g/dia.
Adultos (Enema)
Um enema ao deitar. Limite máximo: 1 enema por dia.
Proctite ulcerativa - Adultos (Supositório)
Um supositório, uma a duas vezes ao dia, por 4 semanas. Limite máximo: 2 supositórios por dia.
Resumo da posologia extraído automaticamente por IA da bula oficial registrada na ANVISA, em 12 de jun. de 2026. É um material informativo: consulte a bula completa e siga sempre a orientação do seu médico ou farmacêutico. Não use como única referência de dose.
Bula do medicamento
PDF oficial ANVISA recortado para esta apresentação (Pentasa® Laboratórios Ferring Ltda. Enema 10 mg/mL Pentasa_Bula_Paciente Pg. 9). A bula original completa segue disponível na seção Registro ANVISA.
Informações ao paciente
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações abaixo. Caso não esteja seguro a respeito de determinado item, favor informar ao seu médico.
Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações abaixo. Caso não esteja seguro a respeito de determinado item, favor informar ao seu médico.
Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações abaixo. Caso não esteja seguro a respeito de determinado item, favor informar ao seu médico.
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1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Pentasa® comprimido está indicado como anti-inflamatório para reduzir as reações inflamatórias que acometem as mucosas gastrointestinais na retocolite ulcerativa idiopática (inflamação crônica das camadas mais superficiais, que revestem o intestino grosso e reto, onde pode provocar lesões nas áreas afetadas) e doença de Crohn (inflamação crônica das camadas que revestem uma ou mais partes do tubo digestivo, desde a boca, esôfago, estômago, intestinos delgado e grosso até o reto e ânus, que pode provocar lesões nas áreas afetadas). É também utilizado para prevenir e reduzir as recidivas dessas enfermidades.
Pentasa® Enema está indicado como anti-inflamatório para reduzir as reações inflamatórias que acometem as mucosas gastrointestinais na retocolite ulcerativa idiopática (inflamação crônica das camadas mais superficiais, que revestem o intestino grosso e reto, que pode provocar lesões nas áreas afetadas) e doença de Crohn (inflamação crônica das camadas que revestem uma ou mais partes do tubo digestivo, desde a boca, esôfago, estômago, intestinos delgado e grosso até o reto e ânus, que pode provocar lesões nas áreas afetadas). São também utilizados para prevenir e reduzir as recidivas dessas enfermidades. O enema é indicado para o tratamento de doenças inflamatórias intestinais crônicas localizadas nas porções finais do cólon e reto (proctossigmoidite ulcerativa).
Pentasa® Sachê está indicado como anti-inflamatório para reduzir as reações inflamatórias que acometem as mucosas gastrointestinais na retocolite ulcerativa idiopática leve a moderada (inflamação crônica das camadas mais superficiais, que revestem o intestino grosso e reto, onde pode provocar lesões nas áreas afetadas) em pacientes acima de 18 anos de idade. É também utilizado para prevenir e reduzir as recidivas (recorrência) dessa enfermidade (doença).
Pentasa® supositório está indicado como anti-inflamatório para reduzir as reações inflamatórias que acometem a mucosa intestinal na retocolite ulcerativa idiopática (inflamação crônica das camadas mais superficiais, que revestem o intestino grosso e reto, que pode provocar lesões nas áreas afetadas) e doença de Crohn (inflamação crônica das camadas que revestem uma ou mais partes do tubo digestivo, desde a boca, esôfago, estômago, intestinos delgado e grosso até o reto e ânus, que pode provocar lesões nas áreas afetadas). É também utilizado para prevenir e reduzir as recidivas dessas enfermidades, sendo o supositório indicado para o tratamento das inflamações do reto (proctite ulcerativa).
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Pentasa® tem como ingrediente ativo a mesalazina que atua na parede intestinal do aparelho digestivo como um anti-inflamatório local. A atividade terapêutica da mesalazina depende do contato local da mesalazina com a área inflamada da mucosa intestinal. A mesalazina é continuamente liberada nas formas orais a partir do microgrânulo de liberação prolongada no trato gastrintestinal em quaisquer condições de pH intestinais. Os microgrânulos chegam ao duodeno dentro do período de uma hora após a administração, independentemente da administração de alimentos. O tempo médio do trânsito intestinal em voluntários saudáveis é de aproximadamente 3 a 4 horas. O tempo para que ocorra o efeito é individual, uma vez que o movimento peristáltico intestinal varia de indivíduo para indivíduo. Além disso, o tempo para que ocorra o efeito será dependente da localização da doença. Quanto mais proximal a localização da doença, mais rápido o efeito e vice-versa. Portanto, o efeito pode ser esperado no período entre 2 e 5 horas.
Pentasa® tem como ingrediente ativo a mesalazina que atua na parede intestinal do aparelho digestivo como um anti-inflamatório local. A atividade terapêutica da mesalazina depende do contato local da mesalazina com a área inflamada da mucosa intestinal. A administração de Pentasa® Enema gera alta concentração de mesalazina no reto e possui baixa absorção sistêmica.
Pentasa® tem como ingrediente ativo a mesalazina que atua na parede intestinal do aparelho digestivo como um anti-inflamatório local. A atividade terapêutica da mesalazina depende do contato local da mesalazina com a área inflamada da mucosa intestinal. A mesalazina é continuamente liberada na forma oral a partir do grânulo de liberação prolongada no trato gastrintestinal em quaisquer condições de pH (de acidez) intestinais. Os grânulos entram no duodeno dentro do período de uma hora após a administração, independentemente da administração de alimentos. O tempo médio do trânsito intestinal em voluntários (pessoas) saudáveis é de aproximadamente 3 a 4 horas. O tempo para que ocorra o efeito é individual, uma vez que o movimento peristáltico intestinal varia de indivíduo para indivíduo. Além disso, o tempo para que ocorra o efeito será dependente da localização da doença. Quanto mais proximal (partes superiores do intestino) a localização da doença, mais rápido o efeito e vice-versa. Portanto, o efeito pode ser esperado no período entre 2 e 5 horas.
Pentasa® tem como ingrediente ativo a mesalazina que atua na parede intestinal do aparelho digestivo como um anti-inflamatório local. A atividade terapêutica da mesalazina depende do contato local da mesalazina com a área inflamada da mucosa intestinal. A administração de Pentasa® supositório gera alta concentração de mesalazina no reto e possui baixa absorção sistêmica.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Pentasa® não deve ser utilizado caso a resposta para alguma das perguntas a seguir for “SIM”:
- Você possui hipersensibilidade (reação alérgica) à mesalazina ou aos salicilatos (por exemplo: ácido
acetilsalicílico - AAS)?
-
Você possui hipersensibilidade (reação alérgica) a qualquer componente da formulação?
-
Você possui doença renal ou hepática séria?
Este medicamento é contraindicado para menores de dois anos de idade.
Pentasa_Bula_Paciente Pg. 2
Pentasa® não deve ser utilizado caso a resposta para alguma das perguntas a seguir for “SIM”:
- Você possui hipersensibilidade (reação alérgica) à mesalazina ou aos salicilatos (por exemplo: ácido
acetilsalicílico - AAS)?
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Você possui hipersensibilidade (reação alérgica) a qualquer componente da formulação?
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Você possui doença renal ou hepática séria?
Pentasa® não deve ser utilizado caso a resposta para alguma das perguntas a seguir for “SIM”:
- Você possui hipersensibilidade (reação alérgica) à mesalazina ou aos salicilatos (por exemplo: ácido
acetilsalicílico - AAS)?
- Você possui hipersensibilidade (reação alérgica) a qualquer componente da formulação?
Pentasa_Bula_Paciente Pg. 19
- Você possui doença renal ou hepática séria?
Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.
Pentasa® não deve ser utilizado caso a resposta para alguma das perguntas a seguir for “SIM”:
- Você possui hipersensibilidade (reação alérgica) à mesalazina ou aos salicilatos (por exemplo: ácido
acetilsalicílico - AAS)?
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Você possui hipersensibilidade (reação alérgica) a qualquer componente da formulação?
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Você possui doença renal ou hepática séria?
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento foi prescrito somente para você. Não compartilhe Pentasa ® com ninguém, mesmo se eles apresentarem sintomas semelhantes aos seus.
Advertências e precauções A maioria dos pacientes que são intolerantes ou hipersensíveis à sulfassalazina pode utilizar Pentasa® sem risco de reações similares. No entanto, pacientes alérgicos à sulfassalazina devem ter cautela ao utilizar o Pentasa® (risco de alergia a salicilatos). Reações adversas cutâneas graves, incluindo reação a drogas com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS), síndrome de Stevens-Johnson ou SSJ (reação de hipersensibilidade grave que causa lesões na pele e mucosas) e necrólise epidérmica tóxica ou NET (reação de hipersensibilidade que causa lesões e descamação de grandes áreas de pele), foram reportadas em associação ao tratamento com mesalazina. Em caso de reações de intolerância aguda, tais como cólicas abdominais, dor abdominal aguda, febre, dor de cabeça severa e/ou o primeiro aparecimento de sinais e sintomas de reações cutâneas graves, como erupção cutânea, lesões nas mucosas ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade na pele, a terapia deve ser descontinuada imediatamente.
Insuficiência renal Não é recomendado o uso do produto em pacientes com insuficiência renal. Os pacientes devem monitorar a função renal através de exames periódicos (por exemplo, avaliações de creatinina sérica), especialmente durante a fase inicial do tratamento. A capacidade urinária deve ser monitorada antes e durante o tratamento a pedido do médico. Em pacientes que desenvolveram disfunção renal durante o tratamento, deve-se suspeitar de nefrotoxicidade induzida pela mesalazina. O tratamento com mesalazina deve ser interrompido imediatamente se a função renal piorar. Deve-se aumentar a frequência do monitoramento da função renal, caso o produto seja utilizado concomitantemente com outros agentes nefrotóxicos. Pacientes com doenças pulmonares, em particular asma, devem ser cuidadosamente monitorados durante o tratamento. Reações de hipersensibilidade cardíaca induzidas por mesalazina (mio e pericardites) têm sido raramente relatadas e alterações sanguíneas sérias têm sido reportadas muito raramente. É recomendado realizar a contagem de células sanguíneas tanto no início quanto durante o tratamento a critério do médico. Pacientes que utilizam mesalazina concomitante com azatioprina, 6-mercaptopurina ou tioguanida podem ter maior risco de alterações sanguíneas. O tratamento deve ser descontinuado caso haja suspeita ou evidências destas reações adversas.
Foi relatada hipertensão intracraniana idiopática (pseudotumor cerebri) em pacientes que utilizam mesalazina. Os pacientes devem ser alertados sobre os sinais e sintomas incluindo dor de cabeça grave ou recorrente, distúrbios visuais ou zumbido. Se ocorrer hipertensão intracraniana idiopática, deve-se considerar a descontinuação da mesalazina.
Pacientes com doença inflamatória intestinal apresentam risco de desenvolver cálculos renais (pedra no rim). Casos de pedra no rim foram relatados durante o tratamento com mesalazina. A ingestão adequada de líquidos deve ser garantida durante o tratamento. A mesalazina pode alterar a coloração da urina e torná-la vermelha-amarronzada após o contato com alvejantes, usados na limpeza de vasos sanitários, que contém hipoclorito de sódio. Esta é uma reação química entre a mesalazina e o alvejante e é inofensiva.
Gravidez e lactação Pentasa® deve ser utilizado com cautela durante a gravidez e amamentação, portanto o médico deve avaliar o risco/benefício da utilização do produto. A própria doença intestinal pode aumentar o risco de ocorrer resultados adversos na gravidez. A mesalazina é conhecida por atravessar a barreira placentária e a sua concentração plasmática no cordão umbilical é menor que a concentração no plasma materno. O metabólito acetil-mesalazina é encontrado em concentrações similares no cordão umbilical e no plasma materno. Estudos em animais com
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mesalazina oral não indicam efeitos diretos ou indiretos com relação à gravidez, desenvolvimento fetal, parto e desenvolvimento pós-natal. Não há estudos adequados e bem controlados do uso de Pentasa® em mulheres grávidas. Dados limitados de estudos em humanos com mesalazina mostraram que não há aumento no risco de teratogênese (malformação do feto). Alguns dados indicam um aumento do risco de parto prematuro, natimorto, e baixo peso ao nascer, porém estes efeitos também estão associados com a própria doença inflamatório intestinal ativa. Em apenas um caso foi relatada insuficiência renal em um neonato após o uso prolongado de altas doses de mesalazina (2-4 g oral) durante a gravidez. Desordens sanguíneas (pancitopenia, leucopenia, trombocitopenia, anemia) foram relatadas em recémnascidos de mães tratadas com Pentasa®. A mesalazina é excretada no leite materno. A concentração de mesalazina no leite materno é menor que no sangue materno, enquanto o metabólito (acetil-mesalazina) aparece em concentrações similares ou aumentadas. Há experiência limitada do uso de mesalazina em mulheres lactantes. Não foram realizados estudos controlados com Pentasa® durante a amamentação. Reações de hipersensibilidade como diarreia na criança não podem ser excluídas. Se a criança desenvolver diarreia, a amamentação deve ser descontinuada.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Fertilidade Estudos animais não demonstraram efeitos da mesalazina na fertilidade masculina e feminina.
Efeito na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas O tratamento com Pentasa® não parece ter efeito na capacidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas.
Uso em idosos e crianças As precauções com pacientes idosos basicamente são as mesmas necessárias a qualquer outro paciente. Deve-se dedicar maior atenção com relação às funções hepática e renal. Devem-se fazer, periodicamente, exames de urina e avaliações de creatinina. As crianças devem ser tratadas sob supervisão e orientação contínua de um médico especialista.
Pacientes com função hepática prejudicada Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e exames laboratoriais periódicos para controle. O produto deve ser utilizado com cautela em pacientes com problemas no fígado (função hepática prejudicada). Antes e durante o tratamento, pacientes com a função hepática alterada devem realizar exames para verificar os parâmetros hepáticos, como avaliações de AST e ALT.
Interações medicamentosas Demonstrou-se, por diversos estudos, que a terapia combinada de Pentasa ® com azatioprina (utilizada após transplante ou para tratar doenças autoimunes), 6-mercaptopurina, ou tioguanina (quimioterapia, utilizada no tratamento da leucemia) mostra maior frequência de mielossupressão (diminuição da produção de células sanguíneas), portanto parece que existe uma interação. No entanto, o mecanismo que leva a interação não está completamente estabelecido. Recomenda-se o monitoramento regular, através de exames de sangue, para verificar a quantidade de glóbulos brancos sanguíneos e o regime de uso das tiopurinas deve ser ajustado de forma adequada. Há uma fraca evidência de que a mesalazina possa reduzir o efeito anticoagulante da varfarina.
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Interação com alimento e álcool O trânsito e a liberação de mesalazina comprimidos após administração oral são independentes da coadministração de alimentos, no entanto, a exposição sistêmica pode ser aumentada. Alta concentração de etanol (40%) pode influenciar a liberação da droga de preparações de liberação modificada de mesalazina in vitro. Entretanto, não é esperada interação quando a mesalazina é consumida ocasionalmente com bebidas alcoólicas.
Alterações de exames laboratoriais Não há estudos bem controlados que constatem alterações em exames laboratoriais. Porém, alterações nas funções hepática e renal e nos componentes sanguíneos são relatados como reações adversas raras. Possivelmente ocorram alterações em consequência destas reações adversas.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Este medicamento foi prescrito somente para você. Não compartilhe Pentasa ® com ninguém, mesmo se eles apresentarem sintomas semelhantes aos seus.
Advertências e precauções A maioria dos pacientes que são intolerantes ou hipersensíveis à sulfassalazina pode utilizar Pentasa® sem risco de reações similares. No entanto, pacientes alérgicos à sulfassalazina devem ter cautela ao utilizar o Pentasa® (risco de alergia a salicilatos).
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Reações adversas cutâneas graves, incluindo reação a drogas com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS), síndrome de Stevens-Johnson ou SSJ (reação de hipersensibilidade grave que causa lesões na pele e mucosas) e necrólise epidérmica tóxica ou NET (reação de hipersensibilidade que causa lesões e descamação de grandes áreas de pele), foram reportadas em associação ao tratamento com mesalazina. Em caso de reações de intolerância aguda, tais como cólicas abdominais, dor abdominal aguda, febre, dor de cabeça severa e/ou o primeiro aparecimento de sinais e sintomas de reações cutâneas graves, como erupção cutânea, lesões nas mucosas ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade na pele, a terapia deve ser descontinuada imediatamente.
Insuficiência renal Não é recomendado o uso do produto em pacientes com insuficiência renal. Os pacientes devem monitorar a função renal através de exames periódicos (por exemplo, avaliações de creatina sérica), especialmente durante a fase inicial do tratamento. A capacidade urinária deve ser monitorada antes e durante o tratamento a pedido do médico. Em pacientes que desenvolveram disfunção renal durante o tratamento, deve-se suspeitar de nefrotoxicidade induzida pela mesalazina. O tratamento com mesalazina deve ser interrompido imediatamente se a função renal piorar. Deve-se aumentar a frequência do monitoramento da função renal, caso o produto seja utilizado concomitantemente com outros agentes nefrotóxicos. Pacientes com doenças pulmonares, em particular asma, devem ser cuidadosamente monitorados durante o tratamento.
Reações de hipersensibilidade cardíaca induzidas por mesalazina (mio e pericardites) têm sido raramente relatadas e alterações sanguíneas sérias têm sido reportadas muito raramente. É recomendado realizar a contagem de células sanguíneas tanto no início quanto durante o tratamento. O tratamento deve ser descontinuado caso haja suspeita ou evidências destas reações adversas. Pacientes com doença inflamatória intestinal apresentam risco de desenvolver cálculos renais (pedra no rim). Casos de pedra no rim foram relatados durante o tratamento com mesalazina. A ingestão adequada de líquidos deve ser garantida durante o tratamento.
Foi relatada hipertensão intracraniana idiopática (pseudotumor cerebri) em pacientes que utilizam mesalazina. Os pacientes devem ser alertados sobre os sinais e sintomas incluindo dor de cabeça grave ou recorrente, distúrbios visuais ou zumbido. Se ocorrer hipertensão intracraniana idiopática, deve-se considerar a descontinuação da mesalazina.
A mesalazina pode alterar a coloração da urina e torná-la vermelha-amarronzada após o contato com alvejantes, usados na limpeza de vasos sanitários, que contém hipoclorito de sódio. Esta é uma reação química entre a mesalazina e o alvejante e é inofensiva.
Gravidez e lactação Pentasa® deve ser utilizado com cautela durante a gravidez e amamentação, portanto o médico deve avaliar o risco/benefício da utilização do produto. A própria doença intestinal pode aumentar o risco de ocorrer resultados adversos na gravidez. A mesalazina é conhecida por atravessar a barreira placentária e a sua concentração plasmática no cordão umbilical é menor que a concentração no plasma materno. O metabólito acetil-mesalazina é encontrado em concentrações similares no cordão umbilical e no plasma materno. Estudos em animais com mesalazina oral não indicam efeitos diretos ou indiretos com relação à gravidez, desenvolvimento fetal, parto e desenvolvimento pós-natal. Não há estudos adequados e bem controlados do uso de Pentasa® em mulheres grávidas. Dados limitados de estudos em humanos com mesalazina mostraram que não há aumento no risco de teratogênese (malformação do feto). Alguns dados indicam um aumento do risco de parto prematuro, natimorto, e baixo peso ao nascer, porém estes efeitos também estão associados a própria doença inflamatória intestinal ativa. Em apenas um caso foi relatada insuficiência renal em um neonato após o uso prolongado de altas doses de mesalazina (2-4 g oral) durante a gravidez.
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Desordens sanguíneas (pancitopenia, leucopenia, trombocitopenia, anemia) foram relatadas em recémnascidos de mães que foram tratadas com Pentasa®.
A mesalazina é excretada no leite materno. A concentração de mesalazina no leite materno é menor que no sangue materno, enquanto o metabólito (acetil-mesalazina) aparece em concentrações similares ou aumentadas. Há experiência limitada do uso de mesalazina em mulheres lactantes. Não foram realizados estudos controlados com Pentasa® durante a amamentação. Reações de hipersensibilidade como diarreia na criança não podem ser excluídas. Se a criança desenvolver diarreia, a amamentação deve ser descontinuada.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Fertilidade Estudos em animais não demonstram efeito da mesalazina na fertilidade feminina e masculina.
Efeito na capacidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas O tratamento com Pentasa® não parece ter efeito na capacidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas.
Uso em idosos e crianças As precauções com pacientes idosos basicamente são as mesmas necessárias a qualquer outro paciente. Deve-se dedicar maior atenção com relação às funções hepática e renal. Devem-se fazer, periodicamente, exames de urina e avaliações de creatinina. Não é recomendado o uso de Pentasa® Enema em crianças.
Pacientes com função hepática prejudicada Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e exames laboratoriais periódicos para controle. O produto deve ser utilizado com cautela em pacientes com problemas no fígado (função hepática prejudicada). Antes e durante o tratamento, pacientes com a função hepática alterada devem realizar exames para verificar os parâmetros hepáticos, como avaliação de AST e ALT.
Atenção: Este medicamento contém metabissulfito de sódio, que pode causar reações alérgicas graves, principalmente em pacientes asmáticos.
Interações medicamentosas Demonstrou-se, por diversos estudos, que a terapia combinada de Pentasa ® com azatioprina (utilizada após transplantes ou para tratar doenças autoimunes), 6-mercaptopurina ou tioguanina (quimioterapia, utilizada no tratamento da leucemia) mostra maior frequência de mielossupressão (diminuição da produção de células sanguíneas), portanto parece que existe uma interação. No entanto, o mecanismo que leva à interação não está completamente estabelecido. Recomenda-se o monitoramento regular, através de exames de sangue, para verificar a quantidade de glóbulos brancos sanguíneos e o regime de uso das tiopurinas deve ser ajustado de forma adequada. Há uma fraca evidência de que a mesalazina possa reduzir o efeito anticoagulante da varfarina.
Interação com alimento e álcool Não há dados disponíveis até o momento sobre a interação de Pentasa ® Enema com alimentos. Alta concentração de etanol (40%) pode influenciar a liberação da droga de preparações de liberação modificada de mesalazina in vitro. Entretanto, não é esperada interação quando a mesalazina é consumida ocasionalmente com bebidas alcoólicas.
Pentasa_Bula_Paciente Pg. 12
Alterações de exames laboratoriais Não há estudos bem controlados que constatem alterações em exames laboratoriais. Porém, alterações nas funções hepáticas e renais e nos componentes sanguíneos são relatadas como reações adversas raras. Possivelmente, ocorram alterações em consequência destas reações adversas.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Este medicamento foi prescrito somente para você. Não compartilhe Pentasa ® com ninguém, mesmo se eles apresentarem sintomas semelhantes aos seus.
Advertências e precauções A maioria dos pacientes que são intolerantes ou hipersensíveis à sulfassalazina pode utilizar Pentasa® sem risco de reações similares. No entanto, pacientes alérgicos à sulfassalazina devem ter cautela ao utilizar o Pentasa® (risco de alergia a salicilatos). Reações adversas cutâneas graves, incluindo reação a drogas com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS), síndrome de Stevens-Johnson ou SSJ (reação alérgica grave que causa lesões na pele e mucosas) e necrólise epidérmica tóxica ou NET (reação de hipersensibilidade que causa lesões e descamação de grandes áreas de pele), foram reportadas em associação ao tratamento com mesalazina. Em caso de reações de intolerância aguda, tais como cólicas abdominais, dor abdominal aguda, febre, dor de cabeça severa e/ou o primeiro aparecimento de sinais e sintomas de reações cutâneas graves, como erupção cutânea, lesões nas mucosas ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade na pele, a terapia deve ser descontinuada imediatamente.
Insificiência renal Não é recomendado o uso do produto em pacientes com insuficiência renal. Os pacientes devem fazer exames periódicos (por exemplo, avaliações de creatina sérica), especialmente durante a fase inicial do tratamento. A capacidade urinária deve ser determinada antes e durante o tratamento a pedido do médico. Em pacientes que desenvolveram disfunção renal durante o tratamento, deve-se suspeitar de nefrotoxicidade (toxicidade renal) induzida pela mesalazina. O tratamento com mesalazina deve ser interrompido imediatamente se a função renal piorar. Deve-se aumentar a frequência do monitoramento da função renal, caso o produto seja utilizado concomitantemente com outros agentes conhecidos como sendo nefrotóxicos.
O produto deve ser utilizado com cautela em pacientes com histórico de úlcera gástrica e duodenal. Pacientes com doenças pulmonares, em particular asma, devem ser cuidadosamente monitorados durante o tratamento.
Reações de hipersensibilidade cardíaca induzidas por mesalazina (mio e pericardites) têm sido raramente relatadas e alterações sanguíneas sérias têm sido reportadas muito raramente. É recomendado realizar a contagem de células sanguíneas tanto no início quanto durante o tratamento, a critério médico. Pacientes que utilizam mesalazina concomitantemente com azatioprina, 6-mercaptopurina ou tioguanina podem ter maior risco de alterações sanguíneas. O tratamento deve ser descontinuado caso haja suspeita ou evidências destas reações adversas.
Foi relatada hipertensão intracraniana idiopática (pseudotumor cerebri) em pacientes que utilizam mesalazina. Os pacientes devem ser alertados sobre os sinais e sintomas incluindo dor de cabeça grave ou recorrente, distúrbios visuais ou zumbido. Se ocorrer hipertensão intracraniana idiopática, deve-se considerar a descontinuação da mesalazina.
Pacientes com doença inflamatória intestinal apresentam risco de desenvolver cálculos renais (pedra no rim). Casos de pedra no rim foram relatados durante o tratamento com mesalazina. A ingestão adequada de líquidos deve ser garantida durante o tratamento.
A mesalazina pode alterar a coloração da urina e torná-la vermelha-amarronzada após o contato com alvejantes, usados na limpeza de vasos sanitários, que contém hipoclorito de sódio. Esta é uma reação química entre a mesalazina e o alvejante e é inofensiva.
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Gravidez e lactação Pentasa® deve ser utilizado com cautela durante a gravidez e a amamentação, portanto o médico deve avaliar o risco/benefício da utilização do produto. A própria doença inflamatória intestinal pode aumentar o risco de ocorrer resultados adversos na gravidez. A mesalazina é conhecida por atravessar a barreira placentária e a sua concentração plasmática no cordão umbilical é menor que a concentração no plasma materno. O metabólito acetil-mesalazina é encontrado em concentrações similares no cordão umbilical e no plasma materno. Estudos em animais com mesalazina oral não indicam efeitos diretos ou indiretos com relação à gravidez, desenvolvimento fetal, parto e desenvolvimento pós-natal. Não há estudos adequados e bem controlados do uso de Pentasa® em mulheres grávidas. Dados limitados de estudos em humanos com mesalazina mostraram que não há aumento no risco de teratogênese (malformação do feto). Alguns dados indicam um aumento do risco de parto prematuro, natimorto e baixo peso ao nascer, porém estes efeitos também estão associados com a própria doença anti-inflamatória intestinal ativa. Em apenas um caso foi relatada insuficiência renal em um neonato após o uso prolongado de altas doses de mesalazina (2-4 g oral) durante a gravidez. Desordens sanguíneas (pancitopenia, leucopenia, trombocitopenia, anemia) foram relatadas em recémnascidos de mães tratadas com Pentasa®. A mesalazina é excretada no leite materno. A concentração de mesalazina no leite materno é menor que no sangue materno, enquanto o metabólito (acetil-mesalazina) aparece em concentrações similares ou aumentadas. Há experiência limitada do uso de mesalazina em mulheres lactantes. Não foram realizados estudos controlados com Pentasa® durante a amamentação. Reações de hipersensibilidade como diarreia na criança não podem ser excluídas. Se a criança desenvolver diarreia, a amamentação deve ser descontinuada.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Fertilidade Estudos em animais não demonstram efeito da mesalazina na fertilidade feminina e masculina.
Efeito na capacidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas O tratamento com Pentasa® não parece ter efeito na capacidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas.
Uso em idosos e crianças As precauções com pacientes idosos basicamente são as mesmas necessárias a qualquer outro paciente. Deve-se dedicar maior atenção com relação às funções hepática e renal. Devem-se fazer, periodicamente, exames de urina e avaliações de creatinina. Devido à falta de dados sobre a administração da mesalazina em altas doses na população pediátrica, este medicamento não é recomendado para pacientes menores de 18 anos.
Pacientes com função hepática prejudicada Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e exames laboratoriais periódicos para controle. O produto deve ser utilizado com cautela em pacientes com problemas nos rins ou no fígado (função hepática e renal prejudicada). Antes e durante o tratamento, pacientes com a função hepática alterada devem realizar exames para verificar os parâmetros hepáticos, como avaliações de AST e ALT.
Interações medicamentosas Demonstrou-se, por diversos estudos, que a terapia combinada de Pentasa ® com azatioprina (utilizada após transplantes ou para tratar doenças autoimunes), 6-mercaptopurina ou tioguanina (quimioterapia,
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utilizada no tratamento da leucemia) mostra maior frequência de mielossupressão (diminuição da produção de células sanguíneas), portanto parece que existe uma interação. No entanto, o mecanismo que leva a interação não está completamente estabelecido. Recomenda-se o monitoramento regular, através de exames de sangue, para verificar a quantidade de glóbulos brancos sanguíneos e o regime de uso das tiopurinas deve ser ajustado de forma adequada. Há uma fraca evidência de que a mesalazina possa reduzir o efeito anticoagulante da varfarina.
Interação com alimento e álcool O trânsito e a liberação de mesalazina após a administração oral são independentes da co-administração de alimentos, no entanto, a exposição sistêmica pode ser aumentada. Alta concentração de etanol (álcool 40%) pode influenciar a liberação da droga de preparações de liberação modificada de mesalazina in vitro. Entretanto, não é esperada interação quando a mesalazina é consumida ocasionalmente com bebidas alcoólicas.
Alterações de exames laboratoriais Não há estudos bem controlados que constatem alterações em exames laboratoriais. Porém, alterações nas funções hepática e renal e nos componentes sanguíneos são relatados como reações adversas raras. Possivelmente ocorram alterações em consequência destas reações adversas.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Este medicamento foi prescrito somente para você. Não compartilhe Pentasa ® com ninguém, mesmo se eles apresentarem sintomas semelhantes aos seus.
Advertências e precauções A maioria dos pacientes que são intolerantes ou hipersensíveis à sulfassalazina pode utilizar Pentasa® sem risco de reações similares. No entanto, pacientes alérgicos à sulfassalazina devem ter cautela ao utilizar o Pentasa® (risco de alergia a salicilatos). Reações adversas cutâneas graves, incluindo reação a drogas com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS), síndrome de Stevens-Johnson ou SSJ (reação alérgica grave que causa lesões na pele e
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mucosas) e necrólise epidérmica tóxica ou NET (reação de hipersensibilidade que causa lesões e descamação de grandes áreas de pele), foram reportadas em associação ao tratamento com mesalazina. Em caso de reações de intolerância aguda, tais como cólicas abdominais, dor abdominal aguda, febre, dor de cabeça severa e/ou o primeiro aparecimento de sinais e sintomas de reações cutâneas graves, como erupção cutânea, lesões nas mucosas ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade na pele, a terapia deve ser descontinuada imediatamente.
Insuficiência renal Não é recomendado o uso do produto em pacientes com insuficiência renal. Os pacientes devem fazer exames periódicos (por exemplo, avaliações de creatina sérica), especialmente durante a fase inicial do tratamento. A capacidade urinária deve ser determinada antes e durante o tratamento a pedido do médico. Em pacientes que desenvolveram disfunção renal durante o tratamento, deve-se suspeitar de nefrotoxicidade induzida pela mesalazina. O tratamento com mesalazina deve ser interrompido imediatamente se a função renal piorar. Deve-se aumentar a frequência do monitoramento da função renal, caso o produto seja utilizado concomitantemente com outros agentes conhecidos como sendo nefrotóxicos. Pacientes com doenças pulmonares, em particular asma, devem ser cuidadosamente monitorados durante o tratamento. Reações de hipersensibilidade cardíaca induzidas por mesalazina (mio e pericardites) têm sido raramente relatadas e alterações sanguíneas sérias têm sido reportadas muito raramente. É recomendado realizar a contagem de células sanguíneas tanto no início quanto durante o tratamento. O tratamento deve ser descontinuado caso haja suspeita ou evidências destas reações adversas.
Foi relatada hipertensão intracraniana idiopática (pseudotumor cerebri) em pacientes que utilizam mesalazina. Os pacientes devem ser alertados sobre os sinais e sintomas incluindo dor de cabeça grave ou recorrente, distúrbios visuais ou zumbido. Se ocorrer hipertensão intracraniana idiopática, deve-se considerar a descontinuação da mesalazina.
Pacientes que utilizam mesalazina concomitantemente com azatioprina, 6-mercaptopurina ou tioguanina podem ter maior risco de alterações sanguíneas. O tratamento deve ser descontinuado caso haja suspeita ou evidências destas reações adversas. Pacientes com doença inflamatória intestinal apresentam risco de desenvolver cálculos renais (pedra no rim). Casos de pedra no rim foram relatados durante o tratamento com mesalazina. A ingestão adequada de líquidos deve ser garantida durante o tratamento. A mesalazina pode alterar a coloração da urina e torná-la vermelha-amarronzada após o contato com alvejantes, usados na limpeza de vasos sanitários, que contém hipoclorito de sódio. Esta é uma reação química entre a mesalazina e o alvejante e é inofensiva.
Gravidez e lactação Pentasa® deve ser utilizado com cautela durante a gravidez e a amamentação, portanto o médico deve avaliar o risco/benefício da utilização do produto. A própria doença inflamatória intestinal pode aumentar o risco de ocorrer resultados adversos na gravidez. A mesalazina é conhecida por atravessar a barreira placentária e a sua concentração plasmática no cordão umbilical é menor que a concentração no plasma materno. O metabólito acetil-mesalazina é encontrado em concentrações similares no cordão umbilical e no plasma materno. Estudos em animais com mesalazina oral não indicam efeitos diretos ou indiretos com relação à gravidez, desenvolvimento fetal, parto e desenvolvimento pós-natal. Não há estudos adequados e bem controlados do uso de Pentasa® em mulheres grávidas. Dados limitados de estudos em humanos com mesalazina mostraram que não há aumento no risco de teratogênese. Alguns dados indicam um aumento do risco de parto prematuro, natimorto e baixo peso ao nascer, porém estes efeitos também estão associados com a própria doença inflamatória intestinal ativa. Em apenas um caso foi relatada insuficiência renal em um neonato após o uso prolongado de altas doses de mesalazina (2-4 g oral) durante a gravidez.
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Desordens sanguíneas (pancitopenia, leucopenia, trombocitopenia, anemia) foram relatadas em recémnascidos de mães tratadas com Pentasa®. A mesalazina é excretada no leite materno. A concentração de mesalazina no leite materno é menor que no sangue materno, enquanto o metabólito (acetil-mesalazina) aparece em concentrações similares ou aumentadas. Há experiência limitada do uso de mesalazina em mulheres lactantes. Não foram realizados estudos controlados com Pentasa® durante a amamentação. Reações de hipersensibilidade como diarreia na criança não podem ser excluídas. Se a criança desenvolver diarreia, a amamentação deve ser descontinuada. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Fertilidade Estudos em animais não demonstram efeito da mesalazina na fertilidade feminina e masculina.
Efeito na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas O tratamento com Pentasa® não parece ter efeito na capacidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas.
Uso em idosos e crianças As precauções com pacientes idosos basicamente são as mesmas necessárias a qualquer outro paciente. Deve-se dedicar maior atenção com relação às funções hepática e renal. Devem-se fazer, periodicamente, exames de urina e avaliações de creatinina. Não é recomendado o uso de Pentasa® supositório em crianças.
Pacientes com função hepática prejudicada Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e exames laboratoriais periódicos para controle. O produto deve ser utilizado com cautela em pacientes com problemas no fígado (função hepática prejudicada). Antes e durante o tratamento, pacientes com a função hepática alterada devem realizar exames para verificar os parâmetros hepáticos, como avaliações de AST e ALT.
Interações medicamentosas Demonstrou-se, por diversos estudos, que a terapia combinada de Pentasa ® com azatioprina (utilizada após transplantes ou para tratar doenças autoimunes), 6-mercaptopurina ou tioguanina (quimioterapia, utilizada no tratamento da leucemia) mostra maior frequência de mielossupressão (diminuição da produção de células sanguíneas), portanto parece que existe uma interação. No entanto, o mecanismo que leva a interação não está completamente estabelecido. Recomenda-se o monitoramento regular, através de exames de sangue, para verificar a quantidade de glóbulos brancos sanguíneos e o regime de uso das tiopurinas deve ser ajustado de forma adequada. Há uma fraca evidência de que a mesalazina possa reduzir o efeito anticoagulante da varfarina.
Interação com alimento e álcool Não há dados disponíveis até o momento sobre a interação de Pentasa ® supositório com alimentos. Alta concentração de etanol (40%) pode influenciar a liberação da droga de preparações de liberação modificada de mesalazina in vitro. Entretanto, não é esperada interação quando a mesalazina é consumida ocasionalmente com bebidas alcoólicas.
Alterações de exames laboratoriais Não há estudos bem controlados que constatem alterações em exames laboratoriais. Porém, alterações nas funções hepáticas e renais e nos componentes sanguíneos são relatadas como reações adversas raras. Possivelmente, ocorram alterações em consequência destas reações adversas.
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Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO? O medicamento deve ser armazenado em temperatura ambiente (de 15°C a 30ºC), em sua embalagem original.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas:
Pentasa® comprimido de 500 mg possui coloração branco acinzentado a marrom claro, é redondo e possui manchas. Em um lado está gravado “500 mg” e no outro lado “Pentasa”.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
MEDICAMENTO? O medicamento deve ser armazenado em temperatura ambiente (de 15°C a 30ºC) e em sua embalagem original, protegido da luz e da umidade.
Remover o envoltório apenas no momento do uso.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas Pentasa® Enema é uma suspensão de coloração incolor a levemente amarelada.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
MEDICAMENTO? O medicamento deve ser armazenado em temperatura ambiente (de 15°C a 30ºC) e em sua embalagem original, protegido da luz e da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas Pentasa® Sachê possui grânulos cilíndricos de coloração cinza claro a marrom claro.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
MEDICAMENTO? O medicamento deve ser armazenado a temperatura ambiente (de 15°C a 30ºC), em sua embalagem original, protegido da luz e da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas Pentasa® supositório possui coloração branca a marrom claro, oblongo e possui manchas.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
PENTASA® COMPRIMIDO NÃO DEVE SER MASTIGADO. Sempre utilize Pentasa® conforme a prescrição médica. Não exceda a dose recomendada. Após a abertura do blíster, a administração do comprimido deve ser imediata (via oral). Para facilitar a administração, os comprimidos podem ser dispersados em cerca de 50 mL de água, imediatamente antes da administração. A coloração do comprimido não é uniforme, podendo variar de branco acinzentado a marrom claro sem afetar a eficácia do produto.
Posologia
- Retocolite Ulcerativa – Adultos:
Tratamento agudo: dose individual de até 4 g divididas ao longo do dia. Tratamento de manutenção: a dosagem deve ser individualizada. A dose recomendada é de 2 g uma vez ao dia ou em doses divididas.
- Retocolite Ulcerativa - Crianças com mais de dois anos de idade:
Tratamento agudo e de manutenção: dose individual recomendada de 20 a 30 mg/kg de peso corpóreo ao dia, em doses divididas
- Doença de Crohn - Adultos:
Tratamento agudo e de manutenção: dosagem individual de até 4 g ao dia, em doses divididas.
- Doença de Crohn - Crianças com mais de dois anos de idade:
Tratamento agudo e de manutenção: dose individual recomendada de 20 a 30 mg/kg de peso corpóreo ao dia, em doses divididas.
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O limite máximo diário de administração de Pentasa® comprimidos e Pentasa® Sachê é de 4 g/dia.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
Sempre utilize Pentasa® conforme a prescrição médica. Não exceda a dose recomendada.
Pentasa® Enema é protegido por um invólucro aluminizado o qual não deve ser removido até imediatamente antes do uso.
É recomendado evacuar antes da administração do enema.
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Imediatamente antes do uso, remova o invólucro de alumínio e agite bem.
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Para a correta abertura do frasco, gire o aplicador no sentido horário até completar uma volta completa.
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Proteja a mão colocando-a dentro do saco plástico.
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Segure o frasco conforme demonstrado na figura.
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Assuma a posição adequada para aplicar o enema: deite-se sobre o lado esquerdo, com a perna
esquerda esticada e a perna direita dobrada para equilibrar-se. Cuidadosamente, introduza o aplicador no reto e pressione o frasco lentamente, expulsando o líquido. O conteúdo do frasco deve ser administrado em 30 a 40 segundos. Uma vez que o frasco esteja vazio, retire o aplicador com o frasco ainda pressionado.
- O conteúdo do enema deve ser mantido no intestino. Mantenha-se relaxado na mesma posição da
administração por 5 a 10 minutos ou até a sensação de defecar, caso ocorra, passar.
- Cubra o frasco com o saco plástico antes de descartá-lo.
Nota: é recomendado que você proteja sua roupa de cama e a roupa íntima contra vazamentos uma vez que Pentasa® Enema pode descolorir tecidos. Caso, por acidente, vaze o líquido sobre um tecido, coloque-o imediatamente de molho.
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2. 3. 4. -
6. 7.
Posologia (Siga corretamente a orientação do médico) Para adultos: Um enema ao deitar.
O limite máximo diário de administração de Pentasa® Enema é de 1 (um) enema por dia.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
OS GRÂNULOS DE PENTASA® SACHÊ NÃO DEVEM SER MASTIGADOS. Sempre utilize Pentasa® conforme a prescrição médica. Não exceda a dose recomendada. Após a abertura do sachê a administração deve ser imediata (via oral). O conteúdo do sachê deve ser esvaziado diretamente na língua e engolido com água (Figura 1). Não suspender Pentasa® Sachê em água ou outros líquidos (Figura 2). É importante assegurar que nenhum grânulo permaneceu na sua boca. É importante tomar as doses regularmente para que o efeito desejado seja obtido.
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Posologia
- Retocolite ulcerativa – Adultos (em pacientes acima de 18 anos de idade):
Tratamento agudo: dose individual de até 4 g por dia, a ser tomada uma vez ao dia (4 sachês de 1 g ou 2 sachês de 2 g) ao mesmo tempo pela manhã, ou em doses divididas duas vezes ao dia (2 sachês de 1 g ou 1 sachê de 2 g) tomados pela manhã e à noite. Tratamento de manutenção: dose recomendada de 2 g uma vez ao dia (2 sachês de 1 g ou 1 sachê de 2 g). A dose também pode ser dividida ao longo do dia.
O limite máximo diário de administração de Pentasa® comprimidos e Pentasa® Sachê é de 4 g/dia.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
Sempre utilize Pentasa® conforme a prescrição médica. Não exceda a dose recomendada.
Após a abertura do blíster, a administração do supositório deve ser imediata (via retal). É recomendado evacuar antes da administração do supositório.
-
Retire um supositório do blíster.
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Por razões de higiene, é recomendável o uso da proteção de borracha para os dedos (dedeira). O
supositório deve ser introduzido até que se sinta resistência e até que a mesma desapareça novamente.
- Para facilitar a administração, o supositório pode ser umedecido com água ou gel lubrificante à base
de água.
- Caso o supositório seja eliminado nos primeiros dez minutos após a sua introdução, outro supositório
deverá ser introduzido.
- Descarte o invólucro e o protetor de dedo (dedeira).
Posologia
Proctite ulcerativa - Adultos:
Um supositório, uma a duas vezes ao dia, por 4 semanas.
O limite máximo diário de administração de Pentasa® supositórios é de 2 supositórios por dia (2g/dia).
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE
MEDICAMENTO? No caso de esquecimento da dose do medicamento, fazer uso do medicamento imediatamente após o momento em que se deu conta do esquecimento. A próxima dose deve ser administrada no horário usual, entretanto o intervalo entre as duas doses deve ser, no mínimo, de 3 horas. Caso o intervalo seja menor do que 3 horas, não tomar a dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
MEDICAMENTO? No caso de esquecimento da aplicação diária, esta aplicação não deve ser compensada no dia seguinte, no qual apenas uma dose do enema deve ser utilizado.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
MEDICAMENTO? No caso de esquecimento da dose fazer uso do medicamento imediatamente após o momento em que se deu conta do esquecimento. A próxima dose deve ser administrada no horário em que está acostumado, entretanto, o intervalo entre as duas doses deve ser, no mínimo, de 3 horas. Caso o intervalo seja menor do que 3 horas, não tomar a dose esquecida. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
MEDICAMENTO? No caso de esquecimento da dose do medicamento, fazer uso do medicamento imediatamente após o momento em que se deu conta do esquecimento. A próxima dose deve ser administrada no horário usual, entretanto o intervalo entre as duas doses deve ser, no mínimo, de 3 horas. Caso o intervalo seja menor do que 3 horas, não administrar a dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
É importante notar que muitas das desordens podem ser atribuídas à própria doença inflamatória intestinal. As reações adversas mais frequentemente observadas em estudos clínicos são diarreia, náusea, dor abdominal, dor de cabeça, vômito e erupção cutânea. Reações de hipersensibilidade (alergia) e febre podem ocorrer ocasionalmente, e reações adversas cutâneas graves, incluindo reação a drogas com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS), síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e necrólise epidérmica tóxica (NET), foram relatadas em associação com o tratamento com mesalazina (ver seção 4. O Que Devo Saber Antes de Usar Este Medicamento?).
As seguintes reações adversas, apresentadas por sistemas corporais, foram infrequentemente relatadas (isto é, menos de 1% dos pacientes) em testes clínicos realizados para retocolite ulcerativa e doença de Crohn. Em muitos casos a relação de causalidade com Pentasa ® não foi estabelecida: Sistema nervoso: depressão, insônia, parestesia (sensação de formigamento sobre a pele), sonolência. Cardiovascular: palpitações (sensação de batimento forte ou rápido do coração) e vasodilatação (aumento dos diâmetros dos vasos sanguíneos). Gastrointestinais: agravamento da retocolite ulcerativa, anorexia, aumento dos níveis sanguíneos de algumas enzimas (da fosfatase alcalina e do LDH - lactato desidrogenase), candidíase (infecção fúngica), constipação (retenção de fezes), disfagia (dificuldade de engolir), distensão abdominal, fezes anormais (alterações na cor e textura), incontinência fecal, melena (diarreia sanguinolenta – fezes de cor escura brilhante e fétida pela presença de sangue), sangramento gastrointestinal, sangramento retal, sede, úlcera de esôfago, úlcera duodenal, ulceração bucal. Dermatológicas: acne, alterações nas unhas, edema, equimose (mancha na pele por extravasamento de sangue), secura da pele, sudorese. Outras reações: albuminúria (presença de albumina na urina), amenorreia (ausência de fluxo menstrual), astenia (fraqueza), aumento da lipase (enzima do pâncreas), cãibras nas pernas, conjuntivite, dor no peito, hematúria (presença de sangue na urina), hipomenorreia (fluxo menstrual diminuído), incontinência urinária, mal-estar, menorragia (fluxo menstrual excessivo), metrorragia (hemorragia uterina), síndrome de Kawasaki (inflamação na parede dos vasos sanguíneos), trombocitemia (redução de plaquetas no sangue).
Frequência das reações adversas com base nos testes clínicos realizados pela Ferring e relatos de eventos pós-comercialização:
Reação comum (≥1/100 e <1/10): Desordens do sistema nervoso: cefaleia (dor de cabeça). Desordens gastrointestinais: diarreia, dores abdominais, náusea, vômitos, flatulência (aumento de gases), piora da retocolite ulcerativa, proctalgia (dor retal) quando administrado concomitantemente com Pentasa® Enema ou supositório. Desordens da pele e tecidos subcutâneos: erupção cutânea (incluindo urticária, erupção eritematoso).
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Sistema imune: pirexia (febre). Musculoesquelético e ossos: artralgia (dor articular), astenia (fraqueza).
Reação rara (≥1/10.000 e <1/1.000): Desordens do sistema nervoso: tontura. Desordens cardíacas: miocardite* e pericardite* (doenças cardíacas). Desordens gastrointestinais: aumento da amilase e pancreatite* (inflamação do pâncreas) aguda. Desordens da pele e tecidos subcutâneos: fotossensibilidade (aumento da sensibilidade da pele ao sol e aos raios ultravioletas)**.
Reação muito rara (<1/10.000): Desordens do sangue e sistema linfático: alteração da contagem sanguínea (anemia, anemia aplástica, agranulocitose (diminuição de leucócitos granulócitos no sangue), neutropenia (diminuição de neutrófilos no sangue), leucopenia (diminuição de leucócitos no sangue, incluindo granulocitopenia), pancitopenia (diminuição geral dos elementos sanguíneos), trombocitopenia (diminuição das plaquetas no sangue) e eosinofilia (aumento anormal de eosinófilos)). Desordens do sistema imune: reação de hipersensibilidade, reação anafilática (alergia severa). Desordens do sistema nervoso: neuropatia periférica (dano ao sistema nervoso periférico). Desordens respiratórias, torácicas e mediastinais: reações pulmonares alérgicas e fibróticas (incluindo dispneia, tosse, broncoespasmo, alveolite alérgica (inflamação dos alvéolos pulmonares), eosinofilia pulmonar, doença pulmonar intersticial, infiltração pulmonar e pneumonite (inflamação pulmonar). Desordens gastrointestinais: pancolite. Desordens hepático-biliares: aumento das enzimas hepáticas (transaminases) e parâmetros de colestase (ex.: fosfatase alcalina, gama-glutamiltransferase e bilirrubina), hepatotoxicidade (toxicidade no fígado, incluindo hepatite*, hepatite colestática, cirrose, insuficiência hepática (diminuição da funcionalidade do fígado)). Desordens da pele e tecidos subcutâneos: alopecia reversível (perda de cabelo), dermatite alérgica, eritema multiforme (lesões avermelhadas e salientes na pele), edema de Quincke (inchaço do tecido subcutâneo) e reação a drogas com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS). Desordens musculoesqueléticas, de tecidos conectivos e ossos: mialgia (dor muscular), reações similares ao lúpus eritematoso (lúpus eritematoso sistêmico). Desordens urinárias e renais: comprometimento da função renal (incluindo nefrite intersticial* aguda e crônica, síndrome nefrótica, insuficiência renal) e alteração da cor da urina***. Desordens do sistema reprodutor: oligospermia reversível (secreção insuficiente de esperma). Sistema cardíaco: derrame pericárdico (acúmulo de líquido na membrana que envolve o coração que pode provocar o tamponamento do coração). Desordens gerais e no local da administração: febre.
Reações com frequência desconhecida:
Desordens gastrointestinais: icterícia, icterícia colestática e possível dano hepatocelular, que inclui necrose do fígado. Houve um relato de síndrome de Kawasaki que levou a alterações da função hepática. Desordens da pele e tecidos subcutâneos: angioedema, síndrome de Stevens-Johnson (reação de hipersensibilidade grave que causa lesões na pele e mucosas), necrólise epidérmica tóxica (reação de hipersensibilidade que causa lesões e descamação de grandes áreas de pele). Desordens urinárias e renais: cálculos renais (pedra no rim)***. Desordens gerais e no local da administração: dor no peito. Desordens do sistema nervoso: hipertensão intracraniana idiopática
É importante notar que muitas das desordens podem ser atribuídas à própria doença inflamatória intestinal.
*O mecanismo de mio e pericardite, pancreatite, nefrite e hepatite induzido pela mesalazina é desconhecido, porém pode ser de origem alérgica. **Fotossensibilidade: reações mais graves são relatadas em pacientes com condições pré-existentes como dermatite atópica ou eczema atópico. ***Para mais informações, ver seção 4. O Que Devo Saber Antes de Usar Este Medicamento?
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Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
É importante notar que muitas das desordens podem ser atribuídas à própria doença inflamatória intestinal. As reações adversas mais frequentemente observadas em estudos clínicos são diarreia, náusea, dor abdominal, dor de cabeça, vômito e erupção cutânea. Reações de hipersensibilidade (alergia) e febre podem ocorrer ocasionalmente, e reações adversas cutâneas graves, incluindo reação a drogas com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS), síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e necrólise epidérmica tóxica (NET), foram relatadas em associação com o tratamento com mesalazina (ver seção 4. O Que Devo Saber Antes de Usar Este Medicamento?). Após a administração retal reações locais tais como prurido, desconforto retal e urgência podem ocorrer.
As seguintes reações adversas, apresentadas por sistemas corporais, foram infrequentemente relatadas (isto é, menos de 1% dos pacientes) em testes clínicos realizados para retocolite ulcerativa e doença de Crohn. Em muitos casos a relação de causalidade com Pentasa ® não foi estabelecida: Sistema nervoso: depressão, insônia, parestesia (sensação de formigamento sobre a pele) sonolência. Cardiovascular: palpitações (sensação de batimento forte ou rápido do coração) e vasodilatação (aumento do diâmetro dos vasos sanguíneos). Gastrointestinais: agravamento da retocolite ulcerativa, anorexia, aumento dos níveis sanguíneos de algumas enzimas (da fosfatase alcalina e do LDH – lactato desidrogenase), candidíase (infecção fúngica), constipação (retenção de fezes), disfagia (dificuldade de engolir), distensão abdominal, fezes anormais
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(alterações na cor e textura), incontinência fecal, melena (diarreia sanguinolenta – fezes de cor escura brilhante e fétida pela presença de sangue), sangramento gastrointestinal, sangramento retal, sede, úlcera de esôfago, úlcera duodenal, ulceração bucal. Dermatológicas: acne, alterações nas unhas, edema, equimose (mancha na pele por extravasamento de sangue), secura da pele, sudorese. Outras reações: albuminúria (presença de albumina na urina), amenorreia (ausência de fluxo menstrual), astenia (fraqueza), aumento da lipase (enzima do pâncreas), cãibras nas pernas, conjuntivite, dor no peito, hematúria (presença de sangue na urina), hipomenorreia (fluxo menstrual diminuído), incontinência urinária, mal-estar, menorragia (fluxo menstrual excessivo), metrorragia (hemorragia uterina), síndrome de Kawasaki (inflamação na parede dos vasos sanguíneos), trombocitemia (redução de plaquetas no sangue).
Frequência das reações adversas com base nos testes clínicos realizados pela Ferring e relatos de eventos pós-comercialização:
Reação comum (≥1/100 e <1/10): Desordens do sistema nervoso: cefaleia (dor de cabeça). Desordens gastrointestinais: diarreia, dores abdominais, náusea, vômitos, flatulência (aumento de gases), piora da retocolite ulcerativa, proctalgia (dor retal). Desordens da pele e tecidos subcutâneos: erupção cutânea (incluindo urticária, erupção eritematosa). Desordens gerais e no local da administração: (apenas para administração retal) desconforto anal e irritação no local de aplicação, prurido (coceira), tenesmo (espasmo anal com sensação iminente de evacuação). Sistema imune: pirexia (febre). Musculoesqueléticas e ossos: artralgia (dor articular), astenia (fraqueza).
Reação rara (≥1/10.000 e <1/1.000): Desordens do sistema Nervoso: tontura. Desordens cardíacas: miocardite* e pericardite* (doenças cardíacas). Desordens gastrointestinais: aumento da amilase e pancreatite* (inflamação do pâncreas) aguda. Desordens da pele e tecidos subcutâneos: fotossensibilidade (aumento da sensibilidade da pele ao sol e aos raios ultravioletas)**.
Reação muito rara (<1/10.000): Desordens do sangue e sistema linfático: alteração da contagem sanguínea (anemia, anemia aplástica, agranulocitose (diminuição de leucócitos granulócitos no sangue), neutropenia (diminuição dos neutrófilos no sangue), leucopenia (diminuição dos leucócitos no sangue, incluindo granulocitopenia), pancitopenia (diminuição geral dos elementos sanguíneos), trombocitopenia (diminuição de plaquetas no sangue) e eosinofilia (aumento anormal dos eosinófilos). Desordens do sistema imune: reação de hipersensibilidade, reação anafilática (alergia severa). Desordens do sistema nervoso: neuropatia periférica (dano ao sistema nervoso periférico). Desordens respiratórias, torácicas e mediastinais: reações pulmonares alérgicas e fibróticas (incluindo dispneia, tosse, broncoespasmo, alveolite alérgica (inflamação dos alvéolos pulmonares), eosinofilia pulmonar, doença pulmonar intersticial, infiltração pulmonar e pneumonite (inflamação pulmonar). Desordens gastrointestinais: pancolite. Desordens hepático-biliares: aumento das enzimas hepáticas (transaminases) e parâmetros de colestase (ex: fosfatase alcalina, gama-glutamiltransferase e bilirrubina) hepatotoxicidade (toxicidade no fígado, incluindo hepatite*, hepatite colestática, cirrose, insuficiência hepática (diminuição da funcionalidade do fígado)). Desordens da pele e tecidos subcutâneos: alopecia reversível (perda de cabelo), dermatite alérgica, eritema multiforme (lesões avermelhadas e salientes na pele), edema de Quincke (inchaço do tecido subcutâneo) e reação a drogas com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS). Desordens musculoesqueléticas, de tecidos cognitivos e ossos: mialgia (dor muscular), artralgia, reações similares ao lúpus eritematoso (lúpus eritematoso sistêmico). Desordens urinárias e renais: comprometimento da função renal (incluindo nefrite intersticial* aguda e crônica, síndrome nefrótica, insuficiência renal) e alteração da cor da urina***. Desordens do sistema reprodutor: oligospermia reversível (secreção insuficiente de esperma).
Pentasa_Bula_Paciente Pg. 15
Sistema cardíaco: derrame pericárdico (acúmulo de líquido na membrana que envolve o coração e pode provocar o tamponamento do coração). Desordens gerais e no local da administração: febre.
Reações com frequência desconhecida:
Desordens gastrointestinais: icterícia, icterícia colestática e possível dano hepatocelular, que inclui necrose do fígado. Houve um relato de síndrome de Kawasaki que levou a alterações da função hepática. Desordens da pele e tecidos subcutâneos: angioedema, síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave que causa lesões na pele e mucosas), necrólise epidérmica tóxica (reação de hipersensibilidade que causa lesões e descamação de grandes áreas de pele). Desordens urinárias e renais: cálculos renais (pedra no rim)***. Desordens gerais e no local da administração: dor no peito. Desordens do sistema nervoso: hipertensão intracraniana idiopática É importante notar que muitas das desordens podem ser atribuídas à própria doença inflamatória intestinal.
*O mecanismo de mio e pericardite, pancreatite, nefrite e hepatite induzido pela mesalazina é desconhecido, porém pode ser de origem alérgica. **Fotossensibilidade: reações mais graves são relatadas em pacientes com condições pré-existentes como dermatite atópica ou eczema atópico. ***Para mais informações, ver seção 4. O Que Devo Saber Antes de Usar Este Medicamento?
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
É importante notar que muitas das desordens podem ser atribuídas à própria doença inflamatória intestinal. As reações adversas mais frequentemente observadas em estudos clínicos são diarreia, náusea, dor abdominal, dor de cabeça, vômito e erupção cutânea. Reações de hipersensibilidade (alergia) e febre podem ocorrer ocasionalmente, e reações adversas cutâneas graves, incluindo reação a drogas com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS), síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e necrólise epidérmica tóxica (NET), foram relatadas em associação com o tratamento com mesalazina (ver seção 4. O Que Devo Saber Antes de Usar Este Medicamento?).
As seguintes reações adversas, apresentadas por sistemas corporais, foram infrequentemente relatadas (isto é, menos de 1% dos pacientes) em testes clínicos realizados para retocolite ulcerativa e doença de Crohn. Em muitos casos a relação de causalidade com Pentasa ® não foi estabelecida: Sistema nervoso: depressão, insônia, parestesia (sensação de formigamento sobre a pele), sonolência. Cardiovascular: palpitações (sensação de batimento forte ou rápido do coração) e vasodilatação (aumento do diâmetro dos vasos sanguíneos). Gastrointestinais: agravamento da retocolite ulcerativa, anorexia, a aumento dos níveis sanguíneos de algumas enzimas (da fosfatase alcalina e do LDH - lactato desidrogenase), candidíase (infecção fúngica), constipação (retenção de fezes), disfagia (dificuldade de engolir), distensão abdominal, fezes anormais (alterações na cor e textura), incontinência fecal, melena (diarreia sanguinolenta – fezes de cor escura brilhante e fétida pela presença de sangue), sangramento gastrointestinal, sangramento retal, sede, úlcera de esôfago, úlcera duodenal, ulceração bucal. Dermatológicas: acne, alterações nas unhas, edema, equimose (mancha na pele por extravasamento de sangue), secura da pele, sudorese.
Pentasa_Bula_Paciente Pg. 23
Outras reações: albuminúria (presença de albumina na urina), amenorreia (ausência de fluxo menstrual), astenia (fraqueza), aumento da lipase (enzima do pâncreas), cãibras nas pernas, conjuntivite, dor no peito, hematúria (presença de sangue na urina), hipomenorreia (fluxo menstrual diminuído), incontinência urinária, mal-estar, menorragia (fluxo menstrual excessivo), metrorragia (hemorragia uterina), síndrome de Kawasaki (inflamação na parede dos vasos sanguíneos), trombocitemia (redução de plaquetas no sangue).
Frequência das reações adversas com base nos testes clínicos realizados pela Ferring e relatos de eventos pós-comercialização:
Reação comum (≥1/100 e <1/10): Desordens do sistema nervoso: cefaleia (dor de cabeça). Desordens gastrointestinais: diarreia, dores abdominais, náusea, vômitos, flatulência (aumento de gases), piora da retocolite ulcerativa, proctalgia (dor retal) quando administrado concomitantemente com Pentasa® Enema ou supositório. Desordens da pele e tecidos subcutâneos: erupção cutânea (incluindo urticária, erupção eritematoso). Sistema imune: pirexia (febre). Musculoesqueléticas e ossos: artralgia (dor articular), astenia (fraqueza).
Reação rara (≥1/10.000 e <1/1.000): Desordens do sistema nervoso: tontura. Desordens cardíacas: miocardite* e pericardite* (doenças cardíacas). Desordens gastrointestinais: aumento enzimático (da amilase) e pancreatite* (inflamação do pâncreas) aguda. Desordens da pele e tecidos subcutâneos: Fotossensibilidade (aumento da sensibilidade da pele ao sol e aos raios ultravioletas)**.
Reação muito rara (<1/10.000): Desordens do sangue e sistema linfático: alteração da contagem sanguínea (anemia, anemia aplástica, agranulocitose (diminuição dos leucócitos granulócitos no sangue), neutropenia (diminuição dos neutrófilos no sangue), leucopenia (diminuição dos leucócitos no sangue, incluindo granulocitopenia), pancitopenia (diminuição geral dos elementos sanguíneos), trombocitopenia (diminuição de plaquetas no sangue) e eosinofilia (aumento anormal de eosinófilos)). Desordens do sistema imune: reação de hipersensibilidade, reação anafilática (alergia severa). Desordens do sistema nervoso: neuropatia periférica (dano ao sistema nervoso periférico). Desordens respiratórias, torácicas e mediastinais: alveolite alérgica (inflamação dos alvéolos pulmonares), reações pulmonares alérgicas e fibróticas (incluindo dispneia, tosse, broncoespasmo), eosinofilia pulmonar, doença pulmonar intersticial, infiltração pulmonar e pneumonite (inflamação pulmonar). Desordens gastrointestinais: pancolite. Desordens hepático-biliares: Aumento das enzimas hepáticas (transaminases) e parâmetros de colestase (ex: fosfatase alcalina, gama-glutamiltransferase e bilirrubina), hepatotoxicidade (toxicidade no fígado, incluindo hepatite*, hepatite colestática, cirrose, insuficiência hepática (diminuição da funcionalidade do fígado)). Desordens da pele e tecidos subcutâneos: alopecia reversível (perda de cabelo), dermatite alérgica, eritema multiforme (lesões avermelhadas e salientes na pele), edema de Quincke (inchaço do tecido subcutâneo) e reação a drogas com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS). Desordens musculoesqueléticas, de tecidos conectivos e ossos: mialgia (dor muscular), reações similares ao lúpus eritematoso (lúpus eritematoso sistêmico). Desordens urinárias e renais: comprometimento da função renal (incluindo nefrite intersticial* aguda e crônica, síndrome nefrótica, insuficiência renal) e alteração da cor da urina***. Desordens do sistema reprodutor: oligospermia reversível (secreção insuficiente de esperma). Sistema cardíaco: derrame pericárdico (acúmulo de líquido na membrana que envolve o coração que pode provocar o tamponamento do coração). Desordens gerais e no local da administração: febre.
Pentasa_Bula_Paciente Pg. 24
Reações com frequência desconhecida:
Desordens gastrointestinais: icterícia, icterícia colestática e possível dano hepatocelular, que inclui necrose do fígado. Houve um relato de síndrome de Kawasaki que levou a alterações da função hepática. Desordens da pele e tecidos subcutâneos: angioedema, síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave que causa lesões na pele e mucosas), necrólise epidérmica tóxica (reação de hipersensibilidade que causa lesões e descamação de grandes áreas de pele). Desordens urinárias e renais: cálculos renais (pedra no rim)***. Desordens gerais e no local da administração: dor no peito. Desordens do sistema nervoso: hipertensão intracraniana idiopática.
É importante notar que muitas das desordens podem ser atribuídas à própria doença inflamatória intestinal.
*O mecanismo de mio e pericardite, pancreatite, nefrite e hepatite induzido pela mesalazina é desconhecido, porém pode ser de origem alérgica. **Fotossensibilidade: Reações mais graves são relatadas em pacientes com condições pré-existentes como dermatite atópica ou eczema atópico. ***Para mais informações, ver seção 4. O Que Devo Saber Antes de Usar Este Medicamento?
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Pentasa® é geralmente bem tolerado. É importante notar que muitas das desordens podem ser atribuídas à própria doença inflamatória intestinal.
Pentasa_Bula_Paciente Pg. 31
As reações adversas mais frequentemente observadas em estudos clínicos são diarreia, náuseas, dor abdominal, dor de cabeça, vômito e rash (lesões na pele). Reações de hipersensibilidade (alergia) e febre podem ocorrer ocasionalmente, e reações adversas cutâneas graves, incluindo reação a drogas com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS), síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e necrólise epidérmica tóxica (NET), foram relatadas em associação com o tratamento com mesalazina (ver seção 4. O Que Devo Saber Antes de Usar Este Medicamento?). Após a administração retal reações locais tais como prurido, desconforto retal e urgência podem ocorrer.
As seguintes reações adversas, apresentadas por sistemas corporais, foram infrequentemente relatadas (isto é, menos de 1% dos pacientes) em testes clínicos realizados para retocolite ulcerativa e doença de Crohn. Em muitos casos a relação de causalidade com Pentasa ® não foi estabelecida:
Sistema nervoso: depressão, insônia, parestesia (sensação de formigamento sobre a pele), sonolência. Cardiovascular: palpitações (sensação de batimento forte ou rápido do coração) e vasodilatação (aumento do diâmetro dos vasos sanguíneos). Gastrointestinais: agravamento da retocolite ulcerativa, anorexia, aumento dos níveis sanguíneos de algumas enzimas (da fosfatase alcalina e do LDH - lactato desidrogenase), candidíase (infecção fúngica), constipação (retenção de fezes), disfagia (dificuldade de engolir), distensão abdominal, fezes anormais (alterações na cor e textura), incontinência fecal, melena (diarreia sanguinolenta – fezes de cor escura brilhante e fétida pela presença de sangue), sangramento gastrointestinal, sangramento retal, sede, úlcera de esôfago, úlcera duodenal, ulceração bucal. Dermatológicas: acne, alterações nas unhas, edema, equimose (mancha na pele por extravasamento de sangue), secura da pele, sudorese. Outras reações: albuminúria (presença de albumina na urina), amenorreia (ausência de fluxo menstrual), astenia (fraqueza), aumento da lipase (enzima do pâncreas), cãibras nas pernas, conjuntivite, dor no peito, hematúria (presença de sangue na urina), hipomenorreia (fluxo menstrual diminuído), incontinência urinária, mal-estar, menorragia (fluxo menstrual excessivo), metrorragia (hemorragia uterina), síndrome de Kawasaki (inflamação na parede dos vasos sanguíneos), trombocitemia (redução das plaquetas no sangue).
Frequência das reações adversas com base nos testes clínicos realizados pela Ferring e relatos de eventos pós-comercialização:
Reação comum (≥1/100 e <1/10): Desordens do sistema nervoso: cefaleia (dor de cabeça). Desordens gastrointestinais: diarreia, dores abdominais, náusea, vômitos, flatulência (aumento de gases), piora da retocolite ulcerativa, proctalgia (dor retal). Desordens da pele e tecidos subcutâneos: erupção cutânea (incluindo urticária, erupção eritematosa). Desordens gerais e no local da administração: (apenas para administração retal) desconforto anal e irritação no local de aplicação, prurido (coceira), tenesmo (espasmo anal com sensação iminente de evacuação). Sistema imune: pirexia (febre). Musculoesqueléticas e ossos: artralgia (dor articular), astenia (fraqueza).
Reação rara (≥1/10.000 e <1/1.000): Desordens do sistema nervoso: tontura. Desordens cardíacas: miocardite* e pericardite* (doenças cardíacas). Desordens gastrointestinais: aumento da amilase e pancreatite* (inflamação do pâncreas) aguda. Desordens da pele e tecidos subcutâneos: fotossensibilidade (aumento da sensibilidade da pele ao sol e aos raios ultravioletas)**.
Reação muito rara (<1/10.000): Desordens do sangue e sistema linfático: alteração da contagem sanguínea (anemia, anemia aplástica, agranulocitose (diminuição dos leucócitos granulócitos no sangue), neutropenia (diminuição dos neutrófilos no sangue), leucopenia (diminuição dos leucócitos no sangue, incluindo granulocitopenia), pancitopenia (diminuição geral dos elementos sanguíneos), trombocitopenia (diminuição das plaquetas no sangue) e eosinofilia (aumento anormal de eosinófilos)).
Pentasa_Bula_Paciente Pg. 32
Desordens do sistema imune: reação de hipersensibilidade, reação anafilática (alergia severa). Desordens do sistema nervoso: neuropatia periférica (dano ao sistema nervoso periférico). Desordens respiratórias, torácicas e mediastinais: reações pulmonares alérgicas e fibróticas (incluindo dispneia, tosse, broncoespasmo, alveolite alérgica (inflamação dos alvéolos pulmonares), eosinofilia pulmonar, doença pulmonar intersticial, infiltração pulmonar e pneumonite (inflamação pulmonar). Desordens gastrointestinais: pancolite. Desordens hepático-biliares: aumento das enzimas hepáticas (transaminases) e parâmetros de colestase (ex: fosfatase alcalina, gama-glutamiltransferase e bilirrubina), hepatotoxicidade (toxicidade no fígado, incluindo hepatite*, hepatite colestática, cirrose, insuficiência hepática (diminuição da funcionalidade do fígado)). Desordens da pele e tecidos subcutâneos: alopecia reversível (perda de cabelo), dermatite alérgica, eritema multiforme (lesões avermelhadas e salientes na pele), edema de Quincke (inchaço de tecido subcutâneo) e reação a drogas com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS). Desordens musculoesqueléticas, de tecidos cognitivos e ossos: mialgia (dor muscular), reações similares ao lúpus eritematoso (lúpus eritematoso sistêmico). Desordens urinárias e renais: comprometimento da função renal (incluindo nefrite intersticial* aguda e crônica, síndrome nefrótica, insuficiência renal) e alteração da cor da urina***. Desordens do sistema reprodutor: oligospermia reversível (secreção insuficiente do esperma). Sistema cardíaco: derrame pericárdico (acúmulo de líquido na membrana que envolve o coração que pode provocar tamponamento do coração) Desordens gerais e no local da administração: febre.
Reações com frequência desconhecida:
Desordens gastrointestinais: icterícia, icterícia colestática e possível dano hepatocelular, que inclui necrose do fígado. Houve um relato de síndrome de Kawasaki que levou a alterações da função hepática. Desordens da pele e tecidos subcutâneos: angioedema, síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave que causa lesões na pele e mucosas), necrólise epidérmica tóxica (reação de hipersensibilidade que causa lesões e descamação de grandes áreas de pele). Desordens urinárias e renais: cálculos renais (pedra no rim)***. Desordens gerais e no local da administração: dor no peito. Desordens do sistema nervoso: hipertensão intracraniana idiopática.
É importante notar que muitas das desordens podem ser atribuídas à própria doença inflamatória intestinal. *O mecanismo de mio e pericardite, pancreatite, nefrite e hepatite induzido pela mesalazina é desconhecido, porém pode ser de origem alérgica. **Fotossensibilidade: reações mais graves são relatadas em pacientes com condições pré-existentes como dermatite atópica ou eczema atópico. ***Para mais informações, ver seção 4. O Que Devo Saber Antes de Usar Este Medicamento?
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A
INDICADA DESTE MEDICAMENTO? Procure imediatamente seu médico ou hospital se você tomar acidentalmente mais Pentasa ® do que o médico prescreveu. Você deve mostrar a caixa de Pentasa®. Um tratamento médico pode ser necessário.
No caso de reações adversas intensas, suspender o uso do produto e imediatamente contatar o seu médico. A experiência clínica de superdosagem com a mesalazina é limitada e não indica toxicidade renal ou hepática. Mas como Pentasa® é um aminossalicilato, sintomas de intoxicação por salicilato, tais como desordem do equilíbrio ácido-base, hiperventilação, edema pulmonar, vômito, desidratação e hipoglicemia podem ocorrer. Sintomas de superdosagem com salicilatos são bem descritos na literatura. Há relatos de pacientes utilizando doses diárias de 8 g por um mês sem nenhum efeito adverso. Não há um antídoto específico e o tratamento deve ser sintomático e de suporte. Recomenda-se que o gerenciamento da superdosagem deve ser através do tratamento sintomático em hospital com o monitoramento da função renal.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
INDICADA DESTE MEDICAMENTO? Procure imediatamente seu médico ou hospital se você tomar acidentalmente mais Pentasa ® do que o médico prescreveu. Você deve mostrar a caixa de Pentasa®. Um tratamento médico pode ser necessário. No caso de reações adversas intensas, suspender o uso do produto e imediatamente contatar o seu médico. A experiência clínica de superdosagem com a mesalazina é limitada e não indica toxicidade renal ou hepática. Mas como Pentasa® é um aminossalicilato, sintomas de intoxicação por salicilato, tais como desordem do equilíbrio ácido-base, hiperventilação, edema pulmonar, vômito, desidratação e hipoglicemia podem ocorrer. Sintomas de superdosagem com salicilatos são bem descritos na literatura. Há relatos de pacientes utilizando doses diárias de 8 g por um mês sem nenhum efeito adverso. Não há um antídoto específico e o tratamento deve ser sintomático e de suporte. Recomenda-se que o gerenciamento da superdosagem deve ser através do tratamento sintomático em hospital com o monitoramento da função renal.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
INDICADA DESTE MEDICAMENTO? Procure imediatamente seu médico ou hospital se você tomar acidentalmente mais Pentasa ® do que o médico prescreveu. Você deve mostrar a caixa de Pentasa®. Um tratamento médico pode ser necessário.
No caso de reações adversas intensas, suspender o uso do produto e imediatamente contatar o seu médico. A experiência clínica de superdosagem com a mesalazina é limitada e não indica toxicidade renal ou hepática. Mas como Pentasa® é um aminossalicilato, sintomas de intoxicação por salicilato, tais como desordem do equilíbrio ácido-base, hiperventilação, edema pulmonar, vômito, desidratação e hipoglicemia podem ocorrer. Sintomas de superdosagem com salicilatos são bem descritos na literatura. Não há um antídoto específico e o tratamento deve ser sintomático e de suporte. Há relatos de pacientes utilizando doses diárias de 8 g por um mês sem nenhum efeito adverso. Recomenda-se que o gerenciamento da superdosagem deve ser através do tratamento sintomático em hospital com o monitoramento da função renal.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
INDICADA DESTE MEDICAMENTO? Procure imediatamente seu médico ou hospital se você tomar acidentalmente mais Pentasa ® do que o médico prescreveu. Você deve mostrar a caixa de Pentasa®. Um tratamento médico pode ser necessário.
No caso de reações adversas intensas, suspender o uso do produto e imediatamente contatar o seu médico. A experiência clínica de superdosagem com a mesalazina é limitada e não indica toxicidade renal ou hepática. Mas como Pentasa® é um aminossalicilato, sintomas de intoxicação por salicilato tais como desordem do equilíbrio ácido-base, hiperventilação, edema pulmonar, vômito, desidratação e hipoglicemia podem ocorrer. Sintomas de superdosagem com salicilatos são bem descritos na literatura. Não há um antídoto específico e o tratamento deve ser sintomático e de suporte.
Pentasa_Bula_Paciente Pg. 33
Há relatos de pacientes utilizando doses diárias de 8 g por um mês sem nenhum efeito adverso. Recomenda-se que o gerenciamento da superdosagem seja através de um tratamento sintomático em hospital com monitoramento da função renal.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Identificação do medicamento
APRESENTAÇÃO
Pentasa® comprimido com microgrânulos de liberação prolongada de:
• 500 mg disponível em embalagens contendo 5 blísteres com 10 unidades cada.
VIA ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE DOIS ANOS DE IDADE
Enema em frasco-aplicador de 100 mL contendo 1 g de mesalazina, disponível em embalagens com 7 enemas.
VIA RETAL
USO ADULTO
Grânulos de liberação prolongada de:
• 1 g disponível em embalagem com 50 sachês
• 2 g disponível em embalagens com 30 ou 15 sachês.
VIA ORAL
USO ADULTO ACIMA DE DEZOITO ANOS DE IDADE
Supositório contendo 1 g de mesalazina disponível em embalagens contendo 4 blísteres com 7 unidades cada e 28 dedeiras.
VIA RETAL
USO ADULTO
10451 - - adição da apresentação “Grânulos de -Grânulos de
MEDICAMENTO 1317 - liberação prolongada 1 g com 30 liberação
NOVO - MEDICAMENTO sachês” referente a petição de inclusão prolongada 1 g
Notificação de NOVO - Inclusão de nova apresentação comercial
19/10/2015 0916561/15-4 Alteração de
30/01/2015 0090004/15-4
de Nova
09/03/2015 VP/VPS - Comprimidos de
Texto de Bula – Apresentação - aproveitamos a notificação eletrônica liberação
RDC 60/12 Comercial também para retirar a apresentação prolongada 1 g
“Comprimidos de liberação prolongada 1 g” (apresentação não comercializada)
10451 - APRESENTAÇÕES
1317 -
MEDICAMENTO
MEDICAMENTO - Comprimidos de
NOVO - - adição da apresentação
NOVO - Inclusão
03/06/2016 1865109/16-7 Notificação de 30/01/2015 0090004/15-4
de Nova
09/03/2015 “Comprimidos de liberação prolongada VP/VPS liberação
Alteração de 1 g com 30 comprimidos” referente a prolongada 1 g
- Comprimidos de
liberação 10451 - prolongada 500 MEDICAMENTO mg e 1 g NOVO -
- Enema 10
20/02/2017 0281445/17-5 Notificação de - - - - DIZERES LEGAIS VP/VPS
Alteração de mg/mL Texto de Bula – - Grânulos de RDC 60/12 liberação prolongada 1 g e 2g Pg. 36
Pentasa_Bula_Paciente
- Supositórios 1 g
-O QUE DEVO SABER ANTES DE - Comprimidos de USAR ESTE MEDICAMENTO? liberação
-COMO DEVO USAR ESTE prolongada 500
10451 MEDICAMENTO? mg e 1 g
MEDICAMENTO
-QUAIS OS MALES QUE ESTE - Enema 10
NOVO -
MEDICAMENTO PODE ME
09/11/2017 2188291/17-6 Notificação de - - - -
CAUSAR? VP/VPS mg/mL Alteração de - Grânulos de -O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR Texto de Bula – liberação
UMA QUANTIDADE MAIOR DO
RDC 60/12 prolongada 1 g e
QUE A INDICADA DESDE
MEDICAMENTO? 2g
-
Supositórios 1 g
-
Comprimidos de
liberação -QUAIS OS MALES QUE ESTE prolongada 500 10451 -
MEDICAMENTO PODE ME mg e 1 g
MEDICAMENTO
CAUSAR? - Enema 10
NOVO -O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR
27/12/2017 2322168/17-2 Notificação de - - - -
UMA QUANTIDADE MAIOR DO
VP/VPS mg/mL Alteração de - Grânulos de
QUE A INDICADA DESDE
Texto de Bula – liberação MEDICAMENTO? RDC 60/12 prolongada 1 g e 2g
- Supositórios 1 g
10451 -
MEDICAMENTO 10227 – - Grânulos de
NOVO - MEDICAMENTO liberação
- COMO DEVO USAR ESTE
30/01/2018 0074966/18-4 Notificação de 07/10/2014 0889868/14-5 NOVO – 02/01/2018
MEDICAMENTO? VP/VPS prolongada 1 g e
Alteração de Alteração de 2g
Texto de Bula – posologia
RDC 60/12
Pg. 37
Pentasa_Bula_Paciente
1444 -
MEDICAMENTO
NOVO -
-
03/05/2019 0393164/19-1 Cancelamento de
MEDICAMENTO Registro da 5 – ONDE, COMO E POR QUANTO - Comprimidos de
NOVO - Apresentação do TEMPO POSSO GUARDAR ESTE liberação
VP/VPS
04/06/2019 0539083/19-4 Notificação de Medicamento MEDICAMENTO? prolongada 500
Alteração de DIZERES LEGAIS mg
10218 Texto de Bula –
MEDICAMENTO
RDC 60/12
03/12/2015 1065189/15-6 NOVO – 06/05/2019
Ampliação do prazo de validade
- Comprimidos de
liberação 10451 - prolongada 500
MEDICAMENTO 4.O QUE DEVO SABER ANTES DE mg
NOVO - USAR ESTE MEDICAMENTO? - Enema 10
27/04/2021 1616641/21-8 Notificação de NA NA NA NA 8.QUAIS OS MALES QUE ESTE VP/VPS mg/mL
Alteração de MEDICAMENTO PODE ME - Grânulos de
Texto de Bula – CAUSAR? liberação
RDC 60/12 prolongada 1 g e 2g
- Supositórios 1 g
11023 – RDC 73/2016 – NOVO – Inclusão de 10451 - local de
24/07/2019 1022703/19-2
fabricação de
30/08/2021 DIZERES LEGAIS VP/VPS - Supositórios 1 g
MEDICAMENTO
NOVO - medicamento de liberação
27/07/2022 4461636/22-4 Notificação de
Alteração de convencional
Texto de Bula – 1444 – - Grânulos de
RDC 60/12 MEDICAMENTO
liberação
12/04/2022 2325366/22-7 NOVO – 16/05/2022 APRESENTAÇÕES VP/VPS
Cancelamento de prolongada 1 g e Registro da 2g Pg. 38
Pentasa_Bula_Paciente
- Comprimidos de
liberação 10451 - prolongada 500
MEDICAMENTO 4.O QUE DEVO SABER ANTES DE mg
NOVO - USAR ESTE MEDICAMENTO? - Enema 10
24/03/2023 0299262/23-5 Notificação de NA NA NA NA 8.QUAIS OS MALES QUE ESTE VP/VPS mg/mL
Alteração de MEDICAMENTO PODE ME - Grânulos de
Texto de Bula – CAUSAR? liberação
RDC 60/12 prolongada 1 g e 2g
- Supositórios 1 g
-APRESENTAÇÕES
- Comprimidos
3.QUANDO NÃO DEVO USAR
ESTE MEDICAMENTO? de liberação
10451 - 4.O QUE DEVO SABER ANTES DE prolongada 500
MEDICAMENTO USAR ESTE MEDICAMENTO? mg
NOVO - 5. ONDE, COMO E POR QUANTO - Enema 10
29/02/2024 02492354/24-2 Notificação de - - - - TEMPO POSSO GUARDAR ESTE VP/VPS mg/mL
Alteração de MEDICAMENTO? - Grânulos de
Texto de Bula – 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE liberação
RDC 60/12 MEDICAMENTO PODE ME prolongada 1 g e
CAUSAR? 2g -DIZERES LEGAIS
- Supositórios 1 g
10451 - - Comprimidos MEDICAMENTO de liberação
- QUAIS OS MALES QUE ESTE prolongada 500
NOVO -
MEDICAMENTO PODE ME
11/06/2024 782909/24-8 Notificação de - - - - CAUSAR?
VP mg Alteração de -DIZERES LEGAIS Texto de Bula – - Enema 10 RDC 60/12 mg/mL Pg. 39
Pentasa_Bula_Paciente
- Comprimidos
de liberação 10451 - prolongada 500
- O QUE DEVO SABER ANTES DE mg
MEDICAMENTO
USAR ESTE MEDICAMENTO? - Enema 10 NOVO -
- QUAIS OS MALES QUE ESTE
13/01/2025 0046760/25-3 Notificação de - - - - MEDICAMENTO PODE ME
VP/VPS mg/mL Alteração de - Grânulos de CAUSAR? Texto de Bula – liberação RDC 60/12 prolongada 1 g e 2g
-
Supositórios 1 g
-
Comprimidos
de liberação 10451 - prolongada 500
MEDICAMENTO 4.O QUE DEVO SABER ANTES DE mg
NOVO - USAR ESTE MEDICAMENTO? - Enema 10
-
- Notificação de - - - - 6. COMO DEVO USAR ESTE VP/VPS mg/mL
Alteração de MEDICAMENTO? - Grânulos de
Texto de Bula – liberação RDC 60/12 prolongada 1 g e 2g
- Supositórios 1 g
Pg. 40
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido com microgrânulos de liberação prolongada contém:
Pentasa® comprimido de liberação prolongada de 500 mg:
mesalazina ....................................................................................................... 500 mg Excipientes: povidona, etilcelulose, estearato de magnésio, talco e celulose microcristalina.
Cada frasco de enema contém:
mesalazina .................................................................................................... 1000 mg Excipientes: edetato dissódico, metabissulfito de sódio, acetato de sódio, ácido clorídrico e água de osmose reversa.
Pentasa® Sachê 1 g:
Cada sachê com grânulos de liberação prolongada contém:
mesalazina ..................................................................................................... 1000 mg Excipientes: povidona e etilcelulose.
Pentasa® Sachê 2 g:
Cada sachê com grânulos de liberação prolongada contém:
mesalazina ..................................................................................................... 2000 mg Excipientes: povidona e etilcelulose.
Cada supositório contém:
mesalazina ..................................................................................................... 1000 mg Excipientes: povidona, estearato de magnésio, talco e macrogol 6000.
Dizeres legais
DIZERES LEGAIS
Registro: 1.2876.0002
Produzido por:
Ferring International Center SA – FICSA St. Prex, Suíça
Importado e Registrado por:
Laboratórios Ferring Ltda. Av. Engenheiro Luis Carlos Berrini, nº 105, 12º andar 04571-900 - São Paulo – SP
CNPJ: 74.232.034/0001-48
SAC: 0800 772 4656
CCDS_v18 BUL_PEN_COM_VP_09
Pentasa_Bula_Paciente Pg. 8
Pentasa®
Laboratórios Ferring Ltda.
Enema 10 mg/mL
Pentasa_Bula_Paciente Pg. 9
Pentasa Enema Laboratórios Ferring mesalazina
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
Registro: 1.2876.0002
Produzido por:
Ferring Leciva a.s. Jesenice u Prahy, República Tcheca
Pentasa_Bula_Paciente Pg. 16
Importado e Registrado por:
Av. Engenheiro Luis Carlos Berrini, nº 105, 12º andar 04571-900 - São Paulo – SP
CNPJ: 74.232.034/0001-48
SAC: 0800 772 4656
CCDS_v18 BUL_PEN_ENE_VP_09
Pentasa_Bula_Paciente Pg. 17
Pentasa®
Laboratórios Ferring Ltda.
Grânulos de liberação prolongada 1ge2g
Pentasa_Bula_Paciente Pg. 18
Pentasa Sachê Laboratórios Ferring mesalazina
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
Registro: 1.2876.0002
Produzido por:
Ferring International Center SA – FICSA St. Prex, Suíça
Importado e Registrado por:
Laboratórios Ferring Ltda. Av. Engenheiro Luis Carlos Berrini, nº 105, 12º andar 04571-900 - São Paulo – SP
Pentasa_Bula_Paciente Pg. 25
CNPJ: 74.232.034/0001-48
SAC: 0800 772 4656
CCDS_v18 BUL_PEN_GRA_VP_09
Pentasa_Bula_Paciente Pg. 26
Pentasa®
Laboratórios Ferring Ltda.
Supositórios 1g
Pentasa_Bula_Paciente Pg. 27
Pentasa Laboratórios Ferring mesalazina
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
Registro: 1.2876.0002
Produzido por:
Ferring International Center SA – FICSA St. Prex, Suíça
Importado e Registrado por:
Laboratórios Ferring Ltda. Av. Engenheiro Luis Carlos Berrini, nº 105, 12° andar 04571-900 - São Paulo – SP
CNPJ: 74.232.034/0001-48
SAC: 0800 772 4656
CCDS_v18
BUL_PEN_SUP_VP_09
Pentasa_Bula_Paciente Pg. 34
Pentasa_Bula_Paciente
Histórico de alteração da bula
HISTÓRICO DE ALTERAÇÃO PARA A BULA
Dados Submissão Eletrônica Dados da Petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do Data do No. Do Data da Versões Apresentações
No. Do Expediente Assunto Assunto Itens de bula
Expediente Expediente Expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas
-PARA QUÊ ESTE MEDICAMENTO É INDICADO? -COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA? -QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? - Comprimidos de 10458 -
MEDICAMENTO
-O QUE DEVO SABER ANTES DE liberação USAR ESTE MEDICAMENTO? prolongada 500 NOVO - Inclusão -ONDE, COMO E POR QUANTO mg e 1 g Inicial de Texto
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE - Enema 10
de Bula – RDC MEDICAMENTO? 60/12 mg/mL
09/12/2013 1034123/13-4 - - - - -COMO DEVO USAR ESTE VP/VPS
MEDICAMENTO? - Grânulos de (Harmonização do liberação -O QUE DEVO FAZER QUANDO EU texto de bula prolongada 1 g e
ME ESQUECER DE USAR ESTE
segundo RDC 2g MEDICAMENTO? 47/09 e RDC 60/12.) -QUAIS OS MALES QUE ESTE - Supositórios 1 g
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR? -O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR
UMA QUANTIDADE MAIOR DO
QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO? 10451 - - Comprimidos de
QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO
MEDICAMENTO PODE ME liberação
07/08/2015 0701631/15-0 NOVO - - - - -
CAUSAR? VP/VPS Notificação de prolongada 500 Alteração de mg e 1 g Pg. 35
Pentasa_Bula_Paciente
Texto de Bula – - Enema 10
RDC 60/12 mg/mL
- Grânulos de
liberação prolongada 1 g e 2g
- Supositórios 1 g
Transcrição automática da bula oficial registrada na ANVISA, processada em 15 de jun. de 2026. Conteúdo informativo: em caso de divergência, vale o PDF oficial. Este material não substitui orientação médica ou farmacêutica.