Farmabook

Otulfi

Ustequinumabe

Tarja Vermelha
Biológico
CMED: AtivoANVISA: Nao informado
Apresentacao

45 mg solução injetável caixa 1 seringa preenchida vidro transparente dispositivo segurança x 0,5 ml

Concentracao
45 mg
Forma Farmaceutica
Solução injetável
Via de Administracao
injetável
Quantidade
0,5 ml
Embalagem
1 seringa preenchida vidro transparente dispositivo segurança
Informacoes Regulatorias
Laboratorio
FRESENIUS KABI BRASIL LTDA
Classe Terapeutica
L4c - Inibidores da Interleucina
CMED
Ativo
ANVISA
Nao informado
Registro ANVISA
1004102410028
EAN (Codigo de Barras)
0405268209045
GGREM
509526090042407

* Tarja inferida com base em outros medicamentos da mesma substancia

Precos

Preco Fabrica (PF)

R$ 11.692,22

Preco Consumidor (PMC)

R$ 16.116,51

PMC com ICMS

R$ 19.654,27

Bula do medicamento

Bula de medicamento equivalente (mesma substância)Transcrita por IA

Informações ao paciente

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Psoríase em Placa Adultos WEZENLA é indicado no tratamento da psoríase em placa, moderada a grave, em adultos que não responderam, ou que têm uma contraindicação, ou que são intolerantes a outras terapêuticas sistêmicas, incluindo ciclosporina, metotrexato e radiação ultravioleta A associada à administração de psoraleno (PUVA). População Pediátrica WEZENLA é indicado para o tratamento da psoríase em placa, moderada a grave, em crianças maiores de 6 anos e adolescentes com peso corporal acima de 60 kg, que estão inadequadamente controlados por, ou que são intolerantes a outras terapias sistêmicas ou fototerapia. Artrite Psoriásica WEZENLA, isolado ou em combinação com metotrexato, é indicado para o tratamento da artrite psoriásica ativa em pacientes adultos, quando a resposta ao tratamento com drogas antirreumáticas modificadoras da doença (DMARD) foi inadequada. Doença de Crohn WEZENLA é indicado para o tratamento de pacientes adultos com Doença de Crohn ativa de moderada a grave, que tiveram uma resposta inadequada, perda de resposta ou que foram intolerantes à terapia convencional ou ao anti-TNFalfa ou que tem contraindicações médicas para tais terapias. Colite Ulcerativa WEZENLA é indicado para o tratamento de pacientes adultos com Colite Ulcerativa ativa moderada a grave, que

tiveram uma resposta inadequada, perda de resposta ou que foram intolerantes à terapia convencional ou à terapia com medicamentos biológicos ou que tem contraindicações para tais terapias.

Psoríase em Placa Adultos WEZENLA é indicado no tratamento da psoríase em placa, moderada a grave, em adultos que não responderam, ou que têm uma contraindicação, ou que são intolerantes a outras terapêuticas sistêmicas, incluindo ciclosporina, metotrexato e radiação ultravioleta A associada à administração de psoraleno (PUVA). Artrite Psoriásica WEZENLA, isolado ou em combinação com metotrexato, é indicado para o tratamento da artrite psoriásica ativa em pacientes adultos, quando a resposta ao tratamento com drogas antirreumáticas modificadoras da doença (DMARD) foi inadequada. Doença de Crohn WEZENLA é indicado para o tratamento de pacientes adultos com Doença de Crohn ativa de moderada a grave, que tiveram uma resposta inadequada, perda de resposta ou que foram intolerantes à terapia convencional ou ao anti-TNFalfa ou que tem contraindicações médicas para tais terapias. Colite Ulcerativa WEZENLA é indicado para o tratamento de pacientes adultos com Colite Ulcerativa ativa moderada a grave, que tiveram uma resposta inadequada, perda de resposta ou que foram intolerantes à terapia convencional ou à terapia com medicamentos biológicos ou que tem contraindicações para tais terapias.

Doença de Crohn WEZENLA é indicado para o tratamento de pacientes adultos com Doença de Crohn ativa de moderada a grave, que tiveram uma resposta inadequada, perda de resposta ou que foram intolerantes à terapia convencional ou ao anti-TNFalfa ou que tem contraindicações médicas para tais terapias. Colite Ulcerativa WEZENLA é indicado para o tratamento de pacientes adultos com Colite Ulcerativa ativa moderada a grave, que tiveram uma resposta inadequada, perda de resposta ou que foram intolerantes à terapia convencional ou à terapia com medicamentos biológicos ou que tem contraindicações para tais terapias.

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Ustequinumabe é um anticorpo monoclonal IgG1kappa completamente humano que se liga com alta afinidade e especificidade à subunidade proteica p40 das citocinas humanas: interleucina (IL)-12 e IL-23. Ustequinumabe inibe a bioatividade da IL-12 e da IL-23 humanas impedindo que essas citocinas se liguem ao receptor proteico IL12Rbeta1 expresso na superfície das células do sistema imunológico. Ustequinumabe não se liga a IL-12 nem a IL23 pré-ligadas aos receptores de superfície celular IL-12Rbeta1. Assim, não é provável que ustequinumabe contribua para a citotoxicidade mediada por complemento ou anticorpo da célula que tem o receptor. A IL-12 e IL-23 são citocinas heterodiméricas secretadas pelas células apresentadoras de antígeno ativadas, como macrófagos e células dendríticas. A IL-12 estimula as células “natural killer” (NK) e conduz a diferenciação das células T CD4+ para o fenótipo de células auxiliares T1 (Th1) e estimula a produção de gamainterferona (INFγ). A IL-23 induz a via da célula auxiliar T17 (Th17) e promove a secreção de IL-17A, IL-21 e IL-22. Os níveis de IL-12 e IL-23 são elevados na pele e no sangue de pacientes com psoríase, e a IL12/23p40 sérica faz a distinção entre pacientes com artrite psoriásica e indivíduos sadios, implicando a IL- 12 e IL-23 na fisiopatologia de doenças inflamatórias psoriásicas. Polimorfismos genéticos nos genes da IL- 23A, IL-23R e IL-12B conferem susceptibilidade a estas doenças. Adicionalmente a IL-12 e a IL-23 são altamente expressas na pele psoriásica lesionada e a indução de INFγ mediada pela IL-12 está correlacionada com a atividade da doença psoriásica. Células T responsivas para IL-23 foram encontradas na êntese em um modelo de artrite inflamatória de camundongo, onde a IL-23 dirige a inflamação da êntese. Além disso, há evidência pré-clínica implicando a IL-23 e vias descendentes na erosão óssea e destruição óssea através do aumento do ligante do receptor ativador do fator nuclear-kappa B (RANKL), a qual ativa os osteoclastos. Em pacientes com doença de Crohn, IL-12 e IL-23 estão elevadas nos intestinos e gânglios linfáticos. Isto é acompanhado por aumentos séricos dos níveis de INFγ e IL-17A, sugerindo que a IL-12 e IL-23 promovem a ativação do Th1 e Th17 na doença de Crohn. Tanto a IL-12 quanto a IL-23 também podem estimular a produção de TNF-alfa por células T, resultando na inflamação intestinal crônica e lesão das células epiteliais. Associações significativas foram encontradas entre a doença de Crohn e polimorfismos genéticos nos genes IL23R e IL12B, sugerindo um potencial papel causal para a IL-12/23 de sinalização na doença. Isto é suportado pelos dados pré-clínicos que demonstram que a sinalização IL-12/23 é necessária para a lesão intestinal nos modelos de rato para doença inflamatória intestinal. Através da ligação às subunidades p40 compartilhadas da IL-12 e IL-23, ustequinumabe exerce seus efeitos clínicos na psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e na colite ulcerativa pela interrupção das cascatas das citocinas associadas às Th1 e Th17, que são fundamentais para a patologia destas doenças.

Ustequinumabe é um anticorpo monoclonal IgG1kappa completamente humano que se liga com alta afinidade e especificidade à subunidade proteica p40 das citocinas humanas: interleucina (IL)-12 e IL-23. Ustequinumabe inibe a bioatividade da IL-12 e da IL-23 humanas impedindo que essas citocinas se liguem ao receptor proteico IL12Rbeta1 expresso na superfície das células do sistema imunológico. Ustequinumabe não se liga a IL-12 nem a IL23 pré-ligadas aos receptores de superfície celular IL-12Rbeta1. Assim, não é provável que ustequinumabe contribua para a citotoxicidade mediada por complemento ou anticorpo da célula que tem o receptor. A IL-12 e IL-23 são citocinas heterodiméricas secretadas pelas células apresentadoras de antígeno ativadas, como macrófagos e células dendríticas. A IL-12 estimula as células “natural killer” (NK) e conduz a diferenciação das células T CD4+ para o fenótipo de células auxiliares T1 (Th1) e estimula a produção de gamainterferona (INFγ). A IL-23 induz a via da célula auxiliar T17 (Th17) e promove a secreção de IL-17A, IL-21 e IL-22. Os níveis de IL-12 e IL-23 são elevados na pele e no sangue de pacientes com psoríase, e a IL12/23p40 sérica faz a distinção entre pacientes com artrite psoriásica e indivíduos sadios, implicando a IL- 12 e IL-23 na fisiopatologia de doenças inflamatórias psoriásicas. Polimorfismos genéticos nos genes da IL- 23A, IL-23R e IL-12B conferem susceptibilidade a estas doenças. Adicionalmente a IL-12 e a IL-23 são altamente expressas na pele psoriásica lesionada e a indução de INFγ mediada pela IL-12 está correlacionada com a atividade da doença psoriásica. Células T responsivas para IL-23 foram encontradas na êntese em um modelo de artrite inflamatória de camundongo, onde a IL-23 dirige a inflamação da êntese. Além disso, há evidência pré-clínica implicando a IL-23 e vias descendentes na erosão óssea e destruição óssea através do aumento do ligante do receptor ativador do fator nuclear-kappa B (RANKL), a qual ativa os osteoclastos. Em pacientes com doença de Crohn, IL-12 e IL-23 estão elevadas nos intestinos e gânglios linfáticos. Isto é acompanhado por aumentos séricos dos níveis de INFγ e IL-17A, sugerindo que a IL-12 e IL-23 promovem a ativação do Th1 e Th17 na doença de Crohn. Tanto a IL-12 quanto a IL-23 também podem estimular a produção de TNF-alfa por células T, resultando na inflamação intestinal crônica e lesão das células epiteliais. Associações significativas foram encontradas entre a doença de Crohn e polimorfismos genéticos nos genes IL23R e IL12B, sugerindo um potencial papel causal para a IL-12/23 de sinalização na doença. Isto é suportado pelos dados pré-clínicos que demonstram que a sinalização IL-12/23 é necessária para a lesão intestinal nos modelos de rato para doença inflamatória intestinal. Através da ligação às subunidades p40 compartilhadas da IL-12 e IL-23, ustequinumabe exerce seus efeitos clínicos na psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e na colite ulcerativa pela interrupção das cascatas das citocinas associadas às Th1 e Th17, que são fundamentais para a patologia destas doenças.

Ustequinumabe é um anticorpo monoclonal IgG1kappa completamente humano que se liga com alta afinidade e especificidade à subunidade proteica p40 das citocinas humanas: interleucina (IL)-12 e IL-23. Ustequinumabe inibe a bioatividade da IL-12 e da IL-23 humanas impedindo que essas citocinas se liguem ao seu receptor proteico IL12Rbeta1 expresso na superfície das células do sistema imunológico. Ustequinumabe não se liga a IL-12 nem a IL-23 pré-ligada aos receptores de superfície celular IL-12Rbeta1. Assim, não é provável que ustequinumabe contribua para a citotoxicidade mediada por complemento ou anticorpo da célula que tem o receptor. A IL-12 e IL-23 são citocinas heterodiméricas secretadas pelas células apresentadoras de antígeno ativadas, como macrófagos e células dendríticas. A IL-12 estimula as células “natural killer” (NK) e conduz a diferenciação das células T CD4+ para o fenótipo de células auxiliares T1 (Th1) e estimula a produção de gamainterferona (IFNγ). A IL-23 induz a via da célula auxiliar T17 (Th17) e promove a secreção de IL-17A, IL-21 e IL-22. Os níveis de IL-12 e IL-23 são elevados na pele e no sangue de pacientes com psoríase, e a IL12/23p40 sérica faz a distinção entre pacientes com artrite psoriásica e indivíduos sadios, implicando a IL-12 e IL-23 na fisiopatologia de doenças inflamatórias psoriásicas. Polimorfismos genéticos nos genes da IL-23A, IL-23R e IL-12B conferem susceptibilidade a estas doenças. Adicionalmente a IL-12 e a IL-23 são altamente expressas na pele psoriásica lesionada e a indução de INFγ mediada pela IL-12 está correlacionada com a atividade da doença psoriásica. Células T responsivas para IL-23 foram encontradas na êntese em um modelo de artrite inflamatória de camundongo, onde a IL-23 dirige a inflamação da êntese. Além disso, há evidência pré-clínica implicando a IL-23 e vias descendentes na erosão óssea e destruição óssea através do aumento do ligante do receptor ativador do fator nuclear-kappa B (RANKL), a qual ativa os osteoclastos.

Em pacientes com doença de Crohn, IL-12 e IL-23 estão elevadas nos intestinos e gânglios linfáticos. Isto é acompanhado por aumento sérico dos níveis de INFγ e IL-17A, sugerindo que a IL-12 e IL-23 promovem a ativação do Th1 e Th17 na doença de Crohn. Tanto a IL-12 quanto a IL-23 também podem estimular a produção de TNF-alfa por células T, resultando na inflamação intestinal crônica e lesão das células epiteliais. Associações significativas foram encontradas entre a doença de Crohn e polimorfismos genéticos nos genes IL23R e IL12B, sugerindo um potencial papel causal para a IL-12/23 de sinalização na doença. Isto é suportado pelos dados pré-clínicos que demonstram que a sinalização IL-12/23 é necessária para a lesão intestinal nos modelos de rato para doença inflamatória intestinal. Através da ligação às subunidades p40 compartilhadas da IL-12 e IL-23, ustequinumabe exerce seus efeitos clínicos na psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa pela interrupção das cascatas das citocinas associadas às Th1 e Th17, que são fundamentais para a patologia destas doenças.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

O uso de WEZENLA não é indicado para pessoas com hipersensibilidade ao ustequinumabe ou a qualquer um dos excipientes do produto (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). O uso de WEZENLA não é indicado para pessoas com infecção ativa clinicamente relevante, como por exemplo tuberculose (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

O uso de WEZENLA não é indicado para pessoas com hipersensibilidade grave ao ustequinumabe ou a qualquer um dos excipientes do produto (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). O uso de WEZENLA não é indicado para pessoas com infecção ativa clinicamente relevante, como por exemplo tuberculose (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

O uso de WEZENLA não é indicado para pessoas com hipersensibilidade grave ao ustequinumabe ou a qualquer um dos excipientes do produto. (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). O uso de WEZENLA não é indicado para pessoas com infecção ativa clinicamente relevante, como por exemplo tuberculose (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Rastreabilidade De forma a melhorar a rastreabilidade dos medicamentos biológicos, o nome comercial e o número de lote do medicamento administrado devem ser claramente registrados.

Infecções WEZENLA pode ter o potencial de aumentar o risco de infecções e reativar infecções latentes. Em estudos clínicos e num estudo observacional de pós-comercialização em pacientes com psoríase, foram

observadas, infecções bacterianas, fúngicas e virais graves em pacientes que receberam ustequinumabe (vide “Quais os males que este medicamento pode causar?”). Foram notificadas infeções oportunistas em pacientes tratados com WEZENLA, incluindo reativação da tuberculose, outras infecções bacterianas oportunistas (incluindo infecção micobacteriana atípica, meningite por Listeria, pneumonia por Legionella e nocardiose), infeções fúngicas oportunistas, infeções virais oportunistas (incluindo encefalite por herpes simplex 2) e infeções parasitárias (incluindo toxoplasmose ocular). Deve-se ter cautela sempre que for considerar o uso de WEZENLA em pacientes com infecção crônica ou história de infecção recorrente (vide “Quando não devo usar este medicamento?”). Antes de iniciar o tratamento com WEZENLA, os pacientes devem ser avaliados em relação a infecção por tuberculose. WEZENLA não pode ser administrado a pacientes com tuberculose ativa (vide “Quando não devo usar este medicamento?”). O tratamento para tuberculose latente deve ser iniciado antes da administração de WEZENLA. A terapia antituberculose também deve ser considerada antes do início de WEZENLA em pacientes com história pregressa de tuberculose latente ou ativa nos quais um curso adequado de tratamento não puder ser confirmado. Os pacientes que recebem WEZENLA devem ser cuidadosamente monitorados para sinais e sintomas de tuberculose ativa durante e após o tratamento. Os pacientes devem ser orientados a procurar ajuda médica se ocorrerem sinais ou sintomas sugestivos de infecção. Se um paciente desenvolver uma infecção grave, deve ser monitorado rigorosamente e WEZENLA não deve ser administrado até a resolução da infecção.

Malignidades Agentes imunossupressores como WEZENLA têm o potencial de aumentar o risco de doença maligna. Alguns pacientes que receberam ustequinumabe desenvolveram doenças malignas cutâneas e não cutâneas (vide “Quais os males que este medicamento pode causar?”). O risco de doença maligna pode ser maior em pacientes com psoríase que tenham sido tratados com outros biológicos durante o curso da sua doença. Não foram realizados estudos incluindo pacientes com história de doença maligna ou em que fosse continuado o tratamento em paciente que desenvolveram doença maligna durante a terapêutica com WEZENLA. Deve-se ter cautela quando se considerar o uso de WEZENLA nestes pacientes. Todos os pacientes, em particular aqueles com idade superior a 60 anos, com histórico de tratamento prolongado com imunossupressores ou aqueles com um histórico de tratamento PUVA, devem ser monitorados para o aparecimento de câncer de pele.

Reações de hipersensibilidade sistêmica e respiratória Sistêmica Na experiência de pós-comercialização, foram reportadas reações alérgicas graves, em alguns casos, vários dias após o tratamento. Ocorreram anafilaxia e angioedema. Se ocorrer reação anafilática ou outra reação alérgica grave, deve ser instituída terapia adequada e a administração de WEZENLA deve ser imediatamente descontinuada. Respiratória Casos de alveolite alérgica, pneumonia eosinofílica e pneumonia organizativa não infecciosa foram reportadas durante a pós aprovação do uso de ustequinumabe. As apresentações clínicas incluíram tosse, dispneia e infiltrados intersticiais após uma a três doses. Resultados graves incluíram insuficiência respiratória e hospitalização prolongada. Foi relatada melhora após a descontinuação do ustequinumabe e também, em alguns casos, administração de corticosteroides. Se a infecção tiver sido excluída e o diagnóstico for confirmado, descontinue o WEZENLA e institua o tratamento apropriado (vide “Quais os males este medicamento pode nos causar”).

Eventos Cardiovasculares Num estudo observacional de pós-comercialização, foram observados acontecimentos cardiovasculares, incluindo infarte do miocárdio e acidente vascular cerebral, em pacientes com psoríase expostos a WEZENLA. Os fatores de risco de doença cardiovascular devem ser avaliados regularmente durante o tratamento com WEZENLA.

Vacinações Recomenda-se que as vacinas de vírus vivos ou bactérias vivas, (tais como Bacilo de Calmette-Guérin (BCG)), não sejam administradas concomitantemente com WEZENLA. Não foram realizados estudos específicos em pacientes que tenham recebido recentemente vacinas de vírus vivos ou de bactérias vivas. Não estão disponíveis dados sobre a transmissão secundária de infecção por vacinas vivas em pacientes em tratamento com WEZENLA. Antes da administração de vacinas de vírus vivos ou de bactérias vivas, o tratamento com WEZENLA deve ser interrompido durante, pelo menos, 15 semanas após a última dose, podendo ser retomado, pelo menos, 2 semanas após a vacinação. Os prescritores devem consultar a bula para obter informação adicional e orientação sobre a utilização concomitante de agentes imunossupressores pós-vacinação. A administração de vacinas vivas (tais como a vacina BCG) a lactentes expostos intraútero ao WEZENLA não é recomendada durante seis meses após o nascimento ou até que não sejam detectáveis níveis séricos de WEZENLA no lactente (vide seção “Interações Medicamentosas”). Se houver um benefício clínico claro para o lactente em particular, pode ser considerada a administração de uma vacina viva num momento anterior, caso não sejam detectáveis níveis séricos de WEZENLA no lactente. Os pacientes que recebem WEZENLA podem receber vacinas inativadas ou vacinas não-vivas concomitantemente. O tratamento em longo prazo com WEZENLA não suprime a resposta imune humoral para as vacinas contra tétano ou pneumocócica polissacarídica. Antes de iniciar o tratamento, sempre que possível, recomenda-se completar o esquema vacinal apropriado para a idade da criança. Algumas vacinas são contraindicadas para quem está tomando imunossupressor. Antes de tomar qualquer vacina, informe ao profissional de saúde que você está tomando medicamento imunossupressor. Terapia Imunossupressora concomitante Nos estudos em psoríase, a segurança e a eficácia de ustequinumabe em combinação aos agentes imunossupressores concomitantemente ou fototerapia não foram avaliadas. Nos estudos em artrite psoriásica, o uso concomitante de metotrexato não pareceu influenciar a segurança ou a eficácia de ustequinumabe. Nos estudos em doença de Crohn e colite ulcerativa, o uso concomitante imunossupressores ou corticosteroides não pareceu influenciar a segurança ou eficácia de WEZENLA. Deve-se ter cautela ao se considerar o uso concomitante de agentes imunossupressores e WEZENLA ou quando há transição a partir de outros imunossupressores biológicos.

Imunoterapia WEZENLA não foi estudado em pacientes que tenham sido submetidos a imunoterapia alergênica. Não se sabe se WEZENLA pode afetar a imunoterapia alergênica.

Reações cutâneas graves Em pacientes com psoríase, foi notificada dermatite esfoliativa após tratamento com WEZENLA (vide seção “Quais os males este medicamento pode me causar?”). Os pacientes com psoríase em placas podem desenvolver psoríase eritrodérmica, com sintomas que podem ser clinicamente indistinguíveis da dermatite esfoliativa, como parte do curso natural da doença. Como parte da monitorização da psoríase do paciente, os médicos devem estar atentos para os sintomas da psoríase eritrodérmica ou dermatite esfoliativa. Se estes sintomas ocorrerem, deve ser instituída a terapêutica adequada. WEZENLA deve ser interrompido se houver suspeita de uma reação medicamentosa.

Doenças relacionadas com lúpus Foram notificados casos de doenças relacionadas com lúpus em pacientes tratados com WEZENLA, incluindo lúpus eritematoso cutâneo e síndrome do tipo lúpus. Se ocorrerem lesões, especialmente em áreas da pele expostas ao sol ou se acompanhadas de artralgia, o paciente deve procurar atendimento médico imediato. Se for confirmado o diagnóstico de doença relacionada com lúpus, o tratamento com WEZENLA deve ser interrompido e deve ser iniciado o tratamento adequado.

Exposição infantil in útero WEZENLA pode passar para o seu leite materno em uma quantidade muito baixa. Se você usou WEZENLA enquanto estava grávida, avise seu médico antes do seu bebê receber qualquer vacina, incluindo vacinas “vivas” (por exemplo vacina BCG, utilizada para prevenir tuberculose, vacina para rotavírus ou qualquer outra vacina “viva”).

Populações especiais Pacientes pediátricos Não foram conduzidos estudos específicos de ustequinumabe em pacientes pediátricos abaixo de 6 anos. Pacientes idosos (≥ 65 anos) Não foram observadas diferenças globais na eficácia ou segurança de WEZENLA, nos pacientes com idade igual ou superior a 65 anos que receberam tratamento com WEZENLA, em comparação com pacientes mais jovens em estudos clínicos em indicações aprovadas, embora o número de pacientes com idade igual ou superior a 65 anos não seja suficiente para determinar se estes respondem de forma diferente, em comparação com os pacientes mais jovens. Deve ter-se precaução no tratamento dos idosos, porque, em geral, há uma maior incidência de infeções nesta população de pacientes. Insuficiência hepática Não foram conduzidos estudos específicos em pacientes com insuficiência hepática. Insuficiência renal Não foram conduzidos estudos específicos em pacientes com insuficiência renal.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Os efeitos de WEZENLA sobre a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas são nulos ou desprezíveis.

Gravidez, Amamentação e Fertilidade Mulheres com potencial para engravidar As mulheres com potencial para engravidar deverão utilizar um método contraceptivo durante o tratamento e até 15 semanas após o tratamento. Gravidez (Categoria B) Os dados coletados de gestações após exposição ao WEZENLA, incluindo mais de 450 gestações expostas durante o primeiro trimestre, não indicam um risco aumentado de malformações congênitas importantes no recém-nascido aborto espontâneo ou resultados adversos nos bebês. Os estudos em animais não indicam quaisquer efeitos nefastos, diretos ou indiretos, no que respeita à gravidez, ao desenvolvimento embrionário/fetal, parto ou ao desenvolvimento pós-natal. No entanto, a experiência clínica disponível é limitada. Como medida de precaução é preferível evitar a utilização de WEZENLA durante a gravidez. Ustequinumabe atravessa a placenta e foi detectado no sangue de bebês nascidos de pacientes do sexo feminino tratados com ustequinumabe durante a gravidez. O impacto clínico disto é desconhecido, no entanto, o risco de infecção em bebês expostos in utero ao ustequinumabe pode aumentar após o nascimento. A administração de vacinas vivas (como a vacina BCG) a bebês expostos in útero ao ustequinumabe não é recomendada durante seis meses após o nascimento ou até que os níveis séricos de ustequinumabe sejam indetectáveis no bebê. Se houver um benefício clínico claro para o bebê, a administração de uma vacina viva pode ser considerada mais cedo, se os níveis séricos de ustequinumabe no bebê forem indetectáveis. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista.

Amamentação Poucos dados da literatura sugerem que ustequinumabe é excretado no leite materno de humanos em uma quantidade muito baixa. Não se sabe se ustequinumabe é absorvido sistemicamente após a ingestão. Devido ao potencial de reações adversas de ustequinumabe em bebês, a decisão de interromper a amamentação durante o tratamento e até 15 semanas após o tratamento ou de interromper a terapêutica com WEZENLA, tem que ser tomada tendo em consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapêutica com WEZENLA, para a mulher. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano: O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Fertilidade O efeito de ustequinumabe na fertilidade humana não foi avaliado.

Interações medicamentosas Vacinas de microrganismos vivos não devem ser administradas concomitantemente a WEZENLA. A administração de vacinas vivas (tais como a vacina BCG) a bebês expostos in utero ao WEZENLA não é recomendada durante seis meses após o nascimento ou até que não sejam detectáveis níveis séricos de WEZENLA no bebê (vide seção “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Se houver um benefício clínico claro para o bebê em particular, pode ser considerada a administração de uma vacina viva num momento anterior, caso não sejam detectáveis níveis séricos de WEZENLA no bebê.

CONTÉM AÇÚCAR.

Este medicamento pode aumentar o risco de infecções. Informe ao seu médico qualquer alteração no seu estado de saúde. Algumas vacinas são contraindicadas para quem está tomando imunossupressor. Antes de tomar qualquer vacina, informe ao profissional de saúde que você está tomando medicamento imunossupressor. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. Este medicamento pode aumentar o risco de sangramento em caso de dengue ou quando associado a outros medicamentos que aumentem o efeito hemorrágico.

Rastreabilidade De forma a melhorar a rastreabilidade dos medicamentos biológicos, o nome comercial e o número de lote do medicamento administrado devem ser claramente registrados.

Infecções WEZENLA pode ter o potencial de aumentar o risco de infecções e reativar infecções latentes. Em estudos clínicos e num estudo observacional de pós-comercialização em pacientes com psoríase, foram observadas, infecções bacterianas, fúngicas e virais graves em pacientes que receberam ustequinumabe (vide “Quais os males que este medicamento pode causar?”). Foram notificadas infeções oportunistas em pacientes tratados com WEZENLA, incluindo reativação da tuberculose, outras infeções bacterianas oportunistas (incluindo infeção micobacteriana atípica, meningite por Listeria, pneumonia por Legionella e nocardiose), infeções fúngicas oportunistas, infeções virais oportunistas (incluindo encefalite por

herpes simplex 2) e infeções parasitárias (incluindo toxoplasmose ocular). Deve-se ter cautela sempre que for considerar o uso de WEZENLA em pacientes com infecção crônica ou história de infecção recorrente (vide “Quando não devo usar este medicamento?”). Antes de iniciar o tratamento com WEZENLA, os pacientes devem ser avaliados em relação a infecção por tuberculose. WEZENLA não pode ser administrado a pacientes com tuberculose ativa (vide “Quando não devo usar este medicamento?”). O tratamento para tuberculose latente deve ser iniciado antes da administração de WEZENLA. A terapia antituberculose também deve ser considerada antes do início de WEZENLA em pacientes com história pregressa de tuberculose latente ou ativa nos quais um curso adequado de tratamento não puder ser confirmado. Os pacientes que recebem WEZENLA devem ser cuidadosamente monitorados para sinais e sintomas de tuberculose ativa durante e após o tratamento. Os pacientes devem ser orientados a procurar ajuda médica se ocorrerem sinais ou sintomas sugestivos de infecção. Se um paciente desenvolver uma infecção grave, deve ser monitorado rigorosamente e WEZENLA não deve ser administrado até a resolução da infecção.

Malignidades Agentes imunossupressores como WEZENLA têm o potencial de aumentar o risco de doença maligna. Alguns pacientes que receberam ustequinumabe desenvolveram doenças malignas cutâneas e não cutâneas (vide “Quais os males que este medicamento pode causar?”). O risco de doença maligna pode ser maior em pacientes com psoríase que tenham sido tratados com outros biológicos durante o curso da sua doença. Não foram realizados estudos incluindo pacientes com história de doença maligna ou em que fosse continuado o tratamento em paciente que desenvolveram doença maligna durante a terapêutica com WEZENLA. Deve-se ter cautela quando se considerar o uso de WEZENLA nestes pacientes. Todos os pacientes, em particular aqueles com idade superior a 60 anos, com histórico de tratamento prolongado com imunossupressores ou aqueles com um histórico de tratamento PUVA, devem ser monitorados para o aparecimento de câncer de pele.

Reações de hipersensibilidade sistêmica e respiratória Sistêmica Na experiência de pós-comercialização, foram reportadas reações alérgicas graves, em alguns casos, vários dias após o tratamento. Ocorreram anafilaxia e angioedema. Se ocorrer reação anafilática ou outra reação alérgica grave, deve ser instituída terapia adequada e a administração de WEZENLA deve ser imediatamente descontinuada. Respiratória Casos de alveolite alérgica, pneumonia eosinofílica e pneumonia organizativa não infecciosa foram reportadas durante a pós aprovação do uso de ustequinumabe. As apresentações clínicas incluíram tosse, dispneia e infiltrados intersticiais após uma a três doses. Resultados graves incluíram insuficiência respiratória e hospitalização prolongada. Foi relatada melhora após a descontinuação do ustequinumabe e também, em alguns casos, administração de corticosteroides. Se a infecção tiver sido excluída e o diagnóstico for confirmado, descontinue o WEZENLA e institua o tratamento apropriado (vide “Quais os males este medicamento pode nos causar”).

Eventos Cardiovasculares Num estudo observacional de pós-comercialização, foram observados acontecimentos cardiovasculares, incluindo infarte do miocárdio e acidente vascular cerebral, em pacientes com psoríase expostos a WEZENLA. Os fatores de risco de doença cardiovascular devem ser avaliados regularmente durante o tratamento com WEZENLA.

Vacinações Recomenda-se que as vacinas de vírus vivos ou bactérias vivas, (tais como Bacilo de Calmette-Guérin (BCG)), não sejam administradas concomitantemente com WEZENLA.

Não foram realizados estudos específicos em pacientes que tenham recebido recentemente vacinas de vírus vivos ou de bactérias vivas. Não estão disponíveis dados sobre a transmissão secundária de infecção por vacinas vivas em pacientes em tratamento com WEZENLA. Antes da administração de vacinas de vírus vivos ou de bactérias vivas, o tratamento com WEZENLA deve ser interrompido durante, pelo menos, 15 semanas após a última dose, podendo ser retomado, pelo menos, 2 semanas após a vacinação. Os prescritores devem consultar a bula para obter informação adicional e orientação sobre a utilização concomitante de agentes imunossupressores pós-vacinação. A administração de vacinas vivas (tais como a vacina BCG) a lactentes expostos intraútero ao WEZENLA não é recomendada durante seis meses após o nascimento ou até que não sejam detectáveis níveis séricos de WEZENLA no lactente (vide seção “Interações Medicamentosas”). Se houver um benefício clínico claro para o lactente em particular, pode ser considerada a administração de uma vacina viva num momento anterior, caso não sejam detectáveis níveis séricos de WEZENLA no lactente. Os pacientes que recebem WEZENLA podem receber vacinas inativadas ou vacinas não-vivas concomitantemente. O tratamento em longo prazo com WEZENLA não suprime a resposta imune humoral para as vacinas contra tétano ou pneumocócica polissacarídica. Antes de iniciar o tratamento, sempre que possível, recomenda-se completar o esquema vacinal apropriado para a idade da criança. Algumas vacinas são contraindicadas para quem está tomando imunossupressor. Antes de tomar qualquer vacina, informe ao profissional de saúde que você está tomando medicamento imunossupressor. Terapia Imunossupressora concomitante Nos estudos em psoríase, a segurança e a eficácia de ustequinumabe em combinação aos agentes imunossupressores concomitantemente ou fototerapia não foram avaliadas. Nos estudos em artrite psoriásica, o uso concomitante de metotrexato não pareceu influenciar a segurança ou a eficácia de ustequinumabe. Nos estudos em doença de Crohn e colite ulcerativa, o uso concomitante de imunossupressores ou corticosteroides não pareceu influenciar a segurança ou eficácia de WEZENLA. Deve-se ter cautela ao se considerar o uso concomitante de agentes imunossupressores e WEZENLA ou quando há transição a partir de outros imunossupressores biológicos.

Imunoterapia WEZENLA não foi estudado em pacientes que tenham sido submetidos a imunoterapia alergênica. Não se sabe se WEZENLA pode afetar a imunoterapia alergênica.

Reações cutâneas graves Em pacientes com psoríase, foi notificada dermatite esfoliativa após tratamento com WEZENLA (vide seção “Quais os males este medicamento pode me causar?”). Os pacientes com psoríase em placas podem desenvolver psoríase eritrodérmica, com sintomas que podem ser clinicamente indistinguíveis da dermatite esfoliativa, como parte do curso natural da doença. Como parte da monitorização da psoríase do paciente, os médicos devem estar atentos para os sintomas da psoríase eritrodérmica ou dermatite esfoliativa. Se estes sintomas ocorrerem, deve ser instituída a terapêutica adequada. WEZENLA deve ser interrompido se houver suspeita de uma reação medicamentosa.

Doenças relacionadas com lúpus Foram notificados casos de doenças relacionadas com lúpus em pacientes tratados com WEZENLA, incluindo lúpus eritematoso cutâneo e síndrome do tipo lúpus. Se ocorrerem lesões, especialmente em áreas da pele expostas ao sol ou se acompanhadas de artralgia, o paciente deve procurar atendimento médico imediato. Se for confirmado o diagnóstico de doença relacionada com lúpus, o tratamento com WEZENLA deve ser interrompido e deve ser iniciado o tratamento adequado.

Exposição infantil in útero WEZENLA pode passar para o seu leite materno em uma quantidade muito baixa. Se você usou WEZENLA enquanto estava grávida, avise seu médico antes do seu bebê receber qualquer vacina, incluindo vacinas “vivas” (por

exemplo vacina BCG, utilizada para prevenir tuberculose, vacina para rotavírus ou qualquer outra vacina “viva”).

Populações especiais Pacientes pediátricos Não foram conduzidos estudos específicos de ustequinumabe em pacientes pediátricos abaixo de 6 anos. Pacientes idosos (≥ 65 anos) Não foram observadas diferenças globais na eficácia ou segurança de WEZENLA, nos pacientes com idade igual ou superior a 65 anos que receberam tratamento com WEZENLA, em comparação com pacientes mais jovem sem estudos clínicos em indicações aprovadas, embora o número de pacientes com idade igual ou superior a 65 anos não seja suficiente para determinar se estes respondem de forma diferente, em comparação com os pacientes mais jovens. Deve ter-se precaução no tratamento dos idosos, porque, em geral, há uma maior incidência de infeções nesta população de pacientes. Insuficiência hepática Não foram conduzidos estudos específicos em pacientes com insuficiência hepática. Insuficiência renal Não foram conduzidos estudos específicos em pacientes com insuficiência renal.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Os efeitos de WEZENLA sobre a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas são nulos ou desprezíveis.

Gravidez, Amamentação e Fertilidade Mulheres com potencial para engravidar As mulheres com potencial para engravidar deverão utilizar um método contraceptivo durante o tratamento e até 15 semanas após o tratamento. Gravidez (Categoria B) Os dados coletados de gestações após exposição ao WEZENLA, incluindo mais de 450 gestações expostas durante o primeiro trimestre, não indicam um risco aumentado de malformações congênitas importantes no recém-nascido aborto espontâneo ou resultados adversos nos bebês. Os estudos em animais não indicam quaisquer efeitos nefastos, diretos ou indiretos, no que respeita à gravidez, ao desenvolvimento embrionário/fetal, parto ou ao desenvolvimento pós-natal. No entanto, a experiência clínica disponível é limitada. Como medida de precaução é preferível evitar a utilização de WEZENLA durante a gravidez. Ustequinumabe atravessa a placenta e foi detectado no sangue de bebês nascidos de pacientes do sexo feminino tratados com ustequinumabe durante a gravidez. O impacto clínico disto é desconhecido, no entanto, o risco de infecção em bebês expostos in utero ao ustequinumabe pode aumentar após o nascimento. A administração de vacinas vivas (como a vacina BCG) a bebês expostos in utero ao ustequinumabe não é recomendada durante seis meses após o nascimento ou até que os níveis séricos de ustequinumabe sejam indetectáveis no bebê. Se houver um benefício clínico claro para o bebê, a administração de uma vacina viva pode ser considerada mais cedo, se os níveis séricos de ustequinumabe no bebê forem indetectáveis. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista. Amamentação Poucos dados da literatura sugerem que ustequinumabe é excretado no leite materno de humanos em uma quantidade muito baixa. Não se sabe se ustequinumabe é absorvido sistemicamente após a ingestão. Devido ao potencial de reações adversas de ustequinumabe em bebês, a decisão de interromper a amamentação durante o tratamento e até 15

semanas após o tratamento ou de interromper a terapêutica com WEZENLA, tem que ser tomada tendo em consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapêutica com WEZENLA, para a mulher. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano: O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Fertilidade O efeito de ustequinumabe na fertilidade humana não foi avaliado.

Interações medicamentosas Vacinas de microrganismos vivos não devem ser administradas concomitantemente a WEZENLA. A administração de vacinas vivas (tais como a vacina BCG) a bebês expostos in utero ao WEZENLA não é recomendada durante seis meses após o nascimento ou até que não sejam detectáveis níveis séricos de WEZENLA no bebê (vide seção “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Se houver um benefício clínico claro para o bebê em particular, pode ser considerada a administração de uma vacina viva num momento anterior, caso não sejam detectáveis níveis séricos de WEZENLA no bebê.

CONTÉM AÇÚCAR.

Este medicamento pode aumentar o risco de infecções. Informe ao seu médico qualquer alteração no seu estado de saúde. Algumas vacinas são contraindicadas para quem está tomando imunossupressor. Antes de tomar qualquer vacina, informe ao profissional de saúde que você está tomando medicamento imunossupressor. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. Este medicamento pode aumentar o risco de sangramento em caso de dengue ou quando associado a outros medicamentos que aumentem o efeito hemorrágico.

Rastreabilidade De forma a melhorar a rastreabilidade dos medicamentos biológicos, o nome comercial e o número de lote do medicamento administrado devem ser claramente registrados. Infecções WEZENLA pode ter o potencial de aumentar o risco de infecções e reativar infecções latentes. Em estudos clínicos e num estudo observacional de pós-comercialização em pacientes com psoríase, foram observadas, infecções bacterianas, fúngicas e virais graves em pacientes recebendo ustequinumabe (vide “Quais os males que este medicamento pode causar?”). Foram notificadas infeções oportunistas em pacientes tratados com WEZENLA, incluindo reativação da tuberculose, outras infeções bacterianas oportunistas (incluindo infeção micobacteriana atípica, meningite por Listeria, pneumonia por Legionella e nocardiose), infeções fúngicas oportunistas, infeções virais oportunistas (incluindo encefalite por herpes simplex 2) e infeções parasitárias (incluindo toxoplasmose ocular). Deve-se ter cautela sempre que for considerar o uso de WEZENLA em pacientes com infecção crônica ou história de infecção recorrente (vide “Quando não devo usar este medicamento?”). Antes de iniciar o tratamento com WEZENLA, os pacientes devem ser avaliados em relação a infecção por tuberculose. WEZENLA não pode ser administrado a pacientes com tuberculose ativa (vide “Quando não devo usar este medicamento?”). O tratamento para tuberculose latente deve ser iniciado antes da administração de WEZENLA. A terapia antituberculose também deve ser considerada antes do início de WEZENLA em pacientes com história pregressa de tuberculose latente ou ativa nos quais um curso adequado de tratamento não puder ser confirmado. Os pacientes que recebem WEZENLA devem ser cuidadosamente monitorados para sinais e sintomas de tuberculose ativa durante e após o tratamento. Os pacientes devem ser orientados a procurar ajuda médica se ocorrerem sinais ou sintomas sugestivos de infecção. Se um paciente desenvolver uma infecção grave, deve ser monitorado rigorosamente e WEZENLA não deve ser administrado até a resolução da infecção. Malignidades Agentes imunossupressores como WEZENLA têm o potencial de aumentar o risco de doença maligna. Em estudos clínicos e num estudo observacional de pós-comercialização em pacientes com psoríase, alguns pacientes que receberam ustequinumabe desenvolveram doenças malignas cutâneas e não cutâneas (vide “Quais os males que este medicamento pode causar?”). O risco de doença maligna pode ser maior em pacientes com psoríase que tenham sido tratados com outros biológicos durante o curso da sua doença.

Não foram realizados estudos incluindo pacientes com história de doença maligna ou em que fosse continuado o tratamento em paciente que desenvolveram doença maligna durante a terapêutica com ustequinumabe. Deve-se ter cautela quando se considerar o uso de WEZENLA nestes pacientes. Todos os pacientes, em particular aqueles com idade superior a 60 anos, com histórico de tratamento prolongado com imunossupressores ou aqueles com um histórico de tratamento PUVA, devem ser monitorados para o aparecimento de câncer de pele. Reações de hipersensibilidade sistêmica e respiratória Sistêmica Na experiência de pós-comercialização, foram reportadas reações alérgicas graves, em alguns casos, vários dias após o tratamento. Ocorreram anafilaxia e angioedema. Se ocorrer reação anafilática ou outra reação alérgica grave, deve ser instituída terapia adequada e a administração de WEZENLA deve ser imediatamente descontinuada. Reações relacionadas com a perfusão Em ensaios clínicos, foram observadas reações relacionadas com a perfusão (vide seção “Quais os males que este medicamento pode causar?”). No período de pós comercialização foram notificadas reações graves relacionadas com a perfusão, incluindo reações anafiláticas à perfusão. Se for observada uma reação grave ou que represente perigo de vida, deve ser instituído um tratamento adequado e WEZENLA deve ser descontinuado. Respiratória Casos de alveolite alérgica, pneumonia eosinofílica e pneumonia organizativa não infecciosa foram reportados durante a pós aprovação do uso de ustequinumabe. As apresentações clínicas incluíram tosse, dispneia e infiltrados intersticiais após uma a três doses. Resultados graves incluíram insuficiência respiratória e hospitalização prolongada. Foi relatada melhora após a descontinuação do ustequinumabe e também, em alguns casos, administração de corticosteroides. Se a infecção tiver sido excluída e o diagnóstico for confirmado, descontinue o ustequinumabe e institua o tratamento apropriado (vide “Quais os males este medicamento pode nos causar”). Eventos Cardiovasculares Num estudo observacional de pós-comercialização, foram observados acontecimentos cardiovasculares, incluindo infarte do miocárdio e acidente vascular cerebral, em pacientes com psoríase expostos a Stelara. Os fatores de risco de doença cardiovascular devem ser avaliados regularmente durante o tratamento com WEZENLA. Vacinações Recomenda-se que as vacinas de vírus vivos ou vacinas de bactérias vivas, (tais como Bacilo de Calmette-Guérin (BCG)), não sejam administradas concomitantemente com WEZENLA. Não foram realizados estudos específicos em pacientes que tenham recebido recentemente vacinas de vírus vivos ou de bactérias vivas. Não estão disponíveis dados sobre a transmissão secundária de infecção por vacinas vivas em pacientes em tratamento com WEZENLA. Antes da administração de vacinas de vírus vivos ou de bactérias vivas, o tratamento com WEZENLA deve ser interrompido durante, pelo menos, 15 semanas após a última dose, podendo ser retomado, pelo menos, 2 semanas após a vacinação. Os prescritores devem consultar a bula para obter informação adicional e orientação sobre a utilização concomitante de agentes imunossupressores pós-vacinação. A administração de vacinas vivas (tais como a vacina BCG) a lactentes expostos intraútero ao WEZENLA não é recomendada durante seis meses após o nascimento ou até que não sejam detectáveis níveis séricos de WEZENLA no lactente. Se houver um benefício clínico claro para o lactente em particular, pode ser considerada a administração de uma vacina viva num momento anterior, caso não sejam detectáveis níveis séricos de WEZENLA no lactente. Os pacientes que recebem WEZENLA podem receber vacinas inativadas ou vacinas não-vivas concomitantemente. O tratamento em longo prazo com WEZENLA não suprime a resposta imune humoral para as vacinas contra tétano ou pneumocócica polissacarídica. Antes de iniciar o tratamento, sempre que possível, recomenda-se completar o esquema vacinal apropriado para a idade da criança. Algumas vacinas são contraindicadas para quem está tomando imunossupressor. Antes de tomar qualquer vacina, informe ao profissional de saúde que você está tomando medicamento imunossupressor. Terapia Imunossupressora concomitante

Nos estudos em psoríase, a segurança e a eficácia de ustequinumabe em combinação aos agentes imunossupressores incluindo medicamentos biológicos ou fototerapia não foram avaliadas. Nos estudos na artrite psoriática, a associação com o MTX não pareceu influenciar a segurança e a eficácia de ustequinumabe. Nos estudos em doença de Crohn e colite ulcerativa, imunossupressores ou corticosteroides não pareceu influenciar a segurança ou eficácia de WEZENLA. Deve-se ter cautela ao se considerar o uso concomitante de agentes imunossupressores e WEZENLA ou quando há transição a partir de outros imunossupressores biológicos. Imunoterapia WEZENLA não foi estudado em pacientes que tenham sido submetidos a imunoterapia alergênica. Não se sabe se WEZENLA pode afetar a imunoterapia alergênica. Reações cutâneas graves Em pacientes com psoríase, foi notificada dermatite esfoliativa após tratamento com WEZENLA (vide seção “Quais os males este medicamento pode me causar?”). Os pacientes com psoríase em placas podem desenvolver psoríase eritrodérmica, com sintomas que podem ser clinicamente indistinguíveis da dermatite esfoliativa, como parte do curso natural da doença. Como parte da monitorização da psoríase do paciente, os médicos devem estar atentos para os sintomas da psoríase eritrodérmica ou dermatite esfoliativa. Se estes sintomas ocorrerem, deve ser instituída a terapêutica adequada. WEZENLA deve ser interrompido se houver suspeita de uma reação medicamentosa. Doenças relacionadas com lúpus Foram notificados casos de doenças relacionadas com lúpus em pacientes tratados com WEZENLA, incluindo lúpus eritematoso cutâneo e síndrome do tipo lúpus. Se ocorrerem lesões, especialmente em áreas da pele expostas ao sol ou se acompanhadas de artralgia, o paciente deve procurar atendimento médico imediato. Se for confirmado o diagnóstico de doença relacionada com lúpus, o tratamento com Stelara® deve ser interrompido e deve ser iniciado o tratamento adequado. Exposição infantil in útero WEZENLA pode passar para o seu leite materno em uma quantidade muito baixa. Se você usou WEZENLA enquanto estava grávida, avise seu médico antes do seu bebê receber qualquer vacina, incluindo vacinas “vivas” (por exemplo vacina BCG, utilizada para prevenir tuberculose, vacina para rotavírus ou qualquer outra vacina “viva”).

Populações Especiais Pacientes Pediátricos Não foram conduzidos estudos específicos de ustequinumabe em pacientes pediátricos com doença de Crohn ou colite ulcerativa. Pacientes idosos (≥ 65 anos) Não foram observadas diferenças globais na eficácia ou segurança de WEZENLA, nos pacientes com idade igual ou superior a 65 anos que receberam tratamento com WEZENLA, em comparação com entre pacientes mais jovens em estudos clínicos em indicações aprovadas, embora o número de pacientes com idade igual ou superior a 65 anos não seja suficiente para determinar se estes respondem de forma diferente, em comparação com os pacientes mais jovens. Deve ter-se precaução no tratamento dos idosos, porque, em geral, há uma maior incidência de infeções nesta população de pacientes. Insuficiência Hepática Não foram conduzidos estudos específicos em pacientes com insuficiência hepática. Insuficiência Renal Não foram conduzidos estudos específicos em pacientes com insuficiência renal. Gravidez, Amamentação e Fertilidade Mulheres com potencial para engravidar As mulheres com potencial para engravidar deverão utilizar um método contraceptivo durante o tratamento e até 15 semanas após o tratamento. Gravidez (Categoria B)

Os dados coletados de gestações após exposição ao WEZENLA, incluindo mais de 450 gestações expostas durante o primeiro trimestre, não indicam um risco aumentado de malformações congênitas importantes no recém-nascido, aborto espontâneo ou resultados adversos nos bebês. Os estudos em animais não indicam quaisquer efeitos nefastos, diretos ou indiretos, no que respeita à gravidez, ao desenvolvimento embrionário/fetal, parto ou ao desenvolvimento pós-natal. No entanto, a experiência clínica disponível é limitada. Como medida de precaução é preferível evitar a utilização de WEZENLA durante a gravidez. Ustequinumabe atravessa a placenta e foi detectado no soro de bebês nascidos de pacientes do sexo feminino tratados com ustequinumabe durante a gravidez. O impacto clínico disto é desconhecido, no entanto, o risco de infecção em bebês expostos in utero ao ustequinumabe pode aumentar após o nascimento. A administração de vacinas vivas (como a vacina BCG) a bebês expostos in utero ao ustequinumabe não é recomendada durante seis meses após o nascimento ou até que os níveis séricos de ustequinumabe sejam indetectáveis no bebê. Se houver um benefício clínico claro para o bebê, a administração de uma vacina viva pode ser considerada mais cedo, se os níveis séricos de ustequinumabe no bebê forem indetectáveis. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista. Amamentação Poucos dados da literatura sugerem que ustequinumabe é excretado no leite materno de humanos em uma quantidade muito baixa. Não se sabe se ustequinumabe é absorvido sistemicamente após a ingestão. Devido ao potencial de WEZENLA para reações adversas em bebês , a decisão de interromper a amamentação durante o tratamento e até 15 semanas após o tratamento ou de interromper a terapêutica com WEZENLA, tem que ser tomada tendo em consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapêutica com WEZENLA para a mulher. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano: O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Fertilidade O efeito de ustequinumabe na fertilidade humana não foi avaliado. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Os efeitos de WEZENLA sobre a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas são nulos ou desprezíveis. Interações medicamentosas Vacinas vivas não devem ser administradas concomitantemente a WEZENLA. A administração de vacinas vivas (tais como a vacina BCG) a bebês expostos in utero ao WEZENLA não é recomendada durante seis meses após o nascimento ou até que não sejam detectáveis níveis séricos de WEZENLA no bebê (vide seção “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Se houver um benefício clínico claro para o bebê em particular, pode ser considerada a administração de uma vacina viva num momento anterior, caso não sejam detectáveis níveis séricos de WEZENLA no bebê.

CONTÉM AÇÚCAR.

Este medicamento pode aumentar o risco de infecções. Informe ao seu médico qualquer alteração no seu estado de saúde. Algumas vacinas são contraindicadas para quem está tomando imunossupressor. Antes de tomar qualquer vacina, informe ao profissional de saúde que você está tomando medicamento imunossupressor. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. Este medicamento pode aumentar o risco de sangramento em caso de dengue ou quando associado a outros medicamentos que aumentem o efeito hemorrágico.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

WEZENLA deve ser armazenado em geladeira (entre 2 a 8°C), proteger da luz. Manter na embalagem original para proteger da luz. Não congelar. Não agitar. Prazo de validade do medicamento em seringa preenchida: 36 meses Se necessário, as seringas preenchidas individuais de WEZENLA podem ser conservados à temperatura ambiente até 30°C durante um período único máximo de 30 dias na embalagem original com proteção contra a luz. Registre a data em que a seringa preenchida de 45 mg é retirada do frigorífico pela primeira vez. A nova data de validade não deve exceder a data de validade original impressa na caixa. Uma vez que a seringa preenchida de 45 mg tenha sido conservada à temperatura ambiente, não deve ser devolvido ao frigorífico. Elimine a seringa preenchida ou o frasco para injetáveis de 45 mg se não for utilizado no prazo de 30 dias após conservação à temperatura ambiente.

O medicamento é fornecido em uma seringa preenchida (PFS) como uma solução estéril, de uso único, sem conservantes, transparente a opalescente, incolor a amarelo claro para injeção subcutânea.

A solução deve ser inspecionada visualmente para detecção de partículas ou descoloração antes da administração. A solução é límpida a opalescente, incolor a amarelo claro. O medicamento não deve ser usado se a solução estiver descolorida ou turva, ou se partículas estranhas estiverem presentes.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma

mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

WEZENLA deve ser armazenado em geladeira (entre 2 a 8°C), proteger da luz. Manter na embalagem original para proteger da luz. Não congelar. Não agitar. Prazo de validade da Caneta Preenchida (ConfiPen): 36 meses Se necessário, as canetas preenchidas individuais de WEZENLA podem ser conservadas à temperatura ambiente, de até 30°C, durante um período único máximo de 30 dias na embalagem original protegido da luz. Registre a data em que a caneta preenchida (ConfiPen) é retirada da geladeira pela primeira vez. A nova data de validade não deve exceder a data de validade original impressa na caixa. Uma vez que a caneta preenchida (ConfiPen) tenha sido conservada à temperatura ambiente, não deve ser devolvida a geladeira. Descarte a caneta preenchida ou o frasco para injetáveis de 45 mg se não forem utilizadas no prazo de 30 dias após conservação à temperatura ambiente.

O medicamento é fornecido em caneta preenchida (ConfiPen) como solução estéril, de uso único, sem conservantes, límpida a opalescente, incolor a amarelo claro para injeção subcutânea.

A caneta preenchida (ConfiPen) é um dispositivo de administração pré-montado, descartável, portátil e mecânico (baseado em mola), que consiste em uma seringa preenchida (PFS) contida no subconjunto.

O fechamento primário do recipiente consiste em uma seringa de vidro Tipo I de 1 mL com uma agulha de aço inoxidável fixada no local, montada com uma proteção de agulha elastomérica e um êmbolo-rolha elastomérico que é laminado na superfície de contato do produto. O cartucho protege o produto da luz durante seu transporte e armazenamento.

A caneta preenchida (ConfiPen) não é fabricada com látex de borracha natural. A tampa da agulha da seringa preenchida não contém borracha natural seca (um derivado do látex). A solução deve ser inspecionada visualmente para detecção de partículas ou descoloração antes da administração. A

solução é límpida a opalescente, incolor a amarelo claro. O medicamento não deve ser usado se a solução estiver descolorida ou turva, ou se partículas estranhas estiverem presentes.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

WEZENLA deve ser armazenado em geladeira (entre 2 a 8 °C), proteger da luz. Manter na embalagem original para proteger da luz. Não congelar. Não agitar.

Prazo de validade do medicamento em frasco-ampola: 36 meses.

Se necessário, a solução para perfusão intravenosa diluída de WEZENLA pode ser conservada até 8 horas à temperatura ambiente. Não congele. Elimine qualquer porção não utilizada da solução para perfusão.

O medicamento é fornecido em um frasco como uma solução estéril, de uso único, livre de conservantes, límpida a opalescente, incolor a amarelo claro para diluição antes da infusão intravenosa.

A solução deve ser inspecionada visualmente para detecção de partículas ou descoloração antes da administração. A solução é límpida a opalescente, incolor a amarelo claro. O medicamento não deve ser usado se a solução estiver descolorida ou turva, ou se partículas estranhas estiverem presentes.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Dosagem Psoríase em placa - Adultos Para o tratamento da psoríase em placa WEZENLA é administrado por injeção subcutânea. A dose recomendada de WEZENLA é 45 mg administrada nas Semanas 0 e 4 e, depois, a cada 12 semanas. A interrupção do tratamento deve ser considerada em pacientes que não apresentem qualquer resposta ao tratamento até as 28 semanas. Alternativamente, a dose de 90 mg pode ser usada em pacientes com peso corpóreo maior que 100 kg, nos mesmos intervalos de tempo.

  • Ajuste de dose

Para pacientes que respondem inadequadamente a 45 mg a cada 12 semanas, pode-se considerar a possibilidade de tratamento com 90 mg a cada 12 semanas. Para pacientes que responderam inadequadamente à posologia de 90 mg a cada 12 semanas, uma dose de 90 mg a cada 8 semanas pode ser considerada.

  • Retratamento

O retratamento com um esquema posológico nas Semanas 0 e 4 após interrupção da terapia mostrou ser seguro e eficaz.

Artrite psoriásica - Adultos A dose recomendada de WEZENLA é 45 mg, administrada nas Semanas 0 e 4 e, depois, a cada 12 semanas. Alternativamente, a dose de 90 mg pode ser usada em pacientes com peso corpóreo maior que 100 kg.

Doença de Crohn e colite ulcerativa No regime de tratamento, a primeira dose de WEZENLA é administrada por via intravenosa. Para a posologia do regime de dosagem intravenosa, vide bula de WEZENLA 130 mg solução injetável. A primeira administração subcutânea de 90 mg de WEZENLA deve ocorrer na Semana 8 após a dose intravenosa. Depois disso, recomenda-se a administração a cada 12 semanas. Os pacientes que não apresentarem resposta adequada nas 8 semanas após a primeira dose subcutânea, podem receber uma segunda dose subcutânea. Os pacientes que perderem a resposta na dosagem a cada 12 semanas podem se beneficiar de um aumento na frequência de dosagem a cada 8 semanas. Os pacientes podem ser administrados posteriormente a cada 8 semanas ou a cada 12 semanas de acordo com o julgamento clínico. Deve-se considerar a interrupção do tratamento em pacientes que não apresentarem evidência de benefício terapêutico 16 semanas após a dose de indução IV ou 16 semanas após a mudança para a dose de manutenção a cada 8 semanas. Imunomoduladores e/ou corticosteroides podem ser continuados durante o tratamento com WEZENLA. Em pacientes que responderam ao tratamento com WEZENLA, os corticosteroides podem ser reduzidos ou descontinuados de acordo com o padrão de tratamento. Para a doença de Crohn ou Colite ulcerativa, se o tratamento for interrompido, a retomada do tratamento com a dose subcutânea a cada 8 semanas é segura e eficaz. Para a posologia e modo de usar por via intravenosa, vide bula de WEZENLA 130 mg solução injetável. Psoríase em placa – População pediátrica, 6 anos ou mais Para o tratamento de psoríase em placa, WEZENLA deve ser administrado por via subcutânea. A dose recomendada de WEZENLA é baseada no peso corporal como demonstrado abaixo (Tabela 1). WEZENLA deve ser administrado

nas Semanas 0 e 4 e depois a cada 12 semanas.

Tabela 1: Dose Recomendada de WEZENLA para psoríase pediátrica

Peso Dose Recomendada Forma Farmacêutica

≥ 60 a ≤ 100 kg* 45 mg Seringa preenchida

100 kg 90 mg Seringa preenchida

  • WEZENLA não está disponível para pacientes que necessitem de uma dose inferior a 45 mg. Caso seja necessária

uma dose alternativa, devem ser utilizados outros produtos com ustequinumabe que ofereçam essa opção. Não existe uma forma farmacêutica de WEZENLA que permita a dosagem baseada no peso para pacientes pediátricos com menos de 60 kg. Pacientes com peso inferior a 60 kg devem receber a dosagem exata em mg/kg utilizando outro produto com ustequinumabe. Somente pacientes com peso igual ou superior a 60 kg podem receber a dosagem com uma seringa preenchida de dose fixa de WEZENLA. Instruções para uso, manipulação e descarte WEZENLA deve ser utilizado sob supervisão e orientação médica. Em pacientes pediátricos, é recomendado que WEZENLA seja administrado por um profissional da saúde. WEZENLA pode ser aplicado por você ou seu cuidador, se o seu médico considerar apropriado, após treinamento adequado na técnica de administração subcutânea e descarte. Durante o tratamento recomenda-se o acompanhamento médico, conforme necessário. Os pacientes devem ser instruídos a injetar a quantidade prescrita de WEZENLA subcutâneo de acordo com as instruções fornecidas no folheto informativo do paciente. Cada seringa preenchida é fornecida apenas para dose única. Os pacientes poderão enfrentar resistência durante a injeção. É importante orientar os pacientes a injetar a quantidade completa para receberem 45 mg ou 90 mg de WEZENLA. Não injetar WEZENLA em áreas nas quais a pele esteja sensível, machucada, vermelha, dura, grossa, escamosa ou afetada por psoríase.

A) Instruções de uso da seringa preenchida

  1. Informações importantes

45 mg/0,5 mL 90 mg/ 1 mL

• É importante que você não tente realizar a injeção até que você tenha lido e compreendido completamente estas

instruções de uso.

• Crianças com 12 anos ou mais com psoríase que pesam 60kg ou mais devem usar a seringa preenchida sob

supervisão dos pais ou cuidador.

• Não usar a seringa se o cartucho estiver danificado ou se selo de segurança estiver rompido.

• Não usar a seringa após data de validade descrita no rótulo.

• Não chacoalhar a seringa.

• Não remover a tampa da seringa até que você esteja pronto para a injeção.

• Não usar a seringa caso ela tenha sido congelada.

• Não usar a seringa caso ela tenha sido derrubada em uma superfície rígida. Parte da seringa pode estar quebrada

mesmo que não se possa ver a rachadura. Utilizar uma nova seringa e ligar para o Serviço de Atendimento ao Cliente Amgen (SAC).

• A seringa não contém látex.

Importante: Mantenha a seringa e coletor de materiais perfurocortantes for a da vista e alcance de crianças.

  1. Preparação de WEZENLA

Segurar a seringa pelo corpo e removê-la da embalagem

• Não segurar pela haste do êmbolo, suporte para os dedos ou tampa da agulha.

• Não segurar os clips de proteção da agulha.

Aguardar 30 minutos para que a seringa atinja temperatura ambiente Aguardar

minutos

• Deixar a seringa aquecer naturalmente.

• Não aquecer com água quente, no microondas ou radiação solar direta.

• Não chacoalhar a seringa em momento algum.

• Usar a seringa em temperatura ambiente proporciona uma injeção mais confortável.

Reunir e colocar os itens para sua injeção em uma superfície limpa e bem iluminada.

Lenço com álcool

Coletor de Curativo adesivo materiais perfuro cortantes Algodão ou gaze

  1. Preparando-se para a injeção

Inspecionar o medicamento. Ele deve estar límpido a levemente opalescente e incolor a amarelo claro.

Medicamento

• Não há problema em ver bolhar de ar.

• Não usar se o medicamento estiver congelado, turvo, sem cor contiver partículas grandes.

Verificar a data de validade (Val.) e inspecionar a seringa

Validade

• Não usar se ultrapassada a data de validade.

• Não usar a seringa se:

-A tampa estiver ausente ou solta. -Houver rachaduras ou partes quebradas. -Tiver sido derrubada em uma superfície rígida.

• Certificar-se de que você está com o medicamento e dose corretos.

Injetar em um dos locais a seguir

• Injetar em sua coxa ou abdômen (a pelo menos 5 cm do umbigo).

• Escolher um local diferente para cada injeção.

• Uma outra pessoa pode injetar em sua coxa, abdômen, parte posterior do braço, ou glúteo.

Importante: Evitar áreas com cicatrizes, estrias ou com a pele sensível, machucada, avermelhada ou enrijecida.

Lavar as mãos abundantemente com água e sabão

Limpar o local da injeção com álcool

• Deixe sua pele secar naturalmente

• Não tocar essa área novamente antes de injetar

  1. Injetando WEZENLA

Puxe a tampa da agulha enquanto segura o corpo da seringa.

Importante: Somente retirar a tampa quando você puder injetar imediatamente (dentro de 5 minutos), pois o medicamento pode secar.

• Não torcer ou dobrar a tampa da agulha

• Nunca colocar a tampa da agulha de volta. Isso pode danificar a agulha.

• Não deixar nada tocar a agulha uma vez que a tampa tiver sido removida.

• Não colocar a seringa em superfície alguma uma vez que a tampa tiver sido removida.

• Não tentar expulsar bolhar de ar. Não há problema em ver bolhas de ar.

• Ver uma gota do medicamento na ponta da agulha é normal.

Pinçar a pele ao redor do local de aplicação antes da injeção PINÇAR

• Pinçar a pele entre o polegar e dedo indicador para criar uma prega para injeção.

• Se possível, a prega deve ter cerca de 5 cm de extensão.

Importante: Continuar pinçando a pele até que a injeção seja finalizada.

Inserir a agulha na prega pinçada INSERIR

• Inserir a agulha na prega pinçada em ângulo reto ou com pelo menos 45 graus.

• Não colocar o dedo sobre a haste do êmbolo enquanto estiver inserindo a agulha, pois isso pode resultar na perda de

medicamento

Pressionar a ponta do êmbolo para baixo lentamente até que ele alcance a cavidade do dispositivo de segurança da agulha INJETAR

• Não puxar o êmbolo de volta em nenhum momento.

• Não remover a seringa até que todo o medicamento tenha sido injetado.

Manter a ponta do êmbolo pressionada e remover a agulha da pele. REMOVER

• Manter a ponta do êmbolo pressionada e remover a agulha da pele.

• Despinçar a pele após remover a agulha.

• Retirar seu polegar lentamente da ponta do êmbolo. Isto permitirá que a seringa vazia se mova para cima até que a

agulha esteja totalmente coberta pelo protetor da agulha.

  1. Descartar e finaliza a aplicação de WEZENLA

Importante: Nunca puxar o protetor da agulha de volta. Coloque a seringa e a tampa da agulha usadas no coletor de materiais perfurocortantes.

• Não reutilize a seringa.

Importante: Não descarte a seringa no lixo comum de casa.

Verificar o local da injeção

Não esfregar o local de injeção.

• Se houver sangue, pressione o local da injeção com algodão ou gaze. Aplicar um curativo adesivo, se necessário.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Dosagem Psoríase em placa - Adultos Para o tratamento da psoríase em placa WEZENLA é administrado por injeção subcutânea. A dose recomendada de WEZENLA é 45 mg administrada nas Semanas 0 e 4 e, depois, a cada 12 semanas. A interrupção do tratamento deve ser considerada em pacientes que não apresentem qualquer resposta ao tratamento até as 28 semanas. Alternativamente, a dose de 90 mg pode ser usada em pacientes com peso corpóreo maior que 100 kg, nos mesmos intervalos de tempo.

  • Ajuste de dose

Para pacientes que respondem inadequadamente a 45 mg a cada 12 semanas, pode-se considerar a possibilidade de tratamento com 90 mg a cada 12 semanas. Para pacientes que responderam inadequadamente à posologia de 90 mg a cada 12 semanas, uma dose de 90 mg a cada 8 semanas pode ser considerada.

  • Retratamento

O retratamento com um esquema posológico nas Semanas 0 e 4 após interrupção da terapia mostrou ser seguro e eficaz.

Artrite psoriásica - Adultos A dose recomendada de WEZENLA é 45 mg, administrada nas Semanas 0 e 4 e, depois, a cada 12 semanas. Alternativamente, a dose de 90 mg pode ser usada em pacientes com peso corpóreo maior que 100 kg.

Doença de Crohn e colite ulcerativa No regime de tratamento, a primeira dose de WEZENLA é administrada por via intravenosa. Para a posologia do regime de dosagem intravenosa, vide bula de WEZENLA 130 mg solução injetável. A primeira administração subcutânea de 90 mg de WEZENLA deve ocorrer na Semana 8 após a dose intravenosa. Depois disso, recomenda-se a administração a cada 12 semanas. Os pacientes que não apresentarem resposta adequada nas 8 semanas após a primeira dose subcutânea, podem receber uma segunda dose subcutânea. Os pacientes que perderem a resposta na dosagem a cada 12 semanas podem se beneficiar de um aumento na frequência de dosagem a cada 8 semanas. Os pacientes podem ser administrados posteriormente a cada 8 semanas ou a cada 12 semanas de acordo com o julgamento clínico. Deve-se considerar a interrupção do tratamento em pacientes que não apresentarem evidência de benefício terapêutico 16 semanas após a dose de indução IV ou 16 semanas após a mudança para a dose de manutenção a cada 8 semanas. Imunomoduladores e/ou corticosteroides podem ser continuados durante o tratamento com WEZENLA. Em pacientes que responderam ao tratamento com WEZENLA, os corticosteroides podem ser reduzidos ou descontinuados de acordo com o padrão de tratamento. Para a doença de Crohn ou Colite ulcerativa, se o tratamento for interrompido, a retomada do tratamento com a dose

subcutânea a cada 8 semanas é segura e eficaz. Para a posologia e modo de usar por via intravenosa, vide bula de WEZENLA 130 mg solução injetável.

Instruções para uso, manipulação e descarte WEZENLA deve ser utilizado sob supervisão e orientação médica. WEZENLA pode ser aplicado por você ou seu cuidador, se o seu médico considerar apropriado, após treinamento adequado na técnica de administração subcutânea e descarte. Durante o tratamento recomenda-se o acompanhamento médico, conforme necessário. Os pacientes devem ser instruídos a injetar a quantidade prescrita de WEZENLA subcutâneo de acordo com as instruções fornecidas no folheto informativo do paciente. Cada caneta preenchida é fornecida apenas para dose única. Os pacientes poderão enfrentar resistência durante a injeção. É importante orientar os pacientes a injetar a quantidade completa para receberem 45 mg ou 90 mg de WEZENLA. Não injetar WEZENLA em áreas nas quais a pele esteja sensível, machucada, vermelha, dura, grossa, escamosa ou afetada por psoríase.

A) Instruções de uso da caneta preenchida Conhecendo sua Caneta Preenchida

Data de Validade

Êmbolo (pode estar visível na Janela, a localização pode variar)

Janela Medicamento

Protetor Amarelo de Segurança sob a Tampa (agulha dentro) Tampa

Informações Importantes que você precisa saber antes de administrar WEZENLA

Dosagem:

• WEZENLA tem duas concentrações diferentes: 45 mg e 90 mg. Verifique a prescrição para ter certeza de

que você tem a dosagem correta.

• A cor do rótulo e o tamanho da janela da caneta preenchida serão diferentes para cada dosagem. A quantidade

de medicamento na caneta preenchida também será diferente para cada dosagem.

45 mg/0.5 mL 90 mg/mL

Importante:

• Se a dose é de 90 mg, você receberá uma caneta preenchida de 90 mg ou duas canetas

preenchidas de 45 mg. − Se você receber 2 canetas preenchidas de 45 mg para uma dose de 90 mg, você precisará administrar uma segunda injeção logo após a primeira. − Repita os passos de 1 a 16 para a segunda aplicação usando uma nova caneta preenchida. − Escolha um local diferente para a segunda administração.

Usando sua Caneta Preenchida (ConfiPen) de WEZENLA:

• É importante que você não tente administrar a injeção antes de ler e compreender completamente estas Instruções

de Uso.

• Se o seu médico decidir que você ou seu cuidador podem administrar a injeção de WEZENLA em casa, você

deverá receber treinamento sobre a forma correta de preparar e injetar WEZENLA. Não tente injetar WEZENLA até que seu médico ou enfermeiro lhe mostre a maneira correta de administrar as injeções. .

• Não utilize a caneta preenchida se o cartucho estiver avariado ou o lacre violado.

• Não utilize a caneta preenchida após o prazo de validade indicado no rótulo.

• Não agite a caneta preenchida.

• Não retire a tampa da caneta preenchida até que você esteja pronto para a administração.

• Não utilize a caneta preenchida se esta tiver sido congelada.

• Não utilize a caneta preenchida se esta tiver caído sobre uma superfície dura. Parte da caneta preenchida pode

estar quebrada mesmo que você não consiga ver a quebra. Use uma nova caneta preenchida e ligue para o Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC) da Amgen.

• A caneta preenchida não é feita com látex de borracha natural.

Importante: Mantenha a caneta preenchida e o recipiente de descarte dos objetos perfurocortantes fora da vista e do alcance das crianças.

Armazenamento e Preparação da administração de WEZENLA

Mantenha o cartucho em geladeira até o momento do uso

  1. Mantenha o cartucho da caneta preenchida em geladeira até você estar pronto para usá-lo.

• Armazene a caneta preenchida em geladeira (entre 2°C e 8°C).

• Mantenha a caneta preenchida na embalagem original para proteger da luz e de danos físicos.

• Não congele a caneta preenchida.

• Não guarde a caneta preenchida em locais com calor ou frio extremos. Por exemplo, evite guardar o

medicamento no porta-luvas ou no porta-malas do seu veículo.

Importante: Mantenha a caneta preenchida fora da vista e do alcance das crianças.

AGUARDE

minutos

  1. Aguarde 30 minutos para que a caneta preenchida atinja a temperatura ambiente.

• Retire da geladeira o número de canetas preenchidas que você precisa para a administração.

• Deixe a caneta preenchida aquecer naturalmente.

• Não aqueça a caneta preenchida com água quente, no microondas ou com exposição direta a luz solar.

• Não coloque a caneta preenchida novamente na geladeira após atingir a temperatura ambiente.

• Não agite a caneta preenchida em nenhum momento.

• Utilizar a caneta preenchida em temperatura ambiente garante a administração da dose completa e permite

uma administração mais confortável.

  1. Você pode manter WEZENLA em temperatura ambiente por até 30 dias, se necessário.

• Por exemplo, se você estiver viajando, você pode manter WEZENLA em temperatura ambiente.

• Mantenha o medicamento em temperatura ambiente (até 30°C).

• Não utilize o medicamento se ele tiver sido armazenado em temperatura superior a 30°C.

• Anote a data em que você retirou o medicamento da geladeira e o utilize dentro de 30 dias.

Importante: Coloque a caneta preenchida em um recipiente de descarte de objetos perfurocortantes se ela atingir a temperatura ambiente e não tiver sido utilizada dentro de 30 dias.

Medicamento

  1. Inspecione o medicamento. Ele deve ser límpido, de incolor a amarelo claro.

• Não há problema em observar bolhas de ar.

• Não utilize WEZENLA se o medicamento estiver turvo, descolorido ou tiver partículas estranhas.

Prazo de Validade

  1. Verifique o prazo de validade (Val.) e inspecione a caneta preenchida quanto a danos.

• Não utilize a caneta preenchida se o prazo de validade tiver passado.

• Não utilize a caneta preenchida se:

− a tampa estiver faltando ou solta; − apresentar fissuras ou peças danificadas; − tiver caído sobre uma superfície dura.

• Certifique-se de ter o medicamento e a dosagem corretos.

Importante: Se o medicamento estiver turvo, descolorido ou tiver partículas estranhas ou se a caneta preenchida estiver danificada ou vencida, ligue para o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da Amgen.

Se preparando para a administração de WEZENLA

Álcool para assepsia

Bandagem adesiva

Bola de algodão ou gaze Recipiente para descarte de perfurocortantes

  1. Reúna e coloque os seguintes itens para a injeção em uma superfície limpa, plana e bem iluminada:

• Caneta preenchida de WEZENLA (a temperatura ambiente);

• Recipiente para descarte de perfurocortantes (ver descarte de WEZENLA e verificação do local da injeção);

• Álcool para assepsia;

• Bandagem adesiva e;

• Bola de algodão ou gaze.

  1. Selecione 1 destes locais para a injeção.

• Selecione a parte frontal da coxa ou abdômen (exceto nos 5 centímetros ao redor do umbigo).

• Outra pessoa pode aplicar a injeção na sua coxa ou abdômen.

Importante: Evite áreas com cicatrizes, estrias ou onde a pele esteja sensível, machucada, vermelha ou rígida.

  1. Lave bem as mãos com água e sabão.

  2. Limpe o local da injeção com álcool para assepsia.

• Deixe a pele secar sozinha.

• Não toque nesta área novamente antes da administração da injeção.

Injetando Wezenla

Importante: Retire a tampa apenas quando for injetar o medicamento imediatamente (dentro de 5 minutos), pois o medicamento pode secar. Não coloque a tampa novamente.

A janela deve estar visível

  1. Segura a caneta preenchida para poder ver a janela. Puxe com força para remover a tampa. Você pode

girar a tampa para ajudar a removê-la.

• Nunca coloque a tampa novamente. Isso pode danificar a agulha.

• É normal ver uma gota do medicamento saindo da agulha ou do protetor amarelo de segurança.

Importante: Não toque nem empurre o protetor amarelo de segurança. Não coloque o dedo dentro do protetor amarelo de segurança.

  1. Faça uma prega na pele para criar uma superfície firme no local da injeção.

Coloque o protetor amarelo de segurança diretamente sobre a pele com a prega.

• Mantenha a pele com a prega até o final da injeção.

• Certifique-se de que você consegue ver a janela.

• Certifique-se de que a caneta preenchida está posicionada diretamente no local da injeção (em um ângulo de

90 graus).

EMPURRE E SEGURE para baixo para iniciar a injeção

  1. Empurre firmemente a caneta preenchida para baixo até que o protetor amarelo de segurança pare de se

mover. Segure a caneta preenchida, não a levante.

• A agulha será inserida e a injeção começará.

• Você pode ouvir ou sentir um clique.

• Mantenha a caneta preenchida reta e firme na pele.

OBSERVE A janela ficará totalmente amarela

  1. Continue pressionando a caneta preenchida para baixo. Espere até a janela ficar totalmente amarela.

• A injeção pode levar até 15 segundos para ser concluída. Você pode ouvir ou sentir um clique.

• Depois que a janela ficar totalmente amarela, retire a caneta preenchida da pele.

Descarte a caneta preenchida e Verifique o local da injeção

CONFIRMAÇÃO

A janela está totalmente amarela Nenhum remédio vazou (está tudo bem se você observar uma pequena gota)

  1. Confirmando se a dose completa do medicamento foi injetada.

• Não toque o protetor amarelo de segurança.

• É normal se observar uma pequena quantidade de líquido no local da injeção.

Importante: Se a janela não ficar totalmente amarela, se parecer que o medicamento ainda está saindo ou se você observar várias gotas do medicamento, isso significa que a dose completa não foi injetada. Ligue para seu médico imediatamente.

  1. Verifique o local da injeção.

• Não esfregue o local da injeção.

• Se houver sangue, pressione uma bola de algodão ou gaze no local da injeção.

• Aplique uma bandagem adesiva, se necessário.

  1. Coloque a caneta preenchida usada e a tampa em um recipiente para descarte de objetos perfurocortantes.

Importante: Não descarte a caneta preenchida no lixo doméstico.

• Não reutilize a caneta preenchida.

• Não toque no protetor amarelo de segurança.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Dosagem Doença de Crohn e colite ulcerativa A solução para infusão de WEZENLA é destinada para o uso sob a orientação e supervisão de médicos com experiência no diagnóstico e tratamento da Doença de Crohn e colite ulcerativa. Este só deve ser utilizado para a dose de indução intravenosa. O tratamento com WEZENLA deve ser iniciado com uma única dose intravenosa com base no peso corporal. A solução de infusão deve ser composta pelo número de frascos de WEZENLA 130 mg como especificado na Tabela 1.

Tabela 1: Dose inicial intravenosa de WEZENLA

Peso corpóreo do paciente no Dose Recomendada(a) Número de frasco-ampola de 130 mg de

momento da aplicação WEZENLA

≤ 55 kg 260 mg 2

55 kg a ≤ 85 kg 390 mg 3

85 kg 520 mg 4

(a) Aproximadamente 6 mg/kg

O tratamento de manutenção subcutânea, deve ser iniciado 8 semanas após a administração da dose de indução intravenosa. Para a posologia do regime subsequente de dosagem subcutânea, vide a bula de WEZENLA solução injetável em seringa pré-preenchida (uso subcutâneo). Imunomoduladores e/ou corticosteroides podem ser continuados durante o tratamento com WEZENLA. Em pacientes que responderam ao tratamento com WEZENLA, os corticosteroides podem ser reduzidos ou descontinuados de acordo com o padrão de tratamento. Para a doença de Crohn ou Colite Ulcerativa, se o tratamento for interrompido, a retomada do tratamento com a dose subcutânea a cada 8 semanas é segura e eficaz. Para a posologia e modo de usar via subcutânea, verificar a bula do medicamento com as apresentações subcutâneas.

Instruções para uso, manipulação e descarte

  • Administração por infusão intravenosa

WEZENLA 130 mg frasco-ampola injetável deve ser utilizado apenas para infusão IV. A infusão intravenosa de WEZENLA deve ser administrada por profissionais de saúde qualificados.

Instruções para a diluição de WEZENLA 130 mg para infusão IV (Doença de Crohn e colite ulcerativa) A solução de WEZENLA 130 mg deve ser diluída e preparada para infusão intravenosa por um profissional de saúde, utilizando técnica asséptica. 1) Calcular a dose e o número de frascos de WEZENLA necessários com base no peso corpóreo do paciente (vide Tabela 1). Cada 26 mL do frasco-ampola de WEZENLA contém 130 mg de ustequinumabe. 2) Retirar e em seguida descartar um volume da solução de 0,9% p/v de cloreto de sódio da bolsa de infusão de 250 mL, igual ao volume de WEZENLA a ser adicionado (descartar 26 mL de cloreto de sódio para cada frascoampola de WEZENLA necessário, para 2 frascos descartar 52 mL, para 3 frascosdescartar 78 mL, para 4 frascos descartar 104 mL). Alternativamente, uma bolsa de infusão de 250 mL contendo solução de cloreto de sódio a 0,45% p/v pode ser usado. 3) Retirar 26 mL de WEZENLA de cada frasco-ampola necessário e adicioná-lo à bolsa de infusão de 250 mL. O volume final na bolsa de infusão deve ser de 250 mL. Misture delicadamente. 4) Inspecionar visualmente a solução diluída antes da administração. Não a utilize se observar partículas opacas, descoloração ou partículas estranhas são observadas. 5) Administrar a solução diluída ao longo de um período de pelo menos uma hora. De acordo com estudos de estabilidade, após diluição em bolsa de infusão com diluente salino 0,9% e 0,45%, WEZENLA é estável por um período de até 8 horas a 25ºC. 6) Utilizar apenas um equipo de infusão com um filtro em linha estéril, não pirogênico, de baixa ligação às proteínas (tamanho de poro de 0,2 micrômetros). 7) Não infundir WEZENLA concomitantemente a outros agentes pelo mesmo equipo de infusão intravenosa. 8) Cada frasco-ampola é para uso único e qualquer medicamento não utilizado deve ser descartado de maneira adequada. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se você se esquecer de uma dose, contate seu médico. Não se recomenda o uso de dose duplicada para compensar uma dose esquecida. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

  1. QUAIS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

As reações adversas são apresentadas nesta seção. Reações adversas são eventos adversos que foram considerados razoavelmente associados ao uso de ustequinumabe, com base na avaliação abrangente das informações de eventos adversos disponíveis. Em casos individuais, uma relação causal com ustequinumabe não pode ser estabelecida com confiança. Portanto, pelo fato de que os estudos clínicos são conduzidos em condições amplamente variadas, as taxas de reações adversas observadas nos estudos clínicos de um medicamento não podem ser comparadas com as taxas nos estudos clínicos de outros medicamentos e podem não refletir as taxas observadas na prática clínica.

Experiência dos Estudos Clínicos em Pacientes adultos com Psoríase e/ou Artrite Psoriásica, Doença de Crohn e Colite Ulcerativa Os dados de segurança descritos a seguir refletem a exposição ao Stelara, em 14 estudos de fase 2 e 3 controlados em 6710 pacientes (4135 pacientes com psoríase e/ou artrite psoriásica, 1749 pacientes com doença de Crohn e 826 com colite ulcerativa em UC-1 e UC-2), com duração de exposição ao Stelara apresentada na tabela a seguir. Tabela 2: Exposição de longo prazo ao Stelara em estudos clínicos fase 2 e fase 3. Exposição Número de pacientes 6 meses 4577a 1 ano 3648a ≥ 4 anos 2194b ≥ 5 anos 1148b a Número total de pacientes em estudos de psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa. b Número de pacientes com psoríase, artrite psoriática e doença de Crohn.

As reações adversas mais comuns (> 5%) em períodos controlados dos estudos clínicos de ustequinumabe em todas as indicações com ustequinumabe foram nasofaringite e cefaleia. A maioria foi considerada leve e não necessitou descontinuação do medicamento. O perfil de segurança global de ustequinumabe foi semelhante em pacientes em todas as indicações.

A seguir é apresentado um resumo das reações adversas dos estudos clínicos de psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa. A frequência destas reações adversas foi baseada naquelas que ocorreram durante os períodos iniciais controlados dos estudos clínicos. As reações adversas são classificadas por frequência, conforme apresentado a seguir:

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Infecções e infestações: infecção do trato respiratório superior, nasofaringite, sinusite. Distúrbios do sistema nervoso: tontura, cefaleia. Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: dor na orofaringe. Distúrbios gastrintestinais: diarreia, náusea, vômito. Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: prurido. Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: lombalgia (dor na região lombar), mialgia (dor muscular), artralgia (dor nas articulações). Distúrbios gerais e condições no local da administração: fadiga, eritema no local da aplicação (vermelhidão na pele), dor no local da aplicação.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Infecções e infestações: celulite, infecções dentárias, herpes zoster, infecção viral do trato respiratório superior, infecção micótica vulvovaginal. Distúrbios psiquiátricos: depressão. Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: congestão nasal. Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: acne. Distúrbios gerais e condições no local da administração: reações no local da aplicação (incluindo hemorragia, hematoma, infiltração, inchaço e prurido), astenia (fraqueza).

Infecções Em estudos controlados por placebo em pacientes com psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa, as taxas de infecção ou infecção grave foram semelhantes entre os pacientes tratados com Stelara e os tratados com placebo. No período controlado por placebo dos estudos clínicos de pacientes com psoríase, pacientes com artrite psoriásica, pacientes com doença de Crohn e pacientes com colite ulcerativa, a taxa de infecção foi de 1,36 por paciente/ano de acompanhamento dos pacientes tratados com Stelara e 1,34 por paciente/ano de acompanhamento dos pacientes tratados com placebo. Infecções graves ocorreram em 0,03 por paciente/ano de acompanhamento nos pacientes tratados com Stelara (30 infecções graves em 930 pacientes/ano de acompanhamento) e 0,03 por paciente/ano de acompanhamento em pacientes tratados com placebo (15 infecções graves em 434 pacientes/ano de acompanhamento). Nos períodos controlados e não controlados dos estudos clínicos de psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa, representando 15227 pacientes/ano expostos ao Stelara em 6710 pacientes, a mediana de acompanhamento foi de 1,2 anos; 1,7 anos para os estudos de doença psoriásica, 0,6 anos para os estudos de doença de Crohn e 2,3 anos para os estudos de colite ulcerativa. A taxa de infecção foi de 0,85 por paciente/ano de acompanhamento nos pacientes tratados com Stelara. A taxa de infecções graves foi de 0,02 por paciente/ano de acompanhamento em pacientes tratados com o Stelara (289 infecções graves em 15227 pacientes/ano de acompanhamento) e incluiu pneumonia, abcesso anal, diverticulite, celulite, gastroenterite e infecção viral. Em estudos clínicos, os pacientes com tuberculose latente que foram tratados concomitantemente com a isoniazida não desenvolveram tuberculose.

Malignidade No período dos estudos clínicos de psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa controlados por placebo, a incidência de malignidades, exceto câncer de pele não-melanoma, foi de 0,11 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com Stelara (1 paciente em 929 pacientes- anos de acompanhamento) em comparação a 0,23 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com placebo (1 paciente em 434 pacientes-anos de acompanhamento). A incidência de câncer de pele não-melanoma foi de 0,43 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com Stelara (4 pacientes em 929 pacientes-anos de acompanhamento) em comparação a 0,46 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com o placebo (2 pacientes em 433 pacientes-anos

de acompanhamento). Nos períodos controlados e não controlados dos estudos clínicos de psoríase, artrite psoriásica, de doença de Crohn e colite ulcerativa, representando 15205 pacientes-anos expostos ao Stelara em 6710 pacientes, a mediana de acompanhamento foi de 1,2 anos; 1,7 anos para os estudos de doença psoriásica, 0,6 anos para doença de Crohn e 2,3 anos para os estudos de colite ulcerativa. Malignidades, excluindo cânceres de pele não-melanoma, foram relatadas em 76 pacientes de 15205 pacientes-anos de acompanhamento (incidência de 0,50 por 100 pacientes- anos de acompanhamento para pacientes tratados com Stelara). A incidência de câncer de pele não-melanoma foi de 0,46 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para pacientes tratados com Stelara (56 pacientes de 11545 pacientes-anos de acompanhamento). A incidência de malignidades reportada em pacientes tratados com Stelara foi comparável à incidência esperada na população geral [taxa de incidência padronizada = 0,9443 (intervalo de confiança de 95%: 0,73

  • 1,18), ajustado para idade, sexo e raça]. As malignidades mais frequentemente observadas, além de câncer de pele

não-melanoma, foram de próstata, melanoma, colorretal e de mama. A razão de pacientes com câncer de pele de célula basal versus escamosa (3:1) é comparável à proporção esperada na população geral (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

Reações de hipersensibilidade e de infusão -Administração subcutânea Durante os períodos controlados dos estudos clínicos de psoríase e artrite psoriásica de Stelara, erupção cutânea e urticária foram observadas cada uma em < 1% dos pacientes.

  • Administração intravenosa

Nos estudos de indução intravenosa da doença de Crohn e colite ulcerativa, não foram relatados eventos de anafilaxia ou outras reações graves à infusão. Nos estudos para doença de Crohn, 2,4% de 466 pacientes tratados com placebo e 2,6% de 470 pacientes tratados com a dose recomendada de Stelara relataram eventos adversos que ocorreram durante ou uma hora após a infusão. Nos estudos para colite ulcerativa, 1,9% de 319 pacientes tratados com placebo e 0,9% de 320 pacientes tratados com a dose recomendada de Stelara relataram eventos adversos que ocorreram durante ou uma hora após a infusão.

Imunogenicidade Nos estudos clínicos de psoríase e artrite psoriásica, até 12,4% dos pacientes tratados com Stelara desenvolveram anticorpos contra o ustequinumabe. Os pacientes positivos para anticorpos contra o ustequinumabe tenderam a ter eficácia menor, entretanto, a positividade para anticorpos não impediu a resposta clínica. A maioria dos pacientes que foram positivos para anticorpos contra o ustequinumabe tinha anticorpos neutralizantes. Nos estudos clínicos da doença de Crohn e colite ulcerativa 2,9% e 4,6% dos pacientes, respectivamente, desenvolveram anticorpos contra o ustequinumabe quando tratados com ustequinumabe por aproximadamente 1 ano. Nenhuma correlação aparente entre o desenvolvimento de anticorpos contra o ustequinumabe e as reações no local da aplicação foi observada.

Experiência clínica em pacientes pediátricos com psoríase A segurança de Stelara foi estudada em dois estudos fase 3 de pacientes pediátricos com psoríase em placas moderada a grave. O primeiro estudo foi em 110 pacientes de 12 a 17 anos de idade tratados por até 60 semanas (CADMUS) e o segundo estudo em 44 pacientes de 6 a 11 anos de idade tratados por até 56 semanas (CADMUS Jr.). Em geral, os eventos adversos relatados nesses dois estudos foram semelhantes aos observados em estudos anteriores em adultos com psoríase em placas.

Experiência pós-comercialização As reações adversas descritas a seguir estão agrupadas por frequência*.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: psoríase pustular. Distúrbios do sistema imune: reações de hipersensibilidade (incluindo erupção cutânea, urticária). Infecções e infestações: infecção do trato respiratório inferior.

Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Distúrbios do sistema imune: reações alérgicas graves** (incluindo anafilaxia e angioedema). Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: alveolite alérgica, pneumonia eosinofílica. Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: dermatite esfoliativa, psoríase eritrodérmica, vasculite de hipersensibilidade.

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento) Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: pneumonia organizativa (vide “Reações de hipersensibilidade sistêmica e respiratória”). Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: pênfigoide bolhoso (doença autoimune cutânea crônica com bolhas que podem causar coceiras na pele) e lúpus eritematoso cutâneo (um tipo de lúpus que causa lesões na pele). Distúrbios musculoesqueléticos e dos tecidos conjuntivos: Síndrome do tipo lúpus.

*A frequência de reação adversa pós-comercialização é derivada da porção controlada por placebo de 11 estudos clínicos se as mesmas fossem observadas nesses estudos. Em contrapartida, estimou-se que seriam mais baixas do que certa frequência considerando a exposição nos 11 estudos clínicos nos quais a reação adversa não foi observada. ** Algumas pessoas com síndrome alfa-gal ou com IgE anti-alfa-gal já tiveram reações alérgicas graves. Na maioria dos casos, essas reações aconteceram logo na primeira aplicação. Informe seu médico antes do tratamento se você tiver alergia a alfa-gal ou ter sido diagnosticado com síndrome alfa-gal (um tipo de alergia alimentar a certas carnes ou produtos de origem animal).

Eventos adversos dos estudos de WEZENLA Os eventos adversos foram determinados com base nos dados do Estudo 20190230 (um estudo randomizado, duplocego, de dose única, de 3 braços, de grupos paralelos para determinar a equivalência farmacocinética (PK) de WEZENLA e ustequinumabe (Stelara) em indivíduos adultos saudáveis), e do Estudo 20190232 (um estudo randomizado, duplo-cego e controlado por ativo que avalia a eficácia, segurança e imunogenicidade de WEZENLA em comparação com ustequinumabe em indivíduos adultos com psoríase em placas moderada a grave). No Estudo 20190230, todos os 237 indivíduos no conjunto de análise de segurança receberam uma única injeção subcutânea (SC) de 90 mg de WEZENLA, Ustequinumabe (EUA) ou Ustequinumabe (UE). A exposição ao produto experimental foi semelhante entre os grupos de tratamento, tornando possível determinar a similaridade farmacocinética entre os tratamentos. A frequência, o tipo e a gravidade dos acontecimentos adversos foram semelhantes entre os grupos de tratamento, sem diferenças clinicamente significativas e foram consistentes com o perfil de segurança do ustequinumabe. Um resumo geral dos eventos adversos no Estudo 20190230 é apresentado na Tabela 3.

Tabela 3. Resumo Geral de Eventos Adversos (Conjunto de Análise de Segurança).

WEZENLA Ustequinumabe (EUA) Ustequinumabe (UE)

(N = 78) (N = 79) (N = 80)

n (%) n (%) n (%)

Qualquer evento adverso 22 (28.2) 18 (22.8) 29 (36.3)

Qualquer evento adverso

0 1 (1.3) 1 (1.3)

de grau ≥ 3 Qualquer evento adverso

0 0 0

fatal Qualquer evento adverso

0 1 (1.3) 1 (1.3)

grave Qualquer evento adverso

que leve à descontinuação 0 0 0

do estudo Qualquer evento adverso

0 1 (1.3) 1 (1.3)

de interesse UE = União Europeia; EUA = Estados Unidos da América. Nota: Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos pelo tratamento real recebido. Para cada categoria, os indivíduos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que apresentassem múltiplos eventos adversos nessa categoria.

Os acontecimentos adversos notificados por 2 ou mais indivíduos em qualquer grupo de tratamento são apresentados

por termo preferido na Tabela 4.

Tabela 4. Eventos adversos emergentes do tratamento vivenciados por ≥ 2 indivíduos em qualquer grupo de tratamento por termo preferencial (conjunto de análise de segurança)

WEZENLA Ustequinumabe (EUA) Ustequinumabe (UE)

(N = 78) (N = 79) (N = 80)

Termo preferido n (%) n (%) n (%)

Qualquer evento adverso 22 (28.2) 18 (22.8) 29 (36.3)

Dor de cabeça 9 (11.5) 3 (3.8) 9 (11.3)

Dor orofaríngea 2 (2.6) 1 (1.3) 1 (1.3)

Vômito 2 (2.6) 0 0

Prurido 1 (1.3) 2 (2.5) 1 (1.3)

Dor abdominal 0 1 (1.3) 4 (5.0)

Acne 0 0 3 (3.8)

Dor nas costas 0 2 (2.5) 2 (2.5)

COVID-19 0 2 (2.5) 0

Diarréia 0 0 3 (3.8)

Epistaxe 0 0 2 (2.5)

Mialgia 0 2 (2.5) 2 (2.5)

Náusea 0 2 (2.5) 1 (1.3)

Rinorréia 0 2 (2.5) 0

COVID-19 = doença causada pelo coronavírus 2019; UE = União Europeia; EUA = Estados Unidos da América. Nota: Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada termo preferido, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que experimentassem múltiplos eventos sob esse termo preferido.

No Estudo 20190232, 562 (99,8%) dos 563 indivíduos randomizados foram tratados com o produto sob investigação e foram incluídos no conjunto de análise de segurança. A extensão da exposição durante a semana 12, semana 28 e após a semana 28 para indivíduos rerandomizados que foram tratados após a rerandomização está resumida separadamente abaixo. Um resumo geral dos eventos adversos até a semana 28 é mostrado na Tabela 5. A maioria dos eventos adversos até a semana 28 foram de gravidade CTCAE de grau 1 ou 2. Eventos adversos de grau ≥ 3 foram relatados em 8 (2,9%) indivíduos no grupo de tratamento com WEZENLA e 5 (1,8%) indivíduos no grupo de tratamento com ustequinumabe.

Tabela 5. Resumo geral de eventos adversos até a semana 28 (conjunto de análise de segurança) WEZENLA Ustequinumabe

Categoria de Evento Adverso (N = 280) (N = 282)

n (%) n (%)

Qualquer evento adverso 106 (37.9) 99 (35.1)

Qualquer evento adverso de grau ≥

8 (2.9) 5 (1.8)

3

Qualquer evento adverso fatal 0 (0.0) 1 (0.4)

Qualquer evento adverso grave 7 (2.5) 5 (1.8)

Qualquer evento adverso que leve à

2 (0.7) 4 (1.4)

descontinuação do IP/estudo

Qualquer EOI 5 (1.8) 7 (2.5)

Qualquer evento adverso que leve

0 (0.0) 1 (0.4)

ao atraso da dosea Qualquer evento adverso do

6 (2.1) 5 (1.8)

COVID-19 EOI = evento de interesse; IP = produto sob investigação. Nota: Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos pelo tratamento real recebido. Para cada categoria, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que vivenciassem múltiplos eventos naquela categoria. a Um evento adverso só foi resumido como levando a um atraso na dose de IP se essa fosse a última ação tomada com o IP para o evento em questão.

Um resumo geral dos eventos adversos após a semana 28 é apresentado na Tabela 6 para indivíduos rerandomizados. A maioria dos eventos adversos após a semana 28 foram de gravidade CTCAE (Critérios de Terminologia Comum para Eventos Adversos) de grau 1 ou 2. Eventos adversos de grau ≥ 3 foram relatados em 3 (1,2%) indivíduos no grupo de tratamento com WEZENLA/WEZENLA, 1 (0,9%) indivíduo no grupo de tratamento com ustequinumabe /WEZENLA e 4 (3,4%) indivíduos no grupo de tratamento com Ustequinumabe/Ustequinumabe

Tabela 6. Resumo geral de eventos adversos após a semana 28 (conjunto de análise de segurança rerandomizada).

WEZENLA/ Ustequinumabe/ Ustequinumabe/

WEZENLA WEZENLA Ustequinumabe

(N = 247) (N = 117) (N = 116)

n (%) n (%) n (%)

Qualquer evento adverso 85 (34.4) 44 (37.6) 40 (34.5)

Qualquer evento adverso

3 (1.2) 1 (0.9) 4 (3.4)

de grau ≥ 3 Qualquer evento adverso

0 (0.0) 0 (0.0) 0 (0.0)

fatal Qualquer evento adverso

1 (0.4) 1 (0.9) 3 (2.6)

grave Qualquer evento adverso

que leve à descontinuação 1 (0.4) 0 (0.0) 1 (0.9)

do estudo

Qualquer EOI 3 (1.2) 0 (0.0) 4 (3.4)

Qualquer evento adverso

que leve ao atraso da dose 1 (0.4) 3 (2.6) 1 (0.9)

de IPa Qualquer evento adverso

24 (9.7) 16 (13.7) 11 (9.5)

do COVID-19 COVID-19 = doença por coronavírus 2019; CSR = relatório de estudo clínico; EOI = evento de interesse; IP = produto sob investigação. Nota: Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos pelo tratamento real recebido. Para cada categoria, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que vivenciassem múltiplos eventos naquela categoria. a Um evento adverso só foi resumido como levando a um atraso na dose de IP se essa fosse a última ação tomada com IP para o evento em questão.

Os acontecimentos adversos notificados por 2% ou mais dos indivíduos em qualquer grupo de tratamento até à semana 28 são apresentados por classes de sistemas de órgãos (SOC) na Tabela 7 e por termo preferido na Tabela 8 e são discutidos abaixo.

Tabela 7. Eventos adversos ocorridos por ≥ 2% dos indivíduos em qualquer grupo de tratamento por classe de sistema de órgãos até a semana 28 (conjunto de análise de segurança). WEZENLA Ustequinumabe (N = 280) (N = 282)

Classe de órgão do sistema n (%) n (%)

Infecções e infestações 40 (14.3) 31 (11.0)

Distúrbios musculoesqueléticos e

20 (7.1) 16 (5.7)

dos tecidos conjuntivos

Lesões, envenenamento e

12 (4.3) 12 (4.3)

complicações procedimentais Distúrbios da pele e dos tecidos

11 (3.9) 7 (2.5)

subcutâneos

Problemas gastrointestinais 8 (2.9) 7 (2.5)

Distúrbios gerais e condições no

8 (2.9) 9 (3.2)

local de administração

Distúrbios do sistema nervoso 8 (2.9) 13 (4.6)

Distúrbios vasculares 7 (2.5) 8 (2.8)

Sistema reprodutivo e distúrbios

6 (2.1) 2 (0.7)

mamários Distúrbios respiratórios, torácicos e

5 (1.8) 6 (2.1)

mediastinais MedDRA = Dicionário Médico para Atividades Regulatórias. Nota: Os eventos adversos foram codificados usando MedDRA versão 24.1. Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada classe de sistemas de órgãos, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que experimentassem vários eventos nessa classe de sistemas de órgãos.

Tabela 8. Eventos adversos ocorridos por ≥ 2% dos indivíduos em qualquer grupo de tratamento por período preferencial até a semana 28 (conjunto de análise de segurança). WEZENLA Ustequinumabe (N = 280) (N = 282)

Termo preferido n (%) n (%)

Hipertensão 7 (2.5) 6 (2.1)

Nasofaringite 7 (2.5) 3 (1.1)

COVID-19 6 (2.1) 5 (1.8)

Dor de cabeça 6 (2.1) 7 (2.5)

Infecção do trato respiratório

6 (2.1) 7 (2.5)

superior COVID-19=doença causada pelo coronavírus 2019; MedDRA = Dicionário Médico para Atividades Regulatórias. Nota: Os eventos adversos foram codificados usando MedDRA versão 24.1. Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada termo preferido, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que vivenciassem múltiplos eventos naquele termo preferido.

Para ambos os grupos de tratamento, a maior incidência de eventos adversos ocorreu no grupo SOC de infecções e infestações (40 [14,3%] indivíduos no grupo de tratamento com WEZENLA e 31 [11,0%] indivíduos no grupo de tratamento com ustequinumabe). Não houve diferenças notáveis na frequência de eventos adversos por SOC entre os grupos de tratamento. Os acontecimentos adversos notificados por 2% ou mais dos indivíduos em qualquer grupo de tratamento após a semana 28 são apresentados por SOC na Tabela 9 e por termo preferido na Tabela 10 e são discutidos abaixo.

Tabela 9. Eventos adversos ocorridos por ≥ 2% dos indivíduos em qualquer grupo de tratamento por classe de sistema de órgãos – após a semana 28 (Conjunto de análise de segurança rerandomizado).

WEZENLA/ Ustequinumabe/ Ustequinumabe/

WEZENLA WEZENLA Ustequinumabe

Classe de órgão do (N = 247) (N = 117) (N = 116)

sistema n (%) n (%) n (%)

Infecções e infestações 46 (18.6) 26 (22.2) 27 (23.3)

Investigações 9 (3.6) 3 (2.6) 3 (2.6)

Lesões, envenenamento e

complicações 8 (3.2) 2 (1.7) 2 (1.7)

procedimentais Distúrbios

musculoesqueléticos e dos 8 (3.2) 3 (2.6) 2 (1.7)

tecidos conjuntivos Problemas

7 (2.8) 4 (3.4) 1 (0.9)

gastrointestinais Distúrbios da pele e dos

6 (2.4) 3 (2.6) 2 (1.7)

tecidos subcutâneos Distúrbios do metabolismo

5 (2.0) 2 (1.7) 2 (1.7)

e da nutrição Distúrbios respiratórios,

5 (2.0) 3 (2.6) 3 (2.6)

torácicos e mediastinais

Distúrbios renais e

2 (0.8) 3 (2.6) 1 (0.9)

urinários

Distúrbios cardíacos 1 (0.4) 0 (0.0) 3 (2.6)

MedDRA = Dicionário Médico para Atividades Regulatórias. Nota: Os eventos adversos foram codificados usando MedDRA versão 24.1. Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada classe de sistema de órgãos, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que experimentassem vários eventos nessa classe de sistema de órgãos.

Tabela 10. Eventos adversos ocorridos por ≥ 2% dos indivíduos em qualquer grupo de tratamento por termo preferencial após a semana 28 (Conjunto de análise de segurança)

WEZENLA/ Ustequinumabe / Ustequinumabe/

WEZENLA WEZENLA Ustequinumabe

(N = 247) (N = 117) (N = 116)

Termo preferido n (%) n (%) n (%)

COVID-19 23 (9.3) 15 (12.8) 11 (9.5)

Nasofaringite 9 (3.6) 1 (0.9) 7 (6.0)

Infecção do trato 6 (2.4) 6 (5.1) 3 (2.6)

respiratório superior COVID-19=doença causada pelo coronavírus 2019; MedDRA = Dicionário Médico para Atividades Regulatórias. Nota: Os eventos adversos foram codificados usando MedDRA versão 24.1. Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada termo preferido, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que experimentassem múltiplos eventos sob esse termo preferido.

Para os 3 grupos de tratamento, a maior incidência de eventos adversos ocorreu no SOC de infecções e infestações (46 [18,6%] indivíduos no grupo de tratamento WEZENLA/WEZENLA, 26 [22,2%] indivíduos no grupo de tratamento ustequinumabe/WEZENLA, e 27 [23,3%] indivíduos no grupo de tratamento com Ustequinumabe/Ustequinumabe). Até a semana 28, a incidência de qualquer EOI nos indivíduos no grupo de tratamento com WEZENLA ou ustequinumabe foi semelhante (5 [1,8%] e 7 [2,5%] indivíduos, respectivamente); a incidência de eventos para cada EOI individual também foi semelhante entre os grupos de tratamento (Tabela 11). Não foram relatadas EOIs envolvendo reações graves de hipersensibilidade sistêmica, paralisia facial, psoríase pustulosa, psoríase eritrodérmica, depressão grave, incluindo suicídio ou tromboembolismo venoso.

Tabela 11. Resumo geral de eventos adversos de interesse até a semana 28 (conjunto de análise de segurança). WEZENLA Ustequinumabe Diferença de risco (%)

Evento Adverso de (N = 280) (N = 282)

(95% CI)a

Interesse n (%) n (%)

Qualquer evento de

5 (1.8) 7 (2.5) -0.70 (-3.49, 1.99)

interesse Eventos cardiovasculares b

2 (0.7) 2 (0.7) 0.01 (-1.94, 1.97)

Malignidadec 2 (0.7) 2 (0.7) 0.01 (-1.94, 1.97)

Infecções gravesd 1 (0.4) 2 (0.7) -0.35 (-2.26, 1.36)

Síndrome de

leucoencefalopatia 0 (0.0) 1 (0.4) -0.35 (-2.04, 1.02)

posterior reversívele AMQ = Consulta Amgen MedDRA; CTCAE = Critérios Terminológicos Comuns para Eventos Adversos; MedDRA = Dicionário Médico para Atividades Regulatórias; SMQ = Consulta Padronizada MedDRA; SOC = classe de sistema de órgãos. Nota: Apenas eventos adversos de interesse emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada evento adverso de interesse, os indivíduos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que vivenciassem múltiplos eventos envolvendo aquele evento adverso de interesse. a A diferença de risco (WEZENLA – ustequinumabe) e os ICs foram estimados pelos limites de confiança assintóticos de Wald ou limites de confiança exatos se n < 25 para qualquer grupo de tratamento. b Identificado usando o SOC de distúrbios cardíacos. c Identificado usando a estratégia de pesquisa SMQ (estreita) de malignidades. d Identificado usando o SOC de infecções e infestações para grau CTCAE ≥ 3 ou eventos adversos graves. e Identificado usando a estratégia de pesquisa AMQ (estreita) da síndrome de leucoencefalopatia posterior reversível.

Após a semana 28, a incidência de qualquer EOI no grupo de tratamento WEZENLA/WEZENLA, no grupo de tratamento Ustequinumabe/WEZENLA e no grupo de tratamento Ustequinumabe/Ustequinumabe foi semelhante (3 [1,0%], 0 [0,0%] e 4 [3,4%] sujeitos, respectivamente); a incidência de eventos para cada EOI individual também foi

semelhante entre os grupos de tratamento. A distribuição do tipo, frequência e gravidade das EOIs observadas após a semana 28 do estudo foram geralmente semelhantes entre os grupos de tratamento; não houve diferenças notáveis e nenhuma tendência de segurança foi observada. Estes eventos situaram-se dentro do intervalo esperado de incidência e gravidade, conforme descrito para o produto de referência ustequinumabe (Stelara USPI, 2022; Stelara SmPC, 2022). Nenhuma EOI envolvendo reações graves de hipersensibilidade sistêmica, paralisia facial, psoríase pustulosa, psoríase eritrodérmica, síndrome de leucoencefalopatia posterior reversível (RPLS), depressão grave incluindo suicídio ou tromboembolismo venoso foi relatada após a semana 28.

Tabela 12. Resumo geral de eventos adversos de interesse após a semana 28 (Estudo 20190232 Conjunto de análise de segurança rerandomizada).

WEZENLA/ Ustequinumabe/ Ustequinumabe/ Diferença de Diferença de

Evento Adverso WEZENLA WEZENLA Ustequinumabe risco (%) risco (%)

de Interesse (N = 247) (N = 117) (N = 116) (95% CI)a (95% CI)b

Qualquer evento -2.23 (-7.57, -3.45 (-8.59, -

3 (1.2) 0 (0.0) 4 (3.4)

de interesse 1.03) 0.04)

Infecções gravesc -2.18 (-7.13, -2.59 (-7.47,

1 (0.4) 0 (0.0) 3 (2.6)

0.37) 0.82)

Eventos -2.18 (-7.13, -2.59 (-7.47,

1 (0.4) 0 (0.0) 3 (2.6)

cardiovascularesd 0.37) 0.82)

Malignidade e

0.40 (-3.04,

1 (0.4) 0 (0.0) 0 (0.0) - (-, -)

2.35)

  • = Não disponível.

AMQ = Consulta Amgen MedDRA; CSR = relatório de estudo clínico; CTCAE = Critérios Terminológicos Comuns para Eventos Adversos; MedDRA = Dicionário Médico para Atividades Regulatórias; SMQ = Consulta Padronizada MedDRA; SOC = classe de sistema de órgãos. Nota: Apenas eventos adversos de interesse emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada evento adverso de interesse, os indivíduos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que vivenciassem múltiplos eventos envolvendo aquele evento adverso de interesse. a A diferença de risco (WEZENLA/WEZENLA vs ustequinumabe/ustequinumabe) e os ICs foram estimados pelos limites de confiança assintóticos de Wald, ou limites de confiança exatos se n < 25 para qualquer tratamento. b A diferença de risco (ustequinumabe/WEZENLA vs ustequinumabe/ustequinumabe) e os ICs foram estimados pelos limites de confiança assintóticos de Wald, ou limites de confiança exatos se n < 25 para qualquer tratamento. c Identificado usando o SOC de infecções e infestações para grau CTCAE ≥ 3 ou eventos adversos graves. d Identificado usando o SOC de distúrbios cardíacos. e Identificado usando a estratégia de pesquisa SMQ (estreita) de malignidades.

Não houve desequilíbrios notáveis em eventos adversos, eventos adversos de grau ≥ 3, eventos adversos graves ou eventos que levaram à descontinuação do tratamento ou ao atraso da dose até a semana 28. Os resultados do período pós-semana 28 também mostram que os grupos de tratamento têm perfis de segurança semelhantes. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento. Atenção: Este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidas. Nesse caso, informe seu médico.

Se você se esquecer de uma dose, contate seu médico. Não se recomenda o uso de dose duplicada para compensar uma dose esquecida. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

  1. QUAIS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

As reações adversas são apresentadas nesta seção. Reações adversas são eventos adversos que foram considerados razoavelmente associados ao uso de ustequinumabe, com base na avaliação abrangente das informações de eventos adversos disponíveis. Em casos individuais, uma relação causal com ustequinumabe não pode ser estabelecida com confiança. Portanto, pelo fato de que os estudos clínicos são conduzidos em condições amplamente variadas, as taxas de reações adversas observadas nos estudos clínicos de um medicamento não podem ser comparadas com as taxas nos estudos clínicos de outros medicamentos e podem não refletir as taxas observadas na prática clínica.

Experiência dos Estudos Clínicos em Pacientes adultos com Psoríase e/ou Artrite Psoriásica, Doença de Crohn e Colite Ulcerativa Os dados de segurança descritos a seguir refletem a exposição ao Stelara, em 14 estudos de fase 2 e 3 controlados em 6710 pacientes (4135 pacientes com psoríase e/ou artrite psoriásica, 1749 pacientes com doença de Crohn e 826 com colite ulcerativa em UC-1 e UC-2), com duração de exposição ao Stelara apresentada na tabela a seguir. Tabela 1: Exposição de longo prazo ao Stelara em estudos clínicos fase 2 e fase 3. Exposição Número de pacientes 6 meses 4577a 1 ano 3648a ≥ 4 anos 2194b ≥ 5 anos 1148b a Número total de pacientes em estudos de psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa. b Número de pacientes com psoríase, artrite psoriática e doença de Crohn.

As reações adversas mais comuns (> 5%) em períodos controlados dos estudos clínicos de ustequinumabe em todas as indicações com ustequinumabe foram nasofaringite e cefaleia. A maioria foi considerada leve e não necessitou descontinuação do medicamento. O perfil de segurança global de ustequinumabe foi semelhante em pacientes em todas as indicações. A seguir é apresentado um resumo das reações adversas dos estudos clínicos de psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa. A frequência destas reações adversas foi baseada naquelas que ocorreram durante os períodos iniciais controlados dos estudos clínicos. As reações adversas são classificadas por frequência, conforme apresentado a seguir:

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Infecções e infestações: infecção do trato respiratório superior, nasofaringite, sinusite. Distúrbios do sistema nervoso: tontura, cefaleia. Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: dor na orofaringe. Distúrbios gastrintestinais: diarreia, náusea, vômito. Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: prurido. Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: lombalgia (dor na região lombar), mialgia (dor muscular), artralgia (dor nas articulações). Distúrbios gerais e condições no local da administração: fadiga, eritema no local da aplicação (vermelhidão na pele), dor no local da aplicação.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Infecções e infestações: celulite, infecções dentárias, herpes zoster, infecção viral do trato respiratório superior,

infecção micótica vulvovaginal. Distúrbios psiquiátricos: depressão. Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: congestão nasal. Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: acne. Distúrbios gerais e condições no local da administração: reações no local da aplicação (incluindo hemorragia, hematoma, infiltração, inchaço e prurido), astenia (fraqueza).

Infecções Em estudos controlados por placebo em pacientes com psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa, as taxas de infecção ou infecção grave foram semelhantes entre os pacientes tratados com Stelara e os tratados com placebo. No período controlado por placebo dos estudos clínicos de pacientes com psoríase, pacientes com artrite psoriásica, pacientes com doença de Crohn e pacientes com colite ulcerativa, a taxa de infecção foi de 1,36 por paciente/ano de acompanhamento dos pacientes tratados com Stelara e 1,34 por paciente/ano de acompanhamento dos pacientes tratados com placebo. Infecções graves ocorreram em 0,03 por paciente/ano de acompanhamento nos pacientes tratados com Stelara (30 infecções graves em 930 pacientes/ano de acompanhamento) e 0,03 por paciente/ano de acompanhamento em pacientes tratados com placebo (15 infecções graves em 434 pacientes/ano de acompanhamento). Nos períodos controlados e não controlados dos estudos clínicos de psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa, representando 15227 pacientes/ano expostos ao Stelara em 6710 pacientes, a mediana de acompanhamento foi de 1,2 anos; 1,7 anos para os estudos de doença psoriásica, 0,6 anos para os estudos de doença de Crohn e 2,3 anos para os estudos de colite ulcerativa. A taxa de infecção foi de 0,85 por paciente/ano de acompanhamento nos pacientes tratados com Stelara. A taxa de infecções graves foi de 0,02 por paciente/ano de acompanhamento em pacientes tratados com o Stelara (289 infecções graves em 15227 pacientes/ano de acompanhamento) e incluiu pneumonia, abcesso anal, diverticulite, celulite, gastroenterite e infecção viral. Em estudos clínicos, os pacientes com tuberculose latente que foram tratados concomitantemente com a isoniazida não desenvolveram tuberculose.

Malignidade No período dos estudos clínicos de psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa controlados por placebo, a incidência de malignidades, exceto câncer de pele não-melanoma, foi de 0,11 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com Stelara (1 paciente em 929 pacientes- anos de acompanhamento) em comparação a 0,23 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com placebo (1 paciente em 434 pacientes-anos de acompanhamento). A incidência de câncer de pele não-melanoma foi de 0,43 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com Stelara (4 pacientes em 929 pacientes-anos de acompanhamento) em comparação a 0,46 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com o placebo (2 pacientes em 433 pacientes-anos de acompanhamento). Nos períodos controlados e não controlados dos estudos clínicos de psoríase, artrite psoriásica, de doença de Crohn e colite ulcerativa, representando 15205 pacientes-anos expostos ao Stelara em 6710 pacientes, a mediana de acompanhamento foi de 1,2 anos; 1,7 anos para os estudos de doença psoriásica, 0,6 anos para doença de Crohn e 2,3 anos para os estudos de colite ulcerativa. Malignidades, excluindo cânceres de pele não-melanoma, foram relatadas em 76 pacientes de 15205 pacientes-anos de acompanhamento (incidência de 0,50 por 100 pacientes- anos de acompanhamento para pacientes tratados com Stelara). A incidência de câncer de pele não-melanoma foi de 0,46 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para pacientes tratados com Stelara (56 pacientes de 11545 pacientes-anos de acompanhamento). A incidência de malignidades reportada em pacientes tratados com Stelara foi comparável à incidência esperada na população geral [taxa de incidência padronizada = 0,9443 (intervalo de confiança de 95%: 0,73

  • 1,18), ajustado para idade, sexo e raça]. As malignidades mais frequentemente observadas, além de câncer de pele

não-melanoma, foram de próstata, melanoma, colorretal e de mama. A razão de pacientes com câncer de pele de célula basal versus escamosa (3:1) é comparável à proporção esperada na população geral (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

Reações de hipersensibilidade e de infusão -Administração subcutânea

Durante os períodos controlados dos estudos clínicos de psoríase e artrite psoriásica de Stelara, erupção cutânea e urticária foram observadas cada uma em < 1% dos pacientes.

  • Administração intravenosa

Nos estudos de indução intravenosa da doença de Crohn e colite ulcerativa, não foram relatados eventos de anafilaxia ou outras reações graves à infusão. Nos estudos para doença de Crohn, 2,4% de 466 pacientes tratados com placebo e 2,6% de 470 pacientes tratados com a dose recomendada de Stelara relataram eventos adversos que ocorreram durante ou uma hora após a infusão. Nos estudos para colite ulcerativa, 1,9% de 319 pacientes tratados com placebo e 0,9% de 320 pacientes tratados com a dose recomendada de Stelara relataram eventos adversos que ocorreram durante ou uma hora após a infusão.

Imunogenicidade Nos estudos clínicos de psoríase e artrite psoriásica, até 12,4% dos pacientes tratados com Stelara desenvolveram anticorpos contra o ustequinumabe. Os pacientes positivos para anticorpos contra o ustequinumabe tenderam a ter eficácia menor, entretanto, a positividade para anticorpos não impediu a resposta clínica. A maioria dos pacientes que foram positivos para anticorpos contra o ustequinumabe tinha anticorpos neutralizantes. Nos estudos clínicos da doença de Crohn e colite ulcerativa 2,9% e 4,6% dos pacientes, respectivamente, desenvolveram anticorpos contra o ustequinumabe quando tratados com ustequinumabe por aproximadamente 1 ano. Nenhuma correlação aparente entre o desenvolvimento de anticorpos contra o ustequinumabe e as reações no local da aplicação foi observada.

Experiência pós-comercialização As reações adversas descritas a seguir estão agrupadas por frequência*.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: psoríase pustular. Distúrbios do sistema imune: reações de hipersensibilidade (incluindo erupção cutânea, urticária). Infecções e infestações: infecção do trato respiratório inferior.

Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Distúrbios do sistema imune: reações alérgicas graves** (incluindo anafilaxia e angioedema). Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: alveolite alérgica, pneumonia eosinofílica. Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: dermatite esfoliativa, psoríase eritrodérmica, vasculite de hipersensibilidade.

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento) Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: pneumonia organizativa (vide “Reações de hipersensibilidade sistêmica e respiratória”). Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: pênfigoide bolhoso (doença autoimune cutânea crônica com bolhas que podem causar coceiras na pele) e lúpus eritematoso cutâneo (um tipo de lúpus que causa lesões na pele). Distúrbios musculoesqueléticos e dos tecidos conjuntivos: Síndrome do tipo lúpus.

*A frequência de reação adversa pós-comercialização é derivada da porção controlada por placebo de 11 estudos clínicos se as mesmas fossem observadas nesses estudos. Em contrapartida, estimou-se que seriam mais baixas do que certa frequência considerando a exposição nos 11 estudos clínicos nos quais a reação adversa não foi observada. ** Algumas pessoas com síndrome alfa-gal ou com IgE anti-alfa-gal já tiveram reações alérgicas graves. Na maioria dos casos, essas reações aconteceram logo na primeira aplicação. Informe seu médico antes do tratamento se você tiver alergia a alfa-gal ou ter sido diagnosticado com síndrome alfa-gal (um tipo de alergia alimentar a certas carnes ou produtos de origem animal).

Eventos adversos dos estudos de WEZENLA Os eventos adversos foram determinados com base nos dados do Estudo 20190230 (um estudo randomizado, duplocego, de dose única, de 3 braços, de grupos paralelos para determinar a equivalência farmacocinética (PK) de WEZENLA e ustequinumabe (Stelara) em indivíduos adultos saudáveis), do Estudo 20190232 (um estudo randomizado, duplo-cego e controlado por ativo que avalia a eficácia, segurança e imunogenicidade de WEZENLA em comparação com ustequinumabe em indivíduos adultos com psoríase em placas moderada a grave) e do Estudo

20200259 (um estudo randomizado, aberto, de uso único, de grupos paralelos em indivíduos saudáveis para avaliar a comparabilidade de uma dose subcutânea única de WEZENLA administrada manualmente utilizando-se uma seringa preenchida versus a administração por um autoinjetor. No Estudo 20190230, todos os 237 indivíduos no conjunto de análise de segurança receberam uma única injeção subcutânea (SC) de 90 mg de WEZENLA, ustequinumabe (EUA) ou ustequinumabe (UE). A exposição ao produto experimental foi semelhante entre os grupos de tratamento, tornando possível determinar a similaridade farmacocinética entre os tratamentos. A frequência, o tipo e a gravidade dos acontecimentos adversos foram semelhantes entre os grupos de tratamento, sem diferenças clinicamente significativas e foram consistentes com o perfil de segurança do ustequinumabe. Um resumo geral dos eventos adversos no Estudo 20190230 é apresentado na Tabela 2.

Tabela 2. Resumo Geral de Eventos Adversos (Conjunto de Análise de Segurança).

WEZENLA Ustequinumabe (EUA) Ustequinumabe (UE)

(N = 78) (N = 79) (N = 80)

n (%) n (%) n (%)

Qualquer evento adverso 22 (28.2) 18 (22.8) 29 (36.3)

Qualquer evento adverso

0 1 (1.3) 1 (1.3)

de grau ≥ 3 Qualquer evento adverso

0 0 0

fatal Qualquer evento adverso

0 1 (1.3) 1 (1.3)

grave Qualquer evento adverso

que leve à descontinuação 0 0 0

do estudo Qualquer evento adverso

0 1 (1.3) 1 (1.3)

de interesse UE = União Europeia; EUA = Estados Unidos da América. Nota: Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos pelo tratamento real recebido. Para cada categoria, os indivíduos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que apresentassem múltiplos eventos adversos nessa categoria.

Os acontecimentos adversos notificados por 2 ou mais indivíduos em qualquer grupo de tratamento são apresentados por termo preferido na Tabela 3.

Tabela 3. Eventos adversos emergentes do tratamento vivenciados por ≥ 2 indivíduos em qualquer grupo de tratamento por termo preferencial (conjunto de análise de segurança)

WEZENLA Ustequinumabe (EUA) Ustequinumabe (UE)

(N = 78) (N = 79) (N = 80)

Termo preferencial n (%) n (%) n (%)

Qualquer evento adverso 22 (28.2) 18 (22.8) 29 (36.3)

Dor de cabeça 9 (11.5) 3 (3.8) 9 (11.3)

Dor orofaríngea 2 (2.6) 1 (1.3) 1 (1.3)

Vômito 2 (2.6) 0 0

Prurido 1 (1.3) 2 (2.5) 1 (1.3)

Dor abdominal 0 1 (1.3) 4 (5.0)

Acne 0 0 3 (3.8)

Dor nas costas 0 2 (2.5) 2 (2.5)

COVID-19 0 2 (2.5) 0

Diarreia 0 0 3 (3.8)

Epistaxe 0 0 2 (2.5)

Mialgia 0 2 (2.5) 2 (2.5)

Náusea 0 2 (2.5) 1 (1.3)

Rinorreia 0 2 (2.5) 0

COVID-19 = doença causada pelo coronavírus 2019; UE = União Europeia; EUA = Estados Unidos da América. Nota: Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada termo preferido, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que experimentassem múltiplos eventos sob esse termo preferido.

No Estudo 20190232, 562 (99,8%) dos 563 indivíduos randomizados foram tratados com o produto sob investigação e foram incluídos no conjunto de análise de segurança. A extensão da exposição durante a semana 12, semana 28 e após a semana 28 para indivíduos rerandomizados que foram tratados após a rerandomização está resumida separadamente abaixo. Um resumo geral dos eventos adversos até a semana 28 é mostrado na Tabela 4. A maioria dos eventos adversos até a semana 28 foram de gravidade CTCAE de grau 1 ou 2. Eventos adversos de grau ≥ 3 foram relatados em 8 (2,9%) indivíduos no grupo de tratamento com WEZENLA e 5 (1,8%) indivíduos no grupo de tratamento com ustequinumabe.

Tabela 4. Resumo geral de eventos adversos até a semana 28 (conjunto de análise de segurança) WEZENLA ustequinumabe (N = 280) (N = 282)

Categoria de Evento Adverso n (%) n (%)

Qualquer evento adverso 106 (37.9) 99 (35.1)

Qualquer evento adverso de grau ≥

8 (2.9) 5 (1.8)

3

Qualquer evento adverso fatal 0 (0.0) 1 (0.4)

Qualquer evento adverso grave 7 (2.5) 5 (1.8)

Qualquer evento adverso que leve à

2 (0.7) 4 (1.4)

descontinuação do IP/estudo

Qualquer EOI 5 (1.8) 7 (2.5)

Qualquer evento adverso que leve

0 (0.0) 1 (0.4)

ao atraso da dosea Qualquer evento adverso do

6 (2.1) 5 (1.8)

COVID-19 EOI = evento de interesse; IP = produto sob investigação. Nota: Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos pelo tratamento real recebido. Para cada categoria, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que vivenciassem múltiplos eventos naquela categoria. a Um evento adverso só foi resumido como levando a um atraso na dose de IP se essa fosse a última ação tomada com o IP para o evento em questão.

Um resumo geral dos eventos adversos após a semana 28 é apresentado na Tabela 5 para indivíduos rerandomizados. A maioria dos eventos adversos após a semana 28 foram de gravidade CTCAE (Critérios de Terminologia Comum para Eventos Adversos) de grau 1 ou 2. Eventos adversos de grau ≥ 3 foram relatados em 3 (1,2%) indivíduos no grupo de tratamento com WEZENLA/WEZENLA, 1 (0,9%) indivíduo no grupo de tratamento com Ustequinumabe /WEZENLA e 4 (3,4%) indivíduos no grupo de tratamento com Ustequinumabe/Ustequinumabe

Tabela 5. Resumo geral de eventos adversos após a semana 28 (conjunto de análise de segurança rerandomizada).

WEZENLA/ Ustequinumabe/ Ustequinumabe/

WEZENLA WEZENLA Ustequinumabe

(N = 247) (N = 117) (N = 116)

n (%) n (%) n (%)

Qualquer evento adverso 85 (34.4) 44 (37.6) 40 (34.5)

Qualquer evento adverso

3 (1.2) 1 (0.9) 4 (3.4)

de grau ≥ 3 Qualquer evento adverso

0 (0.0) 0 (0.0) 0 (0.0)

fatal Qualquer evento adverso

1 (0.4) 1 (0.9) 3 (2.6)

grave Qualquer evento adverso

que leve à descontinuação 1 (0.4) 0 (0.0) 1 (0.9)

do estudo

Qualquer EOI 3 (1.2) 0 (0.0) 4 (3.4)

Qualquer evento adverso 1 (0.4) 3 (2.6) 1 (0.9)

que leve ao atraso da dose de IPa Qualquer evento adverso

24 (9.7) 16 (13.7) 11 (9.5)

do COVID-19 COVID-19 = doença por coronavírus 2019; CSR = relatório de estudo clínico; EOI = evento de interesse; IP = produto sob investigação. Nota: Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos pelo tratamento real recebido. Para cada categoria, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que vivenciassem múltiplos eventos naquela categoria. a Um evento adverso só foi resumido como levando a um atraso na dose de IP se essa fosse a última ação tomada com IP para o evento em questão.

Os acontecimentos adversos notificados por 2% ou mais dos indivíduos em qualquer grupo de tratamento até à semana 28 são apresentados por classes de sistemas de órgãos (SOC) na Tabela 6 e por termo preferido na Tabela 7 e são discutidos abaixo.

Tabela 6. Eventos adversos ocorridos por ≥ 2% dos indivíduos em qualquer grupo de tratamento por classe de sistema de órgãos até a semana 28 (conjunto de análise de segurança). WEZENLA Ustequinumabe (N = 280) (N = 282)

Classe de órgão do sistema n (%) n (%)

Infecções e infestações 40 (14.3) 31 (11.0)

Distúrbios musculoesqueléticos e

20 (7.1) 16 (5.7)

dos tecidos conjuntivos

Lesões, envenenamento e

12 (4.3) 12 (4.3)

complicações procedimentais Distúrbios da pele e dos tecidos

11 (3.9) 7 (2.5)

subcutâneos

Problemas gastrointestinais 8 (2.9) 7 (2.5)

Distúrbios gerais e condições no

8 (2.9) 9 (3.2)

local de administração

Distúrbios do sistema nervoso 8 (2.9) 13 (4.6)

Distúrbios vasculares 7 (2.5) 8 (2.8)

Sistema reprodutivo e distúrbios

6 (2.1) 2 (0.7)

mamários Distúrbios respiratórios, torácicos e

5 (1.8) 6 (2.1)

mediastinais MedDRA = Dicionário Médico para Atividades Regulatórias. Nota: Os eventos adversos foram codificados usando MedDRA versão 24.1. Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada classe de sistemas de órgãos, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que experimentassem vários eventos nessa classe de sistemas de órgãos.

Tabela 7. Eventos adversos ocorridos por ≥ 2% dos indivíduos em qualquer grupo de tratamento por período preferencial até a semana 28 (conjunto de análise de segurança). WEZENLA ustequinumabe (N = 280) (N = 282)

Termo preferido n (%) n (%)

Hipertensão 7 (2.5) 6 (2.1)

Nasofaringite 7 (2.5) 3 (1.1)

COVID-19 6 (2.1) 5 (1.8)

Dor de cabeça 6 (2.1) 7 (2.5)

Infecção do trato respiratório

6 (2.1) 7 (2.5)

superior COVID-19=doença causada pelo coronavírus 2019; MedDRA = Dicionário Médico para Atividades Regulatórias. Nota: Os eventos adversos foram codificados usando MedDRA versão 24.1. Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada termo preferido, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que vivenciassem múltiplos eventos naquele termo preferido.

Para ambos os grupos de tratamento, a maior incidência de eventos adversos ocorreu no grupo SOC de infecções e infestações (40 [14,3%] indivíduos no grupo de tratamento com WEZENLA e 31 [11,0%] indivíduos no grupo de tratamento com ustequinumabe). Não houve diferenças notáveis na frequência de eventos adversos por SOC entre os grupos de tratamento. Os acontecimentos adversos notificados por 2% ou mais dos indivíduos em qualquer grupo de tratamento após a semana 28 são apresentados por SOC na Tabela 8 e por termo preferido na Tabela 9 e são discutidos abaixo.

Tabela 8. Eventos adversos ocorridos por ≥ 2% dos indivíduos em qualquer grupo de tratamento por classe de sistema de órgãos – após a semana 28 (Conjunto de análise de segurança rerandomizado).

WEZENLA/ Ustequinumabe/ Ustequinumabe/

WEZENLA WEZENLA Ustequinumabe

Classe de órgão do (N = 247) (N = 117) (N = 116)

sistema n (%) n (%) n (%)

Infecções e infestações 46 (18.6) 26 (22.2) 27 (23.3)

Investigações 9 (3.6) 3 (2.6) 3 (2.6)

Lesões, envenenamento e

complicações 8 (3.2) 2 (1.7) 2 (1.7)

procedimentais Distúrbios

musculoesqueléticos e dos 8 (3.2) 3 (2.6) 2 (1.7)

tecidos conjuntivos Problemas

7 (2.8) 4 (3.4) 1 (0.9)

gastrointestinais Distúrbios da pele e dos

6 (2.4) 3 (2.6) 2 (1.7)

tecidos subcutâneos Distúrbios do metabolismo

5 (2.0) 2 (1.7) 2 (1.7)

e da nutrição Distúrbios respiratórios,

5 (2.0) 3 (2.6) 3 (2.6)

torácicos e mediastinais

Distúrbios renais e

2 (0.8) 3 (2.6) 1 (0.9)

urinários

Distúrbios cardíacos 1 (0.4) 0 (0.0) 3 (2.6)

MedDRA = Dicionário Médico para Atividades Regulatórias. Nota: Os eventos adversos foram codificados usando MedDRA versão 24.1. Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada classe de sistema de órgãos, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que experimentassem vários eventos nessa classe de sistema de órgãos.

Tabela 9. Eventos adversos ocorridos por ≥ 2% dos indivíduos em qualquer grupo de tratamento por termo preferencial após a semana 28 (Conjunto de análise de segurança)

WEZENLA/ ustequinumabe / ustequinumabe/

WEZENLA WEZENLA ustequinumabe

(N = 247) (N = 117) (N = 116)

Termo preferido n (%) n (%) n (%)

COVID-19 23 (9.3) 15 (12.8) 11 (9.5)

Nasofaringite 9 (3.6) 1 (0.9) 7 (6.0)

Infecção do trato 6 (2.4) 6 (5.1) 3 (2.6)

respiratório superior COVID-19=doença causada pelo coronavírus 2019; MedDRA = Dicionário Médico para Atividades Regulatórias. Nota: Os eventos adversos foram codificados usando MedDRA versão 24.1. Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada termo preferido, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que experimentassem múltiplos eventos sob esse termo preferido.

Para os 3 grupos de tratamento, a maior incidência de eventos adversos ocorreu no SOC de infecções e infestações (46 [18,6%] indivíduos no grupo de tratamento WEZENLA/WEZENLA, 26 [22,2%] indivíduos no grupo de tratamento Ustequinumabe/WEZENLA, e 27 [23,3%] indivíduos no grupo de tratamento com Ustequinumabe/Ustequinumabe). Até a semana 28, a incidência de qualquer EOI nos indivíduos no grupo de tratamento com WEZENLA ou

ustequinumabe foi semelhante (5 [1,8%] e 7 [2,5%] indivíduos, respectivamente); a incidência de eventos para cada EOI individual também foi semelhante entre os grupos de tratamento (Tabela 10). Não foram relatadas EOIs envolvendo reações graves de hipersensibilidade sistêmica, paralisia facial, psoríase pustulosa, psoríase eritrodérmica, depressão grave, incluindo suicídio ou tromboembolismo venoso.

Tabela 10. Resumo geral de eventos adversos de interesse até a semana 28 (conjunto de análise de segurança). WEZENLA Ustequinumabe Diferença de risco (%)

Evento Adverso de (N = 280) (N = 282)

(95% CI)a

Interesse n (%) n (%)

Qualquer evento de

5 (1.8) 7 (2.5) -0.70 (-3.49, 1.99)

interesse Eventos cardiovasculares b

2 (0.7) 2 (0.7) 0.01 (-1.94, 1.97)

Malignidadec 2 (0.7) 2 (0.7) 0.01 (-1.94, 1.97)

Infecções gravesd 1 (0.4) 2 (0.7) -0.35 (-2.26, 1.36)

Síndrome de

leucoencefalopatia 0 (0.0) 1 (0.4) -0.35 (-2.04, 1.02)

posterior reversívele AMQ = Consulta Amgen MedDRA; CTCAE = Critérios Terminológicos Comuns para Eventos Adversos; MedDRA = Dicionário Médico para Atividades Regulatórias; SMQ = Consulta Padronizada MedDRA; SOC = classe de sistema de órgãos. Nota: Apenas eventos adversos de interesse emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada evento adverso de interesse, os indivíduos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que vivenciassem múltiplos eventos envolvendo aquele evento adverso de interesse. a A diferença de risco (WEZENLA – ustequinumabe) e os ICs foram estimados pelos limites de confiança assintóticos de Wald ou limites de confiança exatos se n < 25 para qualquer grupo de tratamento. b Identificado usando o SOC de distúrbios cardíacos. c Identificado usando a estratégia de pesquisa SMQ (estreita) de malignidades. d Identificado usando o SOC de infecções e infestações para grau CTCAE ≥ 3 ou eventos adversos graves. e Identificado usando a estratégia de pesquisa AMQ (estreita) da síndrome de leucoencefalopatia posterior reversível.

Após a semana 28, a incidência de qualquer EOI no grupo de tratamento WEZENLA/WEZENLA, no grupo de tratamento Ustequinumabe/WEZENLA e no grupo de tratamento ustequinumabe/ustequinumabe foi semelhante (3 [1,0%], 0 [0,0%] e 4 [3,4%] sujeitos, respectivamente); a incidência de eventos para cada EOI individual também foi semelhante entre os grupos de tratamento. A distribuição do tipo, frequência e gravidade das EOIs observadas após a semana 28 do estudo foram geralmente semelhantes entre os grupos de tratamento; não houve diferenças notáveis e nenhuma tendência de segurança foi observada. Estes eventos situaram-se dentro do intervalo esperado de incidência e gravidade, conforme descrito para o produto de referência ustequinumabe (Stelara USPI, 2022; Stelara SmPC, 2022). Nenhuma EOI envolvendo reações graves de hipersensibilidade sistêmica, paralisia facial, psoríase pustulosa, psoríase eritrodérmica, síndrome de leucoencefalopatia posterior reversível (RPLS), depressão grave incluindo suicídio ou tromboembolismo venoso foi relatada após a semana 28.

Tabela 11. Resumo geral de eventos adversos de interesse após a semana 28 (Estudo 20190232 Conjunto de análise de segurança rerandomizada).

WEZENLA/ Ustequinumabe/ Ustequinumabe/ Diferença de Diferença de

Evento Adverso WEZENLA WEZENLA Ustequinumabe risco (%) risco (%)

de Interesse (N = 247) (N = 117) (N = 116) (95% CI)a (95% CI)b

Qualquer evento -2.23 (-7.57, -3.45 (-8.59, -

3 (1.2) 0 (0.0) 4 (3.4)

de interesse 1.03) 0.04)

-2.18 (-7.13, -2.59 (-7.47, Infecções gravesc

1 (0.4) 0 (0.0) 3 (2.6)

0.37) 0.82)

Eventos -2.18 (-7.13, -2.59 (-7.47,

1 (0.4) 0 (0.0) 3 (2.6)

cardiovascularesd 0.37) 0.82)

0.40 (-3.04,

Malignidadee 1 (0.4) 0 (0.0) 0 (0.0) - (-, -)

2.35)

  • = Não disponível.

AMQ = Consulta Amgen MedDRA; CSR = relatório de estudo clínico; CTCAE = Critérios Terminológicos Comuns para Eventos Adversos; MedDRA = Dicionário Médico para Atividades Regulatórias; SMQ = Consulta Padronizada

MedDRA; SOC = classe de sistema de órgãos. Nota: Apenas eventos adversos de interesse emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada evento adverso de interesse, os indivíduos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que vivenciassem múltiplos eventos envolvendo aquele evento adverso de interesse. a A diferença de risco (WEZENLA/WEZENLA vs Ustequinumabe/Ustequinumabe) e os ICs foram estimados pelos limites de confiança assintóticos de Wald, ou limites de confiança exatos se n < 25 para qualquer tratamento. b A diferença de risco (ustequinumabe/WEZENLA vs Ustequinumabe/Ustequinumabe) e os ICs foram estimados pelos limites de confiança assintóticos de Wald, ou limites de confiança exatos se n < 25 para qualquer tratamento. c Identificado usando o SOC de infecções e infestações para grau CTCAE ≥ 3 ou eventos adversos graves. d Identificado usando o SOC de distúrbios cardíacos. e Identificado usando a estratégia de pesquisa SMQ (estreita) de malignidades.

Não houve desequilíbrios notáveis em eventos adversos, eventos adversos de grau ≥ 3, eventos adversos graves ou eventos que levaram à descontinuação do tratamento ou ao atraso da dose até a semana 28. Os resultados do período pós-semana 28 também mostram que os grupos de tratamento têm perfis de segurança semelhantes.

No Estudo 20200359, 156 indivíduos foram tratados com WEZENLA e randomizados (1:1) para receber injeções subcutâneas com a caneta preenchida ConfiPen (78 [50%] indivíduos) ou uma seringa preenchida (78 [50%] indivíduos). Todos os 156 (100%) indivíduos foram incluídos no conjunto de análise de segurança, com eventos adversos monitorados em intervalos de tratamento (dias 1, 2, 3, 7, 9, 11, 13, 21, 28, 35, 49, 56, 70, 98 e 112 [final do estudo]). Eventos adversos foram relatados por 24 (30,8%) indivíduos no grupo de tratamento com WEZENLA em seringa preenchida e 24 (30,8%) indivíduos no grupo de tratamento com a caneta preenchida ConfiPen. Um resumo dos eventos adversos globais é apresentado na Tabela 12. Tabela 12. Resumo Geral de Eventos Adversos (Conjunto de Análise de Segurança)

WEZENLA Seringa WEZENLA Caneta Preenchida Preenchida ConfiPen (N = 78) (N = 78) n (%) n (%)

Qualquer evento adverso 24 (30,8) 24 (30,8)

Qualquer evento adverso de grau ≥ 3 0 (0,0) 2 (2,6)

Qualquer evento adverso fatal 0 (0,0) 0 (0,0)

Qualquer evento adverso grave 0 (0,0) 2 (2,6)

Qualquer evento adverso que leve à 0 (0,0) 0 (0,0)

descontinuação do estudo

Qualquer evento adverso de interesse 1 (1,3) 1 (1,3)

Qualquer evento adverso da COVID- 3 (3,8) 1 (1,3)

19a COVID-19 = Doença causada por coronavírus 2019; eCRF = Formulário Eletrônico de Relato de Caso Nota: Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos pelo tratamento real recebido. Para cada categoria, os indivíduos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que apresentassem múltiplos eventos adversos nessa categoria. a Os dados de eventos adversos coletados no eCRF de Eventos Adversos foram usados para identificar Eventos Adversos de COVID-19 usando a consulta estratégia de pesquisa restrita COVID-19 padronizada do MedDRA. Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada termo preferencial, os indivíduos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que vivenciassem múltiplos eventos naquele termo preferencial.

Em todos os grupos de tratamento, a dor de cabeça foi o evento adverso mais comumente relatado por termo preferencial (11 [14,1%] indivíduos no grupo de tratamento com WEZENLA em seringa preenchida e 3 [3,8%] indivíduos no grupo de tratamento com WEZENLA caneta preenchida ConfiPen). As taxas de incidência mais altas de eventos adversos no grupo de tratamento com seringa preenchida foram no grupo SOC de distúrbios gastrointestinais e distúrbios do sistema nervoso, que foram relatados em 11 (14,1%) indivíduos cada; as taxas de

incidência mais altas de eventos adversos no grupo de tratamento com WEZENLA caneta preenchida ConfiPen foram nos SOCs de infecções e infestações e distúrbios musculoesqueléticos e dos tecidos conjuntivos, que foram relatados em 5 (6,4%) indivíduos cada. Os eventos adversos notificados por 2 ou mais indivíduos em qualquer grupo de tratamento são apresentados por termo preferencial na Tabela 13 e por SOC na Tabela 14. Tabela 13. Eventos adversos emergentes do tratamento vivenciados por ≥ 2 indivíduos em qualquer grupo de tratamento por termo preferencial (Conjunto de Análise de Segurança) WEZENLA Caneta Preenchida WEZENLA Seringa Preenchida ConfiPen

Termo Preferencial (N = 78) (N = 78)

n (%) n (%)

Qualquer evento adverso 24 (30,8) 24 (30,8)

Dor de cabeça 11 (14,1) 3 (3,8)

Diarreia 5 (6,4) 3 (3,8)

COVID-19 3 (3,8) 1 (1,3)

Tontura 3 (3,8) 0 (0,0)

Náusea 3 (3,8) 1 (1,3)

Dor abdominal 2 (2,6) 0 (0,0)

Constipação 2 (2,6) 1 (1,3)

Nasofaringite 2 (2,6) 1 (1,3)

Aspartato aminotransferase 1 (1,3) 2 (2,6)

aumentada

Alanina aminotransferase 0 (0,0) 2 (2,6)

aumentada

Eritema 0 (0,0) 2 (2,6)

COVID-19 = Doença causada por Coronavírus 2019 Nota: Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada termo preferencial, os indivíduos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que vivenciassem múltiplos eventos naquele termo preferencial. Tabela 15. Eventos adversos emergentes do tratamento vivenciados por ≥ 2 indivíduos em qualquer grupo de tratamento por Classe de Sistemas de Órgãos (Conjunto de Análise de Segurança) WEZENLA Seringa WEZENLA Caneta Preenchida Preenchida ConfiPen Classe de Sistemas de Órgãos (N = 78) (N = 78) n (%) n (%)

Distúrbios gastrointestinais 11 (14,1) 4 (5,1)

Distúrbios do sistema nervoso 11 (14,1) 3 (3,8)

Infecções e infestações 9 (11,5) 5 (6,4)

Distúrbios gerais e condições no local de 3 (3,8) 2 (2,6)

administração

Lesões, envenenamento e complicações 3 (3,8) 1 (1,3)

procedimentais

Distúrbios musculoesqueléticos e dos 3 (3,8) 5 (6,4)

tecidos conjuntivos

Investigações 2 (2,6) 2 (2,6)

WEZENLA Seringa WEZENLA Caneta Preenchida Preenchida ConfiPen Classe de Sistemas de Órgãos (N = 78) (N = 78) n (%) n (%)

Distúrbios renais e urinários 2 (2,6) 0 (0,0)

Distúrbios da pele e dos tecidos 0 (0,0) 4 (5,1)

subcutâneos Nota: Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada classe de sistema de órgãos, os indivíduos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que experimentassem vários eventos nessa classe de sistema de órgãos. A maioria dos eventos adversos foram de severidade CTCAE de grau 1 ou 2. Eventos adversos de Grau ≥ 3 foram relatados em 2 (2,6%) indivíduos no grupo de tratamento com WEZENLA Caneta Preenchida ConfiPen (1 indivíduo apresentou eventos adversos graves de apendicite e sepse de grau 3, e 1 indivíduo apresentou um evento grave combinado de grau 3 de fratura na tíbia-fíbula); nenhum evento adverso de grau 3 foi relatado no grupo de tratamento com WEZENLA em seringa preenchida. Esses eventos graves foram considerados não relacionados ao produto sob investigação pelo investigador. Nenhum indivíduo no grupo de tratamento com WEZENLA em seringa preenchida relatou eventos adversos graves. Não houve eventos adversos fatais ou eventos adversos que levaram à descontinuação do estudo. No geral, a frequência, o tipo e a gravidade dos eventos adversos foram comparáveis entre os grupos de tratamento e foram consistentes com o perfil de segurança do ustequinumabe, sem diferenças significativas.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento. Atenção: Este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidas. Nesse caso, informe seu médico.

Se você se esquecer de uma dose, contate seu médico. Não se recomenda o uso de dose duplicada para compensar uma dose esquecida. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

  1. QUAIS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

As reações adversas são apresentadas nesta seção. Reações adversas são eventos adversos que foram considerados razoavelmente associados ao uso de ustequinumabe, com base na avaliação abrangente das informações de eventos adversos disponíveis. Em casos individuais, uma relação causal com ustequinumabe não pode ser estabelecida com confiança. Portanto, pelo fato de que os estudos clínicos são conduzidos em condições amplamente variadas, as taxas de reações adversas observadas nos estudos clínicos de um medicamento não podem ser comparadas com as taxas nos estudos clínicos de outros medicamentos e podem não refletir as taxas observadas na prática clínica.

Experiência dos Estudos Clínicos em Pacientes com Psoríase e/ou Artrite Psoriásica, Doença de Crohn e colite ulcerativa Os dados de segurança descritos a seguir refletem a exposição ao Stelara em 12 estudos fase 2 e fase 3, em 6710 pacientes (4135 pacientes com psoríase e/ou artrite psoriásica e 1749 pacientes com doença de Crohn e 826 com

colite ulcerativa nos estudos UC-1 e UC-2), com duração de exposição ao Stelara apresentada na tabela a seguir.

Tabela 2: Exposição de longo prazo ao Stelara em estudos clínicos fase 2 e fase 3. Exposição Número de pacientes 6 meses 4577a 1 ano 3648a ≥ 4 anos 2194b ≥ 5 anos 1148b

a Número total de pacientes em estudos de psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa. b Número de pacientes com psoríase, artrite psoriática e doença de Crohn. As reações adversas mais comuns (>5%) nos períodos controlados dos estudos clínicos de todas as indicações de ustequinumabe foram nasofaringite e cefaleia (dor de cabeça). A maioria foi considerada leve e não necessitou descontinuação do medicamento. O perfil de segurança global de Stelara foi semelhante em pacientes com em todas as indicações. A seguir é apresentado um resumo das Reações Adversas dos estudos clínicos para todas as indicações. A frequência dessas reações adversas foi baseada naquelas reações que ocorreram nos períodos iniciais controlados dos estudos clínicos. As reações adversas são classificadas por frequência, conforme apresentado a seguir:

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Infecções e infestações: infecção do trato respiratório superior, nasofaringite, sinusite. Distúrbios do sistema nervoso: tontura, cefaleia. Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: dor na orofaringe. Distúrbios gastrintestinais: diarreia, náusea, vômitos. Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: prurido. Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: lombalgia (dor na região lombar), mialgia (dormuscular), artralgia (dor nas articulações). Distúrbios gerais e condições no local da administração: fadiga, eritema no local da aplicação (vermelhidão na pele), dor no local da aplicação.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Infecções e infestações: celulite, infecção dentária, herpes zoster, infecção viral do trato respiratório superior, infecção micótica vulvovaginal. Distúrbios psiquiátricos: depressão. Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: congestão nasal. Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: acne. Distúrbios gerais e condições no local da administração: reações no local da aplicação (incluindo hemorragia, hematoma, infiltração, inchaço e prurido), astenia (fraqueza).

Infecções Em estudos controlados de pacientes de todas as indicações, incluindo doença de Crohn e colite ulcerativa, as taxas de infecção ou infecção grave foram semelhantes entre os pacientes tratados com Stelara e os tratados com placebo. No período controlado por placebo dos estudos clínicos de pacientes de todas as indicações, incluindo doença de Crohn e colite ulcerativa, a taxa de infecção foi de 1,36 por paciente-ano de acompanhamento dos pacientes tratados com Stelara e 1,34 por paciente-ano de acompanhamento dos pacientes tratados com placebo. Infecções graves ocorreram nas taxas de 0,03 por paciente-ano de acompanhamento nos pacientes tratados com Stelara (30 infecções graves em 930 pacientes por anos de acompanhamento) e 0,03 por paciente-ano de acompanhamento em pacientes tratados com placebo (15 infecções graves em 434 pacientes-anos de acompanhamento) (vide “Quais males este medicamento pode me causar?”). Nos períodos controlados e não controlados dos estudos clínicos de todas as indicações incluindo doença de Crohn e colite ulcerativa, representando 15227 pacientes-anos expostos ao Stelara vem 6710 pacientes, a mediana de acompanhamento foi de 1,2 anos; sendo 1,7 anos para os estudos de doença psoriásica, 0,6 anos para os estudos de

doença de Crohn e 2,3 anos para os estudos de colite ulcerativa. A taxa de infecção foi de 0,85 por paciente-ano de acompanhamento nos pacientes tratados com Stelara. A taxa de infecções graves foi de 0,02 por paciente-ano de acompanhamento em pacientes tratados com o Stelara (289 infecções graves em 15227 pacientes-anos de acompanhamento) e incluiu pneumonia, abscesso anal, diverticulite, celulite, gastroenterite e infecção viral. Em estudos clínicos, os pacientes com tuberculose latente que foram tratados concomitantemente com a isoniazida não desenvolveram tuberculose.

Malignidade No período controlado dos estudos clínicos de todas as indicações, incluindo doença de Crohn e colite ulcerativa, a incidência de malignidades, exceto câncer de pele não-melanoma, foi de 0,11 por 100 pacientes- anos de acompanhamento para os pacientes tratados com Stelara (1 paciente em 929 pacientes-anos de acompanhamento) em comparação a 0,23 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com placebo (1 paciente em 434 pacientes-anos de acompanhamento). A incidência de câncer de pele não-melanoma foi de 0,43 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com Stelara (4 pacientes em 929 pacientes-anos de acompanhamento) em comparação a 0,46 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com o placebo (2 pacientes em 433 pacientesanos de acompanhamento). Nos períodos controlados e não-controlados dos estudos clínicos de todas as indicações, incluindo doença de Crohn e colite ulcerativa, representando 15205 pacientes-anos expostos ao Stelara em 6710 pacientes, a mediana de acompanhamento foi de 1,2 anos; sendo 1,7 anos para os estudos de doença psoriásica, 0,6 anos para os estudos de doença de Crohn e 2,3 anos para estudos de colite ulcerativa. Malignidades, excluindo cânceres de pele nãomelanoma, foram relatadas em 76 pacientes de 15205 pacientes-anos de acompanhamento (incidência de 0,50 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para pacientes tratados com Stelara). A incidência de câncer de pele nãomelanoma foi de 0,46 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para pacientes tratados com Stelara. A incidência de malignidades reportada em pacientes tratados com Stelara foi comparável à incidência esperada na população geral [taxa de incidência padronizada = 0,94 (intervalo de confiança de 95%: 0,73 - 1,18), ajustado para idade, sexo e raça]. As malignidades mais frequentemente observadas, além de câncer de pele não-melanoma, foram de próstata, melanoma, colorretal, e de mama. A razão de pacientes com cânceres de pele de célula basal versus escamosa (3:1) é comparável com a razão esperada na população geral (vide “Quais males este medicamento pode me causar?”).

Reações de Hipersensibilidade e de Infusão

  • Administração subcutânea

Durante os períodos controlados dos estudos clínicos de suporte para a formulação subcutânea de Stelara, erupção cutânea e urticária foram observadas cada uma em < 1% dos pacientes.

  • Administração intravenosa

Nos estudos de indução intravenosa da doença de Crohn e colite ulcerativa, não foram relatados eventos de anafilaxia ou outras reações graves à infusão. Nos estudos para doença de Crohn, 2,4% de 466 pacientes tratados com placebo e 2,6% de 470 pacientes tratados com a dose recomendada de Stelara relataram eventos adversos que ocorreram durante ou uma hora após a infusão. Nos estudos para colite ulcerativa, 1,9% de 319 pacientes tratados com placebo e 0,9% de 320 pacientes tratados com a dose recomendada de Stelara relataram eventos adversos que ocorreram durante ou uma hora após a infusão.

Imunogenicidade Nos estudos clínicos de psoríase e outra doença, até 12,4% dos pacientes tratados com o Stelara desenvolveram anticorpos contra o ustequinumabe. Os pacientes positivos para anticorpos contra o ustequinumabe tenderam a ter eficácia menor, entretanto, a positividade para anticorpos não impediu a resposta clínica. A maioria dos pacientes que foram positivos para anticorpos contra ustequinumabe apresentava anticorpos neutralizantes. Nos estudos clínicos da doença de Crohn e colite ulcerativa, 2,9% e 4,6% dos pacientes, respectivamente, desenvolveram anticorpos contra o ustequinumabe quando tratados com ustequinumabe por aproximadamente 1 ano. Nenhuma correlação aparente entre o desenvolvimento de anticorpos contra o ustequinumabe e as reações no local da aplicação foi observada.

Experiência pós-comercialização As reações adversas descritas a seguir estão agrupadas por frequência*.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Distúrbios do sistema imune: reações de hipersensibilidade (incluindo erupção cutânea, urticária). Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: psoríase pustular.

Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Distúrbios do sistema imune: reações alérgicas graves** (incluindo anafilaxia e angioedema). Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: alveolite alérgica, pneumonia eosinofílica. Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: dermatite exfoliativa, psoríase eritrodérmica, vasculite de hipersensibilidade.

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: pneumonia organizativa (vide “Reações de hipersensibilidade sistêmica e respiratória”). Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: pênfigoide bolhoso (doença autoimune cutânea crônica com bolhas que podem causar coceiras na pele) e lúpus eritematoso cutâneo (um tipo de lúpus que causa lesões na pele). Distúrbios musculosqueléticos e dos tecidos conjuntivos: Síndrome do tipo lúpus.

*A frequência de reação adversa pós-comercialização é derivada da porção controlada por placebo de 11 estudos clínicos se as mesmas fossem observadas nesses estudos. Em contrapartida, estimou-se que seriam mais baixas do que certa frequência considerando a exposição nos 11 estudos clínicos nos quais a reação adversa não foi observada. **Algumas pessoas com síndrome alfa-gal ou com IgE anti-alfa-gal já tiveram reações alérgicas graves. Na maioria dos casos, essas reações aconteceram logo na primeira aplicação. Informe seu médico antes do tratamento se você tiver alergia a alfa-gal ou ter sido diagnosticado com síndrome alfa-gal (um tipo de alergia alimentar a certas carnes ou produtos de origem animal).

Eventos adversos dos estudos de WEZENLA Os eventos adversos foram determinados com base nos dados do Estudo 20190230 (um estudo randomizado, duplocego, de dose única, de 3 braços, de grupos paralelos para determinar a equivalência farmacocinética (PK) de WEZENLA e ustequinumabe (Stelara) em indivíduos adultos saudáveis), e do Estudo 20190232 (um estudo randomizado, duplo-cego e controlado por ativo que avalia a eficácia, segurança e imunogenicidade de WEZENLA em comparação com ustequinumabe em indivíduos adultos com psoríase em placas moderada a grave). No Estudo 20190230, todos os 237 indivíduos no conjunto de análise de segurança receberam uma única injeção subcutânea (SC) de 90 mg de WEZENLA, ustequinumabe (EUA) ou ustequinumabe (UE). A exposição ao produto experimental foi semelhante entre os grupos de tratamento, tornando possível determinar a similaridade farmacocinética entre os tratamentos. A frequência, o tipo e a gravidade dos acontecimentos adversos foram semelhantes entre os grupos de tratamento, sem diferenças clinicamente significativas e foram consistentes com o perfil de segurança do ustequinumabe. Um resumo geral dos eventos adversos no Estudo 20190230 é apresentado na Tabela 3.

Tabela 3. Resumo Geral de Eventos Adversos (Conjunto de Análise de Segurança)

WEZENLA ustequinumabe (EUA) ustequinumabe (UE)

(N=78) (N=79) (N=80)

n (%) n (%) n (%)

Qualquer evento adverso 22 (28.2) 18 (22.8) 29 (36.3)

Qualquer evento adverso

0 1 (1.3) 1 (1.3)

de grau ≥ 3 Qualquer evento adverso

0 0 0

fatal Qualquer evento adverso

0 1 (1.3) 1 (1.3)

grave

Qualquer evento adverso 0 0 0

que leve à descontinuação do estudo Qualquer evento adverso

0 1 (1.3) 1 (1.3)

de interesse UE = União Europeia; EUA = Estados Unidos da América. Nota: Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos pelo tratamento real recebido. Para cada categoria, os indivíduos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que apresentassem múltiplos eventos adversos nessa categoria.

Os acontecimentos adversos notificados por 2 ou mais indivíduos em qualquer grupo de tratamento são apresentados por termo preferido na Tabela 4.

Tabela 4. Eventos adversos emergentes do tratamento vivenciados por ≥ 2 indivíduos em qualquer grupo de tratamento por termo preferencial (conjunto de análise de segurança)

WEZENLA ustequinumabe (EUA) ustequinumabe (UE)

(N=78) (N=79) (N=80)

Termo preferido n (%) n (%) n (%)

Qualquer evento adverso 22 (28.2) 18 (22.8) 29 (36.3)

Dor de cabeça 9 (11.5) 3 (3.8) 9 (11.3)

Dor orofaríngea 2 (2.6) 1 (1.3) 1 (1.3)

Vômito 2 (2.6) 0 0

Prurido 1 (1.3) 2 (2.5) 1 (1.3)

Dor abdominal 0 1 (1.3) 4 (5.0)

Acne 0 0 3 (3.8)

Dor nas costas 0 2 (2.5) 2 (2.5)

COVID-19 0 2 (2.5) 0

Diarreia 0 0 3 (3.8)

Epistaxe 0 0 2 (2.5)

Mialgia 0 2 (2.5) 2 (2.5)

Náusea 0 2 (2.5) 1 (1.3)

Rinorreia 0 2 (2.5) 0

COVID-19 = doença causada pelo coronavírus 2019; UE = União Europeia; EUA = Estados Unidos da América. Nota: Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada termo preferido, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que experimentassem múltiplos eventos sob esse termo preferido.

No Estudo 20190232, 562 (99,8%) dos 563 indivíduos randomizados foram tratados com o produto sob investigação e foram incluídos no conjunto de análise de segurança. A extensão da exposição durante a semana 12, semana 28 e após a semana 28 para indivíduos rerandomizados que foram tratados após a rerandomização está resumida separadamente abaixo. Um resumo geral dos eventos adversos até a semana 28 é mostrado na Tabela 5. A maioria dos eventos adversos até a semana 28 foram de gravidade CTCAE de grau 1 ou 2. Eventos adversos de grau ≥ 3 foram relatados em 8 (2,9%) indivíduos no grupo de tratamento com WEZENLA e 5 (1,8%) indivíduos no grupo de tratamento com ustequinumabe.

Tabela 5. Resumo geral de eventos adversos até a semana 28 (conjunto de análise de segurança) WEZENLA ustequinumabe (N=280) (N=282)

Categoria de Evento Adverso n (%) n (%)

Qualquer evento adverso 106 (37.9) 99 (35.1)

Qualquer evento adverso de grau ≥

8 (2.9) 5 (1.8)

3

Qualquer evento adverso fatal 0 (0.0) 1 (0.4)

Qualquer evento adverso grave 7 (2.5) 5 (1.8)

Qualquer evento adverso que leve à

2 (0.7) 4 (1.4)

descontinuação do IP/estudo

Qualquer EOI 5 (1.8) 7 (2.5)

Qualquer evento adverso que leve 0 (0.0) 1 (0.4)

ao atraso da dosea Qualquer evento adverso do

6 (2.1) 5 (1.8)

COVID-19 EOI = evento de interesse; IP = produto sob investigação. Nota: Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos pelo tratamento real recebido. Para cada categoria, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que vivenciassem múltiplos eventos naquela categoria. a Um evento adverso só foi resumido como levando a um atraso na dose de IP se essa fosse a última ação tomada com o IP para o evento em questão.

Um resumo geral dos eventos adversos após a semana 28 é apresentado na Tabela 4 para indivíduos rerandomizados. A maioria dos eventos adversos após a semana 28 foram de gravidade CTCAE de grau 1 ou 2. Eventos adversos de grau ≥ 3 foram relatados em 3 (1,2%) indivíduos no grupo de tratamento com WEZENLA/WEZENLA, 1 (0,9%) indivíduo no grupo de tratamento com ustequinumabe/WEZENLA e 4 (3,4%) indivíduos no grupo de tratamento com ustequinumabe/ustequinumabe

Tabela 6. Resumo geral de eventos adversos após a semana 28 (conjunto de análise de segurança rerandomizada)

WEZENLA/ ustequinumabe/ ustequinumabe/

WEZENLA WEZENLA ustequinumabe

(N=247) (N=117) (N=116)

n (%) n (%) n (%)

Qualquer evento adverso 85 (34.4) 44 (37.6) 40 (34.5)

Qualquer evento adverso

3 (1.2) 1 (0.9) 4 (3.4)

de grau ≥ 3 Qualquer evento adverso

0 (0.0) 0 (0.0) 0 (0.0)

fatal Qualquer evento adverso

1 (0.4) 1 (0.9) 3 (2.6)

grave Qualquer evento adverso

que leve à descontinuação 1 (0.4) 0 (0.0) 1 (0.9)

do estudo

Qualquer EOI 3 (1.2) 0 (0.0) 4 (3.4)

Qualquer evento adverso

que leve ao atraso da dose 1 (0.4) 3 (2.6) 1 (0.9)

de IPa Qualquer evento adverso

24 (9.7) 16 (13.7) 11 (9.5)

do COVID-19 COVID-19 = doença por coronavírus 2019; CSR = relatório de estudo clínico; EOI = evento de interesse; IP = produto sob investigação. Nota: Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos pelo tratamento real recebido. Para cada categoria, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que vivenciassem múltiplos eventos naquela categoria. a Um evento adverso só foi resumido como levando a um atraso na dose de IP se essa fosse a última ação tomada com IP para o evento em questão.

Os acontecimentos adversos notificados por 2% ou mais dos indivíduos em qualquer grupo de tratamento até à semana 28 são apresentados por classes de sistemas de órgãos (SOC) na Tabela 7 e por termo preferido na Tabela 8 e são discutidos abaixo.

Tabela 7. Eventos adversos ocorridos por ≥ 2% dos indivíduos em qualquer grupo de tratamento por classe de sistema de órgãos até a semana 28 (conjunto de análise de segurança) WEZENLA ustequinumabe (N=280) (N=282)

Classe de órgão do sistema n (%) n (%)

Infecções e infestações 40 (14.3) 31 (11.0)

Distúrbios musculoesqueléticos e

20 (7.1) 16 (5.7)

dos tecidos conjuntivos

Lesões, envenenamento e

12 (4.3) 12 (4.3)

complicações procedimentais Distúrbios da pele e dos tecidos

11 (3.9) 7 (2.5)

subcutâneos

Problemas gastrointestinais 8 (2.9) 7 (2.5)

Distúrbios gerais e condições no

8 (2.9) 9 (3.2)

local de administração

Distúrbios do sistema nervoso 8 (2.9) 13 (4.6)

Distúrbios vasculares 7 (2.5) 8 (2.8)

Sistema reprodutivo e distúrbios

6 (2.1) 2 (0.7)

mamários Distúrbios respiratórios, torácicos e

5 (1.8) 6 (2.1)

mediastinais MedDRA = Dicionário Médico para Atividades Regulatórias. Nota: Os eventos adversos foram codificados usando MedDRA versão 24.1. Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada classe de sistemas de órgãos, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que experimentassem vários eventos nessa classe de sistemas de órgãos.

Tabela 8. Eventos adversos ocorridos por ≥ 2% dos indivíduos em qualquer grupo de tratamento por período preferencial até a semana 28 (conjunto de análise de segurança) WEZENLA ustequinumabe (N=280) (N=282)

Termo preferido n (%) n (%)

Hipertensão 7 (2.5) 6 (2.1)

Nasofaringite 7 (2.5) 3 (1.1)

COVID-19 6 (2.1) 5 (1.8)

Dor de cabeça 6 (2.1) 7 (2.5)

Infecção do trato respiratório 6 (2.1) 7 (2.5)

superior COVID-19 = doença causada pelo coronavírus 2019; MedDRA = Dicionário Médico para Atividades Regulatórias. Nota: Os eventos adversos foram codificados usando MedDRA versão 24.1. Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada termo preferido, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que vivenciassem múltiplos eventos naquele termo preferido.

Para ambos os grupos de tratamento, a maior incidência de eventos adversos ocorreu no grupo SOC de infecções e infestações (40 [14,3%] indivíduos no grupo de tratamento com WEZENLA e 31 [11,0%] indivíduos no grupo de tratamento com ustequinumabe). Não houve diferenças notáveis na frequência de eventos adversos por SOC entre os grupos de tratamento. Os acontecimentos adversos notificados por 2% ou mais dos indivíduos em qualquer grupo de tratamento após a semana 28 são apresentados por SOC na Tabela 9 e por termo preferido na Tabela 10 e são discutidos abaixo.

Tabela 9. Eventos adversos ocorridos por ≥ 2% dos indivíduos em qualquer grupo de tratamento por classe de sistema de órgãos – após a semana 28 (Conjunto de análise de segurança rerandomizado)

WEZENLA/ ustequinumabe/ ustequinumabe/

WEZENLA WEZENLA ustequinumabe

Classe de órgão do (N=247) (N=117) (N=116)

sistema n (%) n (%) n (%)

Infecções e infestações 46 (18.6) 26 (22.2) 27 (23.3)

Investigações 9 (3.6) 3 (2.6) 3 (2.6)

Lesões, envenenamento e

complicações 8 (3.2) 2 (1.7) 2 (1.7)

procedimentais Distúrbios

musculoesqueléticos e dos 8 (3.2) 3 (2.6) 2 (1.7)

tecidos conjuntivos Problemas

7 (2.8) 4 (3.4) 1 (0.9)

gastrointestinais

Distúrbios da pele e dos

6 (2.4) 3 (2.6) 2 (1.7)

tecidos subcutâneos Distúrbios do metabolismo

5 (2.0) 2 (1.7) 2 (1.7)

e da nutrição Distúrbios respiratórios,

5 (2.0) 3 (2.6) 3 (2.6)

torácicos e mediastinais

Distúrbios renais e

2 (0.8) 3 (2.6) 1 (0.9)

urinários

Distúrbios cardíacos 1 (0.4) 0 (0.0) 3 (2.6)

MedDRA = Dicionário Médico para Atividades Regulatórias. Nota: Os eventos adversos foram codificados usando MedDRA versão 24.1. Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada classe de sistema de órgãos, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que experimentassem vários eventos nessa classe de sistema de órgãos.

Tabela 10. Eventos adversos ocorridos por ≥ 2% dos indivíduos em qualquer grupo de tratamento por termo preferencial após a semana 28 (Conjunto de análise de segurança)

WEZENLA/ ustequinumabe / ustequinumabe/

WEZENLA WEZENLA ustequinumabe

(N=247) (N=117) (N=116)

Termo preferido n (%) n (%) n (%)

COVID-19 23 (9.3) 15 (12.8) 11 (9.5)

Nasofaringite 9 (3.6) 1 (0.9) 7 (6.0)

Infecção do trato

6 (2.4) 6 (5.1) 3 (2.6)

respiratório superior COVID -19 = doença causada pelo coronavírus 2019; MedDRA = Dicionário Médico para Atividades Regulatórias. Nota: Os eventos adversos foram codificados usando MedDRA versão 24.1. Apenas os eventos adversos emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada termo preferido, os sujeitos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que experimentassem múltiplos eventos sob esse termo preferido.

Para os 3 grupos de tratamento, a maior incidência de eventos adversos ocorreu no SOC de infecções e infestações (46 [18,6%] indivíduos no grupo de tratamento WEZENLA/WEZENLA, 26 [22,2%] indivíduos no grupo de tratamento ustequinumabe/WEZENLA, e 27 [23,3%] indivíduos no grupo de tratamento com ustequinumabe/ustequinumabe). Até a semana 28, a incidência de qualquer EOI nos indivíduos no grupo de tratamento com WEZENLA ou ustequinumabe foi semelhante (5 [1,8%] e 7 [2,5%] indivíduos, respectivamente); a incidência de eventos para cada EOI individual também foi semelhante entre os grupos de tratamento (Tabela 11). Não foram relatadas EOIs envolvendo reações graves de hipersensibilidade sistêmica, paralisia facial, psoríase pustulosa, psoríase eritrodérmica, depressão grave, incluindo suicídio ou tromboembolismo venoso.

Tabela 11. Resumo geral de eventos adversos de interesse até a semana 28 (conjunto de análise de segurança)

WEZENLA ustequinumabe Diferença de risco (%)

Evento Adverso de (N=280) (N=282) (95% CI)a

Interesse n (%) n (%)

Qualquer evento de

5 (1.8) 7 (2.5) -0.70 (-3.49, 1.99)

interesse

Eventos cardiovascularesb 2 (0.7) 2 (0.7) 0.01 (-1.94, 1.97)

Malignidadec 2 (0.7) 2 (0.7) 0.01 (-1.94, 1.97)

Infecções gravesd 1 (0.4) 2 (0.7) -0.35 (-2.26, 1.36)

Síndrome de

leucoencefalopatia 0 (0.0) 1 (0.4) -0.35 (-2.04, 1.02)

posterior reversívele AMQ = Consulta Amgen MedDRA; CTCAE = Critérios Terminológicos Comuns para Eventos Adversos; MedDRA = Dicionário Médico para Atividades Regulatórias; SMQ = Consulta Padronizada MedDRA; SOC = classe de sistema de órgãos. Nota: Apenas eventos adversos de interesse emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada evento adverso de interesse, os indivíduos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que vivenciassem múltiplos eventos envolvendo aquele evento adverso de interesse.

a A diferença de risco (WEZENLA – ustequinumabe) e os ICs foram estimados pelos limites de confiança assintóticos de Wald ou limites de confiança exatos se n < 25 para qualquer grupo de tratamento. b Identificado usando o SOC de distúrbios cardíacos. c Identificado usando a estratégia de pesquisa SMQ (estreita) de malignidades. d Identificado usando o SOC de infecções e infestações para grau CTCAE ≥ 3 ou eventos adversos graves. e Identificado usando a estratégia de pesquisa AMQ (estreita) da síndrome de leucoencefalopatia posterior reversível.

Após a semana 28, a incidência de qualquer EOI no grupo de tratamento WEZENLA/WEZENLA, no grupo de tratamento ustequinumabe/WEZENLA e no grupo de tratamento ustequinumabe/ustequinumabe foi semelhante (3 [1,0%], 0 [0,0%] e 4 [3,4%] sujeitos, respectivamente); a incidência de eventos para cada EOI individual também foi semelhante entre os grupos de tratamento. A distribuição do tipo, frequência e gravidade das EOIs observadas após a semana 28 do estudo foram geralmente semelhantes entre os grupos de tratamento; não houve diferenças notáveis e nenhuma tendência de segurança foi observada. Estes eventos situaram-se dentro do intervalo esperado de incidência e gravidade, conforme descrito para o produto de referência ustequinumabe (Stelara USPI, 2022; Stelara SmPC, 2022). Nenhuma EOI envolvendo reações graves de hipersensibilidade sistêmica, paralisia facial, psoríase pustulosa, psoríase eritrodérmica, RPLS, depressão grave incluindo suicídio ou tromboembolismo venoso foi relatada após a semana 28.

Tabela 12. Resumo geral de eventos adversos de interesse após a semana 28 (Estudo 20190232 Conjunto de análise de segurança rerandomizada)

WEZENLA/ ustequinumabe/ ustequinumabe/ Diferença de Diferença de

Evento Adverso WEZENLA WEZENLA ustequinumabe risco (%) risco (%)

de Interesse (N=247) (N=117) (N=116) (95% CI)a (95% CI)b

Qualquer evento -2.23 (-7.57, -3.45 (-8.59, -

3 (1.2) 0 (0.0) 4 (3.4)

de interesse 1.03) 0.04)

Infecções gravesc -2.18 (-7.13, -2.59 (-7.47,

1 (0.4) 0 (0.0) 3 (2.6)

0.37) 0.82)

Eventos -2.18 (-7.13, -2.59 (-7.47,

1 (0.4) 0 (0.0) 3 (2.6)

cardiovascularesd 0.37) 0.82)

0.40 (-3.04,

Malignidadee 1 (0.4) 0 (0.0) 0 (0.0) - (-, -)

2.35)

  • = Não disponível.

AMQ = Consulta Amgen MedDRA; CSR = relatório de estudo clínico; CTCAE = Critérios Terminológicos Comuns para Eventos Adversos; MedDRA = Dicionário Médico para Atividades Regulatórias; SMQ = Consulta Padronizada MedDRA; SOC = classe de sistema de órgãos. Nota: Apenas eventos adversos de interesse emergentes do tratamento foram resumidos. Para cada evento adverso de interesse, os indivíduos foram incluídos apenas uma vez, mesmo que vivenciassem múltiplos eventos envolvendo aquele evento adverso de interesse. a A diferença de risco (WEZENLA/WEZENLA vs ustequinumabe/ustequinumabe) e os ICs foram estimados pelos limites de confiança assintóticos de Wald, ou limites de confiança exatos se n < 25 para qualquer tratamento. b A diferença de risco (ustequinumabe/WEZENLA vs ustequinumabe/ustequinumabe) e os ICs foram estimados pelos limites de confiança assintóticos de Wald, ou limites de confiança exatos se n < 25 para qualquer tratamento. c Identificado usando o SOC de infecções e infestações para grau CTCAE ≥ 3 ou eventos adversos graves. d Identificado usando o SOC de distúrbios cardíacos. e Identificado usando a estratégia de pesquisa SMQ (estreita) de malignidades.

Não houve desequilíbrios notáveis em eventos adversos, eventos adversos de grau ≥ 3, eventos adversos graves ou eventos que levaram à descontinuação do tratamento ou ao atraso da dose até a semana 28. Os resultados do período pós-semana 28 também mostram que os grupos de tratamento têm perfis de segurança semelhantes.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Atenção: Este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE

MEDICAMENTO? Doses únicas de até 6 mg/kg por via intravenosa foram administradas em estudos clínicos sem toxicidade doselimitante. No caso de superdosagem, recomenda-se que o paciente seja monitorado para quaisquer sinais ou sintomas de efeitos ou reações adversas e que tratamento sintomático adequado seja instituído imediatamente.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais

orientações.

MEDICAMENTO? Doses únicas de até 6 mg/kg por via intravenosa foram administradas em estudos clínicos sem toxicidade doselimitante. No caso de superdosagem, recomenda-se que o paciente seja monitorado para quaisquer sinais ou sintomas de efeitos ou reações adversas e que tratamento sintomático adequado seja instituído imediatamente.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

MEDICAMENTO? Doses únicas de até 6 mg/kg por via intravenosa foram administradas em estudos clínicos sem toxicidade doselimitante. No caso de superdosagem, recomenda-se que o paciente seja monitorado para quaisquer sinais ou sintomas de efeitos ou reações adversas e que tratamento sintomático adequado seja instituído imediatamente.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Informações técnicas (profissionais de saúde)

4. CONTRAINDICAÇÕES
  1. ADVERTÊNCIAS E

PRECAUÇÕES

  1.       INTERAÇÕES
    

MEDICAMENTOSAS

  1. ADVERTÊNCIAS E

PRECAUÇÕES

  1.         INTERAÇÕES
    

MEDICAMENTOSAS

  1. POSOLOGIA E MODO DE

USAR

9. REAÇÕES ADVERSAS

45 mg e 90 mg (Caneta

Preenchida):

130 mg (Frasco-Ampola):

Bula do Paciente: 90 MG/ML SOL INJ 45 mg e 90 mg (Seringa CT 1 SER PREENC Preenchida): VD TRANS DISP

  1. QUAIS MALES QUE ESTE SEGURANÇA X 0,5

MEDICAMENTO PODE ME ML (45 MG)

CAUSAR?

Bula do Paciente:

45 mg e 90 mg (Caneta

Preenchida):

  1. O QUE DEVO SABER

ANTES DE USAR ESTE

MEDICAMENTO? 10456 -

  1. COMO DEVO USAR ESTE

PRODUTO 90 MG/ML SOL INJ

MEDICAMENTO?

BIOLÓGICO - CT 1 CAN PREENC

Notificação de 8. QUAIS MALES QUE ESTE AI X 0,5 ML

15/12/2025 1603944257 Alteração de N/A N/A N/A N/A MEDICAMENTO PODE ME VP/VPS

Texto de Bula CAUSAR? 90 MG/ML SOL INJ

– publicação CT 1 CAN PREENC

no Bulário Bula do Profissional de Saúde: AI X 1 ML

RDC 60/12 45 mg e 90 mg (Caneta

Preenchida):

  1. RESULTADOS DE

EFICÁCIA

  1. POSOLOGIA E MODO DE

USAR

10456 11922 -

PRODUTO 90 MG/ML SOL INJ

PRODUTOS

BIOLÓGICO - CT 1 CAN PREENC

BIOLÓGICOS - 36.

Notificação de 45 mg e 90 mg (Caneta AI X 0,5 ML

Alteração da

15/12/2025 1603809252 Alteração de 28/11/2024 1629991244 06/10/2025 Preenchida): VP/VPS

descrição ou

Texto de Bula TEXTO INICIAL 90 MG/ML SOL INJ

130 mg (Frasco-Ampola):

90 MG/ML SOL INJ

Bula do Paciente:

CT 1 SER PREENC

130 mg (Frasco-Ampola):

VD TRANS DISP

  1. O QUE DEVO SABER

SEGURANÇA X 0,5

10456 - ANTES DE USAR ESTE

ML (45 MG)

PRODUTO MEDICAMENTO?

BIOLÓGICO - 8. QUAIS MALES QUE ESTE

90 MG/ML SOL INJ

Notificação de MEDICAMENTO PODE ME

CT 1 SER PREENC

21/10/2025 1399079255 Alteração de N/A N/A N/A N/A CAUSAR? VP/VPS

VD TRANS DISP

Texto de Bula

SEGURANÇA X 1

– publicação Bula do Profissional de Saúde:

ML (90 MG)

no Bulário 45 mg e 90 mg (Seringa RDC 60/12 Preenchida):

5 MG/ML SOL INJ

  1. RESULTADOS DE

INFUS IV CT X 1

EFICÁCIA

FA VD TRANS X 26

ML (130 MG)

10456 - 11958 - Bula do Paciente: 90 MG/ML SOL INJ

30/06/2025 0857583255 17/09/2024 1277716241 16/06/2025 VP/VPS

PRODUTO PRODUTOS APRESENTAÇÕES CT 1 SER PREENC

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas

Data No. Data do No. Data de Versões Apresentações

Assunto Assunto Itens de Bula

Expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) Relacionadas

BIOLÓGICO - BIOLÓGICOS - 70. 4. O QUE DEVO SABER VD TRANS DISP

Notificação de Alteração do prazo ANTES DE USAR ESTE SEGURANÇA X 0,5

Alteração de de validade do MEDICAMENTO? ML (45 MG)

Texto de Bula produto terminado - 5. ONDE, COMO E POR

– publicação Moderada QUANTO TEMPO POSSO 90 MG/ML SOL INJ

no Bulário GUARDAR ESTE CT 1 SER PREENC

RDC 60/12 MEDICAMENTO? VD TRANS DISP

130 mg (Frasco-Ampola):

  1. RESULTADOS DE

EFICÁCIA

  1. ADVERTÊNCIAS E

PRECAUÇÕES

  1. POSOLOGIA E MODO DE

USAR

90 MG/ML SOL INJ

CT 1 SER PREENC

VD TRANS DISP

10456 - Bula do Paciente: SEGURANÇA X 0,5

PRODUTO 4. O QUE DEVO SABER ML (45 MG)

BIOLÓGICO - ANTES DE USAR ESTE

MEDICAMENTO? 90 MG/ML SOL INJ Notificação de

CT 1 SER PREENC

07/03/2025 0311424252 Alteração de N/A N/A N/A N/A Bula do Profissional de Saúde: VP/VPS

VD TRANS DISP

Texto de Bula 5. ADVERTÊNCIAS E SEGURANÇA X 1

– publicação PRECAUÇÕES ML (90 MG)

no Bulário 6. INTERAÇÕES

RDC 60/12 MEDICAMENTOSAS 5 MG/ML SOL INJ

INFUS IV CT X 1

FA VD TRANS X 26

ML (130 MG)

Bula do Paciente: 90 MG/ML SOL INJ 10456 -

16/09/2024 1310579245 N/A N/A N/A N/A 45 mg e 90 mg (Seringa VP/VPS CT 1 SER PREENC

PRODUTO Preenchida): VD TRANS DISP

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas

Data No. Data do No. Data de Versões Apresentações

Assunto Assunto Itens de Bula

Expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) Relacionadas

BIOLÓGICO - 4. O QUE DEVO SABER SEGURANÇA X 0,5

Notificação de ANTES DE USAR ESTE ML (45 MG)

Alteração de MEDICAMENTO?

Texto de Bula 6. COMO DEVO USAR ESTE 90 MG/ML SOL INJ

– publicação MEDICAMENTO? CT 1 SER PREENC

no Bulário 8. QUAIS MALES QUE ESTE VD TRANS DISP

RDC 60/12 MEDICAMENTO PODE ME SEGURANÇA X 1

CAUSAR? ML (90 MG) 130 mg (Frasco-Ampola):

5 MG/ML SOL INJ

  1. O QUE DEVO SABER

INFUS IV CT X 1

ANTES DE USAR ESTE

FA VD TRANS X 26

MEDICAMENTO?

ML (130 MG)

  1. ONDE, COMO E POR

QUANTO TEMPO POSSO

GUARDAR ESTE

MEDICAMENTO?

Bula do Profissional de Saúde:

45 mg e 90 mg (Seringa

Preenchida):

  1. RESULTADOS DE

EFICÁCIA

  1.   CARACTERÍSTICAS
    

FARMACOLÓGICAS

  1. ADVERTÊNCIAS E

PRECAUÇÕES

  1.          INTERAÇÕES
    

MEDICAMENTOSAS

  1. POSOLOGIA E MODO DE

USAR 130 mg (Frasco-Ampola):

  1. RESULTADOS DE

EFICÁCIA

  1.   CARACTERÍSTICAS
    

FARMACOLÓGICAS

  1. ADVERTÊNCIAS E

PRECAUÇÕES

  1.          INTERAÇÕES
    

MEDICAMENTOSAS

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas

Data No. Data do No. Data de Versões Apresentações

Assunto Assunto Itens de Bula

Expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) Relacionadas

11958 PRODUTOS 90 MG/ML SOL INJ

BIOLÓGICOS - 70. CT 1 SER PREENC

Alteração do Prazo VD TRANS DISP

06/03/2024 0273225244 27/05/2024

de Validade do SEGURANÇA X 0,5

10463 – Produto Terminado ML (45 MG)

PRODUTO - Moderada

90 MG/ML SOL INJ

BIOLÓGICO -

CT 1 SER PREENC

26/06/2024 0874336244 Inclusão 10369 - PRODUTO TEXTO INICIAL VP/VPS

VD TRANS DISP

Inicial de BIOLÓGICO -

SEGURANÇA X 1

Texto de Bula Registro de Produto

16/11/2022 4946085224 27/05/2024 ML (90 MG)

– RDC 60/12 pela Via de Desenvolvimento

5 MG/ML SOL INJ

por

INFUS IV CT X 1

Comparabilidade

FA VD TRANS X 26

ML (130 MG)

1. INDICAÇÕES

90 MG/ML SOL INJ

  1. POSOLOGIA E MODO DE

CT 1 CAN PREENC

USAR

AI X 1 ML

45 mg e 90 mg (Caneta

Preenchida):

  1. RESULTADOS DE

EFICÁCIA

  1.   CARACTERÍSTICAS
    

FARMACOLÓGICAS

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas

Data No. Data do No. Data de Versões Apresentações

Assunto Assunto Itens de Bula

Expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) Relacionadas

  1. POSOLOGIA E MODO DE

USAR

Identificação do medicamento

APRESENTAÇÕES

WEZENLA solução injetável de 45 mg/0,5 mL em embalagem contendo 1 seringa preenchida. WEZENLA solução injetável de 90 mg/1,0 mL em embalagem contendo 1 seringa preenchida.

VIA SUBCUTÂNEA

USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 6 ANOS E ACIMA DE 60 KG

WEZENLA solução injetável de 45 mg/0,5 mL em embalagem contendo 1 caneta preenchida (ConfiPen). WEZENLA solução injetável de 90 mg/1,0 mL em embalagem contendo 1 caneta preenchida (ConfiPen).

VIA SUBCUTÂNEA

USO ADULTO

WEZENLA solução para diluição de 130 mg/26 mL para infusão intravenosa em embalagem com 1 frasco-ampola.

VIA INTRAVENOSA

USO ADULTO

  1. CUIDADOS DE ML (130 MG)

ARMAZENAMENTO DO

MEDICAMENTO

  1. ADVERTÊNCIAS E

PRECAUÇÕES

  1. CUIDADOS DE

ARMAZENAMENTO DO

MEDICAMENTO

COMPOSIÇÃO

Cada seringa preenchida de 45 mg contém:

45 mg / 0,5 mL ustequinumabe.................................................................................................................................. 45 mg Excipientes: água para injetáveis, L-histidina, cloridrato de L-histidina monoidratado, q.s. polissorbato 80 e sacarose.................................................................................................................

Cada seringa preenchida de 90 mg contém:

90 mg / 1 mL ustequinumabe................................................................................................................................... 90 mg Excipientes: água para injetáveis, L-histidina, cloridrato de L-histidina monoidratado, q.s. polissorbato 80 e sacarose..................................................................................................................

Cada caneta preenchida de 45 mg contém:

45 mg / 0,5 mL ustequinumabe.................................................................................................................................. 45 mg Excipientes: água para injetáveis, L-histidina, cloridrato de L-histidina monoidratado, q.s. polissorbato 80 e sacarose.................................................................................................................

Cada caneta preenchida de 90 mg contém:

90 mg / 1 mL ustequinumabe................................................................................................................................... 90 mg Excipientes: água para injetáveis, L-histidina, cloridrato de L-histidina monoidratado, q.s. polissorbato 80 e sacarose..................................................................................................................

Cada frasco-ampola de 130 mg/26 mL contém:

130 mg / 26 mL ustequinumabe........................................................................................................................ 5 mg/mL Excipientes: edetato dissódico hi-hidratado, L-histidina, cloridrato de L-histidina q.s. monoidratado, levometionina, polissorbato 80, sacarose e água para injetáveis.....................

RDC 60/12

Bula do Paciente: 90 MG/ML SOL INJ

10456 - 45 mg e 90 mg (Seringa CT 1 SER PREENC

PRODUTO Preenchida): VD TRANS DISP

BIOLÓGICO - 4. O QUE DEVO SABER SEGURANÇA X 0,5

09/12/2025 1579578250 Notificação de N/A N/A N/A N/A VP/VPS

ANTES DE USAR ESTE ML (45 MG)

Alteração de MEDICAMENTO? Texto de Bula

  1. COMO DEVO USAR ESTE 90 MG/ML SOL INJ

– publicação MEDICAMENTO? CT 1 SER PREENC

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas

Data No. Data do No. Data de Versões Apresentações

Assunto Assunto Itens de Bula

Expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) Relacionadas

no Bulário 8. QUAIS MALES QUE ESTE VD TRANS DISP

RDC 60/12 MEDICAMENTO PODE ME SEGURANÇA X 1

CAUSAR? ML (90 MG) 130 mg (Frasco-Ampola):

  1. O QUE DEVO SABER 5 MG/ML SOL INJ

ANTES DE USAR ESTE INFUS IV CT X 1

MEDICAMENTO? FA VD TRANS X 26

  1. QUAIS MALES QUE ESTE ML (130 MG)

MEDICAMENTO PODE ME

CAUSAR?

Bula do Profissional de Saúde:

45 mg e 90 mg (Seringa

Preenchida):

  1. RESULTADOS DE

EFICÁCIA

  1. POSOLOGIA E MODO DE

USAR

Dizeres legais

DIZERES LEGAIS

VENDA SOB PRESCRIÇÃO.

Registro: 1.0244.0022

Importado e Registrado por:

Amgen Biotecnologia do Brasil Ltda. Rua Patrícia Lúcia de Souza, 146. Taboão da Serra – SP

CNPJ: 18.774.815/0001-93

Produzido por:

Amgen Technology (Ireland) Unlimited Company Dublin - Irlanda

WEZ_SOL_45MG-90MG_VP_11-1

WEZENLA® (ustequinumabe)

Amgen Biotecnologia do Brasil Ltda.

45 mg e 90 mg – Caneta Preenchida

WEZENLA® ustequinumabe

VENDA SOB PRESCRIÇÃO.

Registro: 1.0244.0022

Importado e Registrado por:

Amgen Biotecnologia do Brasil Ltda. Rua Patrícia Lúcia de Souza, 146. Taboão da Serra – SP

CNPJ: 18.774.815/0001-93

Produzido por:

Amgen Technology (Ireland) Unlimited Company Dublin - Irlanda

WEZ_SOL_45MG-90MG_AI_11-1

WEZENLA® (ustequinumabe)

Amgen Biotecnologia do Brasil Ltda.

130 mg – Frasco-Ampola

WEZENLA® ustequinumabe

USO RESTRITO A ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO.

Registro: 1.0244.0022

Importado e Registrado por:

Amgen Biotecnologia do Brasil Ltda. Rua Patrícia Lúcia de Souza, 146. Taboão da Serra – SP

CNPJ: 18.774.815/0001-93

Produzido por:

Amgen Technology (Ireland) Unlimited Company Dublin - Irlanda

WEZ_SOL_130_VP_11-1

10456 45 mg e 90 mg (Caneta CT 1 SER PREENC PRODUTO Preenchida): VD TRANS DISP

BIOLÓGICO -

  1. QUAIS MALES QUE ESTE SEGURANÇA X 1

Notificação de

MEDICAMENTO PODE ME ML (90 MG)

24/06/2026 0620082267 Alteração de N/A N/A N/A N/A VP/VPS

CAUSAR? Texto de Bula

– publicação 130 mg (Frasco-Ampola): CT 1 CAN PREENC no Bulário

  1. QUAIS MALES QUE ESTE AI X 0,5 ML

RDC 60/12

MEDICAMENTO PODE ME

CAUSAR? 90 MG/ML SOL INJ

AI X 1 ML

Bula do Profissional de Saúde:

45 mg e 90 mg (Seringa 5 MG/ML SOL INJ Preenchida): INFUS IV CT X 1

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas

Data No. Data do No. Data de Versões Apresentações

Assunto Assunto Itens de Bula

Expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) Relacionadas

45 mg e 90 mg (Caneta

Preenchida):

130 mg (Frasco-Ampola):

Bula do Paciente:

45 mg e 90 mg (Seringa

Preenchida):

  1. PARA QUE ESTE

MEDICAMENTO É

INDICADO?

  1. COMO DEVO USAR ESTE

90 MG/ML SOL INJ

MEDICAMENTO?

CT 1 SER PREENC

45 mg e 90 mg (Caneta

VD TRANS DISP

Preenchida):

SEGURANÇA X 0,5

  1. PARA QUE ESTE

ML (45 MG)

MEDICAMENTO É

10456 INDICADO?

PRODUTO 90 MG/ML SOL INJ

  1. COMO DEVO USAR ESTE

BIOLÓGICO - CT 1 SER PREENC

MEDICAMENTO? Notificação de VD TRANS DISP

12097 - GPBIO - 8. QUAIS MALES QUE ESTE

07/05/2026 0445337265 Alteração de 08/04/2026 0337192260 14/04/2026 VP/VPS SEGURANÇA X 1

Resposta a Ofícios MEDICAMENTO PODE ME Texto de Bula ML (90 MG) CAUSAR? – publicação no Bulário 90 MG/ML SOL INJ

Bula do Profissional de Saúde:

RDC 60/12 CT 1 CAN PREENC

45 mg e 90 mg (Seringa

AI X 0,5 ML

Preenchida):

ML (90 MG)

Bula do Profissional de Saúde:

45 mg e 90 mg (Seringa 5 MG/ML SOL INJ Preenchida): INFUS IV CT X 1

130 mg (Frasco-Ampola):

90 MG/ML SOL INJ

Bula do Paciente:

CT 1 SER PREENC

45 mg e 90 mg (Seringa

VD TRANS DISP

Preenchida):

10456 - SEGURANÇA X 0,5

  1. O QUE DEVO SABER

PRODUTO ML (45 MG)

ANTES DE USAR ESTE

BIOLÓGICO - MEDICAMENTO?

90 MG/ML SOL INJ

Notificação de 8. QUAIS MALES QUE ESTE

CT 1 SER PREENC

27/06/2025 0841936251 Alteração de N/A N/A N/A N/A MEDICAMENTO PODE ME VP/VPS

VD TRANS DISP

Texto de Bula CAUSAR?

SEGURANÇA X 1

– publicação 130 mg (Frasco-Ampola):

ML (90 MG)

no Bulário 4. O QUE DEVO SABER

RDC 60/12 ANTES DE USAR ESTE

5 MG/ML SOL INJ

MEDICAMENTO?

INFUS IV CT X 1

  1. COMO DEVO USAR ESTE

FA VD TRANS X 26

MEDICAMENTO?

ML (130 MG)

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas

Data No. Data do No. Data de Versões Apresentações

Assunto Assunto Itens de Bula

Expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) Relacionadas

  1. QUAIS MALES QUE ESTE

MEDICAMENTO PODE ME

CAUSAR?

Bula do Profissional de Saúde:

45 mg e 90 mg (Seringa

Preenchida):

  1. RESULTADOS DE

EFICÁCIA

  1.   CARACTERÍSTICAS
    

FARMACOLÓGICAS

  1. ADVERTÊNCIAS E

PRECAUÇÕES

Histórico de alteração da bula

HISTÓRICO DE ALTERAÇÃO PARA BULA

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas

Data No. Data do No. Data de Versões Apresentações

Assunto Assunto Itens de Bula

Expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) Relacionadas

Bula do Paciente:

45 mg e 90 mg (Seringa

Preenchida):

  1. QUANDO NÃO DEVO

USAR ESTE

MEDICAMENTO?

  1. O QUE DEVO SABER

90 MG/ML SOL INJ

ANTES DE USAR ESTE

CT 1 SER PREENC

MEDICAMENTO?

VD TRANS DISP

  1. QUAIS MALES QUE ESTE

SEGURANÇA X 0,5

MEDICAMENTO PODE ME

ML (45 MG)

CAUSAR? 45 mg e 90 mg (Caneta

90 MG/ML SOL INJ

Preenchida):

CT 1 SER PREENC

10456 - 3. QUANDO NÃO DEVO

VD TRANS DISP

PRODUTO USAR ESTE

SEGURANÇA X 1

BIOLÓGICO - MEDICAMENTO?

ML (90 MG)

Notificação de 4. O QUE DEVO SABER

  •            -         Alteração de       N/A            N/A               N/A                 N/A   ANTES DE USAR ESTE               VP/VPS
    

90 MG/ML SOL INJ

Texto de Bula MEDICAMENTO?

CT 1 CAN PREENC

– publicação 8. QUAIS MALES QUE ESTE

AI X 0,5 ML

no Bulário MEDICAMENTO PODE ME RDC 60/12 CAUSAR?

90 MG/ML SOL INJ

130 mg (Frasco-Ampola):

CT 1 CAN PREENC

  1. QUANDO NÃO DEVO

AI X 1 ML

USAR ESTE

MEDICAMENTO?

5 MG/ML SOL INJ

  1. O QUE DEVO SABER

INFUS IV CT X 1

ANTES DE USAR ESTE

FA VD TRANS X 26

MEDICAMENTO?

ML (130 MG)

  1. QUAIS MALES QUE ESTE

MEDICAMENTO PODE ME

CAUSAR?

Bula do Profissional de Saúde:

45 mg e 90 mg (Seringa

Preenchida):

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas

Data No. Data do No. Data de Versões Apresentações

Assunto Assunto Itens de Bula

Expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) Relacionadas

Transcrição automática da bula oficial registrada na ANVISA, processada em 31 de jul. de 2026. Conteúdo informativo: em caso de divergência, vale o PDF oficial. Este material não substitui orientação médica ou farmacêutica. Bula de referência: WEZENLA.