Farmabook

Levetiracetam

Levetiracetam

Vermelha c/ Restrição
Genérico
CMED: AtivoANVISA: Ativo
Apresentacao

1000 mg comprimido revestido caixa blíster alumínio alumínio x 30

Concentracao
1000 mg
Forma Farmaceutica
Comprimido revestido
Via de Administracao
oral
Quantidade
30
Embalagem
Blíster alumínio alumínio

Posologia (resumo)

Desta apresentaçãoResumo por IA

Monoterapia: pacientes a partir dos 16 anos com diagnóstico recente de epilepsia

Dose inicial de 250 mg duas vezes ao dia, podendo ser aumentada para 500 mg duas vezes ao dia após duas semanas, com incrementos adicionais de 250 mg duas vezes ao dia a cada duas semanas, até o máximo de 1500 mg duas vezes ao dia.

oralcomprimido revestido

Terapia adjuvante: adultos e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso igual ou superior a 50 kg

Dose terapêutica inicial de 500 mg duas vezes ao dia, podendo ser aumentada até o máximo de 1500 mg duas vezes ao dia, com ajustes de 500 mg duas vezes ao dia a cada duas a quatro semanas.

oralcomprimido revestido

Terapia adjuvante: crianças (6 aos 11 anos) e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso inferior a 50 kg

Dose terapêutica inicial de 10 mg/kg duas vezes ao dia, podendo ser aumentada até 30 mg/kg duas vezes ao dia, com ajustes de 10 mg/kg duas vezes ao dia a cada duas semanas.

oralcomprimido revestido

Resumo da posologia extraído automaticamente por IA da bula oficial registrada na ANVISA, em 20 de jul. de 2026. É um material informativo: consulte a bula completa e siga sempre a orientação do seu médico ou farmacêutico. Não use como única referência de dose.

Informacoes Regulatorias
Laboratorio
SANDOZ DO BRASIL INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA
Classe Terapeutica
N3a - Antiepilépticos
CMED
Ativo
ANVISA
Ativo
Registro ANVISA
1004706470141
EAN (Codigo de Barras)
7897595634511
GGREM
511523030079406
Registro ANVISA
Numero do registro
100470647
Produto ANVISA
levetiracetam
Empresa
SANDOZ DO BRASIL INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA
CNPJ
61286647000116
Principio ativo
LEVETIRACETAM
Classe terapeutica ANVISA
ANTICONVULSIVANTES
Categoria regulatoria
Genérico
Data de registro
21 de nov. de 2022
Data de vencimento
Ultimo refresh
9 de mar. de 2026, 09:14
Precos

Preco Fabrica (PF)

R$ 141,17

Preco Consumidor (PMC)

R$ 189,37

PMC com ICMS

R$ 230,95

Bula do medicamento

Bula específica desta apresentaçãoTranscrita por IA
Bula desta apresentação (PDF)

PDF oficial ANVISA recortado para esta apresentação (levetiracetam Sandoz do Brasil Ind. Farm. Ltda. comprimidos revestidos 500mg e 1000 mg). A bula original completa segue disponível na seção Registro ANVISA.

Informações ao paciente

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Levetiracetam é indicado como monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) para o tratamento de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária, em pacientes com 16 anos ou mais e diagnóstico recente de epilepsia.

Levetiracetam é indicado como terapia adjuvante (utilizado com outros medicamentos antiepilépticos) para o tratamento de:

  • Crises focais/parciais, com ou sem generalização, em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 6 anos, com

epilepsia;

  • Crises mioclônicas em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 12 anos, com epilepsia mioclônica juvenil;

  • Crises tônico-clônicas primárias generalizadas em adultos, adolescentes e crianças com mais de 6 anos de idade com

epilepsia idiopática generalizada.

Levetiracetam é indicado como monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) para o tratamento de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária, em pacientes com 16 anos ou mais e diagnóstico recente de epilepsia.

Levetiracetam é indicado como terapia adjuvante (utilizado com outros medicamentos antiepilépticos) para o tratamento de: − Crises focais/parciais, com ou sem generalização, em adultos, adolescentes e crianças com idade acima de 6 anos e peso igual ou superior a 25 kg, com epilepsia; − Crises mioclônicas em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 12 anos e peso igual ou acima de 25 kg, com epilepsia mioclônica juvenil; − Crises tonicoclônicas primárias generalizadas em adultos, adolescentes e crianças com mais de 6 anos de idade e peso igual ou superior a 25 kg com epilepsia idiopática generalizada.

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

O mecanismo de ação do levetiracetam não está totalmente esclarecido.

O mecanismo de ação do levetiracetam não está totalmente esclarecido.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você não deve utilizar levetiracetam se você tem alergia ao levetiracetam ou a outros derivados de pirrolidona (ex. piracetam), ou a qualquer outro componente deste medicamento.

Você não deve utilizar levetiracetam se você tem alergia a levetiracetam ou a outros derivados de pirrolidona (ex.: piracetam), ou a qualquer outro componente deste medicamento.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Fale com o seu médico antes de tomar levetiracetam:

− se você tiver doença renal ou hepática, siga as instruções do seu médico. Ele poderá decidir se a sua dose deve ser ajustada. − se você detectar um aumento na gravidade das crises (por exemplo, aumento do número), contate o seu médico. − um pequeno número de pessoas que iniciaram tratamento com antiepilépticos como levetiracetam teve pensamentos de autoagressão ou suicídio. Se você tiver algum sintoma de depressão ou ideias suicidas, contate de imediato o seu médico.

Levetiracetam 250 mg e 750 mg – comprimidos revestidos – VP04

− se você tiver transtornos psiquiátricos e mudanças de comportamento como agressividade, agitação, raiva, ansiedade, apatia, depressão, hostilidade, irritabilidade e transtornos psicóticos. No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos, levetiracetam deverá ser descontinuado gradualmente para evitar o aumento das crises. Consulte seu médico sobre como proceder.

Casos de diminuição na contagem de células sanguíneas - neutropenia (redução de neutrófilos), agranulocitose (redução acentuada de granulócitos), leucopenia (redução de glóbulos brancos), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas) e pancitopenia (número reduzido de todas as células do sangue) – foram descritos em associação com a administração de levetiracetam. Contagens completas de células sanguíneas são recomendadas em pacientes apresentando fraqueza, pirexia (febre), infecções recorrentes ou distúrbios de coagulação (vide item 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?). Pode ser observado o agravamento das crises epilépticas, especialmente ao iniciar o tratamento ou no aumento da dose. Em pacientes com epilepsia associada à mutação no gene SCN8A foi relatado a falta de eficácia ou o agravamento de crises epilépticas.

Fale com o seu médico antes de tomar levetiracetam:

− Se você tiver doença renal ou hepática, ou se for idoso, siga as instruções do seu médico. Ele poderá decidir se a sua dose deve ser ajustada. − Se você detectar um aumento na gravidade das crises (por exemplo, aumento do número), contate o seu médico. − Um pequeno número de pessoas que iniciaram tratamento com antiepilépticos como levetiracetam teve pensamentos de autoagressão ou suicídio. Se você tiver algum sintoma de depressão ou ideias suicidas, contate de imediato o seu médico.

Levetiracetam 500 mg e 1000 mg – comprimidos revestidos – VP03

− Se você tiver transtornos psiquiátricos e mudanças de comportamento como agressividade, agitação, raiva, ansiedade, apatia, depressão, hostilidade, irritabilidade e transtornos psicóticos.

No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos, levetiracetam deverá ser descontinuado gradualmente para evitar o aumento das crises. Consulte seu médico sobre como proceder.

Casos de diminuição na contagem de células sanguíneas – neutropenia (redução de neutrófilos), agranulocitose (redução acentuada de granulócitos), leucopenia (redução de glóbulos brancos), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas) e pancitopenia (número reduzidode todas as células do sangue) – foram descritos em associação com a administração de levetiracetam. Contagens completas de células sanguíneas são recomendadas em pacientes apresentando fraqueza, febre, infecções recorrentes ou distúrbios de coagulação (vide item 8. Quais Os Males Que Este Medicamento Pode Me Causar?). − Pode ser observado o agravamento das crises epilépticas, especialmente ao iniciar o tratamento ou no aumento de dose.

Interações medicamentosas − Com outros medicamentos antiepilépticos: Não foi observada interação de levetiracetam com fenitoína, carbamazepina, ácido valproico, fenobarbital, gabapentina, primidona, topiramato e lamotrigina.

− Com probenecida: O efeito de levetiracetam sobre a eliminação da probenecida não foi estudado. O efeito de levetiracetam sobre medicamentos normalmente eliminados pelos rins, como anti-inflamatórios não esteroidais (ex.: diclofenaco e ibuprofeno), sulfonamidas (ex.: sulfassalazina e sulfametoxazol) e metotrexato não é conhecido.

− Com contraceptivos orais: Não foi observada interação entre levetiracetam e contraceptivos orais (etinilestradiol e levonorgestrel).

− Com digoxina e varfarina: Não foi observada interação de levetiracetam com digoxina e varfarina.

− Com antiácidos: Não há dados a respeito da influência de antiácidos sobre a absorção de levetiracetam.

− Com laxantes: Foram observados relatos isolados de diminuição de eficácia quando o laxante macrogol foi administrado junto com levetiracetam oral. Assim, a administração oral de macrogol não deve ser realizada dentro de 1 hora (antes ou após) da administração de levetiracetam.

− Com alimentos e álcool: Os alimentos não alteram significativamente o nível de levetiracetam no sangue. O levetiracetam pode ser ingerido com ou sem alimentos. Como medida de precaução, não ingira bebidas alcoólicas durante o tratamento com Etira.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Gravidez e Amamentação Levetiracetam não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que seja clinicamente necessário. O risco potencial de malformações hereditárias não pode ser completamente excluído. O tratamento com múltiplos medicamentos antiepilépticos está associado com um maior risco de malformações hereditárias em comparação com a monoterapia, portanto, esta pode ser considerada. Estudos em animais revelaram efeitos indesejáveis na reprodução.

Como acontece com outros medicamentos antiepilépticos, alterações durante a gravidez podem afetar a concentração do levetiracetam. Houve relatos de diminuição de concentração do levetiracetam durante a gravidez. Esta diminuição é maior durante o terceiro trimestre. A descontinuação do tratamento com antiepilépticos pode resultar em piora da doença, que pode ser prejudicial à mãe e ao bebê. Mulheres em tratamento com levetiracetam devem ser monitoradas pelo médico. Se estiver grávida, ou achar que está grávida, informe ao seu médico.

O levetiracetam é eliminado no leite materno, por isso, a amamentação não é recomendada durante o tratamento. Entretanto, se o tratamento com levetiracetam for necessário durante a amamentação, você e seu médico deverão decidir se o uso de levetiracetam e a amamentação devem continuar.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Levetiracetam pode reduzir a sua capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas, dado que levetiracetam pode fazê-lo sentir- se sonolento ou apresentar outros sintomas relacionados ao sistema nervoso central, no início do tratamento ou após um aumento da dose. Desta forma, recomenda-se cautela aos pacientes na execução destas atividades.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

Levetiracetam 500 mg e 1000 mg – comprimidos revestidos – VP03

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Conservar em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento:

Levetiracetam 250 mg é um comprimido revestido azul claro, oval, biconvexo e gravado com o código “LVT / 250” em uma das faces. Levetiracetam 750 mg é um comprimido revestido laranja, oval, biconvexo e gravado com o código “LVT / 750” em uma das faces.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Características do medicamento:

Levetiracetam 500 mg é um comprimido amarelo, oval, biconvexo e gravado com o código “LVT / 500” em uma das faces. Levetiracetam 1000 mg é um comprimido branco, oval, biconvexo e gravado com o código “LVT / 1000” em uma das faces.

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Modo de usar:

Engolir os comprimidos de levetiracetam com uma quantidade suficiente de líquido (exemplo: um copo com água). A dosagem diária deve ser administrada em duas doses igualmente divididas (a cada 12 horas), aproximadamente no mesmo horário de cada dia. Levetiracetam pode ser ingerido com ou sem alimentos. Após a administração oral, o gosto amargo de levetiracetam pode ser sentido.

Posologia:

− Doses para Monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) no tratamento de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária em pacientes a partir dos 16 anos com diagnóstico recente de epilepsia: A dose inicial recomendada é de 250 mg duas vezes ao dia, a qual pode ser aumentada para uma dose terapêutica inicial de 500 mg duas vezes ao dia, após duas semanas. Esta dose pode ser aumentada ainda em mais 250 mg duas vezes ao dia, a cada duas semanas, dependendo da sua resposta clínica. A dose máxima é de 1500 mg duas vezes ao dia. Seu médico deverá lhe orientar sobre ajustes de dose.

Não foram conduzidos estudos clínicos para Monoterapia no tratamento de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária em pacientes com menos de 16 anos e diagnóstico recente de epilepsia.

− Doses para Terapia adjuvante (combinado com outros medicamentos antiepilépticos) no tratamento de:

• Crises focais/parciais com ou sem generalização secundária em adultos, adolescentes e crianças com idade superior

a 6 anos, com epilepsia.

• Crises mioclônicas em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 12 anos, com epilepsia mioclônica

juvenil.

• Crises tônico-clônicas primárias generalizadas em adultos, adolescentes e crianças com mais de 6 anos de idade,

com epilepsia idiopática generalizada.

Terapia adjuvante em adultos e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso igual ou superior a 50 kg: A dose terapêutica inicial é de 500 mg/duas vezes ao dia. Esta dose pode ser iniciada no primeiro dia de tratamento. Dependendo da sua resposta clínica e tolerância, a dose diária pode ser aumentada para até o máximo de 1500 mg/duas vezes ao dia. Estes ajustes de dose podem ser realizados com aumentos ou reduções de 500 mg/duas vezes ao dia, a cada duas a quatro semanas. Seu médico deverá lhe orientar sobre ajustes de dose.

Terapia adjuvante em crianças (6 aos 11 anos) e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso inferior a 50 kg: A dose terapêutica inicial é de 10 mg/kg duas vezes ao dia. Dependendo da sua resposta clínica e tolerância, a dose pode ser aumentada para até 30 mg/kg duas vezes ao dia. Estes ajustes de dose não podem ser realizados com aumentos ou decréscimos maiores que 10 mg/kg duas vezes ao dia, a cada duas semanas. A menor dose eficaz deve ser usada. O médico deverá orientar sobre ajustes de dose.

O médico irá prescrever a forma farmacêutica, apresentação e concentração mais apropriadas para você, de acordo com seu peso, idade e dosagem.

Levetiracetam não é adaptado para administração a bebês e crianças com menos de 6 anos.

Além disso, as miligramagens disponíveis de levetiracetam em comprimidos não são apropriadas para o tratamento inicial de crianças com menos de 25 kg. Para crianças com peso corpóreo igual ou maior que 50 kg a dosagem é a mesma de adultos.

Ajuste de dose para populações especiais:

Nos casos em que o ajuste de dose for necessário, o médico indicará a dose de levetiracetam adequada. Levetiracetam 250 mg e 750 mg – comprimidos revestidos – VP04

Idosos:

O ajuste de dose é recomendado em pacientes idosos com função renal reduzida.

Insuficiência renal (dos rins):

Uma vez que o levetiracetam é eliminado pelos rins, a dose diária de levetiracetam deve ser individualizada de acordo com a sua função renal. Para crianças com comprometimento da função renal, esta recomendação se baseia em um estudo realizado em pacientes adultos com insuficiência renal. Seu médico irá determinar como está sua função renal para verificar se é necessário ajustar sua dose.

Insuficiência hepática (do fígado):

Não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada. Em pacientes com insuficiência hepática grave, o ajuste de dose é recomendado.

Duração do tratamento:

O tratamento com levetiracetam deve ser continuado durante o tempo que o seu médico indicar.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Interrupção do tratamento:

No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos, levetiracetam deverá ser descontinuado gradualmente. Seu médico irá orientar sobre a interrupção gradual de levetiracetam.

O comprimido pode ser partido para facilitar a deglutição, mas não para a divisão de doses.

Modo de usar Engolir os comprimidos de levetiracetam com uma quantidade suficiente de líquido (exemplo: um copo com água). A dosagem diária deve ser administrada em duas doses igualmente divididas (a cada 12 horas), aproximadamente no mesmo horário de cada dia. Levetiracetam pode ser ingerido com ou sem alimentos. Após a administração oral, o gosto amargo de levetiracetam pode ser sentido.

Posologia − Doses para Monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) no tratamento de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária em pacientes a partir dos 16 anos com diagnóstico recente de epilepsia:

A dose inicial recomendada é de 250 mg duas vezes ao dia, a qual pode ser aumentada para uma dose terapêutica inicial de 500 mg duas vezes ao dia, após duas semanas. Esta dose pode ser aumentada ainda em mais 250 mg duas vezes ao dia, a cada duas semanas, dependendo da sua resposta clínica. A dose máxima é de 1500 mg duas vezes ao dia. Seu médico deverá lhe orientar sobre ajustes de dose.

Não foram conduzidos estudos clínicos para Monoterapia no tratamento de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária em pacientes com menos de 16 anos e diagnóstico recente de epilepsia.

− Doses para Terapia adjuvante (combinado com outros medicamentos antiepilépticos) no tratamento de:

• Crises focais/parciais com ou sem generalização secundária em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 6

anos e peso igual ou superior a 25 kg, com epilepsia.

• Crises mioclônicas em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 12 anos e peso igual ou acima de 25 kg,

com epilepsia mioclônica juvenil.

• Crises tonicoclônicas primárias generalizadas em adultos, adolescentes e crianças com mais de 6 anos de idade e peso

igual ou superior a 25 kg, com epilepsia idiopática generalizada.

Terapia adjuvante em adultos e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso igual ou superior a 50 kg: A dose terapêutica inicial é de 500 mg/duas vezes ao dia. Esta dose pode ser iniciada no primeiro dia de tratamento. Dependendo da sua resposta clínica e tolerância, a dose diária pode ser aumentada para até o máximo de 1500 mg/duas vezes ao dia. Estes ajustes de dose podem ser realizados com aumentos ou reduções de 500 mg/duas vezes ao dia, a cada duas a quatro semanas. Seu médico deverá lhe orientar sobre ajustes de dose.

Terapia adjuvante em crianças (6 aos 11 anos) e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso inferior a 50 kg: A dose terapêutica inicial é de 10 mg/kg duas vezes ao dia. Dependendo da sua resposta clínica e tolerância, a sode pode ser aumentada até 30 mg/kg duas vezes ao dia. Estes ajustes de dose não podem ser realizados com aumentos ou decréscimos maiores que 10 mg/kg duas vezes ao dia, a cada duas semanas. A menor dose eficaz deve ser usada. O médico deverá orientar sobre ajuste de dose.

O médico irá prescrever a forma farmacêutica, apresentação e concentração mais apropriadas para você, de acordo com seu peso, idade e dosagem.

Levetiracetam não é adaptado para administração a bebês e crianças com menos de 6 anos.

Além disso, as concentrações disponíveis de levetiracetam em comprimidos não são apropriadas para o tratamento inicial de crianças com peso inferior a 25 kg.

Ajuste de dose para populações especiais: Nos casos em que o ajuste de dose for necessário, o médico indicará a dose de levetiracetam adequada.

Levetiracetam 500 mg e 1000 mg – comprimidos revestidos – VP03

Idosos: O ajuste de dose é recomendado em pacientes idosos com função renal reduzida.

Insuficiência renal (dos rins): Uma vez que o levetiracetam é eliminado pelos rins, a dose diária de levetiracetam deve ser individualizada de acordo com a sua função renal. Para crianças com comprometimento da função renal, esta recomendação se baseia em um estudo realizado em pacientes adultos com insuficiência renal. Seu médico irá determinar como está sua função renal para verificar se é necessário ajustar sua dose.

Insuficiência hepática (do fígado): Não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática de leve a moderada. Em pacientes com insuficiência hepática grave, o ajuste de dose é recomendado.

Duração do tratamento: O tratamento com levetiracetam deve ser continuado durante o tempo que o seu médico indicar. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Interrupção do tratamento: No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos, levetiracetam deverá ser descontinuado gradualmente. Seu médico irá orientar sobre a interrupção gradual de levetiracetam.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caso tenha se esquecido de tomar levetiracetam:

Contatar o seu médico se você se esqueceu de tomar uma ou mais doses. Não tome uma dose em dobro para compensar um comprimido que você se esqueceu de tomar.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou do seu médico, ou do cirurgião- dentista.

Caso tenha se esquecido de tomar levetiracetam:

Contatar o seu médico se você se esqueceu de tomar uma ou mais doses. Não tome uma dose em dobro para compensar um comprimido que você se esqueceu de tomar. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou do seu médico, ou do cirurgião-dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • dor de cabeça, sonolência;

  • nasofaringite (inflamação aguda ou crônica da mucosa nasal da nasofaringe).

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • astenia (fraqueza);

  • fadiga (sensação de cansaço);

  • anorexia* (perda de apetite);

  • depressão, hostilidade, agressividade, insônia, nervosismo, irritabilidade;

  • convulsão, desordem do equilíbrio, tontura, tremor;

  • vertigem (sensação de estar rodando);

  • tosse;

  • dor abdominal, diarreia, dispepsia (indigestão), vômito, náusea;

  • rash (erupção na pele).

  • O risco de anorexia é mais alto quando o topiramato é administrado com levetiracetam.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizaram este medicamento):

  • trombocitopenia (redução do número de plaquetas);

  • aumento de peso;

  • instabilidade emocional/mudança de humor, agitação;

  • amnésia (perda de memória), coordenação anormal/ataxia cerebelar (impedimento dos movimentos coordenados), distúrbio

de atenção (perda de concentração), prejuízo de memória;

  • diplopia (visão dupla), visão borrada;

  • eczema (inflamação na pele), prurido (coceira na pele);

  • mialgia (dor no músculo);

  • ferimento.

Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizaram este medicamento):

  • infecção;

  • distúrbios de personalidade, pensamento anormal;

  • hipercinesia (hiperatividade).

Levetiracetam 250 mg e 750 mg – comprimidos revestidos – VP04

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • astenia (fraqueza)sonolência;

  • dor de cabeça;

  • nasofaringite (inflamação aguda ou crônica da mucosa nasal da nasofaringe);

  • aumento da pressão arterial diastólica em crianças;

  • vômito;

  • redução da densidade mineral óssea.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • anorexia* (perda de apetite), aumento de peso;

  • comportamento anormal, agressividade, depressão, hostilidade, insônia, alteração de humor;

  • astenia, fadiga, edema periférico;

  • amnésia (perda de memória), coordenação anormal/ataxia (impedimento dos movimentos coordenados), confusão, tontura,

distúrbio de cognição, tremor, parestesia (formigamento / dormência).

  • vertigem (sensação de estar rodando);

  • diplopia (visão dupla), visão borrada, conjuntivite;

  • artralgia (dor nas articulações), dor no pescoço;

  • infecção;

  • tosse, congestão nasal, faringite, rinite;

  • diarreia, gastrenterite, perda de apetite, náusea, dor abdominal.

  • O risco de anorexia é mais alto quando o topiramato é administrado com levetiracetam.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE

MEDICAMENTO?

Os efeitos secundários possíveis de uma superdose com levetiracetam são sonolência, agitação, agressão, diminuição do nível de consciência, depressão da respiração e coma. Contate o seu médico se você tomou mais comprimidos do que deveria.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

MEDICAMENTO? Os efeitos secundários possíveis de uma superdose com levetiracetam são sonolência, agitação, agressão, diminuição do nível de consciência, depressão da respiração e coma. Contate o seu médico se você tomou mais comprimidos do que deveria.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Informações técnicas (profissionais de saúde)

Interações medicamentosas:

− Com outros medicamentos antiepilépticos: Não foi observada interação de levetiracetam com fenitoína, carbamazepina, ácido valpróico, fenobarbital, gabapentina, primidona, topiramato e lamotrigina.

− Com probenecida: O efeito de levetiracetam sobre a eliminação da probenecida não foi estudado. O efeito de levetiracetam sobre medicamentos normalmente eliminados pelos rins, como anti-inflamatórios não esteroidais (ex., diclofenaco e ibuprofeno), sulfonamidas (ex., sulfassalazina e sulfametoxazol) e metotrexato não é conhecido.

− Com contraceptivos orais: Não foi observada interação entre levetiracetam e contraceptivos orais (etinilestradiol e levonorgestrel).

− Com digoxina e varfarina: Não foi observada interação de levetiracetam com digoxina e varfarina.

− Com antiácidos: Não há dados a respeito da influência de antiácidos sobre a absorção de levetiracetam.

− Com laxantes: Foram observados relatos isolados de diminuição de eficácia quando o laxante macrogol foi administrado junto com levetiracetam oral. Assim, a administração oral de macrogol não deve ser realizada dentro de 1 hora (antes ou após) da administração de levetiracetam.

− Com alimentos e álcool: Os alimentos não alteram significativamente o nível de levetiracetam no sangue. Levetiracetam pode ser ingerido com ou sem alimentos. Como medida de precaução, não ingira bebidas alcoólicas durante o tratamento com levetiracetam.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Gravidez e Amamentação:

Levetiracetam não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que seja clinicamente necessário. O risco potencial de malformações hereditárias não pode ser completamente excluído. O tratamento com múltiplos medicamentos antiepilépticos está associado com um maior risco de malformações hereditárias em comparação com a monoterapia, portanto, esta pode ser considerada. Estudos em animais revelaram efeitos indesejáveis na reprodução.

Como acontece com outros medicamentos antiepilépticos, alterações durante a gravidez podem afetar a concentração do levetiracetam. Houve relatos de diminuição de concentração do levetiracetam durante a gravidez. Esta diminuição é maior durante o terceiro trimestre. A descontinuação do tratamento com antiepilépticos pode resultar em piora da doença, que pode ser prejudicial à mãe e ao bebê. Mulheres em tratamento com levetiracetam devem ser monitoradas pelo médico. Se estiver grávida, ou achar que esta grávida, informe o seu médico.

O levetiracetam é eliminado no leite materno, por isso, a amamentação não é recomendada durante o tratamento. Entretanto, se o tratamento com levetiracetam for necessário durante a amamentação, você e seu médico deverão decidir se o uso de levetiracetam e a amamentação devem continuar.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas:

Levetiracetam pode reduzir a sua capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas, dado que levetiracetam pode fazê-lo sentir-se sonolento ou apresentar outros sintomas relacionados ao sistema nervoso central, no início do tratamento ou após um aumento da dose. Desta forma, recomenda-se cautela aos pacientes na execução destas atividades.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde. Levetiracetam 250 mg e 750 mg – comprimidos revestidos – VP04

Reações adversas com frequências não conhecidas:
  • Pancitopenia (número reduzido de todas as células do sangue e plaquetas), com supressão da medula óssea em alguns casos;

  • Agranulocitose (redução acentuada de granulócitos, um tipo de glóbulo branco);

  • Leucopenia (redução de glóbulos brancos);

  • Neutropenia (redução de neutrófilos, um tipo de glóbulo branco);

  • Prolongamento do intervalo QT (medido no eletrocardiograma);

  • Reação ao medicamento com eosinofilia (redução do número de eosinófilos, um tipo de glóbulo branco) e sintomas

sistêmicos, reações anafiláticas;

  • Hiponatremia (baixa concentração de sódio no sangue);

  • perda de peso;

  • suicídio, tentativa de suicídio e ideação suicida, distúrbios psicóticos, alterações do comportamento, alucinação, ira, delírio,

ansiedade, confusão, ataque de pânico;

  • parestesia (sensação de formigamento), coreoatetose (associação de movimentos involuntários contínuos, uniformes e

lentos e rápidos), discinesia (movimentos repetitivos involuntários), letargia, alteração na maneira de andar, agravamento das crises epilépticas;

  • teste anormal da função hepática, falência hepática, hepatite;

  • alopecia (perda de cabelo), síndrome de Stevens-Johnson (erupção extensa com bolhas e descamação da pele), necrólise

epidérmica tóxica (forma mais grave da síndrome de Stevens- Johnson), eritema multiforme (erupção cutânea, que pode formar bolhas e assemelha-se a alvos pequenos) e angioedema;

  • fraqueza muscular, rabdomiólise (destruição de fibras musculares) e aumento da enzima creatina-fosfoquinase no sangue;

  • pancreatite (inflamação do pâncreas);

  • dano renal agudo.

A prevalência de rabdomiólise e aumento da enzima creatina-fosfoquinase no sangue é significativamente mais alta em pacientes japoneses em relação aos pacientes não japoneses.

Casos raros de prolongamento do intervalo QT (medido no eletrocardiograma) foram observados na vigilância póscomercialização.

Evidências também sugerem uma possível predisposição da população japonesa à síndrome neuroléptica maligna (SNM).

Casos raros de desenvolvimento de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) em pacientes com histórico subjacente de TOC ou transtornos psiquiátricos foram observados na vigilância pós-comercialização.

As reações de hipersensibilidade (sensibilidade aumentada) ao medicamento (também conhecidas como Reações Medicamentosas com eosinofilia (quantidade anormalmente alta de eosinófilos no sangue) e sintomas sistêmicos, DRESS) foram observadas em pacientes tratados com alguns medicamentos antiepilépticos. Essas reações podem se manifestar de diferentes formas, mas geralmente vêm acompanhadas de febre e erupção na pele, podendo afetar diversos órgãos do corpo. Casos raros foram relatados com o uso de levetiracetam e em caso de suspeita de reação de hipersensibilidade ao medicamento, o levetiracetam deve ser descontinuado.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações adversas indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista

  • pancitopenia (número reduzido de todas as células do sangue e plaquetas), com supressão da medula óssea em alguns casos;

  • agranulocitose (redução acentuada de granulócitos, um tipo de glóbulo branco);

  • leucopenia (redução de glóbulos brancos);

  • neutropenia (redução de neutrófilos, um tipo de glóbulo branco);

  • Reação ao medicamento com eosinofilia (redução do número de eosinófilos, um tipo de glóbulo branco) e sintomas

sistêmicos, reações anafiláticas;

  • hiponatremia (baixa concentração de sódio no sangue);

  • suicídio, tentativa de suicídio e ideação suicida, distúrbios psicóticos, alterações do comportamento, alucinação, ira,

ansiedade, confusão, ataque de pânico;

  • coreoatetose (associação de movimentos involuntários contínuos, uniformes e lentos e rápidos), discinesia (movimentos

repetitivos involuntários), letargia, alteração na maneira de andar;

  • teste anormal da função hepática, falência hepática, hepatite;

  • alopecia (perda de cabelo), síndrome de Stevens-Johnson (erupção extensa com bolhas e descamação da pele), necrólise

epidérmica tóxica (forma mais grave da síndrome de Stevens-Johnson), eritema multiforme (erupção cutânea, que pode formar bolhas e assemelha-se a alvos pequenos) e angioedema;

  • fraqueza muscular, rabdomiólise (destruição de fibras musculares) e aumento da enzima creatinofosfoquinase no sangue;

  • pancreatite (inflamação do pâncreas);

  • dano renal agudo.

A prevalência de rabdomiólise e aumento da enzima creatinofosfoquinase no sangue é significativamente mais alta em pacientes japoneses em relação aos pacientes não japoneses.

Levetiracetam 500 mg e 1000 mg – comprimidos revestidos – VP03

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações adversas indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

Identificação do medicamento

I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

levetiracetam Medicamento genérico, Lei nº 9.787, de 1999

levetiracetam Medicamento genérico, Lei nº 9.787, de 1999

APRESENTAÇÕES

levetiracetam comprimidos revestidos de 250 mg. Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos. levetiracetam comprimidos revestidos de 750 mg. Embalagem contendo 30 ou 60 comprimidos revestidos.

USO ORAL

USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 6 ANOS

levetiracetam comprimidos revestidos de 500 mg. Embalagem contendo 15, 30, 60 ou 90 comprimidos revestidos. levetiracetam comprimidos revestidos de 1000 mg. Embalagem contendo 10, 15, 30, 60 ou 90 comprimidos revestidos.

USO ORAL

USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 6 ANOS

COMPOSIÇÃO

Cada comprimido revestido de 250 mg contém:

Levetiracetam..................................................................... 250 mg Excipientes q.s.p. ..................................................... 1 comprimido (povidona, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, crospovidona, dióxido de silício, talco, estearato de magnésio, hipromelose, hiprolose, macrogol e carmina de índigo)

Cada comprimido revestido de 750 mg contém:

Levetiracetam..................................................................... 750 mg Excipientes q.s.p. ..................................................... 1 comprimido (povidona, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, crospovidona, dióxido de silício, talco, estearato de magnésio, hipromelose, hiprolose, macrogol, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho)

Cada comprimido revestido de 500 mg contém:

Levetiracetam.................................................................... 500 mg Excipientes q.s.p. ..................................................... 1 comprimido (povidona, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, crospovidona, dióxido de silício, talco, estearato de magnésio, hipromelose, hiprolose, macrogol, dióxido de titânio e óxido de ferro amarelo)

Cada comprimido revestido de 1000 mg contém:

Levetiracetam................................................................... 1000 mg Excipientes q.s.p. ..................................................... 1 comprimido (povidona, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, crospovidona, dióxido de silício, talco, estearato de magnésio, hipromelose, hiprolose, macrogol e dióxido de titânio)

Dizeres legais

III) DIZERES LEGAIS

VENDA SOB PRESCRIÇÃO

SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

Registro: 1.0047.0647 Farm. Resp.: Cláudia Larissa S. Montanher CRF-PR nº 17.379

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 18/06/2026. Levetiracetam 250 mg e 750 mg – comprimidos revestidos – VP04

Produzido por:

Salutas Pharma GmbH Otto-von-Guericke-Allee 1 39179 Barleben Germany

Embalado por:

Lek Pharmaceuticals d.d. Lendava – Eslovênia

Registrado e Importado por:

Sandoz do Brasil Indústria Farmacêutica Ltda. Rua Antônio Rasteiro Filho (Marginal PR 445), 1.920, Cambé-PR

CNPJ: 61.286.647/0001-16

Levetiracetam 250 mg e 750 mg – comprimidos revestidos – VP04

levetiracetam

Sandoz do Brasil Ind. Farm. Ltda.

comprimidos revestidos

500mg e 1000 mg

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

Reg. M.S.: 1.0047. 0647 Farm. Resp.: Cláudia Larissa S. Montanher CRF-PR nº 17.379

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 18/06/2026.

Fabricado por:

Salutas Pharma GmbH Otto-von-Guericke-Allee 1 39179 Barleben Germany

Embalado por:

Lek Pharmaceuticals d.d. Lendava – Eslovênia

Registrado e Importado por:

Sandoz do Brasil Indústria Farmacêutica Ltda. Rua Antônio Rasteiro Filho (Marginal PR 445), 1.920, Cambé-PR

CNPJ: 61.286.647/0001-16

Levetiracetam 500 mg e 1000 mg – comprimidos revestidos – VP03

Histórico de alteração da bula

Histórico de Alteração da Bula - Paciente

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas

Data do No. Data do N° do Data de Versões Apresentações

Assunto Assunto Itens de bula

expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas

250 mg

Inclusão Inicial de Inclusão Inicial de 500mg

Texto de Bula – Texto de Bula – 750mg

27/09/2023 1029613231 27/09/2023 1029613231 27/09/2023 Versão Inicial VP 01

publicação no publicação no 1000mg

Bulário RDC 60/12 Bulário RDC 60/12 Comprimidos

revestidos 250 mg

Notificação de Notificação de 500mg

Alteração de Alteração de 9. REAÇÕES 750mg

21/06/2024 0849306248 21/06/2024 0849306248 21/06/2024 VP 02

Texto de Bula – Texto de Bula – ADVERSAS 1000mg

RDC 60/12 RDC 60/12 Comprimidos

revestidos

Notificação de Notificação de 250 mg

Alteração de Alteração de 750mg

17/04/2026 0378282/26-3 17/04/2026 0378282/26-3 17/04/2026 Dizeres Legais VP 03

Texto de Bula – Texto de Bula – Comprimidos

RDC 60/12 RDC 60/12 revestidos

Notificação de Notificação de 500mg

Alteração de Alteração de 1000mg

17/04/2026 0378282/26-3 17/04/2026 0378282/26-3 17/04/2026 Dizeres Legais VP 02

Texto de Bula – Texto de Bula – Comprimidos

RDC 60/12 RDC 60/12 revestidos

11019 - RDC

73/2016 - VP03 250 mg

Notificação de GENÉRICO - (500mg e 500mg

Alteração de Substituição de 1000mg) 750mg

17/07/2026 - 18/06/2026 0598800/26-3 18/06/2026 Dizeres Legais

Texto de Bula – local de fabricação VP04 1000mg

RDC 60/12 de medicamento (250mg e Comprimidos

de liberação 750mg) revestidos

convencional

Transcrição automática da bula oficial registrada na ANVISA, processada em 20 de jul. de 2026. Conteúdo informativo: em caso de divergência, vale o PDF oficial. Este material não substitui orientação médica ou farmacêutica.