Posologia (resumo)
Geral
Dose inicial usual de 15 mg ou 30 mg por dia, podendo ser ajustada pelo médico entre 15 e 45 mg por dia, preferencialmente em dose única antes de deitar ou dividida em duas administrações (manhã e noite), com a maior dose tomada antes de deitar.
Adultos
Dose inicial de 15 mg ou 30 mg, com dose diária eficaz variando entre 15 e 45 mg.
Idosos
Dose inicial de 15 mg ou 30 mg, com dose diária eficaz variando entre 15 e 45 mg.
Resumo da posologia extraído automaticamente por IA da bula oficial registrada na ANVISA, em 12 de jun. de 2026. É um material informativo: consulte a bula completa e siga sempre a orientação do seu médico ou farmacêutico. Não use como única referência de dose.
Bula do medicamento
Informações ao paciente
7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO
Armazenar em temperatura ambiente (15 a 30°). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas Comprimidos do CATARSE ODT® 15 mg: Comprimido brancos, redondos gravados com ‘36’ em um lado e ‘A’ no outro lado com uma borda circular em relevo.
Comprimidos do CATARSE ODT® 30 mg: Comprimidos brancos, redondos gravados com ‘37’ em um lado e ‘A’ no outro lado com uma borda circular em relevo. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Informações técnicas (profissionais de saúde)
1. INDICAÇÕES
CATARSE ODT® é indicada para:
- Tratamento de episódios de depressão maior.
2. RESULTADOS DE EFICÁCIA
A eficácia do CATARSE ODT® no tratamento do transtorno depressivo maior foi estabelecida em 4 estudos clínicos controlados com placebo, com duração de 6 semanas1,2,3,4 em pacientes adultos ambulatoriais, que preencheram os critérios da DSM-III para transtorno depressivo maior. Os pacientes foram submetidos à titulação da dose do CATARSE ODT® a partir de uma dose variando entre 5 mg até 35 mg/dia. De modo geral, esses estudos demonstraram que o CATARSE ODT® foi superior ao placebo em pelo menos três das seguintes quatro medidas: escore total da escala de 21 itens de avaliação da depressão de Hamilton [Hamilton Depression Rating Scale (HDRS)]; Item Humor Deprimido da HDRS; escore de gravidade da escala de impressão clínica global [(CGI) Clinical Global Impression]; e da escala de avaliação da depressão de Montgomery e Asberg [Montgomery and AsbergDepression Rating Scale (MADRS)]. A superioridade do
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CATARSE ODT®em relação ao placebo foi também detectada em determinados fatores da HDRS, incluindo o fator ansiedade/somatização e o fator distúrbio do sono. A dose média do CATARSE ODT® para pacientes que completaram esses 4 estudos variou de 21 a 32 mg/dia. A avaliação dos subitens idade e sexo da população não revelou nenhuma resposta diferencial com base nesses subgrupos. Em um estudo de longo prazo5, pacientes que atenderam aos critérios da DSM IV para transtorno depressivo maior que haviam respondido ao tratamento durante o período inicial de 8 a 12 semanas de tratamento agudo com CATARSE ODT®, foram randomizados para continuar o tratamento com CATARSE ODT® ou placebo por até 40 semanas de observação quanto à recidiva. A resposta durante a fase aberta foi definida como tendo atingido o escore total na HAM-D 17 menor ou igual a 8 e um escore de melhora na CGI de 1 ou 2 em duas consultas consecutivas a partir da semana 6 do período da fase aberta do estudo de 8 a 12 semanas. A recidiva durante a fase duplo-cega foi determinada individualmente pelos pesquisadores. Os pacientes que continuaram recebendo o tratamento com CATARSE ODT® apresentaram índices de recidiva significativamente mais baixos durante as 40 semanas subsequentes em comparação com aqueles pacientes que receberam placebo. Esse padrão foi demonstrado tanto para pacientes do sexo masculino quanto do sexo feminino.
Referências Bibliográficas:
¹Claghorn et al., A double-blind placebo-controlled study of Org 3770 in depressed outpatients. J Affective Disorders 1995;34:165- 171 ²Abstract (Synopsis) from 003-020 study report, 1992. ³Bremner et al., A double-blind comparison of Org 3770, amitriptyline and placebo in major depression. J Clin Psychiatry 1995;56(11):519-525. (Abstract) ⁴Smith WT, Glaudin V, Panagides J, Gilvary E. Mirtazapine vs. amitriptyline vs. placebo in the treatment of major depressive disorder. Psychopharmacol Bull 1990;26(2):191-196 (Abstract). ⁵Thase ME, Nierenberg AA, Keller MB, Panagides J. Efficacy of mirtazapine for prevention of depressive relapse: a placebo- controlled double blind trial of recently remitted high-risk patients. J ClinPsychiatry 2001, 62 (10): 782-788. (Abstract)
3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
Farmacodinâmica Mecanismo de ação Grupo farmacoterapêutico: Outros antidepressivos, código ATC: N06AX11. O CATARSE ODT® é um antagonista alfa-2 de ação pré-sináptica central, que aumenta a neurotransmissão central noradrenérgica e serotonérgica. Esse aumento é especificamente mediado pelos receptores 5-HT1, porque os receptores 5-HT2 e 5-HT3 são bloqueados pelo CATARSE ODT®. Presume-se que os enantiômeros do CATARSE ODT® contribuam para a atividade antidepressiva, o enantiômero S(+) bloqueando receptores alfa-2 e 5-HT2 e o enantiômero R(-) bloqueando os receptores 5-HT3. A atividade antagonista histamínica H1 do CATARSE ODT® é associada com suas propriedades sedativas. Ela praticamente não apresenta atividade anticolinérgica e, em doses terapêuticas, apresenta apenas efeitos limitados (por exemplo, hipotensão ortostática) sobre o sistema cardiovascular.
População Pediátrica Dois estudos randomizados, duplo-cegos, placebo-controlados em crianças com idade entre 7 e 18 anos com distúrbios de depressão maior (n = 259) utilizando uma dose flexível durante as 4 primeiras semanas (15 – 45 mg do CATARSE ODT®) seguida por uma dose fixa (15, 30 ou 45 mg de CATARSE ODT®) por outras 4 semanas, falharam em demonstrar diferenças significativas nos desfechos primários e secundários entre os tratamentos com CATARSE ODT® e o placebo. Foi observado ganho de peso significativo (≥ 7%) em 48,8% dos pacientes tratados com CATARSE ODT® comparado com 5,7% no braço recebendo placebo. Também foram comumente observados urticária (11,8% VS 6,8%) e
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hipertrigliceridemia (2,9% VS 0%).
Farmacocinética Absorção Após a administração oral do CATARSE ODT® a substância ativa mirtazapina é rapidamente bem absorvida (biodisponibilidade aproximadamente igual a 50%), atingindo picos de níveis plasmáticos após aproximadamente 2 horas. A ligação do CATARSE ODT® às proteínas plasmáticas é de aproximadamente 85%.
Biotransformação CATARSE ODT® é amplamente metabolizado e é eliminado pela urina e fezes dentro de poucos dias. As principais vias de biotransformação são desmetilação e oxidação seguidas por conjugação. Dados in vitro de microssomos do fígado humano indicaram que as enzimas CYP2D6 e CYP1A2 do citocromo P450 estão envolvidas na formação do metabólito 8-hidróxi da mirtazapina, enquanto que a CYP3A4 é considerada como responsável pela formação dos metabólitos N-desmetil e N-óxido. O metabólito desmetil é farmacologicamente ativo e parece apresentar o mesmo perfil farmacocinético do composto de origem.
A depuração da mirtazapina pode ser reduzida como resultado de insuficiência renal ou hepática.
Eliminação A meia-vida de eliminação é de 20-40 horas; meias-vidas mais longas, de até 65 horas, foram ocasionalmente registradas, e, meias-vidas mais curtas foram observadas em homens jovens. A meia-vida de eliminação é suficiente para justificar a posologia de administração única diária. O estado de equilíbrio é atingido após 3-4 dias, após o que não ocorre acúmulo.
Linearidade O CATARSE ODT® apresenta farmacocinética linear dentro do intervalo de dose recomendada. A ingestão de alimentos não influencia a farmacocinética da mirtazapina.
Dados de segurança pré-clínicos Os dados pré-clínicos não revelaram risco especial para humanos, com base nos estudos convencionais de farmacologia de segurança, toxicidade de doses repetidas, carcinogenicidade ou genotoxicidade. Nos estudos de toxicidade reprodutiva em ratos e coelhos, não foram observados efeitos teratogênicos. Na exposição sistêmica duas vezes maior que a exposição sistêmica durante o uso terapêutico da mirtazapina em humanos, houve um aumento na perda pós- implantação, diminuição no peso das crias ao nascimento e redução na sobrevida das crias durante os primeiros três dias de amamentação em ratos. A mirtazapina não foi genotóxica em uma série de testes para mutação de genes e danos cromossômicos e do DNA. Foram encontrados tumores da tireoide em um estudo de carcinogenicidade em ratos e neoplasias hepatocelulares em um estudo de carcinogenicidade em camundongos, que foram considerados como sendo respostas não genotóxicas específicas das espécies, associadas com tratamento de longo prazo com doses elevadas de indutores de enzimas hepáticas.
4. CONTRAINDICAÇÕES
Este medicamento é contraindicado para pacientes que apresentam hipersensibilidade à substância ativa ou a quaisquer dos excipientes.
Este medicamento é contraindicado para pacientes que fazem uso concomitante do CATARSE ODT® com inibidores da monoaminoxidase (ver o item “6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS”).
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
Uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos de idade CATARSE ODT® não deve ser utilizada no tratamento de crianças e adolescentes menores de 18 anos de idade. Comportamentos relacionados ao suicídio (tentativa de suicídio e ideias suicidas) e à hostilidade
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(predominantemente agressão, comportamento hostil e ódio) foram observados mais frequentemente nos estudos clínicos entre crianças e adolescentes tratados com antidepressivos, comparados com aqueles tratados com placebo. Se, com base na necessidade clínica, for tomada a decisão de tratar, o paciente deve ser monitorado cuidadosamente quanto ao aparecimento de sintomas suicidas. Além disso, não se dispõe de dados de segurança de longo prazo em crianças e adolescentes referentes ao crescimento, maturação e desenvolvimento cognitivo e de comportamento. Suicídio/ideias suicidas ou piora clínica A depressão é associada com um aumento do risco de ideias suicidas, autoagressão e suicídio (eventos relacionados ao suicídio). Esse risco persiste até que ocorra remissão significativa. Como pode não ocorrer melhora durante as primeiras poucas semanas ou mais de tratamento, os pacientes devem ser rigorosamente monitorados até que ocorra tal melhora. A experiência clínica geral é de que o risco de suicídio pode aumentar nas fases precoces da recuperação. Pacientes com histórico de eventos relacionados ao suicídio ou aqueles que apresentam um grau significativo de ideação suicida antes de iniciar o tratamento, são conhecidos por apresentar um risco maior de ideias suicidas ou de tentativas de suicídio e devem receber monitoração cuidadosa durante o tratamento. Uma meta-análise de estudos clínicos sobre antidepressivos controlados com placebo em pacientes adultos com distúrbios psiquiátricos, mostrou um aumento do risco de comportamento suicida com antidepressivos em comparação com o placebo em pacientes com menos de 25 anos de idade. A monitoração rigorosa dos pacientes e, em particular, daqueles com alto risco, deve acompanhar o tratamento com antidepressivos, especialmente no início do tratamento e após alterações da dose. Pacientes (e prestadores de cuidados aos pacientes) devem ser alertados sobre a necessidade de monitorar qualquer piora clínica, comportamento suicida ou ideias suicidas e alterações incomuns no comportamento e procurar auxílio médico imediatamente caso esses sintomas estejam presentes. Com relação à possibilidade de suicídio, em particular no início do tratamento, deve-se entregar ao paciente a menor quantidade possível de comprimidos orodispersíveis de CATARSE ODT®, em consonância com o bom gerenciamento do paciente, com objetivo de reduzir o risco de superdose.
Depressão da medula óssea Durante o tratamento com CATARSE ODT® foi relatada depressão da medula óssea, geralmente se apresentando como granulocitopenia ou agranulocitose. Foi relatada agranulocitose como uma rara ocorrência nos estudos clínicos com CATARSE ODT®. No período pós- comercialização com CATARSE ODT® foram relatados casos muito raros de agranulocitose, a maioria deles reversível, mas algumas vezes fatais. A maioria dos casos fatais se referiu a pacientes com idade acima de 65 anos. O médico deve estar atento aos sintomas como febre, dor de garganta, estomatite ou outros sinais de infecção; quando tais sintomas ocorrerem, o tratamento deve ser interrompido e deve-se realizar exame hematológico.
Icterícia Se ocorrer icterícia, o tratamento deve ser descontinuado.
Condições que necessitam de monitoração É necessária a administração cautelosa, bem como a monitoração rigorosa e regular em pacientes com:
-
Epilepsia e síndrome cerebral orgânica: Embora a experiência clínica indique que as convulsões
epilépticas sejam raras durante o tratamento com CATARSE ODT®, assim como com outros antidepressivos, CATARSE ODT® deve ser introduzido com cautela em pacientes com histórico de convulsões. O tratamento deve ser descontinuado em qualquer paciente que desenvolver convulsões ou que apresentar um aumento da frequência destas.
-
Insuficiência hepática: Após a dose única oral de 15 mg do CATARSE ODT®, a depuração da
mirtazapina apresentou redução de aproximadamente 35% em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada, em comparação com indivíduos com função hepática normal. A concentração plasmática média da mirtazapina aumentou cerca de 55%.
-
Insuficiência renal: Após a dose única oral de 15 mg de CATARSE ODT® em pacientes com
insuficiência renal moderada (depuração de creatinina ≥ 10 mL/min e < 40 mL/min) e grave (depuração de creatinina < 10 mL/min) a depuração de mirtazapina diminuiu cerca de 30% e 50%, respectivamente, em comparação com indivíduos normais. A concentração plasmática média da mirtazapina aumentou cerca de 55% e 115%, respectivamente. Não foram encontradas diferenças significativas em pacientes com insuficiência renal leve (depuração de creatinina ≥ 40 mL/min e
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< 80 mL/min) em comparação com o grupo controle.
-
Doenças cardíacas, tais como distúrbios da condução, angina pectoris e infarto do miocárdio
recente, nas quais devem ser tomadas precauções habituais e os medicamentos concomitantes devem ser administrados com cautela.
-
Hipotensão arterial. -
Diabetes melito: em pacientes com diabetes, os antidepressivos podem alterar o controle
glicêmico. A dose de insulina e/ou de hipoglicemiantes orais pode necessitar de ajuste e é recomendada monitoração rigorosa.
Assim como para outros antidepressivos, deve-se levar em consideração os seguintes fatores:
-
A piora de sintomas psicóticos pode ocorrer quando antidepressivos são administrados a
pacientes com esquizofrenia ou outros transtornos psicóticos; as ideias paranoides podem ser intensificadas.
-
Quando a fase depressiva do transtorno bipolar estiver sendo tratada, ela pode se transformar em
fase maníaca. Pacientes com histórico de mania/hipomania devem ser monitorados rigorosamente. O CATARSE ODT® deve ser descontinuada em qualquer paciente que entrar em fase maníaca.
-
Embora CATARSE ODT® não cause dependência, a experiência pós-comercialização mostra
que a interrupção brusca do tratamento após administração de longo prazo pode, algumas vezes, resultar em sintomas de abstinência. A maioria das reações de abstinência é de leve intensidade e autolimitada. Entre os vários sintomas de abstinência relatados, os mais frequentes são tontura, agitação, ansiedade, cefaleia e náuseas. Embora tenham sido relatados como sintomas de abstinência, deve-se entender que eles podem estar relacionados com a doença de base. Nesse caso, recomenda-se descontinuar o tratamento com CATARSE ODT® gradualmente (ver o item “8. POSOLOGIA E MODO DE USAR”).
-
Recomenda-se cautela em pacientes com distúrbios da micção como na hipertrofia prostática e
em pacientes com glaucoma de ângulo fechado e aumento da pressão intraocular (embora exista pouca probabilidade de ocorrerem problemas com CATARSE ODT® por causa de sua fraca atividade anticolinérgica).
-
Acatisia/agitação psicomotora: O uso de antidepressivos foi associado com o desenvolvimento
de acatisia, caracterizada por agitação subjetivamente desagradável ou aflitiva e necessidade de movimentar-se frequentemente acompanhada por uma incapacidade de manter-se sentado ou em pé. Isso ocorre principalmente dentro das primeiras semanas de tratamento. Em pacientes que desenvolverem esses sintomas, o aumento das doses pode ser prejudicial.
-
O efeito de mirtazapina sobre o intervalo QTc foi avaliado em um estudo clínico, randomizado,
controlado por placebo e moxifloxacino envolvendo 54 voluntários saudáveis, usando análise de resposta à exposição. Este estudo revelou que ambas as doses 45 mg (terapêutica) e 75 mg (subterapêutica) de CATARSE ODT® não afetam o intervalo QTc em uma extensão clinicamente significativa.Durante o uso pós-comercialização do CATARSE ODT®,casos de prolongamento do intervalo QT, Torsades de Pointes, taquicardia ventricular e morte súbita foram relatados. A maioria dos relatos ocorreu em associação à superdose ou em pacientes com outros fatores de risco para prolongamento do intervalo QT, incluindo uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QTc (ver o item “6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS” e “10. SUPERDOSE”). Devem ser tomadas precauções quando CATARSE ODT® é prescrita para pacientes com doença cardiovascular conhecida ou história familiar de prolongamento do intervalo QT e em uso concomitante com outros medicamentos que se supõe prolongarem o intervalo QTc. Hiponatremia Foi relatada muito raramente hiponatremia com o uso do CATARSE ODT®. Recomenda-se cautela em pacientes de risco, tais como idosos ou aqueles tratados concomitantemente com medicamentos que sabidamente causam hiponatremia.
Síndrome serotonina Interação com substâncias ativas serotoninérgicas: a síndrome serotonina pode ocorrer quando inibidores seletivos da recaptação de serotonina (SSRIs) são utilizados concomitantemente com outras substâncias ativas serotoninérgicas (ver “6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS”). Os sintomas da síndrome serotonina podem ser hipertermia, rigidez, mioclonia, instabilidade autonômica com possíveis flutuações rápidas dos sinais vitais, alterações do estado mental que incluem confusão, irritabilidade e agitação extrema evoluindo para delírio e coma. Recomenda-se cautela e um monitoramento rigoroso é necessário quando estas
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substâncias ativas são combinadas com mirtazapina. O tratamento com CATARSE ODT® deve ser descontinuado se tais eventos ocorrerem, e tratamento sintomático de suporte deve ser iniciado. De acordo com a experiência pós-comercialização, parece que a síndrome serotonina ocorre muito raramente em pacientes tratados com CATARSE ODT® isoladamente (ver o item “9. REAÇÕES ADVERSAS”).
Pacientes idosos Pacientes idosos são frequentemente mais sensíveis, especialmente com relação aos efeitos indesejáveis dos antidepressivos. Durante a pesquisa clínica com CATARSE ODT®, não foram relatados efeitos indesejáveis mais frequentes em idosos do que em outros grupos etários.
Aspartamo CATARSE ODT® contém aspartamo, uma fonte de fenilalanina. Cada comprimido de 15mg, 30mg e 45 mg de CATARSE ODT® corresponde a 1,7 mg, 3,4 mg e 5,1 mg de fenilalanina, respectivamente. Ele pode ser perigoso para pacientes com fenilcetonúria. Atenção: contém fenilalanina. Contém aspartamo (edulcorante).
Efeitos sobre a habilidade de dirigir e operar máquinas CATARSE ODT® apresenta influência pequena ou moderada sobre a habilidade de dirigir e operar máquinas. CATARSE ODT® pode alterar a concentração e o estado de alerta (particularmente na fase inicial do tratamento). Os pacientes devem evitar a realização de atividades potencialmente perigosas, que requeiram alerta e boa concentração, tais como dirigir veículos ou operar máquinas, a qualquer momento, quando forem afetados.
Oriente seu paciente a não dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.
Gravidez e lactação
Categoria C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Dados limitados sobre o uso da CATARSE ODT® em mulheres grávidas não indicam um aumento do risco de malformações congênitas. Os estudos em animais não apresentaram efeitos teratogênicos clinicamente relevantes, mas foi observada toxicidade de desenvolvimento (ver o item “3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS - Dados de segurança pré-clínicos”). Recomenda- se cautela ao prescrever o medicamento para gestantes. Se CATARSE ODT® for utilizado até o parto ou logo antes do parto, a monitoração pós-natal do recém-nascido é recomendada para detectar possíveis efeitos de abstinência. Os estudos em animais e os dados limitados em humanos mostraram excreção da mirtazapina no leite materno apenas em quantidades muito pequenas. A decisão de continuar/descontinuar o aleitamento ou continuar/descontinuar o tratamento com CATARSE ODT® deve ser tomada levando em conta o benefício do aleitamento para a criança e do tratamento com CATARSE ODT® para a mãe. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano: o uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Interações farmacodinâmicas:
- CATARSE ODT® não deve ser administrada concomitantemente com inibidores da MAO ou dentro
das duas semanas após a descontinuação do tratamento com inibidor da MAO. Por outro lado, deve-se aguardar cerca de duas semanas para que pacientes tratados com mirtazapina possam ser tratados com inibidores da MAO (ver o item “4. CONTRAINDICAÇÕES”). Além disso, assim como com os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (SSRIs), a administração concomitante com outras substâncias ativas serotoninérgicas (L-triptofano, triptanos, tramadol, linezolida, azul de metileno, SSRIs, venlafaxina, lítio e preparações contendo Erva de São João – Hypericumperforatum) pode levar ao aparecimento de efeitos associados com a serotonina (síndrome
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serotonínica: ver o item“5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES”).
- CATARSE ODT® pode aumentar as propriedades sedativas das benzodiazepinas e outros sedativos
(especialmente antipsicóticos, antagonistas H1 histamínicos, opioides). Recomenda-se cautela quando esses medicamentos são prescritos juntamente com CATARSE ODT®.
- CATARSE ODT® pode aumentar o efeito depressor do álcool sobre o SNC. Os pacientes devem ser
advertidos a evitar o consumo de bebidas alcoólicas enquanto estiverem em tratamento com CATARSE ODT®.
- CATARSE ODT®, na dose de 30 mg uma vez ao dia causou um aumento pequeno, mas
estatisticamente significativo, na razão internacional normalizada (INR) em indivíduos tratados com varfarina. Considerando que com doses mais elevadas de CATARSE ODT® não pode ser excluído um efeito mais pronunciado, é recomendável monitorar a INR em caso de tratamento concomitante de varfarina com CATARSE ODT®.
- O risco de prolongamento do intervalo QT e/ ou arritmias ventriculares (por exemplo, Torsades de
Pointes) pode ser aumentado com o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QTc (por exemplo alguns antipsicóticos e antibióticos) e no caso de superdose com CATARSE ODT®. Interações farmacocinéticas
- A carbamazepina e a fenitoína, que são indutores da CYP3A4, aumentaram a depuração da mirtazapina
cerca de duas vezes, resultando em uma redução nas concentrações plasmáticas médias da mirtazapina de 60% e 45%, respectivamente. Quando a carbamazepina ou qualquer outro indutor do metabolismo hepático (tal como a rifampicina) for adicionado ao tratamento com CATARSE ODT®, a dose desta pode precisar ser aumentada. Se o tratamento com tal medicamento for descontinuado, poderá ser necessário reduzir a dose do CATARSE ODT®.
- A administração concomitante do potente inibidor da CYP3A4, cetoconazol, aumentou os níveis plasmáticos
de pico e a AUC da mirtazapina em aproximadamente 40% e 50%, respectivamente.
- Quando a cimetidina (fraco inibidor da CYP1A2, CYP2D6 e CYP3A4) for administrada com a
mirtazapina, a concentração plasmática média da mirtazapina pode aumentar mais de 50%. Recomenda se cautela e a dose poderá precisar ser reduzida ao administrar CATARSE ODT® com potentes inibidores da CYP3A4, inibidores da HIV protease, antifúngicos azoles, eritromicina, cimetidina ou nefazodona.
- Os estudos sobre interações não indicaram nenhum efeito farmacocinético relevante com o tratamento
concomitante do CATARSE ODT® com paroxetina, amitriptilina, risperidona ou lítio.
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
Adultos A dose diária eficaz geralmente varia entre 15 e 45 mg; a dose inicial é de 15 ou 30 mg. CATARSE ODT® começa a exercer seu efeito, em geral, após 1 a 2 semanas de tratamento. O tratamento com uma dose adequada deve resultar em uma resposta positiva dentro de 2 a 4 semanas. Com uma resposta insuficiente, a dose pode ser aumentada até a dose máxima. Se não houver resposta dentro das 2 a 4
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semanas seguintes, então, o tratamento deve ser interrompido.
Idosos A dose recomendada é a mesma que a de adultos. Em pacientes idosos um aumento da dose pode ser adotado sob rigorosa supervisão para permitir uma resposta satisfatória e segura.
Crianças e adolescentes menores de 18 anos de idade CATARSE ODT® não deve ser utilizada no tratamento de crianças e adolescentes menores de 18 anos (veja o item “5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES”), uma vez que a eficácia não foi demonstrada em dois estudos clínicos de curto prazo (veja o item “3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS”) e devido a questões de segurança (ver os itens“5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES”, “9. REAÇÕES ADVERSAS” e “3. CARACTERÍSTICAS
FARMACOLÓGICAS”).
Insuficiência renal A depuração da mirtazapina pode ser reduzida em pacientes que apresentam insuficiência renal moderada a grave (depuração de creatinina < 40 mL/min). Isso deve ser considerado ao prescrever CATARSE ODT® para pacientes dessa categoria (ver o item “5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES”).
Insuficiência hepática A depuração da mirtazapina pode ser reduzida em pacientes com insuficiência hepática. Isso deve ser considerado ao prescrever CATARSE ODT® para pacientes dessa categoria, particularmente com insuficiência hepática grave, uma vez que estes não foram estudados (veja o item “5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES”).
CATARSE ODT® apresenta meia-vida de eliminação de 20 a 40 horas e, portanto, CATARSE ODT® é apropriada para administração única diária. Ela deve ser administrada preferencialmente em dose única na hora de deitar. CATARSE ODT® também pode ser administrada dividida em duas doses (uma dose pela manhã e outra à noite, sendo que a dose mais elevada deve ser administrada à noite).
Os comprimidos devem ser administrados por via oral. O comprimido irá desintegrar-se rapidamente sobre a língua, podendo ser engolido sem água.
Os pacientes com depressão devem ser tratados durante o período suficiente de pelo menos 6 meses para assegurar que fiquem livres de sintomas.
Recomenda-se descontinuar gradativamente o tratamento com CATARSE ODT® para evitar sintomas de abstinência (ver o item “5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES”).
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
9. REAÇÕES ADVERSAS
Pacientes deprimidos apresentam vários sintomas associados com a própria doença. Por isso, algumas vezes, é difícil determinar quais sintomas resultaram da própria doença ou do tratamento com CATARSE ODT®. As reações adversas relatadas mais comumente, ocorrendo em mais de 5% dos pacientes tratados com CATARSE ODT® em estudos clínicos randomizados controlados com placebo (ver abaixo) são sonolência, sedação, boca seca, aumento de peso, aumento de apetite, tontura e fadiga. Todos os estudos randomizados controlados com placebo em pacientes (incluindo indicações diferentes do transtorno de depressão maior) foram avaliados com relação às reações adversas de CATARSE ODT®. A meta-análise considerou 20 estudos, com uma duração de tratamento planejada de até 12 semanas, incluindo 1.501 pacientes (134 indivíduos-anos) recebendo doses de CATARSE ODT® de até 60 mg e 850 pacientes (79 indivíduos-anos) recebendo placebo. Fases de extensão desses estudos clínicos foram excluídas para manter a comparabilidade ao tratamento com placebo. A Tabela 1 apresenta a incidência, por categoria, das reações adversas que ocorreram nos estudos clínicos, com
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frequência estatisticamente mais significativa durante o tratamento com CATARSE ODT® do que com placebo, acrescentada por reações adversas de relatos espontâneos. A frequência das reações adversas dos relatos espontâneos é baseada no índice de relatos desses eventos nos estudos clínicos. A frequência das reações adversas dos relatos espontâneos que não foram observadas em pacientes dos estudos clínicos randomizados controlados com placebo, mas que foram observadas com CATARSE ODT®, foi classificada como “não conhecida”.
Tabela 1. Reações adversas de CATARSE ODT®
Classe de órgãos e Muito comum(≥ Comum Incomum Rara Frequência não
sistemas 1/10) (≥ 1/100 a (≥ 1/1000 a < (≥ 1/10000 a conhecida
<1/10) 1/100) <1/1000)
Distúrbios do - Depressão da medula
sangue e do sistema óssea (granulocitopenia, linfático agranulocitose, anemia aplástica e trombocitopenia)
- Eosinofilia
Distúrbios - Hiperprolactinemia (e endócrinos sintomas relacionados, como galactorréia e ginecomastia)
Distúrbios do - Aumento do peso¹ - Hiponatremia
metabolismo e - Aumento de apetite¹ nutrição
Distúrbios - Sonhos - Pesadelos² - Agressão - Ideação suicida⁶
psiquiátricos anormais - Mania -Comportamento
-
Confusão - Agitação² suicida⁶
-
Ansiedade2,5 - Alucinações - Sonambulismo
-
Insônia3,5 - Inquietação
psicomotora (incl. acatisia, hipercinesia)
Distúrbios do - Sonolência1,4 - Letargia¹ - Parestesia² - Mioclonia - Convulsões (crises)
sistema nervoso - Sedação1,4 - Tontura - Pernas inquietas - Síndrome serotonínica
-
Cefaleia2 - Tremor - Síncope - Parestesia oral
-
Amnésia - Disartria
Distúrbios - Hipotensão - Hipotensão²
vasculares ortostática
Distúrbios - Boca seca - Nausea³ - Hipoestesia oral - Pancreatite - Edema bucal
gastrintestinais - Diarreia² - Salivação aumentada
-
Vômito²
-
Constipação1
Distúrbios - Elevações na
hepatobiliares atividade da
transaminase sérica
Distúrbios da pele e - Exantema² - Síndrome de Stevens-
tecido subcutâneo Johnson
-
Dermatite bolhosa
-
Eritema multiforme
-
Necrólise epidérmica
tóxica
- Reação
medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS)
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Distúrbios - Artralgia - Rabdomiólise7
musculoesqueléticos - Mialgia
e do tecido - Dor lombar¹
conjuntivo Distúrbios renais e urinários - Retenção urinária
Distúrbios do - Priapismo
sistema reprodutivo e distúrbios da mama
Distúrbios gerais e - Edema - Edema generalizado
condições no local periférico¹ Edema localizado
de administração Fadiga
Investigações - Aumento da creatina quinase
¹Nos estudos clínicos, esses eventos ocorreram mais frequentemente (estatisticamente significativos) durante o tratamento com CATARSE ODT® do que com placebo.
²Nos estudos clínicos, esses eventos ocorreram mais frequentemente durante o tratamento com placebo do que com CATARSE ODT®, mas não com frequência estatisticamente mais significativa.
³Nos estudos clínicos, esses eventos ocorreram mais frequentemente (estatisticamente significativos) durante o tratamento com placebo do que com CATARSE ODT®.
⁴Nota: a redução da dose geralmente não leva a menos sonolência/sedação, mas pode prejudicar a eficácia antidepressiva.
⁵Em tratamentos com antidepressivos em geral, ansiedade e insônia (que podem ser sintomas da depressão) podem se desenvolver ou se tornar piores. No tratamento com CATARSE ODT®, foi relatado o desenvolvimento ou piora da ansiedade e da insônia.
⁶Foram relatados casos de ideação suicida e comportamentos suicidas durante o tratamento com CATARSE ODT® ou no início ou após a descontinuação do tratamento (ver o item “5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES”). 7 Foram relatados casos de rabdomiólise associados à síndrome serotonina e à superdose de múltiplas drogas. Neste último, uma associação causal com CATARSE ODT® não pode ser verificada.
Nas avaliações laboratoriais em estudos clínicos foram observados aumentos transitórios nas transaminases e na gama- glutamiltransferase (entretanto, não foram relatados eventos adversos associados, estatisticamente significativamente mais frequentemente com CATARSE ODT® do que com placebo).
População Pediátrica
Os seguintes eventos adversos foram observados comumente em estudos clínicos conduzidos em crianças: ganho de peso, urticária e hipertrigliceridemia (ver o item “3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS”)
Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
10. SUPERDOSE
A experiência atual referente à superdose com CATARSE ODT® isoladamente indica que os sintomas geralmente são leves. Foi relatada depressão do sistema nervoso central com desorientação e sedação
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prolongada, juntamente com taquicardia e leve hipertensão ou hipotensão. Entretanto, existe a possibilidade de evolução mais grave (incluindo casos fatais) com doses muito mais elevadas do que a dose terapêutica, especialmente em superdoses múltiplas. Nesses casos, o prolongamento do intervalo QT e Torsades de Pointes também foram relatados. Casos de superdose devem receber tratamento sintomático apropriado e de suporte para as funções vitais. Deve ser realizado monitoramento por ECG. Também, deve-se considerar a administração de carvão ativado ou lavagem gástrica.
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA
Identificação do medicamento
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
CATARSE ODT® mirtazapina
APRESENTAÇÕES:
Comprimidos orodispersíveis de 15 mg – Mirtazapina - embalagens com 6 ou 30 comprimidos
Comprimidos orodispersíveis de 30 mg – Mirtazapina- embalagens com 6 ou 30 comprimidos
USO ORAL
USO ADULTO
Composição
Cada comprimido orodispersível de CATARSE ODT® 15mg contém:
mirtazapina ................................................................. 15mg Excipientes q.s.p .................. 1 comprimido orodispersível Excipientes: crospovidona, manitol, celulose microcristalina, aspartamo, flavorizante morango guaraná, flavorizante menta, sílica coloidal anidra, estearato de magnésio e água purificada.
Composição
Cada comprimido orodispersível de CATARSE ODT® 30mg contém:
mirtazapina ................................................................ 30mg Excipientes q.s.p ................. 1 comprimido orodispersível Excipientes: crospovidona, manitol, celulose microcristalina, aspartamo, flavorizante morango guaraná, flavorizante menta, sílica coloidal anidra, estearato de magnésio e água purificada.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
Dizeres legais
DIZERES LEGAIS
Registro: 103900232
Farm. Resp.:
Dra. Marcia Weiss I. Campos CRF-RJ n° 4499
Importado e Registrado por:
FARMOQUÍMICA S/A
Av. José Silva de Azevedo Neto, 200, Bloco 1, 1º andar, Barra da Tijuca Rio de Janeiro – RJ
CEP: 22775-056
CNPJ: 33.349.473/0001-58
Produzido por:
AUROBINDO PHARMA LIMITED
Hyderabad, Telangana State – Índia
Esta bula foi atualizada conforme bula padrão aprovada pela ANVISA em 16/12/2025.
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Histórico de alteração da bula
Histórico de alteração da Bula
Dados da Submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do N° expediente Assunto Data do N° Do Assunto Data de Itens de Bula Versões Apresentações relacionadas
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21/01/2026 Emitido 10457 - NA NA NA NA Inclusão VP/VPS 15 MG COM ORODISP
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Bula -
publicação Bula CT BL AL/AL X 30
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CT BL AL/AL X 6
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22/04/2026 - 10457 - NA NA NA NA VP/VPS 15 MG COM ORODISP
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Inclusão devo
Inicial de saber 15 MG COM ORODISP
Texto de Bula antes de CT BL AL/AL X 30
- publicação usar
no Bulário este 30 MG COM ORODISP
RDC 60/12 medica CT BL AL/AL X 6
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30 MG COM ORODISP
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Transcrição automática da bula oficial registrada na ANVISA, processada em 28 de mai. de 2026. Conteúdo informativo: em caso de divergência, vale o PDF oficial. Este material não substitui orientação médica ou farmacêutica. Bula de referência: CATARSE ODT®.