Farmabook

Gelafundin

Succinilgelatina

- (*)
Específico
Uso HospitalarCMED: AtivoANVISA: Ativo
Apresentacao

40 mg/ml solução injetável intravenosa caixa 10 frasco-ampola plástico transparente sistema fechado x 500 ml

Concentracao
40 mg/ml
Forma Farmaceutica
Solução injetável intravenosa
Via de Administracao
intravenosa
Quantidade
500 ml
Embalagem
10 frasco-ampola plástico transparente sistema fechado

Posologia (resumo)

Desta apresentaçãoResumo por IA

Adultos - Profilaxia da hipovolemia e hipotensão / Tratamento de hipovolemia leve

Administrar 500 a 1000 mL, com os primeiros 20 a 30 mL infundidos lentamente sob observação.

IntravenosaSolução injetável

Adultos - Tratamento de hipovolemia grave (emergência)

Infusão rápida de 500 mL (a baixa pressão); após melhora dos parâmetros circulatórios, ajustar volume conforme o déficit.

IntravenosaSolução injetável

Adultos - Hemodiluição (isovolêmica)

Administrar volume correspondente ao volume de sangue extraído, sem exceder 20 mL/kg de peso corporal/dia.

IntravenosaSolução injetável

Adultos - Circulação extracorpórea

Administrar 500 a 1500 mL, dependendo do sistema circulatório utilizado.

IntravenosaSolução injetável

Adultos - Aumento do número de leucócitos na leucoferese

Administrar 500 a 1000 mL por leucoferese.

IntravenosaSolução injetável

Resumo da posologia extraído automaticamente por IA da bula oficial registrada na ANVISA, em 12 de jun. de 2026. É um material informativo: consulte a bula completa e siga sempre a orientação do seu médico ou farmacêutico. Não use como única referência de dose.

Informacoes Regulatorias
Laboratorio
LABORATORIOS B. BRAUN S/A
Classe Terapeutica
K2c - Soluções Gelatinosas
CMED
Ativo
ANVISA
Ativo
Registro ANVISA
1008501150014
EAN (Codigo de Barras)
4030539009393
GGREM
520901901152318
Registro ANVISA
Numero do registro
100850115
Produto ANVISA
GELAFUNDIN
Empresa
LABORATORIOS B. BRAUN S/A
CNPJ
31673254000102
Principio ativo
GELATINA, succinilgelatina
Classe terapeutica ANVISA
SUBSTITUTOS DO PLASMA E EXPANSORES PLASMATICOS
Categoria regulatoria
Específico
Data de registro
7 de abr. de 1999
Data de vencimento
Ultimo refresh
6 de mar. de 2026, 17:37
Precos

Preco Fabrica (PF)

R$ 964,53

Bula do medicamento

Bula específica desta apresentaçãoTranscrita por IA
Bula desta apresentação (PDF)

PDF oficial ANVISA recortado para esta apresentação (Gelafundin® succinilgelatina Bula do Paciente Gelafundin® Laboratórios B. Braun S.A. Solução Injetável succinilgelatina ). A bula original completa segue disponível na seção Registro ANVISA.

Informações ao paciente

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Gelafundin® é indicado como substituto coloidal do volume plasmático nas seguintes situações:

• Profilaxia e tratamento de hipovolemia absoluta e relativa (ex.: choque seguido por hemorragia ou trauma,

por perdas sanguíneas perioperatórias, queimaduras, sepsis)

• Profilaxia da hipotensão (ex.: associada com a indução de uma anestesia epidural ou espinhal);

• Hemodiluição

• Circulação extra-corpórea (máquina: coração/pulmão, hemodiálise)

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Gelafundin® é uma solução injetável, isotônica e isoosmótica de pH ± 7,4 que contém 40,0g de succinilgelatina por litro e que é utilizada como substituto do plasma para reposição vascular. Em caso de perda sanguínea ou de diminuição do efeito hemodinâmico por supressão do tônus vascular em quadros de choque normovolêmico, Gelafundin® permite aumentar a massa sanguínea circulante e manter a pressão oncótica (inferior a reserva de uso de cardiotônicos no choque vasopléjico). Este produto é utilizado no tratamento e na prevenção dos quadros de choque hipovolêmico absoluto: choque hemorrágico, choque por queimaduras, choque por desidratação grave, assim como em outros estados de choque do tipo hipovolêmico relativo: choque séptico.

B|BRAUN

  • Gelafundin® garante uma correção rápida da hipovolemia sem modificar o processo fisiológico de

restauração endógena da massa sanguínea.

  • Durante a fase de indução da anestesia espinhal ou epidural previne a hipotensão.

  • Evita qualquer risco de hemorragia secundária a sua administração.

  • Para perdas de sangue de 10 a 20% do volume sanguíneo total, pode-se utilizar somente o Gelafundin®, não

havendo necessidade de transfusão de sangue.

  • Disponibiliza tempo ao paciente, até que seja providenciado o grupo sanguíneo do paciente. Pode substituir

o sangue do grupo O Rh– nas transfusões iniciais de urgência. É uma medida de eleição no tratamento inicial de pacientes em estado de choque durante sua remoção.

  • Para o abastecimento de máquinas cardiopulmonares ou de aparatos de hemodiálise (priming).

-Para substituição do volume de sangue.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Gelafundin® não deve ser administrado em casos de:

• Hipersensibilidade conhecida a gelatina

• Hipervolemia

• Hiperidratação

• Insuficiência cardíaca grave

• Pacientes digitalizados

• Distúrbio grave da coagulação sangüínea

Categoria de risco na gravidez: categoria C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Advertências Deve-se repor os eletrólitos à medida que for necessário.

Gelafundin® deve ser administrado com muito cuidado nos casos:

  • Hipernatremia, desde que o sódio adicional seja administrado com Gelafundin®.

  • Estados de desidratação, neste caso é necessário primeiramente fazer correção do balanço hídrico.

  • Distúrbios da coagulação sanguínea, pois a administração do produto leva a uma diluição dos fatores de

coagulação.

  • Insuficiência renal, pois a via de excreção normal poderia estar afetada.

  • Hepatopatia crônica, pois neste caso a síntese de albumina e dos fatores de coagulação podem ser afetados e

a administração do produto leva a uma posterior diluição.

Precauções:

É necessário monitorar o ionograma sérico e o balanço de líquidos nos casos de hipernatremia, estados de desidratação e insuficiência renal. Nos casos de distúrbio da coagulação sanguínea e hepatopatia crônica, os parâmetros de coagulação e albumina sérica devem ser monitorados. Gelafundin® como outros substitutos plasmáticos, podem produzir reações anafiláticas de severidade variável. Com objetivo de se detectar a aparição de reações anafiláticas, deve-se observar o paciente atentamente durante a infusão e particularmente durante a administração dos primeiros 20-30 mL. A infusão de ser imediatamente interrompida quando surgir o primeiro indício de efeito colateral. Equipamentos e medicamentos de reanimação devem sempre estar disponíveis. Não se conhece nenhum teste que identifique antecipadamente os pacientes que possam ter reações anafiláticas ou anafilactóides. Não é possível prognosticar o curso de uma reação de intolerância.

B|BRAUN Reações alérgicas (anafiláticas/anafilactóides) à solução de gelatina pode ser medida tanto pela histamina como independente dela. A liberação de histamina pode ser inibida profilaticamente com bloqueadores H1 e H2. A administração profilática de corticosteróide não mostrou ser útil. Reações adversas podem ocorrer tanto em pacientes conscientes quanto em pacientes anestesiados, embora na fase aguda do choque hipovolêmico não tenham sido observadas até agora reações alérgicas (anafiláticas/anafilactóides).

Efeitos sobre os parâmetros clínico-químicos:

Os parâmetros clínico-químicos podem ser afetados. Os resultados laboratoriais dos seguintes itens podem ser elevados: taxa de sedimentação sanguínea, peso específico da urina e determinação inespecífica das proteínas. Não há experiência comprovada referente a administração a menores de 1 ano.

Uso em crianças, idosos e outros grupos de risco

Uso em Idosos Não há uma dose diferenciada da recomendada para adultos, porém deve-se obsevar as necessidades individuais de cada paciente. Em caso de pacientes com distúrbios na coagulação, insuficiência renal e hepatopatias crônicas é recomendado um ajuste da dosagem conforme o estado clínico do paciente, considerando os resultados dos testes clínico-químicos.

Gravidez e Lactação Não há indícios de efeito embriotóxico para Gelafundin®. Porém, a possibilidade de uma reação alérgica (anafilática/anafilactóide), não deve ser descartada. Só se deve efetuar a administração durante a gravidez após avaliação crítica dos riscos e benefícios. Não existe até o momento informação referente a passagem de Gelafundin® para o leite materno.

Categoria de risco na gravidez: categoria C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Interações medicamentosas Incompatibilidades podem ocorrer com a mistura de outros medicamentos. As soluções de glicose e eletrólitos podem ser administradas junto com Gelafundin®. Gelafundin® é incompatível com as emulsões lipídicas. Gelafundin® tem baixo conteúdo de cálcio (máximo 0,4 mmol/L), portanto não causará coagulação do sangue ou plasma, permitindo a administração simultânea de sangue através do mesmo equipo de infusão.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use o medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Conservar abaixo de 25 ºC. Não congelar. Após perfuração do recipiente, o produto deve ser utilizado dentro de 24 horas. Não usar se houver turvação, depósito ou violação do recipiente.

Prazo de validade: 36 meses a partir da data de fabricação, desde que, a embalagem original esteja integra.

Número de lote e data de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

B|BRAUN Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Posologia:

A dosagem, velocidade de infusão e duração da administração dependem das necessidades individuais de cada paciente e deve ser ajustada em função dos requisitos usuais mediante vigilância dos parâmetros principais da circulação (ex.: pressão arterial).

A fim de se identificar o quanto antes uma reação alérgica (anafilática/anafilactóide), a infusão dos primeiros 20 – 30 mL deve ser feita lentamente com o paciente sendo observado atentamente. As seguintes recomendações posológicas abaixo, devem se aplicadas para adultos.

  • Na profilaxia da hipovolemia e hipotensão. Tratamento de hipovolemia leve (ex.: perdas leves de sangue e

plasma)

  • Dose média: 500 – 1000 mL

  • Tratamento da hipovolemia grave, em situações de emergência com risco de vida

  • Dose média: infusão rápida de 500 mL (a baixa pressão), e depois da melhora dos parâmetros da circulação,

deve-se mensurar o volume de infusão conforme o déficit de volume.

  • Hemodiluição (isovôlemica)

  • Dose média: a administração de Gelafundin® corresponde ao volume de sangue extraído. No entanto, a

administração não deve exceder 20 mL/Kg peso corporal/dia.

  • Circulação extracorpórea

  • Dose média: depende do sistema circulatório utilizado, mas usualmente administra-se 500 a 1500 mL.

  • Aumento do número de leucócitos na leucoferese

  • Dose média: 500 – 1000 mL por leucoferese

  • Em caso de pacientes com distúrbios na coagulação, insuficiência renal e hepatopatias crônicas é

recomendado um ajuste da dosagem conforme o estado clínico do paciente, considerando os resultados dos testes clínico-químicos.

  • Dose diária máxima:

  • O limite terapêutico é estabelecido pelo efeito de diluição. A substituição eritrocitária ou a administração de

sangue deve ser considerada quando o hematócrito diminuir abaixo de 25% (30% nos casos de pacientes com riscos cardiovasculares ou pulmonar).

  • Taxa de infusão máxima:

  • A taxa de infusão máxima depende em particular da situação cardiocirculatória.

  • Nota:

  • Gelafundin® deve estar na temperatura corporal se for administrado mediante infusão sob pressão

(manguito de pressão, bomba de infusão)

Modo de Usar:

Via de administração intravenosa. A solução deve ser aquecida à temperatura corporal antes da infusão. Quando administrar Gelafundin® por infusão sob pressão (por exemplo, pressão do manguito ou bomba de infusão), todo ar deve ser removido dos recipientes com o ar espacial interior e a partir do equipo de infusão antes da solução ser administrada.

Risco de uso por via de administração não recomendada Não há estudos dos efeitos de Gelafundin® (succinilgelatina) administrado por vias não recomendadas. Portanto, para segurança e eficácia deste medicamento, a administração deve ser realizada somente por via intravenosa.

B|BRAUN

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Podem ocorrer reações alérgicas (anafiláticas ou anafilactóides) de intensidade variáveis com a infusão de Gelafundin®, como: reações cutâneas (urticárias), podendo resultar em rubor facial ou da nuca. Em casos isolados, pode haver diminuição da pressão arterial, choque ou parada cardíaca ou respiratória. Nos casos de reações adversas deve-se interromper a infusão. O tratamento depende da natureza e gravidade do efeito adverso, assim caso necessário orienta-se as seguintes medidas terapêuticas: Reações leves: administrar corticostaróides e anti-histamínicos Reações graves: epinefrina, infusão IV lenta. Em caso de broncoconstricção grave administrar Teofilina IV. Aporte de oxigênio e repor o volume (albumina humana)

Efeitos sobre os parâmetros clínico-químicos:

Os parâmetros clínico-químicos podem ser afetados. Os resultados laboratoriais dos seguintes itens podem ser elevados: taxa de sedimentação sanguínea, peso específico da urina e determinação inespecífica de proteínas.

Tratamento de emergência de reações anafilactóides segue esquemas estabelecidos, dependendo da gravidade da reação. Não pode ser previsto por qualquer procedimento que pacientes são suscetíveis à experiência de reações anafilactóides, nem é possível prever o curso e a gravidade de qualquer reação. Reações anafilactóides causadas por soluções de gelatina podem também ser mediadas por histamina ou histamina independente. Liberação de histamina pode ser evitada pelo uso de uma combinação de bloqueadores de receptor H1 e H2. Administração profilática de corticosteróides não tem eficácia comprovada.

Administração profilática de corticosteróides não tem eficácia comprovada.

Reações adversas podem ocorrer em pacientes conscientes e anestesiados. Na fase aguda de deficiência de volume choque de reação anafilactóide nunca foi relatado. Vide tabela de tratamento abaixo.

B|BRAUN

Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA

DESTE MEDICAMENTO? A superdosagem com soluções de substituição do volume plasmático pode ocasionar uma hipervolemia com consecutivo dano às funções cardíacas e pulmonares. Se houver manifestação de sintomas de sobrecarga circulatória como: dispnéia, congestão da veia jugular, a infusão deve ser interrompida imediatamente.

B|BRAUN Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Identificação do medicamento

APRESENTAÇÕES

Frasco ampola plástico transparente sistema fechado – embalagem contendo: 10 unidades de 500 mL por caixa.

Gelafundin® é uma solução de gelatina succinilada 4%, estéril e apirogênica para infusão intravenosa.

Via de Administração

VIA INTRAVENOSA

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada 100 mL da solução contém:

succinilgelatina (= gelatina fluida modificada) 4,0 g cloreto de sódio* 0,7 g hidróxido de sódio* 0,136 g água para injetáveis* q.s.p. 100 mL (*) excipientes

Conteúdo eletrolítico:

Sódio (Na+) 154 mmol/L Cloreto (Cl–) 120 mmol/L

Osmalaridade teórica: 274 mOsmol/L pH: 7,1 – 7,7 Pressão molecular médio (Mw): 30.000 Daltons Ponto de gelificação: < 3 ºC

Dizeres legais

DIZERES LEGAIS

Registro: 1.0085.0115

Importado e registrado por:

Laboratórios B. Braun S.A. Av. Eugênio Borges, 1092 e Av. Jequitibá, 09 Arsenal – CEP: 24751-000 São Gonçalo – RJ – Brasil

CNPJ: 31.673.254/0001-02

SAC: 0800-0227286

Produzido por:

B. Braun Medical SA Route de Sorge 9 CH – 1023 – Crissier – Suíça

USO RESTRITO A ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO

B|BRAUN Histórico de Alteração da Bula

Dados da submissão eletrônica Dados da petição /notificação que altera bula Dados das alterações de bula

Data do Nº do Assunto Data do Nº do expediente Assunto Data da Itens de bula Versões Apresentaçõe

expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) s

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ESPECÍFICO -

Notificação de ESPECÍFICO Alteração de Notificação de Texto de Bula Alteração de – RDC 60/12 Texto de Bula – RDC 60/12

10/03/2020 0724502/20-5 10454 - 10/03/2020 0724502/20-5 10454 - 10/03/2020 9.Reações VPS e VP 500ML

ESPECÍFICO ESPECÍFICO Adversas

Notificação de Notificação de (VIGIMED; e

Alteração de Alteração de Alteração de

Texto de Bula Texto de Bula dados legais.

– RDC 60/12 – RDC 60/12

10/03/2021 0941763210 10454 - 10/03/2021 0941763210 10454 - 10/03/2021 9.Reações VPS 500ML

ESPECÍFICO ESPECÍFICO Adversas

Notificação de Notificação de Alteração de Alteração de Texto de Bula Texto de Bula – RDC 60/12 – RDC 60/12

26/01/2024 10454 - 26/01/2024 10454 - Atualização VPS e VP 500ML

ESPECÍFICO ESPECÍFICO de Dizeres

Notificação de Notificação de Legais

Alteração de Alteração de Texto de Bula Texto de Bula – RDC 60/12 – RDC 60/12

Transcrição automática da bula oficial registrada na ANVISA, processada em 15 de jun. de 2026. Conteúdo informativo: em caso de divergência, vale o PDF oficial. Este material não substitui orientação médica ou farmacêutica.