Farmabook

Cloridrato de Metoclopramida

Cloridrato de Metoclopramida Monoidratado

Tarja Vermelha
Genérico
CMED: AtivoANVISA: Ativo
Apresentacao

10 mg comprimido caixa blíster alumínio plástico transparente x 20

Concentracao
10 mg
Forma Farmaceutica
Comprimido
Via de Administracao
oral
Quantidade
20
Embalagem
Blíster alumínio plástico transparente

Posologia (resumo)

Desta apresentaçãoResumo por IA

Adultos

1 comprimido (10 mg), 3 vezes ao dia, 30 minutos antes das refeições. Dose máxima diária: 30 mg. Duração máxima do tratamento: 5 dias.

oralcomprimido

Resumo da posologia extraído automaticamente por IA da bula oficial registrada na ANVISA, em 18 de jun. de 2026. É um material informativo: consulte a bula completa e siga sempre a orientação do seu médico ou farmacêutico. Não use como única referência de dose.

Informacoes Regulatorias
Laboratorio
BELFAR LTDA
Classe Terapeutica
A3f - Gastroprocinéticos
CMED
Ativo
ANVISA
Ativo
Registro ANVISA
1057101650026
EAN (Codigo de Barras)
7897917005708
GGREM
503421060024906
Registro ANVISA
Numero do registro
105710165
Produto ANVISA
cloridrato de metoclopramida
Empresa
BELFAR LTDA
CNPJ
18324343000177
Principio ativo
CLORIDRATO DE METOCLOPRAMIDA monoidratado
Classe terapeutica ANVISA
ANTIEMETICOS E ANTINAUSEANTES
Categoria regulatoria
Genérico
Data de registro
1 de fev. de 2021
Data de vencimento
Ultimo refresh
9 de mar. de 2026, 12:28
Precos

Preco Fabrica (PF)

R$ 5,95

Preco Consumidor (PMC)

R$ 7,98

PMC com ICMS

R$ 9,74

Bula do medicamento

Bula específica desta apresentaçãoTranscrita por IA
Bula desta apresentação (PDF)

PDF oficial ANVISA recortado para esta apresentação (cloridrato de metoclopramida Belfar Ltda. Comprimido 10 mg). A bula original completa segue disponível na seção Registro ANVISA.

Informações ao paciente

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Este medicamento é destinado ao tratamento de alterações da movimentação do sistema digestivo como em enjoos e vômitos de origem cirúrgica, doenças metabólicas e infecciosas, secundárias a medicamentos. Cloridrato de metoclopramida é utilizado também para facilitar os procedimentos radiológicos (que utilizam o raio-x no trato gastrintestinal).

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

A metoclopramida, substância ativa deste medicamento que age no sistema digestório (grupo de órgãos do corpo, como por exemplo, estômago, intestino, entre outros, responsável pela digestão dos alimentos) no alívio de náuseas e vômitos.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Cloridrato de metoclopramida não deve ser utilizado nos seguintes casos:

  • se você já teve alergia à metoclopramida ou a qualquer componente da fórmula;

  • em que a estimulação da motilidade gastrintestinal (esvaziamento gástrico) seja perigosa, como por exemplo, na

presença de hemorragia (sangramento), obstrução mecânica ou perfuração gastrintestinal;

  • se você é epilético ou esteja recebendo outros fármacos que possam causar reações extrapiramidais (tremor de

extremidade, aumento do músculo, rigidez muscular), uma vez que a frequência e intensidade destas reações podem ser aumentadas;

  • em pacientes com feocromocitoma suspeita ou confirmada (tumor geralmente benigno na glândula suprarrenal), pois

pode desencadear crise hipertensiva (aumento da pressão arterial) suspeita ou confirmada, devido à provável liberação de catecolaminas (substância liberada após situação de estresse) do tumor;

  • em pacientes com histórico de discinesia tardia (movimentos repetitivos, involuntários e não-intencionais que às vezes

continua ou aparece mesmo após o fármaco não ser mais utilizado por um longo tempo) induzida por neurolépticos (medicamentos usados no tratamento de psicoses, como anestésicos e em outros distúrbios psíquicos) ou metoclopramida (princípio ativo de cloridrato de metoclopramida);

  • em combinação com levodopa ou agonistas dopaminérgicos (medicamento usado no tratamento das síndromes

parkinsonianas), devido as ações serem contrárias;

  • doença de Parkinson;

  • histórico conhecido de metemoglobinemia (desordem caracterizada pela presença de um nível mais alto do que o

normal de metemoglobina no sangue. A metemoglobina é uma forma de hemoglobina que não se liga ao oxigênio podendo ocasionar anemia e falta de oxigênio nos tecidos) com metoclopramida ou deficiência de NADH citocromo b5 redutase.

Modelo de Bula PACIENTE

Este medicamento é contraindicado para crianças menores de 1 ano de idade, devido ao risco aumentado da ocorrência de desordens extrapiramidais nesta faixa etária.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cloridrato de metoclopramida deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz.

Modelo de Bula PACIENTE

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento Solução incolor a levemente amarelada, límpida, isenta de partículas estranhas.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Uso em adultos:

Solução oral gotas: 50 gotas, 3 vezes ao dia, via oral, 10 minutos antes das refeições. Não há estudos dos efeitos de cloridrato de metoclopramida administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo médico. Populações especiais Pacientes diabéticos A dificuldade de esvaziamento gástrico pode ser responsável pela dificuldade no controle de diabéticos. A insulina administrada pode começar a agir antes que os alimentos tenham saído do estômago e levar a uma queda dos níveis de açúcar no sangue. A metoclopramida pode acelerar o trânsito alimentar do estômago para o intestino facilitando a absorção de substâncias. A dose de insulina e o tempo de administração podem necessitar de ajustes. Uso em pacientes com insuficiência renal A excreção da metoclopramida é principalmente renal. Em alguns pacientes o tratamento deve ser iniciado com aproximadamente metade da dose recomendada, podendo a dose ser ajustada a critério médico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caso se esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

A seguinte taxa de frequência é utilizada, quando aplicável: Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento); Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento); Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento); Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento); Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento); Desconhecido (não pode ser estimado a partir dos dados disponíveis).

Distúrbios sistema nervoso Muito comum: sonolência. Comum: sintomas extrapiramidais mesmo após administração de dose única, principalmente em crianças e adultos jovens (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”), síndrome parkinsoniana, acatisia (inquietude). Incomum: discinesia (movimentos involuntários) e distonia aguda (estados de tonicidade anormal em qualquer tecido), diminuição do nível de consciência. Raro: convulsões. Desconhecido: discinesia tardia, durante ou após tratamento prolongado, principalmente em pacientes idosos (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”); Síndrome Neuroléptica Maligna.

Modelo de Bula PACIENTE

Distúrbios psiquiátricos Comum: depressão. Incomum: alucinação. Raro: confusão. Desconhecido: ideias suicidas.

Distúrbio gastrintestinal Comum: diarreia.

Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo Desconhecido: metemoglobinemia, que pode estar relacionada à deficiência de NADH citocromo b5 redutase principalmente em recém-nascidos (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Sulfaemoglubinemia (caracterizada pela presença de sulfaemoglobina no sangue), principalmente com administração concomitante de altas doses de medicamentos liberadores de enxofre.

Distúrbios endócrinos* Incomum: amenorreia, hiperprolactinemia. Raro: galactorreia. Desconhecido: ginecomastia. *Problemas endócrinos durante tratamento prolongado relacionados com hiperprolactinemia (aumento da concentração sanguínea do hormônio prolactina, que estimula a secreção de leite), [amenorreia (ausência de menstruação), galactorreia (produção de leite excessiva ou inadequada), ginecomastia (aumento das mamas em homens)].

Distúrbios gerais ou no local da administração Comum: astenia (Fraqueza). Incomum: hipersensibilidade (alergia). Desconhecido: reações anafiláticas (incluindo choque anafilático particularmente com a formulação intravenosa).

Distúrbios cardíacos Incomum: bradicardia (diminuição da frequência cardíaca). Desconhecido: bloqueio atrioventricular (do coração) particularmente com a formulação intravenosa, parada cardíaca, ocorrendo logo após o uso de metoclopramida injetável a qual pode ser após a bradicardia, (vide “Como devo usar este medicamento?”). Aumento da pressão sanguínea em pacientes com ou sem feocromocitoma (tumor da glândula suprarrenal) (vide “Quando não devo usar este medicamento?”). Prolongamento do intervalo QT e Torsade de pointes (vide “Quando não devo usar este medicamento?”).

Distúrbios vasculares Comum: hipotensão (pressão baixa) especialmente com formulação intravenosa. Incomum: choque, síncope (desmaio) após uso injetável.

Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE

MEDICAMENTO? Sinais e Sintomas Podem ocorrer reações extrapiramidais e sonolência, diminuição do nível de consciência, confusão e alucinações. Gerenciamento O tratamento para problemas extrapiramidais é somente sintomático. Os sintomas geralmente desaparecem em 24 horas. A metemoglobinemia pode ser revertida pela administração intravenosa de azul de metileno. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Modelo de Bula PACIENTE

Informações técnicas (profissionais de saúde)

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

Podem aparecer sintomas extrapiramidais (tremor de extremidade, aumento do estado de contração do músculo, rigidez muscular), particularmente em crianças e adultos jovens e/ou quando são administradas altas doses (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”). Essas reações são completamente revertidas após a interrupção do tratamento. Tratamento dos sintomas pode ser necessário. Na maioria dos casos, consistem de sensação de inquietude; ocasionalmente podem ocorrer movimentos involuntários dos membros e da face; raramente se observa torcicolo, crises oculógiras (contração de músculos extraoculares, mantendo olhar fixo para cima ou lateral), protrusão rítmica da língua (movimentos involuntários rítmicos da língua), fala do tipo bulbar (lenta) ou trismo (contração do músculo responsável pela mastigação). O tratamento com cloridrato de metoclopramida não deve exceder 3 meses devido ao risco de ocorrer discineia tardia. Respeite o intervalo de tempo de ao menos 6 horas, especificado na seção “Como devo usar este medicamento?”), entre cada administração de cloridrato de metoclopramida, mesmo em casos de vômito e rejeição da dose, de forma a evitar superdose. Cloridrato de metoclopramida não é recomendado para pacientes epiléticos, visto que esta classe de medicamentos pode diminuir o limiar convulsivo. Como com neurolépticos, pode ocorrer a Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM) caracterizada por hipertermia (febre), distúrbios extrapiramidais, instabilidade nervosa autonômica (alteração batimentos do coração, pressão alta etc.) e elevação de creatinofosfoquinase (que tem papel fundamental no transporte de energia nas células musculares). Portanto, deve-se ter cautela se ocorrer febre, um dos sintomas da Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM) e a administração de cloridrato de metoclopramida deve ser interrompida se houver suspeita da Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM). Cloridrato de metoclopramida gotas contêm metabissulfito de sódio, o qual pode desencadear reações do tipo alérgico incluindo choque anafilático (reação alérgica grave) e de risco à vida ou crises asmáticas menos severas em pacientes suscetíveis. Pacientes sob terapia prolongada devem ser reavaliados periodicamente pelo médico. Se você apresenta deficiência do fígado ou dos rins, é recomendada diminuição da dose (vide “Como devo usar este medicamento?”). Pode ocorrer metemoglobinemia, que pode estar relacionada à deficiência de NADH citocromo b5 redutase. Nesses casos, cloridrato de metoclopramida deve ser imediatamente e permanentemente suspenso e o médico adotará medidas apropriadas. Cloridrato de metoclopramida pode induzir Torsade de Pointes (tipo de alteração grave nos batimentos cardíacos), portanto, recomenda-se cautela em pacientes que apresentam fatores de risco conhecidos para prolongamento do intervalo QT (intervalo medido no eletrocardiograma, que quando aumentado, associa-se ao aumento do risco de arritmias e até morte súbita), isto é:

  • desequilíbrio eletrolítico não corrigido [por exemplo, hipocalemia (redução dos níveis de potássio no sangue) e

hipomagnesemia (redução dos níveis de magnésio no sangue)].

  • síndrome do intervalo QT longo.

  • bradicardia (diminuição da frequência cardíaca).

Consulte seu médico para saber quais são os medicamentos que, se usados concomitantemente com cloridrato de metoclopramida, são conhecidos por prolongar o intervalo QT. Gravidez e amamentação Estudos em grávidas não indicaram má formação fetal ou toxicidade neonatal durante o primeiro trimestre da gravidez. Uma quantidade limitada de informações em grávidas indicou não haver toxicidade neonatal nos outros trimestres. Estudos em animais não indicaram toxicidade reprodutiva. Se necessário, o uso de cloridrato de metoclopramida pode ser considerado durante a gravidez. Devido às suas propriedades farmacológicas, assim como outras benzamidas, caso cloridrato de metoclopramida seja administrado antes do parto, distúrbios extrapiramidais no recém-nascido não podem ser excluídos. A metoclopramida é excretada pelo leite materno e reações adversas no bebê não podem ser excluídas. Deve-se escolher entre interromper a amamentação ou abster-se do tratamento com metoclopramida, durante a amamentação. Este medicamento não deve ser utilizado durante a amamentação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Modelo de Bula PACIENTE

Populações especiais Pacientes idosos A ocorrência de discinesia tardia tem sido relatada em pacientes idosos tratados por períodos prolongados. Deve-se considerar redução da dose em pacientes idosos com base na função renal ou hepática e fragilidade geral. Crianças e adultos jovens As reações extrapiramidais podem ser mais frequentes em crianças e adultos jovens, podendo ocorrer após uma única dose. O uso em crianças com menos de 1 ano de idade é contraindicado (vide “Contraindicações”). Para combinações de metoclopramida O uso em crianças e adolescentes com idade entre 1 e 18 anos não é recomendado. Uso em pacientes diabéticos A estase gástrica (dificuldade de esvaziamento gástrico) pode ser responsável pela dificuldade no controle de alguns diabéticos. A insulina pode começar a agir antes que os alimentos tenham saído do estômago e levar a uma queda dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia). Tendo em vista que a metoclopramida pode acelerar o trânsito alimentar do estômago para o intestino e, consequentemente, a porcentagem de absorção de substâncias, a dose de insulina e o tempo de administração podem necessitar de ajustes em pacientes diabéticos. Uso em pacientes com insuficiência renal Em pacientes com problemas severos nos rins (consulte seu médico para saber o grau de comprometimento dos seus rins), a dose diária deve ser reduzida em 75% ou conforme o critério de seu médico. Em pacientes com problemas moderados a severos nos rins (consulte seu médico para saber o grau de comprometimento dos seus rins), a dose diária deve ser reduzida em 50% ou conforme o critério de seu médico. Uso em pacientes com câncer de mama A metoclopramida pode aumentar os níveis de prolactina (hormônio que estimula a produção de leite), o que deve ser considerado em pacientes com câncer de mama detectado previamente. Uso em pacientes com insuficiência hepática Em pacientes com problemas severos no fígado, a dose deve ser reduzida em 50% ou conforme o critério de seu médico. Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Pode ocorrer sonolência após a administração de metoclopramida, potencializada por depressores do sistema nervoso central (SNC), álcool; a habilidade em dirigir veículos ou operar máquinas pode ficar prejudicada.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Combinação contraindicada: levodopa ou agonistas dopaminérgicos e metoclopramida possuem ações contrárias. Combinações a serem evitadas: álcool aumenta o efeito calmante da metoclopramida.

Combinações a serem levadas em consideração:

• Anticolinérigicos e derivados da morfina possuem ações contrárias no esvaziamento do estômago.

• Depressores do SNC (derivados da morfina, hipnóticos, ansiolíticos, anti-histamínicos H1 sedativos, antidepressivos

sedativos, barbituratos, clonidina e substâncias relacionadas): aumentam o efeito calmante da metoclopramida.

• Neurolépticos: a metoclopramida pode aumentar os efeitos neurolépticos em relação à ocorrência de desordens

extrapiramidais.

• Devido ao efeito da metoclopramida de acelerar a digestão, a absorção de certos fármacos pode estar modificada.

• Digoxina: a metoclopramida diminui a quantidade de digoxina circulante, sendo necessária monitorização da

concentração de digoxina no sangue.

• Ciclosporina: a metoclopramida aumenta a quantidade de ciclosporina circulante, sendo necessária monitorização da

concentração de ciclosporina no sangue.

• Inibidores potentes da CYP2D6 tal como fluoxetina. Os níveis de exposição de metoclopramida são aumentados

quando coadministrado com inibidores potentes da CYP2D6 como, por exemplo, a fluoxetina. Exames de laboratórios Não há dados disponíveis até o momento sobre a interferência de cloridrato de metoclopramida em testes laboratoriais. Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

10. Superdose

21/07/2020 2375442/20-7 10452 – 21/07/2020 2375442/20-7 10452 – 21/07/2020 Dizeres Legais VP 4 MG/ML CT FR

GENÉRICO – GENÉRICO – PLAS OPC GOT

Notificação de Notificação de X 10 ML

Alteração de Alteração de

Texto de Bula – Texto de Bula 4 MG/ML CT FR

RDC 60/12 – RDC 60/12 PLAS OPC GOT

X 10 ML X 50 FR

(EMB HOSP)

06/11/2020 3930442/20-6 10452 – 06/11/2020 3930442/20-6 10452 – 06/11/2020 9. Reações VPS 4 MG/ML CT FR

GENÉRICO – GENÉRICO – Adversas PLAS OPC GOT

Notificação de Notificação de X 10 ML

Alteração de Alteração de

Texto de Bula – Texto de Bula 4 MG/ML CT FR

publicação no – publicação PLAS OPC GOT

bulário - RDC no bulário - X 10 ML X 50 FR

60/12 RDC 60/12 (EMB HOSP)

20/04/2022 - 10452 – 20/04/2022 - 10452 – 20/04/2022 Dizeres Legais VP/VPS 4 MG/ML CT FR

GENÉRICO – GENÉRICO – PLAS OPC GOT

Modelo de Bula PACIENTE

Notificação de Notificação de X 10 ML

Alteração de Alteração de

Texto de Bula – Texto de Bula 4 MG/ML CT FR

publicação no – publicação PLAS OPC GOT

bulário - RDC no bulário - X 10 ML X 50 FR

60/12 RDC 60/12 (EMB HOSP)

Identificação do medicamento

I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

cloridrato de metoclopramida Medicamento genérico Lei n° 9.787, de 1999

APRESENTAÇÕES

Solucão oral (gotas) 4 mg/mL: embalagens contendo 1 frasco com 10 mL ou 50 frascos com 10 mL.

USO ORAL

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada mL (20 gotas) contém:

cloridrato de metoclopramida monoidratado..........................4,20 mg* excipientes** q.s.p..............................................................1 mL *Equivalente a 4 mg de cloridrato de metoclopramida anidro. **metilparabeno, propilparabeno, metabissulfito de sódio, sacarina sódica, ácido sórbico e água purificada.

Cada 1 mL de cloridrato de metoclopramida gotas equivale a 20 gotas e 1 gota equivale a 0,2 mg de cloridrato de metoclopramida anidro.

Dizeres legais

III- DIZERES LEGAIS

Reg. MS: 1.4381.0162 Farm. Resp.: Charles Ricardo Mafra

CRF-MG: 10.883

Fabricado por: CIMED INDÚSTRIA S.A. Pouso Alegre - MG

Registrado por: CIMED INDÚSTRIA S.A. Avenida Angélica, 2.248, 6º andar, conjunto 61, Consolação – São Paulo – SP

CEP: 01228-200 - CNPJ: 02.814.497/0001-07

Indústria Brasileira SAC: 0800 704 46 47 - www.cimedremedios.com.br

USO SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

PROIBIDA VENDA AO COMÉRCIO.

Modelo de Bula PACIENTE

Histórico de alteração da bula

Histórico de alteração para a bula

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/ notificação que altera bula Dados das alterações de bulas

Data do N° do Assunto Data do N° do Assunto Data da Itens de bula Versões Apresentações

Expediente expediente Expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas

07/03/2014 0165845/14-0 10459- 07/03/2014 0165845/14-0 10459- 07/03/2014 . Para quê este VP/VPS 4 MG/ML CT FR

GENÉRICO – GENÉRICO – medicamento é PLAS OPC GOT

Inclusão Inicial Inclusão indicado? X 10 ML

de Texto de Inicial de .Como este

Bula – RDC Texto de Bula medicamento 4 MG/ML CT FR

60/12 – RDC 60/12 funciona? PLAS OPC GOT

.Quando não X 10 ML X 50 FR devo usar este (EMB HOSP) medicamento? .O que devo saber antes de usar este medicamento? . Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento? . Como devo usar este medicamento? . O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento? . Quais os males que este medicamento pode me causar? . o que fazer se

Modelo de Bula PACIENTE

alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? . Indicações . Resultados de eficácia . Características farmacológicas . Contra – indicações . Advertências e precauções . Interações medicamentosas . Cuidados de armazenamento do medicamento . Posologia e modo de usar . Reações adversas . Superdose

02/02/2015 0092902/15-6 10452 – 02/02/2015 0092902/15-6 10452 - 02/02/2015 . Composição VP/VPS 4 MG/ML CT FR

GENÉRICO – GENÉRICO - 3. Quando não PLAS OPC GOT

Notificação de Notificação de devo usar este X 10 ML

Alteração de Alteração de medicamento?

Texto de Bula – Texto de Bula 4. 4 MG/ML CT FR

RDC 60/12 – RDC 60/12 Contraindicaçõe PLAS OPC GOT

s X 10 ML X 50 FR

  1. O que devo (EMB HOSP)

saber antes de usar este medicamento?

  1. Advertências

e

Modelo de Bula PACIENTE

Precauções

  1. Quais os

males que este medicamento pode me causar?

  1. Reações

Adversas

  1. O que fazer se

alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Transcrição automática da bula oficial registrada na ANVISA, processada em 15 de jun. de 2026. Conteúdo informativo: em caso de divergência, vale o PDF oficial. Este material não substitui orientação médica ou farmacêutica.